Nem tão santa e nem tanto capeta!

por H. Thiesen 

Sou prisioneira inafiançável
da paixão e do prazer
Tenho um jeito de anjo
amiga, meiga e carinhosa
e pensamentos de demônio
lasciva, devassa e pecadora
Tenho fantasias, desejos e vontades
sou feita absolutamente de taras
meu corpo arde e queima
minha pele exala lubricidade
não tenho vergonha
posso ser uma dama
a qualquer dia e qualquer hora
ou uma verdadeira puta
em cima da cama
Não sou o que você deseja
mas sei ser o que você quer
sou santinha e aparento
mas sou uma capeta
apesar de que, não represento
Por que?
Por que sou mulher
e tenho muitas fases
de menina manhosa
que chora por pouca coisa
à megera salaz
pronta para submeter
Não tente me entender
na forma nua e crua
traduza-me e decifre-me
se conseguir
Sou complicada
rigorosamente feminina
loucamente impulsiva
totalmente geniosa
sensualmente bipolar
Ah sim...
Também sou carinhosa
mas sou uma rebelde
Faço tipo garota errada
um convite à confusão
Minha vida é um conto de fadas
porém sou a bruxa má
nunca serei a princesa
Gosto do acaso
das coincidências
e de tudo que acontece
sem dia certo e sem horário,
Minha aparência delicada
aparenta fragilidade
mas por dentro sou selvagem
Eu confesso
sou uma fera
à espera de ser domada!

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Ata-me!

por H. Thiesen

Ata-me a tua alma
para que eu não morra
desse amor intenso,
generoso!
Ata-me ao teu coração
para que eu não escape
dessa paixão voraz,
harmoniosa!
Ata-me ao te corpo
para que eu não fuja
desse desejo mágico,
licencioso!
Ata-me a tua cama
para que eu me queime
nessa fogueira viva,
luxuriosa!
Ata-me ao teu desejo
para que eu me acabe
nesse prazer ardente,
malicioso!
Ata-me com teus braços
Seja a minha dona
E enlaça-me aos teus desejos
Ata-me com teus beijos
Com os nós da tua língua
Serpenteando na minha!
Ata-me de tesão
Renda-me com tua astúcia
Não me deixe escapar
Fazendo-me divagar por fantasias!
Faça-me uma presa
com a soga no teu corpo
Retida pela embira da tua pele
Em nenhum momento
Dos teus apertados laços
Ouse fazer-me prisioneira
Das tuas mais loucas vontades
Retenha-me a um canto
Deixe-me acuada
Me violente com tua vontade
Obrigue-me a provar teu ímpeto
Sentir na carne a tua loucura
Para só então
Depois de dominada
Ardida, mordida e arranhada
Gritar como doida
Molhada e lambuzada
Explodindo em nosso tesão!

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Confissão




por H. Thiesen 

Admito,
adoro ser olhada,
comida com os olhos,
sentir o calor de olhos gulosos.
me desnudando.
Admito,
eu adoro ter olhos,
sobre o meu corpo,
me despindo e imaginando,
quais são as delícias,
estrategicamente escondidas,
sob cada peça de roupa.
Admito,
eu adoro olhares safados,
tentando descobrir meus segredo,
e o que está guardado,
em cada curva do meu corpo!





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Uma viagem ao centro das coxas!

por H. Thiesen 

Você me encheu de beijos no pescoço, nossos corpos se aproximaram, as tuas mãos tocaram-me, primeiro com suavidade e depois um tanto agressivas e sedentas, o teu tesão escancarou-se nos teus lábios, que engoliram a minha boca.
Sem muita demora, nos desfizemos das roupas e nos entregamos às carícias e muitos beijos. O único ruido era o relógio de parede, que testemunhava inerte a afloração dos nossos desejos. O tic-tac parecia querer misturar-se aos barulhos dos lábios lascivos e das línguas entrelaçadas, que diante da nossa nudez, podiam seguir livres, pelos caminhos que desejassem.
Agora, já me encontro molhada, um calor sobe pelo meu corpo e a tua boca, mais faminta do que a minha, inicia o passeio pela minha pele, começando pela minha orelha, vai molhando-me até o pescoço, desce um pouco mais pelos ombros e deslizando suavemente pelo meu colo, descobre meus seios. Guiada pela cobiça, circula, lambe e suga, deixa meus seios molhados de saliva e entumescidos pelo prazer proporcionado. 
Tua boca atrevida desliza pelo meu corpo e atinge o meu umbigo, eu me contorço e fico cheia de vontade para sentir todo os prazeres possíveis e inimagináveis, pois sei que ela viaja alucinada, em busca do centro das minhas pernas.
Teus lábios procuram durante a viagem, todos os meus recantos e tua língua desesperada, deixa em mim o teu rastro molhado, passeiam pelo meu púbis nu e descobrem nas minhas virilhas, uma estrada franca que leva ao teu destino.
A tua saliva mistura-se ao meu prazer e me entrego ao tesão, abrindo as minhas pernas. Te olho mergulhando no centro das minhas coxas e não seguro nenhum dos meus gemidos. Penso somente na tua boca carnuda, sorvendo o mel que escorre do meu sexo. Sinto um latejamento nas minhas entranhas, é a tua língua me invadindo solene. O calor que emana da tua boca, faz incendiar o meio das minhas pernas.
O tesão que eu sinto é indescritível, seguro a tua cabeça e aperto-a contra mim, como se quisesse fazer você entrar e sentir tua língua no meu útero.
Quando a tua boca, suga o meu clitóris, sou levada à extrema loucura. Sinto todo o meu corpo estremecer e uma dor gostosa sobe pela minha espinha. Os teus lábios não param de cercar meu clitóris, enquanto você suga, a tua língua se aproveita dele.
Aperto com mais força a tua cabeça, mexo os quadris e me esfrego no teu rosto. Tuas mãos me agarram e imobilizam e a tua boca mergulha em mim de novo.
Não aguento mais, o prazer é imenso e gozo deliciosamente na tua boca.
Falta-me agora, senti-lo dentro de mim e satisfazer todos os teus desejos!

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Meus Bicos


por H. Thiesen

As mãos, os lábios e a língua, com o toque nos bicos, lindos e saborosos mamilos, retesam e encristam. 
O tato, o sentido, a sensação e a delícia, me tomam e se alastram em meu corpo. 
Me entrego ao cio!
Um toque de leve, um aperto suave, uma mordida ousada e as lambidas molhadas, num ritmo lírico, intransigente e intermitente, como um culto sagrado aos bicos, meus bicos regados de saliva. 
Um vazio no meu peito, que infla e completa. 
Uma falta de ar, que não deixa sem ar. 
Um calor que me queima, sem queimar. 
Um desejo que aumenta e me faz sonhar.
Os dedos suaves, os lábios quentes, a língua molhada  e os meus bicos, que ficam sem trégua, duros e sensíveis, arrancam gemidos e até gritos, de desejo latente e tesão lacerante. 
Nos bicos dos seios, estão meus anseios e desejo voraz. 
Nos meus bicos, o tesão faz me incendiar. 
Os meus bicos, tão longe, mas tão perto do meu sexo, quando tocados, me fazem molhar!

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