Estou louca pra gozar!

por H. Thiesen 

Guardo na minhas lembranças
o molhado do teu beijo
o toque dos teus dedos
e o cheiro do membro teso

Guardo no meu pensamento
o peso da tua mãos
passeando por meu corpo
causando-me tremor e tesão

Guardo as fantasias
da nossa noite devassa
de todo prazer que senti
tonteando-me como cachaça

Guardo o desvario
o jeito como fiquei louca
sentando na tua cara
e rebolando na tua boca

Guardo o calor e sabor
do pau duro latejando
indo à minha garganta
da boca saindo e entrando

Guardo a minha loucura
eu de quatro e toda aberta
sentindo a invasão no cu
pela tua pica ereta

Guardo todo tesão
da imagem no espelho
teu pau enterrando no cu
e a tua mão no meu seio

Guardo como quimera
teus puxões no meu cabelo
tua pica afundando
e os meus dedos no grelo

Guardo com toda ternura
o ápice dessa trepada
a tua pica entrando
na minha buceta melada

Guardo como reliquia
o teu semblante de rei
quando me fez gozar
ouvindo os grito que dei

Guardo com todo gosto
o gosto da tua porra
que bebi e engoli
e lambi como cachorra

São essas as minhas lembranças
na minha cama deitada
sem um pau pra me comer
e já estou excitada

Noite assim é tormento
não passa e é demorada
o grelo fica nervoso
e a buceta melada

Não existe outro remédio
para saudade de pica
a não ser abrir as pernas
e tocar uma siririca

Chega de lembrar foda
licença vocês vão dar
necessito tocar uma
estou louca pra gozar!

Bye, bye!

--------------------------------------------------------------
© COPYRIGHT BY "PENSAMENTO INDECENTE"
Todos os Direitos Reservados
All Rights Reserved
DIREITOS AUTORAIS PROTEGIDOS
Cópias e publicações permitidas, desde que acompanhadas dos créditos à autora do texto e link para para este blog: PENSAMENTOINDECENTE.COM
.

Flores do Desejo

por H. Thiesen 

Duas flores famintas
Se encontram em segredo
Se refregam alucinadas
Úmidas pelo enredo!

Duas flores sedentas
Se beijam ardentes
Atritam suas pétalas
Belas e carentes!

Duas flores lascivas
Dançando seus desejos
Se molham e buscam
Prazer em seus pejos!

Duas flores impudicas
Num roçado gostoso
Exaustas se deixam
Abatidas pelo gozo!

--------------------------------------------------------------
© COPYRIGHT BY "PENSAMENTO INDECENTE"
Todos os Direitos Reservados
All Rights Reserved
DIREITOS AUTORAIS PROTEGIDOS
Cópias e publicações permitidas, desde que acompanhadas dos créditos à autora do texto e link para para este blog: PENSAMENTOINDECENTE.COM
.

Uma despedida de solteiro!

por H. Thiesen

Na festa de despedida de solteiro e sob o olhar malicioso dos presentes,  depois de ser chupada deliciosamente, ela era fodida pelo noivo na sua última aventura de solteiro.
Com um metro e oitenta e cinco, ele exibia um físico avantajado entre as pernas dela, abertas totalmente, que recebia a imensa vara com satisfação.
Era um papai e mamãe coberto de luxúria, com estocadas vigorosas e profundas, as quais arrancavam gemidos e gritos triunfantes de prazer, para o deleite dos assistentes, que observavam e se masturbavam vendo-os foderem com tamanha desenvoltura.
O noivo, em um ataque de tesão imensurável, socava o membro colossal, que entrava e saia num ritmo alucinado, fazendo-lhe brotar na testa, gotas de suor, que escorriam-lhe pelo rosto e pingavam sobre os seios dela.
Ela segurava-lhe pelo peito e trincava sua pele com os dedos protegidos por luvas de pelica, para não arranhar a carne do futuro esposo de uma outra. Erguendo a cabeça, ela olhava para o enorme membro, indo e vindo das suas entranhas e se deliciava quando ele enterrava tudo, fazendo-a sentir as bolas baterem nas suas nádegas. Sem se conter, chorava de prazer na vara descomunal e cada vez mais excitada, sentia-se mais lubrificada e recebia com maior facilidade a grande rola dentro dela.
Ele tocava fundo no seu útero sem nenhuma dó, arrombando-a por inteiro e deslizava com violência para dentro.
Sentindo espasmos, ela gozou freneticamente, retorcendo-se e gritando desesperada.
Ele retirou a ferramenta descomunal e segurando-a na mão, despejou o gozo sobre ela, dando-lhe um verdadeiro banho com jatos longos e fortes de porra quente, lambuzando-a o ventre e os seios, sem deixar de respingar algumas gotas no seu rosto.
Contorcendo-se de prazer, ela espalhou a porra no seu corpo e só depois notou que pela violência do ato, suas entranhas doíam. Segurou com força o baixo-ventre com uma das mãos, com a outra abraçou os seios e encolheu-se sobre a cama, numa posição fetal, mas satisfeita por ter sido fodida impiedosamente.
Ela mais calma, respirou fundo e levantou-se da cama. Juntou as roupas, sapatos e bolsa, foi ao banheiro e tomou um banho. Vestiu-se, retirou da bolsa um envelope, onde estava o pagamento combinado:
- Oitocentos... Se soubesse que era tão grande, cobraria bem mais!
Saiu do banheiro, passou no meio dos rapazes. Alguns assoviaram, outros disseram-lhe bobagens:
- Gostosa!
- Puta!
- Cadela!
- Não vai ainda, dá pra mim também!
Saiu pela porta, deixando-a bater às costas, caminhou pelo corredor e parou à frente do elevador:
- Se para mim, que sou experiente, foi difícil... Pobre noiva!

--------------------------------------------------------------
© COPYRIGHT BY "PENSAMENTO INDECENTE"
Todos os Direitos Reservados
All Rights Reserved
DIREITOS AUTORAIS PROTEGIDOS
Cópias e publicações permitidas, desde que acompanhadas dos créditos à autora do texto e link para para este blog: PENSAMENTOINDECENTE.COM
.

A Iniciação de Maria Rita

por H. Thiesen 

Ela nunca havia pensado na possibilidade de sexo com outra garota. Aliás, sobre sexo, ela sabia muito pouco. Maria Rita era simples, criada com todo carinho e temente, nunca lhe falaram desse e quando falavam, diziam que era pecaminoso. Porém como toda menina curiosa, sem escapar à regra, de que o proibido que é o gostoso,  no máximo teve algo próximo à sexo, uns amassos com alguns garotos, uma mão mais ousada aqui e ali, bolinagem nos seios. Tudo escondido, algumas vezes atrás da escola, em outras no cinema, em uma das vezes foi numa pracinha atrás de uns arbustos. Na maioria das vezes eram apenas beijinhos e abraços bem apertados, mas teve uma vez que pegou no pênis de um deles e correu até em casa para lavar a mão e a lavou com sabão, a semana inteira, com medo de engravidar.
Pior é que, fazia as sem-vergonhices, mas não gostava e se sentia dias e dias culpada!
Num belo dia, em sua casa chegaram algumas visitas. Parentes distantes, gente de fora, do interior. Eram pessoas que ela não conhecia, mas ouvia falar vez em quando. O homem mais velho era primo da sua mãe e trazia com ele a mulher, um filho já grandinho e um outro de colo, veio junto também uma filha, cinco anos mais velha que ela, uns vinte e três mais ou menos.
A mãe acomodou o casal e o bebê no quarto de hóspede, o menino mais velho no quartinho dos fundos e a prima distante no quarto, junto com ela.
A prima chamava-se Isaura e ao contrario dela, tinha os hormônios à flor da pele e de sexo, quase sabia tudo.
Quando anoiteceu foram para o quarto e Maria Rita convidou a prima para jogar buraco, sobre a cama, antes do sono chegar. A prima notou a inocência e seu fogo acendeu, preparando o terreno falou:
- Antes quero te mostrar algo que nós podemos fazer, mas se você prometer que ninguém vai saber!
Maria Rita acenou a cabeça e disse que ficaria entre elas, então viu a prima baixar a calcinha. Ficou assustada com a situação, por ver a prima pelada, mas muito curiosa pela xereca raspada, bem diferente da sua peluda. Arregalou o seus olhos, quando viu sua prima bolinar o grelinho, algo que ela sabia que tinha, mas não para que servia e até aquele dia pensava que era verruga. Isaura vendo-a parada, até certo ponto chocada, para tirar-lhe o marasmo, o convite lhe fez:
- Vai Maria Rita, faz também, é tão bom!
- Não posso, sou crente, é pecado!
- Que pecado nada, faz pra você ver!
- Tá bom, vou provar!
Ela baixou a calcinha e se tocou, ficaram por alguns instantes bolinando seus grelos. Maria Rita começou a suar e lhe faltava o ar, até que sentiu algo estranho e resolveu falar:
- Nossa prima que gostoso! Mas tô ficando toda melada! Ai, ai, ai!
- Continua prima, pra você ver!
Maria Rita continuou a se tocar e suas sensações aumentaram, então sem poder aguentar, teve sua primeira gozada.
- Viu prima, como é bom? Isso se chama siririca!
Desse dia em diante, Maria Rita nunca mais parou, provou o primeiro orgasmo, viciou e nunca mais parou!
Depois deitaram na cama lado à lado e a prima safada ensinou-a a se bolinarem entre si, a mão de uma na xereca da outra. Para não ficar só nisso, numa siririca fria e mútua, a prima ensinou Maria Rita a beijar na boca e, ela... Adorou!
Nos dias seguintes, inventavam desculpas, para ficarem sozinhas e fazerem o jogo da siririca. Diziam que estavam cansadas e que iriam dormir, deitavam na cama e não poupavam dedadas. Aproveitavam que estava calor e fingiam tomar banho juntas, sob a água do chuveiro, sentavam no box e tocavam varias siriricas ensaboadas com o sabonete e numa dessas vezes, Maria Rita perdeu os pentelhos para a lâmina de barbear do seu pai.
Na noite seguinte à tosa da xereca peluda, a prima Isaura abriu-lhe as pernas e atirou-se com sede no meio das coxas de Maria Rita. Chupo e lambeu com vontade, até ver Maria Rita explodir num orgasmo e sem deixá-la se recuperar, sentou na sua cara, ensinou-a a chupar e lamber, para completar o serviço, ensinou-a  beber o gozo.
- Nossa prima, é tão gostoso! Lambuza tudo, é como chupar manga!
Maria Rita ficava estupefata, a cada dia com as invenções de Isaura e torcia para que não chegasse o dia, dela ir embora.
Sempre que podiam tocavam-se e chupavam uma à outra, mas do que ela mais gostava era a esfregação, das quatro pernas trançadas e as duas xerecas grudadas e meladas e dizia:
- Prima, chega espumar que nem sabão!
O tempo passava e Isaura nunca ia embora, Maria Rita aprendia facilmente e com o passar do tempo, ficou mais esperta que a prima. Enlouqueciam na cama ou no banheiro, bolinado e esfregando as xerecas ou numa chupação.
Maria Rita pegou o gosto de transar com mulher, sexo para ela tornou-se a principal brincadeira e depois que a prima voltou para o interior, procurou e conheceu outras mulheres.
Foi desse jeito, que Maria Rita tornou-se lésbica e até hoje não esquece da prima, que lhe ensinou a gostar de sem-vergonhices.

--------------------------------------------------------------
© COPYRIGHT BY "PENSAMENTO INDECENTE"
Todos os Direitos Reservados
All Rights Reserved
DIREITOS AUTORAIS PROTEGIDOS
Cópias e publicações permitidas, desde que acompanhadas dos créditos à autora do texto e link para para este blog: PENSAMENTOINDECENTE.COM
.

Meu Grelo

por H. Thiesen 

No meu universo de fantasias, meu grelo é o centro do cosmo!
Um pedacinho de carne arbitrário e volúvel, que não tolera a força bruta.
Ele requer movimentos suaves, significativos e cuidadosos.
Adora de ser provocado.
Gosta de sentir um suave deslizar ao seu redor, com precisão cirúrgica.
Meu grelo estremece por antecipação, quando a atenção volta-se aos seus arredores.
Ele adora uma carícia e uma delicada pressão da ponta de um dedo.
É surpreendente, mas ele gosta de gelo também ou de um leve calor, que lhe altere a circulação e o deixe repleto de sangue!
Ah sim, meu grelo, também chamado de clitóris, se entumece e fica durinho, ruborizado e sensível, quando lhe sobrevém os efeitos do tesão.
Ao meu clitóris, vulgarmente conhecido por grelo, não lhe importa tamanhos, diâmetros e lhe é irrelevante um cacete, esse ele dispensa, deixa-o a disposição da minha vagina!
Do que ele precisa e do que ele gosta?
Ah... Uma boca molhada e gostosa e de uma língua muito safada!
No meu universo de fantasias, meu grelo é o centro do cosmo! A partícula primordial com a energia capaz de me resultar um Big Bang!

--------------------------------------------------------------
© COPYRIGHT BY "PENSAMENTO INDECENTE"
Todos os Direitos Reservados
All Rights Reserved
DIREITOS AUTORAIS PROTEGIDOS
Cópias e publicações permitidas, desde que acompanhadas dos créditos à autora do texto e link para para este blog: PENSAMENTOINDECENTE.COM
.