BLOG DA HELENA, Imagens Adultas Inéditas

Mergulho entre as coxas

por H. Thiesen 

Com o dedo exploro e os lábios separo
Você se entrega à lascívia
Liberta a flor que apetece desejos.
Permanecemos de bocas coladas
Salivas com malícia trocamos
Durante o nosso duelo de línguas

Com os dedos circulo a tua flor
Que exala um aroma de fêmea excitada
De frente ao espelho
A paisagem das tuas coxas abertas,
É um desfiladeiro de carnes
Que desce um rio em torrente
E banha as pétalas vermelhas

A flor desabrocha,
Pede pelas carícias dos dedos
Quase em carência,
Sente da minha boca a ausência
Mergulho entre as tuas pernas
Fecho os olhos e me entrego
Com a língua eu circulo
Exploro e procuro
Encontro a tua pérola
E a degusto com uma iguaria

O prazer se avoluma
O tesão mais aumenta
Você se retorce, geme e grita
Implora com palavras sem nexo
Diz sussurrando com a falta de ar
Que não mais aguenta
Eu não paro e insisto
Sinto os teus tremores
E que pra mim te derramas

Pelos instintos me lanço
Entre minhas pernas te ponho
E ofereço minha flor à tua boca
Vou ao extremo e em ti me afundo
Enquanto em tua boca
Me encharco e sou toda espasmos
É derradeiro, é urgente
Nosso desaguar mútuo
Nos tornamos orgasmos,
Prazer delicioso e ardente




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Jackeline, The Ripper

por H. Thiesen 

Quando ele nasceu todos sorriram, pegaram-no no colo, beijaram e o acalentaram. Todos não tinham dúvidas, era um lindo menino e se parecia muito com o pai.
Enquanto crescia, conhecia-se aos poucos, mas algo estava errado, via-se no espelho um menino, apenas o corpo, pois a alma era feminina. Queria dissuadir-se desse problema, durante o dia trocava os brinquedos, jogava futebol, brincava com os seus carrinhos, mas à noite na cama sonhava com fadas e bonecas.
Sua tenra idade era insuficiente para compreender o que lhe acontecia, mas percebia que não gostavam do jeito que se portava e como falava. A sua incapacidade de compreensão abriu-lhe as portas para o ódio e mesmo pequeno, sentia raiva de si e do mundo. O seu rancor aumentava, quando a família tentava modificá-lo e obrigá-lo a fazer algo totalmente ao contrário do que ele era. Mesmo encolerizado, tentava se ajustar e fazer o que diziam-lhe ser normal.
Com o passar do tempo, descobriu que fazendo o que os outros queriam, não estaria sendo ele mesmo, mas um ser escravizado pelos princípios dos outros. Teve algumas namoradas e fez sexo com elas, mas eram incapazes de satisfazê-lo. Descobriu então, o que significava amor-próprio.
Não obstante à sua juventude, mas já compreensivo da sua situação e com o ódio minimizado dentro de si, sentia que orgulhava o pai e a mãe, por agir da forma como eles queriam. Ao mesmo tempo sofria com a duplicidade, mostrava à todos a virilidade que não havia nele e escondido, preferia a companhia de rapazes, ao invés de meninas. Durante o dia comportava-se como um verdadeiro homenzinho, vestia-se e agia como tal. À noite, na solidão do seu quarto, retirava do esconderijo as lingeries, vestia-as e passava longas horas na frente do espelho, admirando o seu corpo, que àquela altura, desenhava alguns traços femininos.
Sentia-se sozinho, incompreendido e desejoso de mostrar aos outros quem realmente era. 
Seus braços tenros queriam afago de braços másculos e seus olhares buscavam rapazes e voltavam para dentro dele sem respostas e envergonhados pelos sentimentos que externavam.
As poucos compreendeu que dentro dele havia um tormento e uma solidão imensa à devorá-lo, decidiu dar fim ao seu sofrimento. Não mais aceitava as explicações, as morais conservadoras e conceitos simplórios. 
- Imoral - pensava ele - é ser quem não sou! 
Comprou um vestido, o mais bonito que encontrou, a lingerie mais cara e linda, sapatos de salto e meias de seda. Voltou para casa, roubou as jóias da mãe, uma gargantilha e brincos de pérolas, aproveitou e levou junto a maquiagem, cuidando para pegar o batom mais vermelho. Foi ao banheiro e levou a navalha do pai.
Na solidão do seu quarto, vestiu-se como princesa, cuidando e não esquecendo de nenhum detalhe. Do rosto aos pés, vestiu-se e sentiu-se finalmente o que era. O garoto sumiu e no espelho surgiu, Amelie!
Sentou-se na cama, olhou para a lâmina e a juntou. Esticou um dos braços e encostou-a ao pulso, mas quando sentiu o fio da navalha e a primeira gota de sangue brotar, arrependeu-se.  
Olhando o pequeno filete de sangue em seu pulso, percebeu-se covarde, agindo do jeito que todos queriam que agisse. Naquele momento, descobriu como era odiado e como desejavam que ele se destruísse e deixasse de ser uma vergonha. E o ódio que sentia por si mesmo avultou-se novamente em seu coração, sentiu raiva de tudo e de todos! Viu que a solidão do seu quarto, era o único refúgio para se sentir ele mesmo. Fugiu de casa e nunca mais voltou.
Todas as noites vestia-se e saia pelas sombras, encontrava mulheres e homens caminhando pela rua, carregava a navalha consigo e procurava primeiro por rapazes, com os quais fazia sexo, satisfazia-os e satisfazia os seus instintos e depois que os deixava, buscava por vítimas. Suas vítimas eram mulheres, como eles sempre queria ser, mas não poderia. Todas eram prostitutas solitárias à espera de clientes em ruas escuras. Primeiro às estrangulava, depois cortava-lhes a garganta e finalmente mutilava-lhes o corpo.
No outro dia comprava os jornais, nos quais circulavam as notícias dos assassinatos. Masturbava-se lembrando dos momentos de prazer com os rapazes e delirava ao lembrar dos seus crimes, chegou a lamber o fio da navalha e provar o gosto de sangue. Não sabia mais quem realmente era, mas tornara-se notório e orgulhava disso, a cidade e o país falavam dele, sua fama crescia consideravelmente, a imprensa dava ampla cobertura ao caso, devido à selvageria dos crimes e ao fracasso da polícia em capturá-lo.
Não sabia ao certo quantas foram suas vítimas fez, ao menos cinco mulheres tinha certeza e decidiu parar de matar. Contentou-se em levar sua vida dupla e sentia-se vingado da sociedade que o marginalizara. De dia era homem e amava as mulheres, muitas das quais, levava-as para a cama e as seviciava, de uma maneira violenta, outras amava-as com tamanha sensualidade, que as deixava maravilhadas com sua performance. Na verdade, o que fazia com elas era um reflexo do que queria para si. Ele as amava e ao mesmo tempo as odiava. A noite transformava-se no ser feminino que era e amava os homens, na calada sombria das ruas escuras. As vezes sentia-se uma mulher vistosa, tal e qual uma princesa em busca do príncipe encantado e outras vezes senti-se uma cadela no cio, louca para ser possuída animalescamente pelo membro de um macho.
Devido ao mistério em torno do assassino, ele tornou-se famoso, todos sabiam da sua história sanguinária e o chamaram pelo nome de JACK!
A solidão é um veneno que não mata, mas cega e enlouquece, nos seus desvarios e sua mente doentia ele pensava:
- Procuram um homem, mas Jack é uma mulher, Amelie! E... Por que não Jackeline? Nunca saberão a verdade!

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Por que eles gostam de nos ver transando?

por H. Thiesen 

Antes de mais nada, deixo claro que esta postagem é uma homenagem aos homens que leem este blog.
O tema é muito complexo e difícil de se desenvolver, por que até mesmo os homens não conseguem explicar de uma maneira com credibilidade ou uma razão plausível capaz de por em terra, qualquer dúvida que paire sobre o assunto.
Geralmente quando indagados sobre o assunto, eles respondem: “Por que é bonito, por que é excitante, etc. Somente, por que, por que, e por ques"!
Isso é o que pretendo desenvolver neste breve artigo e se possível esclarecer um pouco as razões desta fantasia masculina.
Por que eles deliraram ao assistirem a cena de duas mulheres se amando? Ou mesmo, quando a parceira não aceita essa possibilidade, os levam a insistir tanto no assunto? Por que é tão fantasiado pelos homens realizar um Ménage à Trois sendo servido sexualmente por duas mulheres? Mas e o contrário, se a mulher quer o ménage com dois homens, isto é aceito de forma natural por eles?
Eu acredito que os homens acham bonito e se excitam vendo duas mulheres fazendo sexo, por uma simples razão: os gestos, sutis, sensíveis e delicados.
Dizem que existe uma pequena diferença, que segundo a qual, o homem faz sexo e  a mulher faz amor! Será que é isso mesmo?
Sexo para homens e mulheres, na maioria dos casos é diferente, para o homem sexo é animal, instintivo, uma busca pensando em satisfazer o seus prazer, para a mulher é uma questão mais de sensibilidade e carinho, ou uma forma de tentar combinar o sentimento, com o prazer e a entrega.
O homem se excita com as possibilidades que podem render satisfação para si, ao ver algo que lhe desperte o desejo, é automático, falando abertamente: Viu, ficou de pau duro, está pronto para a foda. A mulher se excita ao ser tocada, uma simples visão pode despertar-lhe os desejos, digamos que seja uma excitação inicial, um tesão embrionário, mas a excitação plena requer as famosas preliminares, o toque e as carícias. Aqui,chegamos a um ponto crucial:
Por isso quando uma mulher toca outra mulher,  torna-se algo sublime e extremamente excitante aos olhos dos homens, pois eles vêem, entre elas, a doçura e a sensibilidade que eles não conseguem ter na hora do sexo, claro, há exceções, existem homens sensíveis às necessidades femininas.
A mulher desde pequena, cresce aprendendo o costume das manifestações de carinhos para com outras mulheres, abraçar, beijar, dormir e trocar de roupa juntas, sem haver algo sexual nisso, atitudes normais, coisas da sensibilidade feminina. Ao contrário, com os homens, levanta-se inúmeras suspeitas
Portanto, o desejo dos homens em ver duas mulheres transando é algo normal e natural, despertado pela nossa capacidade de sermos assim no nosso dia-a-dia. Se o seu parceiro sugerir vê-la com outra mulher, ou mesmo sugerir um ménage, o problema não está em você, é algo natural e uma curiosidade masculina, afinal eles vêem diariamente, nossos abraços e nossos seios bem juntos, nossos beijos e nossos carinhos descomprometidos. A proposta do ménage, não é para ele transar com outra mulher, é para vê-la com outra, ter ou não orgasmos maravilhosos e depois dar conta das duas, para alimentar o seu ego, o seu instinto de pegador e por isso, admite a idéia de fazer sexo com várias mulheres, daí se sentir um super-homem, um lobo capaz de dar conta da matilha, um leão que dá conta sozinho do bando.
Faça um teste e proponha ao seu parceiro um ménage com dois homens, provavelmente, ele vai se sentir magoado e achar que não está dando conta do recado e que você enjoou dele (como sempre, deixemos as exceções à margem, homens existem, que seguros de si, não vêem problemas), outro ponto é que ele não vai querer ver outro pegando a sua mulher e muito menos ver ela ter orgasmos com o outro. Caso ele aceite, não vai chegar nem perto do outro, para não parecer coisa de homossexual, ou como eles dizem, veadagem. E por quê?
Nós somos capazes por apenas uma curiosidade, provar sexo com uma outra mulher, até para descobrir se fulana ou beltrana gosta ou não gosta ou se gosta de homem ou não, mas isso não faz de nós uma lésbica ou uma bissexual, foi apenas uma experiência, a não ser que continuemos e nos demos conta que desejamos e nos excitamos com outras mulheres, sem deixar de nos excitar pelo sexo masculino. Lesbianismo é um outro assunto e aqui não vem ao caso, apesar de que faça parte do conteúdo. Já se um homem fazer sexo com outro, mesmo que por uma só vez, a sociedade com os seus preconceitos não admite e ele torna-se gay ou bissexual por toda a sua vida. 
Para a mulher, transar com outra, não é nada demais, afinal não vai passar de carícias, toques, beijos e lambidas e se for para satisfazer o parceiro, por que não? Para um homem, transar com outro homem é uma ruptura de masculinidade, por que o membro ele usa para penetrar e para satisfazer a mulher, o ânus é para defecar e defecar para dentro nunca! Pelas leis naturais, sexo é entre homem e mulher, entre dois homens não. Queiram o não, os homens, não podem negar o que pensam:
Sexo é algo bem feminino! Por isso é que eles tanto desejam nos ver transando com outra mulher!

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Enquanto Ele Dormia...

por H. Thiesen 

Alô! Oi amor! Presta atenção no que eu tenho para te contar, talvez seja um pouco constrangedor, mas mesmo assim, não me privarei de dizer. Antes de começar, saiba que estou me sentindo tímida e sem graça de ter feito a sacanagem que ontem fiz com você. Provavelmente você sabe disso, ou não? As vezes você tem um ar inocente, e é bem capaz de não ter notar a minha timidez em certos momentos. Porém gosto disso, da tua falta de atenção com o que acontece comigo! Porque sendo assim, posso comandar um pouco na cama. Não mais do que você comanda, é evidente. No entanto, hoje o teu corpo pode  mostrando sinais do que fiz ontem à noite. Eu assumo tudo e fiz sexo com você enquanto dormia. O mais engraçado disso, é que estou ficando molhada, só de lembrar dos meus abusos de ontem.
Lembra o que aconteceu, saímos para jantar e você me provocou tanto, que eu não aguentei e te levei para o banheiro do restaurante e transamos ali mesmo.  Quando chegamos em casa, deixei você na entrada do prédio e guardei o carro,subi as escadas e cheguei em meu quarto, mas você já estava dormido, talvez cansado de transar em pé no cubículo do banheiro, mas eu não tinha me saciado o suficiente e não pensei mais de uma vez.
Subi sobre você, tirei a tua camisa, descalcei teus sapatos e meias. Lentamente fui passando as mãos pelas tuas pernas, deslizando-as no jeans, desafivelei a o cinto e abri o zíper, desci a calça até teus joelhos e fiquei acariciando teu pênis ainda sob a cueca de seda. Depois, terminei de despir tuas calças e por fim a cueca, que joguei em algum canto do quarto. Você se mexeu, achei que iria acordar, mas não acordou, apenas resmungou um pouco e continuou dormindo. Passei então, a tomar mais cuidado. Àquela altura, o que meias me excitava, era a possibilidade de fazer sexo com você sem ser notada, uma fantasia de última hora.
Segurei teu pênis com as duas mãos, movimentando levemente para frente e para trás, a bem da verdade, me deliciei te masturbando e sentindo o volume aumentar e aos poucos latejar nas minhas mãos.
Ora pensei: - Ele está dormindo, mas a ferramenta está bem acordada!
Rocei os meus lábios pela glande e lambi teu pênis em toda a extensão, inclui os testículos, que fiz questão de chupá-los, um após o outro.
Eu fiquei completamente tomada pela excitação, um pouco temerosa com a possibilidade de te acordar e extremamente excitada por tê-lo a minha total disposição e não ser descoberta. Enquanto saboreava o teu pênis, eu me masturbava por cima da calcinha e ficava cada vez mais molhada. Coloquei teu pênis inteiro dentro da minha boca e brindei-o com um delicioso vai-e-vem. Foram poucos minutos, mas o suficiente para que eu tivesse o meu primeiro orgasmo.
Vendo-te complemente despido e fascinantemente tesudo, despi toda a minha roupa. Subi no teu corpo, deitando-me sobre ele e colando-o ao meu, beijei teus lábios e desci pelo pescoço, até alcançar e acariciar teu tórax, beijei e lambi com vontade os teus mamilos, tremi a língua no minúsculos biquinhos arrepiados e por fim, passei as minhas unhas no teu peito, deixando nele meus rastros avermelhados.
Sentei sobre o teu pênis completamente duro, deixei-o chegar ao fundo e pus-me a cavalgar. Cavalguei bem devagarinho, com todo cuidado para não te acordar. As sensações foram muito gostosas e o meu tesão se multiplicou. Precisei me controlar muito, pois na minha euforia quase te acordei. Continuei mexendo de mansinho e sentido o teu pênis latejante. Mexia e fazia círculos com o teu pênis inteiro dentro de mim. Meu clitóris roçava no teu púbis, o que me deixava enlouquecida, O misto de cuidado e tesão, foi a melhor coisa que me aconteceu, fiquei toda encharcada e sem me aguentar, eu logo gozei.
Que delícia é você dormindo, assim, inteiro e imóvel. Sei que você gosta que eu te chupe e foi assim que senti falta dos teus suspiros, das tuas palavras obscenas e das tuas mãos na minha cabeça, segurando-me pelos cabelos. Mas foi outra sensação, te excitar ainda que você estivesse quase inconsciente. 
Eu deveria te pedir desculpas, por não tê-lo acordado e ter te abusado o quanto eu abusei, mas pelo contrário, só consigo ficar completamente molhada, enquanto te conto tudo isso.
Então eu já tinha gozado e desci pelo o teu corpo, beijando-o por inteiro, até alcançar novamente teu pênis. Coloquei-o novamente na minha boca e senti nele o gosto do meu gozo, ele pulsava de tesão e dei à ele outro vai-evem oral, a senti-lo latejar e jorrar na minha garganta.
Você havia gozado e eu estava lambuzada com o teu gozo. Você estava dormindo, mas o teu corpo percebia as minhas sevícias. Você acha que parou por aí? É claro que não!.
Eu deitei na cama, levei teus dedos exatamente para o meu clitóris e com a minha ajuda, gozei mais uma vez.
Não sei o que você  vai me dizer, talvez você esteja furioso. Mas não me diga nada agora, deixe para quando estiver em casa. Agora preciso desligar, porque estou excitada e preciso me masturbar com urgência. 
Mas, pensando bem... Se você quiser, quando chegar em casa, deita e durma rapidamente, eu vou adorar!

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Santinha do Pau Oco!

por H. Thiesen 

Agora vem e entra em mim, me faz delirar, me dá teu tesão e me faz gozar!
Quero ouvir depois, você dizer não imaginar que eu sou assim e, que meu rostinho de anjo, o meu jeito discreto,  é tudo propaganda enganosa!
Pode falar, não estou nem aí! Como é  mesmo que você diz? Santinha do pau-oco!
Agora vem e me faz a tua mulher, do jeito que eu gosto, sem lero-lero!
Ok, tudo bem, eu te surpreendi? Foi você que pensou que eu sou santa, mas eu sou mulher! Mulher feita, fogosa e que sabe o que quer! Dengosa por fora e sedenta por dentro!
Ah! Não fica assim! Com essa cara de pena. Não foi bom? Claro que foi! Eu vi e senti, você comeu e gostou! Por sinal... Comeu muito bem!
Tá bom, vou segurar meu risinho de orgulho!
Falando sério, me ligue amanhã, ou se preferir, liga daqui a alguns dias. Não me entenda mal, apesar da surpresa, ainda sou eu. A mesma de sempre, mas agora inteira e completa!
Agora tudo depende de ti, por mim, eu vou querer um romance. Mas se resolver terminar e acabar com tudo, preciso te fazer meu último pedido:
- Se não for pedir muito, não fale a ninguém que eu sou assim, desavergonhada e gosto do que você já sabe!
Não se preocupe, apenas decida-se. Somos adultos e pessoas maduras, o  que aconteceu já valeu, nada de culpas, você quis e eu também!

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