Excitante e sofisticado!

por H. Thiesen 

Certa vez me questionaram: Qual objeto mais estranho, que você usou numa masturbação?
Bem, respondi, não nutro muitas fantasias por brinquedos eróticos. Prefiro usar e abusar das sensações que meus dedos proporcionam. Gosto de sentir o estado de excitação do meu clitóris, em contato com a ponta do meu dedo e aproveitar tudo o que a minha lubrificação pode oferecer. Quando me masturbo sou intensa, vivo aquele momento!
Porém, um colar de pérolas foi, provavelmente, se não o mais estranho, pelo menos o mais sofisticado, com que me masturbei. A sensação de cada pérola sobre o clitóris é incrível, o movimento das pérolas deslizando entre os lábios vaginais, é totalmente indescritível. Tanto que, ainda o uso e tornou-se um companheiro inseparável, guardo-o como uma relíquia, a mais valorosa entre todas as que possuo, dentro de uma caixinha, na gaveta do meu criado-mudo!
Ah sim, sempre depois de deixá-lo seco e limpinho!

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Será que ela é bi?

por H. Thiesen 

Uma das coisas sobre a qual me fazem perguntas é "como saber se uma mulher é bi ou lésbica?" Não é uma pergunta fácil para responder, visto que trata-se de comportamento e ele varia de pessoa para pessoa. Assim, não há uma regra específica para se determinar que essa ou aquela mulher é bi ou lésbica, mas é necessário sempre partir-se do princípios que a tendência dominante é heterossexual, para evitar problemas e gafes.
Há algumas décadas atrás, talvez por ignorância (sexual) ou mesmo por preconceito, para a maioria da população, ser lésbica era vestir-se, andar e ter jeito de homem, tais mulheres eram classificadas indiscriminadamente, sem receios, de sapatões, sapatas, etc. Hoje em em dia com a liberação sexual e a preocupação com o politicamente correto, além de configurar-se como, no mínimo, ato capaz de gerar processo judicial, essa denominação foi abandonada, pelo menos publicamente, mas ainda assim, está longe o dia que o preconceito será banido do nosso meio.
O preconceito é o maior fator para que lésbicas e bissexuais mantenham suas preferências em segredo, quando muito, contam a familiares e amigos mais próximos. Também, é o preconceito, o maior responsável para que tais mulheres sejam identificadas com facilidade no dia-a-dia. Mas elas estão aí, na rua, no trabalho, no bar, no clube, na nossa roda de relações e até mesmo no interior da nossa família, são mulheres que passam desapercebidas, conhecidas ou não, colegas de trabalho, amigas, vizinhas, tias, primas, irmãs e mães, por que não avós. São mulheres normais, com apenas algumas diferenças apenas, gostam de mulheres, amam mulheres e transam com mulheres, seja de maneira definitiva, concomitantemente à relação com homens ou casualmente.
Apesar de algumas meninas se dizerem possuidoras deu um "gaydar" ou, um radar fictício que identifica prováveis mulheres capazes de se relacionarem com outras mulheres, a verdade é que, não é tão fácil assim! Levando-se em consideração, o lesbianismo e o bissexualismo, cada um tem as suas peculiaridades, enquanto as lésbica possuem uma preferência definida, a bissexual caminha em duas direções, que as mantém em uma vida dupla e geralmente a sua face heterossexual é a que conta para a sociedade, a grande maioria guarda em segredo as suas preferências e muitas passam sete chaves sobre elas, nem mesmo as pessoas mais próximas desconfiam, para algumas destas, nem o esposo. Eu sinceramente, não possuo este radarzinho, para eu descobrir, somente se a menina aparentar masculinização!
Outro grande problema é que para muitas mulheres o gatilho ainda não foi disparado e ela ainda não sabe da sua capacidade ou preferência por mulheres, outras apenas fantasiam e podem vir a consumar ou não. Exemplo disso sou eu, nunca pensei e de repente me vi envolvida por uma outra menina e o meu gatilho foi disparado. A minha primeira relação com outra menina, aconteceu em um momento de intimidade, iguais aqueles que todas nós estamos acostumadas, pois são característicos em qualquer mulher, como dormir na mesma cama, se tocar para ver a consistência do silicone, a dureza da bunda da amiga, a maciez da pele deixada por um determinado creme ou limpeza de pele, um abraço apertado e despreocupado com toque dos seios, um beijo no rosto, etc. Tudo isso pode cooperar para que acortina seja aberta e o clima entre duas mulheres mude para algo mais íntimo e quente.
Outro ponto importante é a coragem, existem situações que a dúvida requer fazer-se o uso dela. Ser corajosa e investir na possibilidade de uma relação, trás resultados. É claro, não se pode sair por aí, convidando todas as mulheres do mundo para ir à cama conosco. Mas existe sim, possibilidades que se perdem, por falta de coragem, nossa e do nosso "alvo". Quantas vezes os olhares se cruzam, os sinais do corpo emitem o sinal verde e as duas ficam no chove e não molha, somente no "ah, se te pego" e acabam cada uma indo para o seu lado. Nunca te aconteceu isso? Pense... Você colocou os olhos, se interessou e por falta de coragem deixou passar em brancas nuvens. Aqui faço uma ressalva, isso aconteceu por falta de coragem e por puro preconceito seu. Isso, preconceito. Por que além da falta de coragem, você ficou pensando que, se ela não quiser, vai ficar me chamando de "sapata", percebeu? Auto-preconceito, você ficou com vergonha de si mesmo! Mas, e se ela quisesse... você dançou! Coloque em sua cabeça, a definição precisa partir de um lado, é como uma arma engatilhada, alguém tem que apertar o gatilho e a o dedo nestas circunstâncias chama-se coragem.
Há mulheres que passam anos sonhando com outras mulheres, fantasiando beijos cinematográficos, mas isso não quer dizer que, quando ele acontecer ela será a partir desse dia uma lésbica ou bissexual, pode ser apenas uma aventura, uma curiosidade e ela pode vir a não se sentir bem. Geralmente quando isso acontece, a tendência é aumentar o desejo para beijar outras meninas, isso por que, o beijo entre duas mulheres é intenso, mais sensível e as sensações são totalmente diferentes, além disso, conta o toque das mãos, o toque de corpos femininos e envolve de ambos os lados, o jeito feminino de beijar.
Como já disse, logo no inicio, não há uma regra definida para se saber se uma mulher é lésbica ou bissexual e ainda, não sou uma conselheira definitiva, outras podem dar melhores orientações, até mesmo leitoras do blog, mas tratam-se apenas de algumas dicas e na maioria das vezes contam muito e ajudam na identificação.

Básico:
A paquera rola como com casais heterossexuais, tudo a que você está acostumada a flertar com os homens, também acontece ou pode acontecer entre as mulheres.

Olhar
Ela te olha fixamente, mas quando você a olha, ela desvia o olhar. Logo depois ela repete o olhar e volta a te encarar. Provavelmente ela está flertando. Quem sabe, por que não... mais tarde!

Unhas Curtas
Se curtas, bem pintadas e cuidadas pode ser um bom sinal. É óbvio que nenhuma lésbica deixa unhas compridas demais. E, se ela tem unhas compridas, não descarte, pode ser que ela nunca teve relações com mulheres, sempre há esperança. De maior atenção aos olhares, cruze o seu com o dela. Seja discreta e tente desvendar o mistério.

Cabelos
Ela olha você com algum interesse ou dirige olhares discreto vez em quando, ao mesmo tempo arruma os cabelos e tenta se fazer perceber por você. Tá esperando o quê? Chega junto! O sinal foi aberto, vale a pena conferir!

Lábios
Enquanto te olha fixamente, ela morde os lábios, ajeita os cabelos. Escancarou, vai fundo! Tá no papo!

Dedo na boca
Ela te olha fixamente, leva o indicador à boca, morde ou lambe discretamente, ou então chupa-o levemente.
Está te chamando, não espera muito, a fila pode andar!

Roupas
Meninas lésbicas ou bissexuais têm estilo mais básico e discreto. Algumas optam por figurinos condizente com suas preferencias, como bolsas Jack Bauer e tênis tipo All Star, mas outras se quer se preocupam com isso, são extremamente femininas (a grande maioria) e optam pelo estilo clássico,  salto alto, bolsa, calça e blusa justinhas.

Meu namorado, uma amiga
Ela tem um namorado homossexual e não quer que o mundo todo fique sabendo e se refere a ele como "o meu namorado" geralmente sem citar o nome. Evitar falar sobre o parceiro pode ser indício. Ela acha legal uma amiga amiga bissexual, e se refere como "eu tenho uma amiga que é..." ou "a minha amiga é..." bissexual, mas não cita o nome.  Pode ser ela mesmo, por que não? Está se preservando e não quer abrir o jogo. Invista na relação, puxe mais assunto, fale mais sobre o tema, opine, mostre despreocupação e aceitação, se for o caso diga a ela que gosta de meninas.

Ela fala de homens
Não perca as esperanças, comentar frequentemente sobre homens, não significa nada. É natural, ela  pode ser bissexual. 

São apenas algumas dicas, a decisão de investir ou não é sua e uma peculiaridade do momento. Mas em alguns casos é preciso pensar.
Ela é uma grande amiga sua, será que vale a pena? Isso pode se tornar um dilema.  Se não for, é bem mais fácil, você não terá muita coisa a perder. 
Sua amiga é gostosa, te causa um desejo incontrolável e não dá mais para manter somente amizade, melhor é sondar se ela beijaria outra menina, tente saber o que ela pensa sobre isso realmente, avalie a situação, afinal uma boa amiga não se encontra por aí, em qualquer lugar e a toda hora. Outra maneira é dizer que tem coragem para beijar outra menina ou até mesmo transar, repare na reação, mas isso não é nenhuma garantia, ela pode aceitar, mas desde que a outra não seja você. Pense nisso!
Já me estendi demais, acho que as dicas são boas, quem sabe na próxima balada, você descubra uma menina a fim de você, que ainda não havia reparado?
Boa Sorte!

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Sem nenhum compromisso!

por H. Thiesen 

Nosso caso começou devido a uma casualidade, dessas que não podemos explicar, simplesmente acontece. Eu sentia muito a tesão por ele, justamente por achar que ele era gay e isso me excitava muito. A possibilidade de realizar algo quase impossível, me deixava totalmente molhada, somente por pensar no assunto.
Para a minha surpresa, apesar dele ter aquele jeitinho carinhoso, ele não era gay. Além disso, ele pensava que eu era safada e que dava mole para ele.
Numa noite, na festa de aniversário de uma amiga em comum, tivemos a possibilidade de estarmos bem próximos e entre conversas piadas e risadas, ele me convidou para dançar. A musica era uma balada muito romântica e ele me abraçou com firmeza, colando-me ao seu corpo, senti o seu membro tocar a minha coxa e percebi que ele estava excitado, talvez tanto e quanto eu, foi uma encoxada deliciosa. 
Já fazia algum tempo que eu não transava com ninguém. Estava com um atraso daqueles e já pensara em procurar por garotos de programas. Durante a música, ele me apertava e ele me olhava com desejo e eu correspondia ao olhar com mais vontade ainda. Em determinado momento, aproximei do seu ouvido e disse-lhe sussurrando:
- Eu só quero transar com você. Mas negarei até o fim, caso você comente com alguém. 
Ele parou de dançar, olhou-me assustado e falou: 
- Nunca imaginei que ouviria uma proposta dessa vindo de você!
- Por que, não gosta?
- Não é o caso!
- Podemos transar sem beijar na boca!
- Fazer sexo sem beijar? Você é louca!.
- Pensei que talvez você não gostasse?
- De onde tirou isso?
- Coisas da minha cabeça!
- Hum... Marcamos?
- Para que adiar?
- Aceita uma carona?
- Depende! Para onde você vai me levar?
- Para um motel!
- Aceito!
Saímos dali direto para o motel. Na suíte ele foi direto para o banho e logo depois, eu também. Transamos no banheiro. Depois, a saga continuou na cama, num sofá vermelho que havia na entrada da suíte e repetiu-se novamente na banheira de hidromassagem. Foi a primeira vez que fizemos sexo e repetimos muitas outras vezes. Houve entre nós uma enorme cumplicidade e realizávamos muitas loucuras. 
As vezes, sentado  e segurando o membro teso me dizia maliciosamente: 
- Senta aqui, é todo teu.
 Eu me deliciava, fazíamos muitas brincadeiras. Trepamos em todos os lugares possíveis no meu apartamento. Visitamos os mais longínquos motéis, incluindo os mais baratos e os mais caros.
Um dia fui visitá-lo em sua casa e encontrei-o com um amigo, que me cumprimentou com um olhar diferente. Conversamos, contamos piadas, rimos e bebemos muito, lá pelas tantas da madrugada o amigo dele me beijou. Mas ficamos somente nos beijos. Naquela noite, dormimos os três na mesma cama, mas não rolou sexo. Muitos beijos e abraços, mão naquilo e aquilo na mão, masturbação mútua e sexo oral. Eles me bolinaram a noite inteira, chuparam minha boceta diversas vezes e eu os masturbei e fiz boquete neles, suas mãos e suas bocas passeavam em todo meu corpo, nos seios, nas nádegas, nas coxas e na boceta. Eu agarrada aos dois paus, socava duas punhetas, . Meu grelo era o lugar preferido deles, quando um saia vinha o outro, perdi as contas de quantas vezes gozei, foram inúmeras, ora numa boca, ora nos dedos.
Não quis transar com eles, fiquei com receio, mas hoje me arrependo, perdi uma oportunidade para saber como seria ter dois homens dentro de mim.
Pela manhã, depois que o amigo foi embora, ele me comeu, gozou e me fez gozar outra vez. E, então fiquei sabendo que o amigo, na verdade, era um caso dele e haviam combinado tudo! Ou seja, meu amigo gostava de comer um cuzinho de outro macho!
Nosso caso não durou muito tempo. Eu não queria uma relação estável, queria somente prazer, queria um apenas um pau sem compromisso. Uma diversão, que foi boa, até demais, enquanto durou!

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Tesão finalmente saciado!

por H. Thiesen

Ela entrou no carro e rumou para a cidade mais próxima. Pelo caminho seus pensamentos voltavam-se somente para sexo. Quando resolveu sair de férias e ir para um lugar afastado, longe de tudo, não sabia que a falta de sexo a deixaria tão louco, a ponto de dirigir por vários quilômetros, para encontrar alguém interessante capaz de acalmar os seus instintos sexuais. Aquela altura, ela não mais importava-se se a pessoa escolhia seria homem ou mulher, ela queria gozar e retirar de seu corpo aquela urgência toda. Dentro do jeans a sua buceta ardia e o grelo pulsava, castigado pelas costuras do jeans apertado. Os bicos dos seios quase furavam a malha da camiseta branca. Dirigia com uma das mãos e com a outra, ora apertava os seios, ora esfregava o meio das pernas. Seus mamilos entumescidos doíam ao contato do pano e a buceta escorria, quase molhando o jeans.
Sessenta e oito quilômetros depois, ela entrou na pequena cidade. Um velho e um menino lhe acenaram, levantando uma das mãos, ela olhou, sorriu-lhes e continuou dirigindo: - Aqui nesse fim de mundo, não vou encontrar ninguém, duvido!
Seguiu pela rua principal da cidade e estacionou ao lado de uma praça. O sol era forte, queimava-lhe a pele, ela suava, talvez de calor, mas provavelmente também de tesão. Abriu a porta do carro, bateu-a e apertou o botão do controle remoto, decidiu passear pela praça diminuta. Averiguou o território, como se estivesse armando uma emboscada, para prender sua caça e não deixá-la fugir. Viu um banco sob uma árvore e sentou. Olhava com a tenção todos que passavam, analisava os olhares que dirigiam para ela. Os homens não lhe pareceram amantes ideais e as mulheres, nenhuma tinha o jeito de lésbica ou bissexuais. Olhou no relógio, quase meio-dia, mas fome... que nada, mas decidiu almoçar. Foi a um restaurante próximo à praça, pediu uma ala minuta, um suco e para terminar, um café. O almoço, pelo menos serviu para desviar-lhe os pensamentos e arrefecer as idéias. Mas logo, suas necessidades falaram mais alto.
Voltou para o carro e foi dar uma volta pela cidade, depois de muito dirigir encontrou um prostíbulo à beira da estrada: - Foda-se, pelo menos tem putas e sexo!
Estacionou, desembarcou e entrou. As putas se olharam assustadas, estranhando a loira entrando na espelunca, talvez pensaram que era uma esposa traída, procurando o marido, algum dos clientes. A cafetina correu na sua direção e com os olhos grilados lhe falou:
- Moça, aqui é um putedo!
- Eu sei... - disse ela.
- Então...
- Então? Eu quero fazer um programa!
- Não tenho vagas no momento!
- Não, não! Eu quero fazer sexo!
- Não temos garotos por aqui!
- Tudo bem, pode ser uma menina, eu pago!
- Só uma gosta de mulher, mas está ocupada, atendendo um cliente.
- Ok, eu espero! Uma cerveja!
A cafetina se afastou, foi para trás do balcão, as meninas curiosas correram até ela, cochicharam um
pouco em volta, vez ou outra olhavam para a loira e riam. 
Uma morena jeitosa, trouxe a cerveja e serviu:
- Não é comum mulheres por aqui!
- Acredito, você é muito bonita.
- Obrigada!
- Não gosta da fruta?
- Fruta, como assim?
- Chupar buceta? Você não chupa buceta?
- Só chupei uma vez!
- Não gostou?
- Gostei, mas nesta cidade é difícil?
- Chupa a minha então? Eu pago!
- Pagando bem, que mal tem!
As duas foram para o quarto, tomaram um banho e deitaram na cama. O tesão dela era tanto, que gemia e gritava a cada lambida da puta. Insatisfeita, virou-se na cama, além de ser chupada, precisava chupar uma buceta. Elas aproveitaram o sessenta e nove por longos minutos, sorveram seus néctares, lamberam-se e chuparam-se mutuamente. Ela sentia a língua da puta sair e entrar da sua buceta e ao mesmo tempo, enfiava a sua língua bem fundo. As duas gemiam e roçavam os corpos de maneira frenética. Uma chupada mais intensa, fez o corpo dela vibrar, sentiu todos os músculos do seu corpo se retesarem e abandonou-se ao orgasmo, esguichando o gozo na boca da puta. A puta, com o rosto molhado de gozo, viu-se em pleno delírio e num grito esganiçado, se entregou ao orgasmo.
Banharam-se juntas novamente e lavaram-se uma a outra, entre muitas carícias e beijos.
- Nunca vi, uma mulher gozar desse jeito! - Disse-lhe a puta.
- As vezes isso acontece comigo!
- Parece um homem esporrando, encheu minha boca!
Ela apenas sorriu, secou-se na toalha surrada, por ser muitas vezes lavada, vestiu-se, pagou pelo serviço da puta, virou as costas e saiu.
A gozada foi boa, mas ela precisava de um pau, queria sentir algo duro e grosso no meio das pernas. Enquanto dirigia, admirou a cidade, logo desistiu. Pensando que, naquele fim de mundo, não acharia o tipo de homem que ela queria. Resolveu voltar para a cabana e pensou alto: - Paciência, daqui a três dias eu vou embora!
Saiu da cidade e retomou a estrada. Apesar da gozada com a puta, o tesão ainda não acalmara. Não via a hora de chegar à cabana e se masturbar, pelo menos haviam os consolos, dois dildos enormes, para tentar resolver o problema. Dirigia ansiosa e com o pé pesado, tinha muita pressa.
Pelo caminho alcançou outro carro e viu que conhecia o modelo, a cor e a placa. Era um caso antigo, um amigo de cama. Acelerou mais um pouco, ficou lado a lado, buzinou para ele e fez-lhe sinal para encostar. Estacionou logo à frente, abriu a porta e correu para ele. Ficou sabendo que ele, estava em viagem de trabalho, nas cidades vizinhas. Agarrou-se ao pescoço, esqueceu do seu orgulho e convidou-o para ir com ela à cabana.
Entraram aos chupões e partiram direto ao sexo. Agarraram-se, arrancaram as roupas. Ela o jogou na cama e  feito uma ninfomaníaca, montou sobre ele, deu-lhe uma bofetada que o deixou com o rosto vermelho. Arranhou o seu peito e esfregou a buceta escorrendo em seu pau, ajeitou com a mão e enterrou de uma vez. Cavalgou como louca em cima do pau. O tesão era tanto que poucos segundos foram suficientes para que ela gozar.
Na cama, ele a conhecia, sabia lhe dar prazer como poucos souberam e que ela adorava ser comida de quatro. Foi o que ele fez. Colocou-a sobre os joelhos e as mãos e agarrando-a pela cintura, enterrou-se o até o talo. Comeu a buceta primeiro e depois meteu no cuzinho.
Ela via no espelho respingado de gozo, a satisfação que estava proporcionando e recebia as estocadas com prazer, pedindo mais força e violência. Isso a apetecia mais. Deitou a cara na cama e empinou a bundinha, para ter apoio e empurrar para trás. Suas pernas se abriam, escorregando os joelhos na cama e deixando ele entrar, cada vez mais fundo.
Eles arquejavam, gemiam, gritavam e suavam.
Ela já gozara três vezes, mas pedia para que ele continuasse. Movimentavam-se incansáveis em sincronia, ele dava fortes tapas, deixando suas nádegas vermelhas. Ela uivava e chiava desesperada.
Ela  voltou a sentar-se por cima dele. Encaixou a buceta inchada no belo cacete. Cavalgou, rebolou, esfregou e os dois gozaram intensamente.
Satisfeitos, tomaram banho, vestiram-se e despediram-se. Ele voltou ao trabalho e ela estava saciada finalmente.
Tudo o que ela precisava era da boa e velha trepada. Os vibradores já não davam conta. Perderam a graça.
Bem... Pelo menos naquela hora, até o tesão aparecer novamente!

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Tesão Descontrolado

por H. Thiesen 

Sentada à beira da cama e olhando para as gotas do seu último gozo, escorridas no espelho, ela lembrava-se da noite anterior, quando gozou várias vezes e da siririca pela manhã, que havia lhe proporcionado um orgasmo devastador. Seus pensamentos voltavam-se apenas para sexo, decidira sair, procurar uma cidade próxima e encontrar alguém interessante para dar uma trepada.
O tesão que sentia, fê-la arrepender-se de ter escolhido um lugar tão longe da civilização para descansar. Queria urgentemente ter um pau entre as pernas e sentir o gosto de uma glande quente na boca, salivava lembrando-se o sabor de porra quente, enchendo-lhe a boca e escorrendo pelo seu queixo.
Lembrou-se da última vez que trepara, no dia antes da sua viagem. Um garoto inexperiente, de vinte e poucos anos, que conhecia de vista, há bem pouco tempo.
Um garoto do tipo bonitinho e cobiçado pelas meninas. Alto, magro, corpo definido em academia, bem arrumado, interessante e gostosinho, pronto a satisfazer vontades e desejos de uma loba faminta e, depois falar para os amigos: 
- Cara... Eu comi uma coroa gostosa prá caralho!.
Estavam em um bar da moda e depois da apresentação de das bandas e depois de trocarem muitos olhares, ela resolveu atacar e caminhando para um lugar mais escuro do bar, fez um sinal para ele segui-la, em direção a um lugar longe das vistas das outras pessoas.
Logo que ele se aproximou e ficou ao seu alcance, puxou-o pela gola da camisa branca e arrancou-lhe um beijo. As línguas ardentes entrelaçaram-se e invadiram as bocas mutuamente. Ele sugava os lábios dela como se tragá-los. As mãos percorreram os corpos sedentos e vorazes tentavam descobrir os segredos um do outro. Ela sentiu o pau do garoto crescendo dentro da calça folgada e recíproca, sua calcinha inundava-se abundantemente. Eles chuparam-se, tocaram-se e esfregaram-se por longos minuto naquele canto escuro. Sem importar-se onde estavam e se olhares curiosos e alheios lhes observavam , ela enfiou a mão dentro das calças do garoto e sentiu o membro quente e duro pulsar entre os seus dedos. A saliva, molhava seus lábios ardidos pelo beijo e escorria pela canto da boca, tamanha era a vontade de pousar os lábios sobre aquele pau incandescente. A cena ardente, já se tornara impossível de se tornar oculta para que passasse por perto, algumas pessoa paravam para olhar, outras davam sorrisinhos maliciosos e outros disfarçavam o olhar furtivamente. Os dois tomados pelo desejo, eram como animais no cio, queriam se entregar um ao outro com urgência e apenas pensavam em sexo... sexo... e sexo!
Diante da cena inusitada, um borburinho se formava em volta, ela pegou o garoto pela mão e decidiu passear pelo ambiente. Enquanto caminhava, traçava planos para fazer sexo com e ao passar pela porta do banheiro, disfarçando e esgueirando-se pelo escuro, puxou-o para dentro e trancou a porta. Ela agarrou-o com toda a selvageria de uma loba sedenta no cio e treparam com loucura, dentro daquele pequeno cubículo. A falta de experiência do garoto a excitava, que desajeitado seguia o que ela dizia, porém tudo tornou-se decepção, pois a afobação da juventude, fê-lo gozar rápido demais e deixá-la na mão. Como ela tinha as rédeas da trepada, fez o garoto ajoelhar-se a sua frente, segurou-o pela cabeça e levou a boca jovem à sua buceta, não pediu, mas mandou que ele a chupasse e lambesse. Rebolou convulsivamente na boca do rapaz, apertando-o contra si com violência, como quisesse que ele entrasse com a cabeça inteira nas suas entranhas. Tão excitada estava naquela hora, que não demorou muito para gozar.
Acendeu a luz, sorriu de contentamento para o rapaz, lavou o rosto e as mãos, limpou a buceta com uma toalha de papel, recompôs a roupa e saiu sem nada falar.
Ela acordou dos seus devaneios e notou que estava se tocando. Olhou-se no espelho sujo e viu-se, uma mão segurando os seios e a outra esfregava a buceta, que já estava molhada novamente. Parou, ficou estática olhando-se longamente. Sentiu-se culpada por ter-se proporcionado tamanha falta, poderia ter previsto as suas necessidades e convidado um amigo ou uma amiga para lhe acompanhar na viagem. Ensandecida pelo tesão latente, não lhe restava alternativas, ou ficava na cabana e masturbava-se até não aguentar mais, ou saia e procurava numa cidade próxima, alguém para trepar. Precisava urgentemente de um pau bem duro, invadindo-lhe as entranhas ou no mínimo, uma língua molhada para castigar seu grelo, que àquela altura latejava de tesão.
Levantou-se da cama, aproximou-se do espelho e olhando a imagem do fundo dos seus olhos, pensou:
- Vadia, eu não sabia que você precisava... de sexo tanto assim!
Foi ao banheiro, tomou uma ducha fria, enrolou-se na toalha. Escolheu uma camiseta branca, um jeans surrado, não quis sutiã e nem calcinha, calçou um sapato de salto-alto, maquiou-se rapidamente e ainda com os cabelos molhados, juntou as chaves do carro, colocou a bolsa à tiracolo e saiu pela porta. Seu destino, ela não sabia, apenas tinha certeza, que voltaria para a cabana, somente depois de uma bela trepada e após muitas deliciosas gozadas.

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