Sonho Erótico de Verão

por H. Thiesen

Despertei no meio da noite, estava excitada e molhada, havia sonhado com Aline, a garota do banheiro do metro. Sonhei com seus seios juntos aos meus, com a sua boca carnuda passeando pelo meu corpo, com suas mãos me apertando as nádegas, as coxas e com o peso do seu corpo sobre o meu. Meus olhos teimavam e não queriam abrir, o quarto estava escuro, o display do relógio marcava 02:28, meu corpo queimava de tesão, eu estava suada, a noite estava quente e abafada, como todas as noites de verão no sul do Brasil. Estendi o braço, procurei por Aline (a garota do Banheiro do Metrô), minhas mãos não a acharam.
Acordei, olhei para o lado, na outra cama, minha irmãzinha dormia tranquila, tal e qual um anjo adormecido, ressonando serena na penumbra da noite, ouvi minha mãe pigarrear no outro quarto, finalmente caí em mim e vi que estava em casa, não havia ninguém ao meu lado na cama estreita. A excitação noturna me surpreendeu, meu corpo queimava e suava, sedenta e cheia de desejos, o meu de minhas pernas estava molhado. Meus mamilos duros pareciam que queriam furar os lençóis, descobri que estava nua, me despi durante a noite, pensei.
O sonho com Aline não me saia da cabeça, não queria ter acordado, queria ter consumado aquela ilusão linda e deliciosa. Eu ainda sentia a sua presença, foi só um sonho, mas naquela hora me parecia muito real.
Deite-me de lado, abracei o travesseiro, apertei ao meu corpo, queria dormir novamente para voltar a sonhar, não consegui. Me virei de um lado para o outro, deitei de bruços, deitei de costas, o sono não vinha. A imagem de Aline não se afastava de mim, eu via os seus seios volumosos desnudos, a seus lábios rosados, sentia o seu gosto na minha boca, o cheiro do seu sexo.
Eu me virava na cama e as lembranças do sonho excitavam-me mais ainda, não havia outro jeito, meu corpo sedento precisava de sexo, eu precisava gozar.
Apertei minhas pernas, segurei com força meu púbis, me retraí na cama. Minhas mãos subiram pela minha barriga, minhas unhas me deixaram marcada, deixaram rastros vermelhos em meu corpo. Segurei meus seios, várias vezes apertei-os, um contra o outro, busquei meus mamilos, segurei-os entre os dedos, espremi, puxei, estiquei. Arqueei minha cabeça, segurando um dos seios, aproximei-o de minha boca, com esforço consegui lamber os mamilos. Levei meus dedos a boca, trouxe saliva, molhei cada um daqueles pontos durinhos de meus seios. A saliva fria retesou-os mais, com os dedos os acariciei, deixando-os sensíveis, proeminentes nos lençóis.
O tesão aumentou, me encolhi sobre na cama, abracei os meus seios, apertando os braços contra o meu corpo. Desci uma das minhas mãos, deslizei de encontro as minhas pernas, entrei por entre elas e alcancei o meu clitóris, acariciei, dedilhei. Aprofundei minha mão entre as minhas pernas, com a mão, encontrei minha flor molhada, acariciei, deslizei com a palma da mão, movimentos para frente e para trás. Com as coxas apertei minha mão, senti o calor e a umidade, a lubrificação, que a esta altura, facilitava os movimentos. Forcei a entrada, abri a flor, separando as pétalas, vermelhas pela fricção, o meu dedo médio a invadiu e depois acompanho-lhe o indicador. Um pênis, eu queria algo quente e duro dentro de mim, ou uma língua molhada explorando o meu sexo, ao mesmo tempo não parava de pensar em Aline e não me esquecia do sonho. Os movimento se aceleraram, a palma da minha mão pressionava o meu clitóris os dedo entravam e saiam. Molhei, melei, escorri, me lambuzei toda.
Saí da posição de lado, deitei de costas, abri as pernas, os movimentos da minha mão se aceleraram mais ainda, desci a outra, troquei a mão, trouxe a esquerda à minha boca e me deliciei com meu gosto, com o mel que lambuzava os meus dedos. Repeti novamente, degustei de novo. Levei a mão novamente por entre as minhas pernas, enquanto uma se ocupava do clitóris, a outra ocupava seus dedos entrando e saindo de mim. Eu estava possuída de tesão, louca para gozar e sentir o orgasmo em todo mo meu corpo. Meus quadris mexiam, minha cintura não parava. Eu me contorcia solitária na cama. Deti-me no clitóris, a minha mão cada vez mais veloz, e ele chegou, intenso, delicioso, imenso! Senti vontade de gritar, mas não podia. Levei uma das mãos à boca e a mordi, para abafar os gemidos. Meu coração disparou, minha respiração ficou ofegante, minha vagina e meu ânus contraíam-se compassados, o calor tomou conta do meu corpo, o suor escorria em minha testa, entre os meus seios, entre as minhas nádegas. Gozei longamente!
Cansada e suada, adormeci.
Senti um toque em meu rosto, abri os olhos. Já havia clareado um pouco.
- Leninha, o lençol caiu, tu estavas com frio e encolhida na cama.
- Oh! Meu anjo, obrigada! Deita aqui do meu ladinho! Te amo!
Era minha irmãzinha, minha pequena florzinha.
Como sempre as noites de verão no Rio Grande são quentes e abafadas, mas as manhãs são ligeiramente frias e nós duas dormimos mais um pouco agarradinhas uma na outra.

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Meus desejos e minhas tentações!

por H. Thiesen 

Se é para falar sobre sexo, admito que sou uma fonte vasta e uma mente bastante provida de idéias. Mas, falar é uma coisa e por em prática é outra! A alguns anos atrás decidi, que me empenharia, para materializar algumas dessas idéias, muitas até certo ponto absurdas. Até este exato momento, posso dizer que, deixei a desejar, visto as minhas próprias limitações e se depender da minha motivação, muitas dessas idéias e desejos, cairão no esquecimento.
Como todos sabem, e eu não escondo, já me possibilitei experimentar muita coisa, entre elas o sado-masoquismo, algo que me fascinou e não fiquei em paz, enquanto não senti minhas costas e bunda marcadas com umas lambadas de relhos e chicotes, bem como, eu não descansei, enquanto não provei a sensação de dar umas boas lambadas. As poucas vezes que experimentei, me provaram que para mim é muito entediante ficar amarrada por horas, mas adorei ficar horas amarrando e tramando cordas no corpo dos outros. Diante disso, eu sonhei que teria a minha própria masmorra, totalmente com paredes de pedra, quase sem iluminação, com umidade e cheiro de mofo, muitas correntes, aparelhos de tortura e grades de ferro enferrujadas. Claro, se é para prender alguém, torturar e seviciar ao prazer extremo, que seja algo bem autêntico.
Não é de hoje que ambientes medievais me fascinam, creio que já fui Inquisidora numa vida anterior e possuía escravos e escravas sexuais, dos quais me aproveitava, usava e abusava de pintos e bucetas, sem esquecer dos cuzinhos deliciosos, tanto é que, tenho leve impressão que fui pega pelo Santo Ofício e  meu julgamento não passou de mera formalidade, pois minha heresia foi a luxúria e a prova, estava bem molhadinha, entre as minhas pernas, foi redundante e irreversível, me impedindo de alegar qualquer engano ou inocência. É claro, fui queimada viva ou me fizeram sentar numa estaca grande e cabeçuda, mas não sem antes, seduzir os inquisidores, torturadores e dar uma trepadinha básica com eles. Ninguém é de ferro e tratando-se de inquisição, levava-se ferro mesmo, nos dois sentidos, digamos!
Mas sendo ou não, reencarnação de uma torturadora e seviciadora medieval, a verdade é que as minhas idéias não param e não deixam de surgir, acredito que elas são obras do demônio, já pensei em ir me confessar ou quem sabe pedir um exorcismo, mas preciso admitir que a castidade irracional, me deixa com um tesão dos infernos. Acho bom ficar quietinha e pecadora convicta, sem me aproximar dos santíssimos senhores da batina. Eles iriam querer me converter e eu iria querer pervertê-los, de um lado a Bíblia e do outro... Os meus peitos! Qual dos lados venceria?
Melhor evitar conflitos com o sagrado, fique registrado meu respeito pelo voto de pureza, até tenho passado longe de igrejas, para não cair na tentação e profaná-las com as minhas carnes impudicas.

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Nos meus seios!

por H. Thiesen

Em teu olhos um olhar sedento, espelho que reflete ardente, meu desejo e paixão. Nas tuas mão eu entrego meu corpo e minha alma e quero que me leve à loucura, entre gemidos e espasmos. Na tua boca eu me viro em caminhos sinuosos, sensuais e lânguidos, que começam lascivos em meus lábios entreabertos. Nos teus dedos meus seios sensíveis e entre os teus dentes meus mamilos turgidos e molhados de saliva.
Meu ventre é tua estrada para a minha vertente e louca me fazes com a tua língua ardente. Na minha fonte faça a tua morada e que a tua boca safada com ela se amasie. Reteso meu corpo e te puxo num impulso, sinto os teus lábios e o calor da tua língua, no meio das minhas pernas abertas.
O prazer me alucina com o ardor da tua boca e o circular da tua língua. Minhas carnes são vítimas do teus dentes e das mordidas lascivas. O meu gozo é imenso!
Eu nada falo, me calo, desejando teu falo e trago-o a minha boca, para te dar a tortura que a pouco me atormento e me levou a um clímax indescritível. Te dou um regalo, o carinho da língua, o rostido dos lábios, a mordida, tudo igual ao que eu ganhei.
Quero mais do teu falo, levo-o e alojo-o em meu peito, dou à eles um embalo, o teu falo entre os seios, beijo a cabeça rosada e dou lambida malévolas. Quero o teu jorro, teu gozo em meus seios!

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Tua puta, sou puro tesão!

por H. Thiesen 

Marcamos um encontro, depois da meia-noite. As chaves? Pra quê? Deixou a porta entre-aberta?
Eu entro!
Te encontro deitado, o mastro erguido, pingando e pulsando, deito ao teu lado, beijo teu rosto e pego o pau nas mãos, soco uma punheta de leve, bem devagar!
- Atrevida!
- Eu? Não! Insinuante, com muito desejo, com muito tesão!
Ergo-me ao lado da cama, dispo-me, jogo a roupa no chão, fico nua e você me come com os olhos.
O mastro apontando para o céu. Gotejante…
- Curioso! Tarado!
- Como ficar sem te olhar?
- Não olha... come de uma vez!
- Assim? Direto?
- Está duro e melado? Socou uma?
- Ah, safada! Claro que sim! Não resisti!
De quatro sobre a cama, estendo o braço, seguro o pau e aperto com força, espremo a glande entre os dedos. Curvo-me um pouco, beijo o peito e mordo um mamilo. Olho nos olhos:
- Cretino, eu queria tudo pra mim!
- Calma, ainda tenho muito para você!
- Ah é? Então vamos ver!
Estou excitada, toda molhada. Monto em teu corpo e sento na vara, cavalgo, não deixo que escape, com força, pra cima e pra baixo. Alucinante, somente tesão!
As unhas em teu peito e elas te marcam, deixo meu rastro. Olhos nos olhos, as bocas secas e o suor escorrendo.
- Gostosa! Vai me enlouquecer!
- É teu castigo! Por não ter me esperado!
Paixão louca, desejo ardente, sem limites e fronteiras, impetuoso, nervoso, latente.
Tuas mãos em meus seios, apertando, espremendo, minha mão na tua nuca, te trago mais perto e te deixo entre eles:
- Morde, chupa, me lambe!
- Fode... É tudo contigo safada!
- Cala a boca... Chupa meus bicos!
Sexos em atritos, mel escorrendo, meu grelo no teu púbis, batendo, roçando, esfregando e ardendo!
- Agarra na bunda, me ajuda!
Um tapa...
-  Caralho, doeu! De novo! Bate!
Outro mais forte!
- Gosta?
- Você sabe que sim! Mas não abusa!
- Cadelinha!
- Ajuda, na minha bunda, ajuda!
Mais pressa, ruídos de sexo, sons desconexos, murmuro, sussurros.
Saindo e entrando, palavras sem nexo. Provoco!
Deito-me no teu peito, esfrego meus seios na tua pele e te deixo mexer!
- É contigo! Fode... Fode essa buceta cachorro!
- Assim?
- Mais rápido!
- Vou gozar...
Um tapinha na cara, seguro teu maxilar e aperto teu queixo:
- Cachorro! Não goza... Me espera!
- Não aguento mais!
- Deixa comigo então!
Eu estou no comando, ergo-me, sento de novo no pau, controlo... Mais rápido, mais lento, enterro bem fundo. Paro e trago à entrada e aperto a cabeça com a vagina.
- Caralho! Sua ordinária!
Mexo, remexo, rebolo, o compasso e o ritmo é meu. Indo e voltando do jeito que eu quero.
Eu gemo, me contorço, você urra e grita.
Não aguento mais, desmancho e gozo com o teu grito!
Você ergue os quadris, enterra, pulsa lá dentro e jorra!
Desabo, jogo-mesobre teu corpo, suada e esgotada. Te beijo, o gosto de sal, o cheiro de gozo, o perfume de sexo!
- Sua putinha! É puro prazer com você!
- Sou a tua putinha e você... o meu tesão!

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Loucuras

por H. Thiesen

Sinto tua língua em meu corpo
Como um chicote ardente
Açoitando os meus desejos
Induzindo-me à paixão!
Entorpece-me te amar
E não oponho resistência
Pois desperta-me as vontades
Extraindo-me cada gemido
Que poder é esse
Que devassa o meu pudor
E me faz pura luxúria
Que sedução é essa
Que me arrepia a pele
Desencadeia choques
A qual rendo-me pacífica
Aos seus desejos mais íntimos
Excita-me a tua ousadia
Mas não me nego a aceita-la
E a viajar nas duas fantasias
embarco na sua fantasia
Quando me entrego
Aos nossos devaneios
Deixo-me sentir os teus meneios
Nada mais importa
A não ser o meu prazer
E então
Jogamos o nosso jogo
Abrimos as portas do desejos
E teu corpo
Se incrusta em meu corpo
Arraigamos a loucura entre nós
Num prélio de sedução
E embate de prazer
Ao qual provemos armas
Nossas línguas sedentas
Nossas mãos inquietas
Nossos dedos frenéticos
E nossos sexos ansiosos
Tecemos estratégias
Pervertidas e glamourosas
No combate alucinado
Dos nossos corpos
Sedentos e famintos
Do qual não conseguimos
Definir vencedor e vencido
mas empatamos e dividimos
desvairado gozo!

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