BLOG DA HELENA, Imagens Adultas Inéditas

Na Banheira

por H. Thiesen 

Cheguei em casa cansada da viagem estafante, o apartamento estava fechado e escuro. Deixei a mala ao lado da porta, alcei a mochila das costas e a joguei sobre o sofá. Acendi a luz, procurei por você e te chamei. Fui ao quarto, também lá não te achei.
Atirei-me sobre a cama e senti teu cheiro impregnado no travesseiro. Permiti-me ficar alguns instantes deitada, olhando para o teto, você não saia do meu pensamento, a saudade era grande.
Sentei-me à beirada da cama, a temperatura regulada pela calefação estava aconchegante, uns 20º, em contraste com os 10º do lado de fora, algo bem comum para uma gaúcha, acostumada a frios mais intensos. Despi o casaco de nylon, que havia me abrigado. Descalcei os tênis brancos e as meias da mesma cor, chegou a vez do sacar o moletom rosa, depois a camiseta, a legging preta apertada, por último a calcinha branca e minúscula.
Nua, olhei para as roupas atiradas ao chão ao lado da cama, levantei, caminhei até o closet e escolhi uma toalha para o corpo e outra para os cabelos. Fui ao banheiro, abri o chuveiro, entrei na banheira e deixei a água escorrer, começando pelos meus cabelos. Passei meu sabonete preferido em meu corpo, isso é algo que eu gosto de fazer, ter as sensações das mãos deslizando sobre meu corpo e a espuma diminuindo o atrito com a pele.
Fechei o chuveiro e abri os registro de entrada de água da banheira, regulei a temperatura da água, deitei e deixei que a água cobrisse o meu corpo. Liguei a hidromassagem e relaxei. Os jatos de água percorriam todo o meu corpo, fazendo-me sentir um relaxamento profundo. Não resisti e adormeci. Não sei quanto tempo dormi e acordei com os teus lábios beijando a minha boca.
O beijo ardente e demorado, matou um pouco a saudade que eu sentia de você. Tua roupas umedeceram ao contato do meu corpo molhado e aos poucos, uma a uma foram caindo ao piso do banheiro. Completamente nua, você entrou na banheira e deitou-se ao meu lado, nossos corpos se juntaram e se entrelaçaram, emergidos na água morna. Continuamos a nos beijar e nos acariciar, mas agora parecia que estávamos amarradas uma a outra. Nossas mãos passearam pelos nossos corpos, por nossas costas, seios, pernas, desvendaram todos os nossos segredos. Supriram de imediato todos os desejos e vontades reprimidos que tivemos, enquanto eu estava viajando. A nossa sede uma pela outra era enorme e nos entregamos com volúpia. Não demorado e nem dificil para nós duas supríssemos as nossas urgências. Gozamos maravilhosamente e depois ficamos em meio aos carinhos por alguns instantes.
Saímos da banheira, nos secamos e abraçadas fomos ao quarto, onde a cama nos esperava para muitas outras emoções.

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Vem... Me deixar louca!



por H. Thiesen

Vem matar a minha fome,
saciar os meus anseios,
Abraçar-me bem forte,
bolinar-me nos seios,
Vem tocar-me por inteira,
beijar a minha boca,
Vem me chupar todinha
e me deixar muito louca
Vem provar do meu mel
matar em mim tua fome
Vem, fazer eu derramar em ti
o tesão que me consome!



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O rasgo no meio das pernas

por H. Thiesen 

Um rasgo no meio das pernas
não há mulher que não tenha
seja ela novinha ou velha
seja virgem ou seja prenha

Tem buceta de todo jeito
não existe nenhuma igual
tem aquelas bem cheirosas
e aquelas que cheiram mal

A buceta é perseguida
e os homens lhe dizem amém
correm atrás das usadas
e das lacradas também

Buceta no meio das coxas
de xota também chamada
pode ser bem cabeluda
de bigodinho ou raspada

Também se chama xoxota
gostosa quando excitada
e fica bem molhadinha
piscando desesperada

Buceta que pisca é luxo
se está cheirando orvalho
e pinga desalentada
pedindo por um caralho

Existem bucetas invictas
que nunca foram exploradas
fechadinha e apertadas
e jamais foram tocadas

Buceta assim hoje em dia
é uma coisa muito rara
fechadas por um cabaço
esperando uma vara

Achar uma buceta assim
é o sonho de todo macho
ser o primeiro a entrar
e lhe estourar o cabaço

Depois do primeiro gozo
nunca mais ela vai parar
a buceta fica alerta
por um pau para trepar

Algumas mais moderadas
tem o tesão comedido
são bucetas envergonhadas
que só dão para o marido

Outras ficam ousadas
e saem pelo mundo
dão de todos os jeito
para qualquer vagabundo

E tem as que não gostam
ou preferem outras facetas
e trocam todos os paus
por línguas, dedos e bucetas

Há a que gosta de tudo
e lhe ajuizam mal
gosta de xoxota e pica
É buceta bissexual

Gostar de sexo é o destino
para a buceta a alegria
se não gosta ou é frígida
ou quer ficar pra titia

Tem a buceta tímida
que tem medo de uma pica
e quando fica excitada
goza só na siririca

A essa se junta a tarada
que sempre pede piroca
se a siririca não chega
faz sexo até com mandioca

Não há fêmea que não tenha
no meio das pernas um rasgo
que lhe dá muita alegria
tesão, foda e orgasmo!

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Succubus: Pecados da Carne

por H. Thiesen 

Francesco entrou pela porta do mosteiro, atravessou o amplo pátio e caminhou até a sua cela. Abriu a porta, estava escuro, acendeu as velas ao lado da cama paupérrima, foi até um dos cantos, despejou um pouco de água na gamela de madeira e lavou o rosto suado.
Despiu o pesado hábito e ficou apenas com a túnica leve, que usava por baixo das roupas, que colhida pela claridade das velas, tornava-se transparente e deixava a silhueta de seu belo corpo à mostra.  A noite estava quente e abafada, lá fora, começava a descer uma névoa fina sobre o jardim e o cheiro de flores recém molhadas, entrava pela pequena janela e alcançava as suas narinas.
Ele sentia-se cansado, levantara-se cedo, realizara as suas tarefas no mosteiro, dedicara um tempo do dia às suas preces e depois saíra, para obrigações com a comunidade.
Dormira pouco na noite anterior, pesadelos atormentaram-no e acordara várias vezes. Desde que entrara para a congregação, aprendera que deveria dominar os desejos e evitar os pecados da carne, mas naquela noite, deixara-se cair na tentação. Numa das inúmeras vezes que acordara, estava suado e o volume entre as suas pernas encontrava-se rijo, masturbou-se, até espalhar o orgasmo sobre a sua barriga. Culpava-se pela sua fraqueza e pelos pensamentos profanos que o habitaram.
Vencido pelo cansaço, Francesco estendeu o cobertos na cama, deitou-se e mesmo que o sono lhe importunasse não queria fechar os olhos, temia dormir e os pesadelos voltassem.
Resolveu orar, cruzou as mãos sobre o peito e fechou os olhos, sentido-se seguro, baixou sua guarda e o sono finalmente o pegou.
No meio da noite, ele ouviu alguns ruídos, sons de sapatos de salto, alguém caminhava lá fora.
- Uma mulher - pensou ele, mas como? No pátio do mosteiro, impossível!
Levantou-se, espiou pela pequena janela e não avistou ninguém.
- Que bobagem, deve ter sido os cascos de um dos animais!
Voltou para a cama, virou-se à parede e adormeceu novamente.
Acordou assustado, teve a impressão que a porta da cela fora aberta. Curvou-se na cama e olhou. Na cela apenas as velas queimavam, ninguém entrara, mas uma estranha sensação o incomodava.
Deitou a cabeça no travesseiro de penas, virou de um lado para o outro, estava com sono, mas não conseguia dormir.
Lembrou-se da noite anterior, dos pesadelos que teve, da mulher que o importunara nos sonhos e quando deu-se por conta estava excitado. Culpou-se, lutou contra a sua libido, não queria ser vencido pelos instintos. A batalha, entre a crença e  a sua carne, o deixaram em um estado torpe, quase um transe, dormia e acordava, os olhos teimavam fechar e ele os abria. Os pensamentos desenhavam imagens, traziam-no um rosto, um corpo e seios. Sentia-se fraco e com as sensação de ter suas energias sugadas, viu-se perdido e entregue. Não mais sabia se estava acordado e dormindo, a confusão instalara-se.
Francesco abriu os olhos e a viu, parada à janela e olhando para a rua. Ela trajava um vestido branco, estilo vitoriano, longo e acinturado. Os cabelos negros caiam aos ombros e cobriam até o meio das costas. Assustado, ele tentou levantar, mas ela lhe disse para ficar na cama. Voltando-se para ele, caminho devagar, atravessando a cela e sentou-se ao seu lado.
- Quem sois?
- Quem sou eu? Eu sou seu desejo!
- O que? Como entrastes aqui? Mulheres são proibidas no mosteiro.
A mulher acariciou o seu rosto e lhe disse sorrindo:
- Aquietes a alma eu vim por que me chamastes.
- Não vos chamei, nunca!
- Sim, chamou-me... seus desejos, sou seus desejos.
Francesco estava estupefato, ela era uma mulher muito bela e forte, seus olhos eram negros e penetrantes.
Ao olhar para aqueles olhos, Francesco sentiu-se irremediavelmente tolhido. Seu coração batia descompassado, sua respiração ficou ofegante, sentiu um calor subindo dos pés a cabeça, fazendo-o febril e teso.
A estranha curvou-se gentilmente sobre ele e olhando nos seus olhos, posou seus lábios sobre os dele e o beijou. Ele nunca beijara uma mulher e deliciou-se como nunca experimentara.
Sua boca se abriu deixando que ela a explorasse livremente com a língua, arrancando suaves suspiros do frei, que esqueceu-se de quem era, entregando-se e ficando à deriva dos seus próprios desejos. Francesco retribuiu o beijo com todo calor do seu ser e entregou-se a ela.
As mãos dela rasgaram a túnica desgastada e puída pelo tempo. Ele sentiu vergonha, nunca ficara nu na frente de uma mulher, tentou cobrir-se, mas ela o impediu e acariciando o seu peito, disse-lhe com a voz rouca:
- Quieto, quero ver-te, admirar-te o corpo!
Francesco viu-se devorado, cada pedaço do seu corpo, pelo olhar sensual da mulher. A mão fria e macia acariciava a sua pele e as unhas levemente o arranhando, despertavam um vulcão, o qual ele nunca imaginara ter em seu corpo.
Ela segurou-o pela nuca e trouxe-o para ela, abraçou-o e espremeu os seios em seu peito, suas unhas compridas e arranharam-lhe as costas, provocando-lhe arrepios e um misto de dor e prazer.
Deixando-o deitar-se novamente, ela levou as mãos às costas, desatou o vestido e deixou que ele lhe caísse dos ombros, revelando-lhe a sua pele alva e os seios de pera, com mamilos rosados e rijos.
Debruçando-se, colou o seu corpo ao dele, enquanto livrava-se do vestido, fazendo-o escorrer pelas pernas e cair ao piso gelado da cela. Era a primeira vez que Francesco sentia-se unido ao corpo de uma mulher, suas vontades explodiram, fazendo-o esquecer de seus juramentos.
As velas davam à cela um clima sedutor. As sombras dos corpos dançavam, como sensuais silhuetas, nas paredes escuras.
Francesco não pensou em mais nada e deixou-se avassalar por um turbilhão de sentimentos e sensações.
A mulher deitou-se sobre ele e iniciou um passeio com sua língua, primeiro o peito e os mamilos, depois a barriga. Sem mostrar resistência, ele fechou os olhos e gemeu baixinho. A boca molhada percorreu todo o seu corpo, distribuindo carinhos ousados e obscenos e quando alcançou o seu sexo, Francesco não se conteve e não foi capaz de abafar o gemido, com as mãos tremulas segurou a cabeça da mulher, exigindo prazer e perdendo os pudores. Seus gemidos ecoavam e saiam pela pequena janela, as velas iluminavam os dois e Francesco olhava os movimentos das sombras, excitando-se cada vez mais.
A mulher deitou-se ao seu lado e puxou-o sobre o seu corpo, com as mãos levou Francesco aos seus seios, conduzindo-o e ensinando-lhe como dar-lhe carícias. Francesco beijo-a nos seios, depois sugou e lambeu seus mamilos. Com delicadeza, ela levou-o adiante, fazendo-o deslizar pela sua barriga e pousar sua boca entre as pernas. Francesco pela primeira vez sentiu o sabor de uma mulher, sua boca provava os prazeres da carne e o mel do prazer, sua língua aprendia aonde ir e como fazer. O mel escorria abundante em sua boca e ela gemia baixinho, apertando-o com as mãos, entre as suas pernas.
Ela sentia-se pronta e puxando-o pelos cabelos, trouxe-o novamente à sua boca. Enlaçou-o com as pernas e enfiando a mão entre os dois, segurou o sexo de Francesco e levou-o à entrada do seu. Ele sentia-se entorpecido, estava ansioso, nunca possuíra uma mulher antes. Olhando no olhos dela, que brilhavam às luzes das velas, perguntou-lhe:
- Qual é vossa graça?
- Babet!
Babet forçou as nádegas de Francesco com os calcanhares, fazendo com que seu sexo sumisse, de uma só vez, dentro dela.
Francesco enlouqueceu de prazer, seus quadris começaram a mover-se e a penetrava cada vez mais fundo e com mais força, fechou os olhos e aproveitou o momento.
Com apenas um impulso, Babet jogou Francesco na cama e sentou sobre ele, passando a dirigir os movimentos e o ato.
Francesco deleitava-se deitado sob ela e de olhos fechados aproveitava o prazer de todas as sensações que sentia. Ela subi e descia e ele deslizava deliciosamente dentro dela.
Francesco sentia suas forças esvaírem, uma mistura de prazer e fraqueza tomou conta do seu corpo. Sentiu rapidamente um medo, mas o prazer foi mais forte e ele entregou-se à ela. Sentia seu sexo latejar, sentia os seios de Babet roçar no seu peito, as unhas cravarem em seus ombros e a cada gemido, sua energia parecia escapar pela boca.
De repente, Francesco estremeceu, sentiu-se jorrando e Babet pôs-se a urrar sobre ele. O urro era alto e apavorante, Francesco abriu os olhos e viu-a com a boca aberta, aspirando, como se consumisse a sua vitalidade. Apavorado, segurou pelos ombros e jogou-a contra a parede e ela jogou-se novamente sobre ele, com uma fúria enorme.
- Ah, perdoe-me o pecado! - gritou ele ensandecido e arrependido de ter cedido à luxúria. 
Francesco debateu-se na cama, lutava com todas as suas forças e sentiu-se sacudido pelos ombros.
- Acorde Francesco! Acorde... é apenas um sonho!
Era o Frei Jeremia, havia acordado com os gritos de Francesco e foi ver o que acontecia.
Francesco sentou-se na cama, o Frei alcançou-lhe um copo de água. Mais descansado e refeito, conversaram um pouco.
O Frei foi para a sua cela e Francesco deitou-se novamente, ficou pensando: 
- Foi apenas um sonho, apenas mais um daqueles sonhos! Preciso orar!
No canto da cela, alguém o espreitava, um Succubus, à espera dos desejos profanos de Francesco, o sinal para ela voltar.

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Teu gosto de gozo!

por H. Thiesen 

E no meu momento de desejo
Beijar-te eu quero
A face lentamente
Depois do beijo
Fitar-te os olhos
Com meu olhar carente
Ao mesmo tempo
Sensual e sedento
E despertar-te a libido
Tua fome
Tua sede
Quero saciar-me
Com teu desejo
E embriagar-me do teu gosto
O teu gosto de gozo
Ah! Esse gozo quente
Envolto em gemidos
Repleto de prazer
Brotado das tuas entranhas
Jorrado na minha boca
Espalhado em meu rosto
Pingado em meus seios
Ah! Esse gozo
Do qual nunca esqueço
Que sinto na boca
Que eu sempre lembro
O teu gosto de gozo!

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