Mel da Sedução

por H. Thiesen

De repente um calor no peito
Arde a fêmea entre desejos
Avassalada pelas fantasias
Ela retorce sobre a cama
Corpo languido em pose insinuante
Procura e não encontra o amante
Encontra vestígios
E apenas lembranças
Da noite anterior
Deixados pelo consorte
O cheiro dele lhe causa torpor
Ela mesma se toca
Com leveza em seus dedos
Arrepia e ouriça seus poros
Solução não havia
Frente à solidão
Para aliviar o imenso tesão
Instintos de fêmea
Excitada e carente
Desejos de mulher
Lasciva e ardente
A saudade do macho
A explorar-lhe o corpo
Torna-se um inferno escaldante
E a fagulha incendiária
No meio das pernas
Faz-se fogueira
Queimando o corpo dela
Pedia o seu corpo
Dedos indecentes
E toques abrasantes
Nos seus recônditos
Tocou os seus seios
Afagando os mamilos
Apertando-os com os dedos
E uma dor gostosa
Correu-lhe na espinha
Fazendo-a mais desejosa
Molhada e suada
Entre as coxas
Levou sua mão
Para explorar seus segredos
E cedeu aos seus dedos
Toda a permissão
A fim de lhe dar a satisfação
Tocou-se e invadiu-se
Explorou-se e esfregou-se
Com sua voracidade
Até se fazerem presentes
Múltiplos orgasmos
E da sua saciedade
Jorrar o mel da sedução!

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Amor de pica é o que...

por H. Thiesen 

Sedenta! É como eu me sinto, quando penso em sexo e naquele antigo amigo de cama, que um dia foi o personagem dos meus pensamentos e protagonista das minhas fantasias.  É dele que eu lembro, quando sozinha, me esqueço do resto e em recolhimento no meu quarto, me diverto no meio das minhas pernas. Lembro-me das várias vezes que fizemos sexo e que ele me penetrou das vezes com um tesão fantástico e extremamente enrijecido, mas também fantasio com cenas que nunca protagonizamos e que ficou somente na vontade. Por quê? Eu não sei, não deu tempo para fazer ou em meio à empolgação esqueci. Claro, ele era tão dedicado e safado, que realizava qualquer coisa que eu pedisse. Imaginem então o que nós dois aprontamos! Vontade é o que nunca faltou entre nós. Para falar a verdade, sempre que eu ficava tesuda e isso não é muito difícil de acontecer, eu o chamava e não lhe dava folga.
Entre todos os paus que eu conheci, o dele é o que mais me satisfez e tornou-se o meu favorito. Digamos, o pau da minha vida. Faz tempo que não o vejo, tampouco o pego na mão, mas o que ele me fez sentir, está aqui, vivo dentro de mim, como se o sentisse agora, entrando e saindo, rasgando a minha carne.
Bem, creio que depois que me rasguei de elogios à ele, vocês querem saber o por quê? Ele é grosso, não é muito comprido, uns vinte centímetros talvez, portanto não é algo descomunal e exagerado, mas conseguia dar a sensação de preenchimento exato, nem mais e nem menos do que isso, tamanho perfeito para mim. Dizem que tamanho não importa, eu discordo, pau pequeno demais, o cara tem que ser muito bom em outros quesitos e grande demais pode ficar a meia-boca, uma coisa nem mole e nem dura, alguns precisam segurar e apertar a base para fazer o serviço, fica sem graça, não natural, sinceramente: broxante! Não, de maneira nenhuma, não quero dizer que esse ou aquele tamanho é bom ou ruim, mas depende de muitos fatores e da adaptação.
Voltemos ao pau do meu amigo, além das proporções, ela lindo, repleto de veias, a cabeça rosada e cabe o melhor de tudo, retinho. Sim, retinho como uma lança.  O principal é que essa delícia exótica e rara, é acompanhada por um desempenho de fazer inveja a qualquer ator pornô e sabe que a regra mais importante: não finalizar antes que nós, mulheres, tenhamos gozado. 
O diferencial, é que o meu amigo permitia que quebrássemos regras e padrões e conseguia ficar com o pau duro mesmo depois de gozar. Meninas, imaginem: Ele gozava e eu podia continuar me divertindo, sem me preocupar com broxadas e esperar pela sua segunda gozada. Quando passávamos a noite juntos, muitas vezes o peguei dormindo de pau duro, era só cair de boca, desfrutar um boquete gostoso e ganhar leitinho na boca ou, pular para cima e cavalgar, sem nenhum esforço. 
As vezes, quando me masturbo, imagino ele no meu cuzinho e como era delicioso. Segundo ele mesmo, eu fui corajosa e uma das poucas que liberaram a área vip para ele. Cá entre nós, liberei por que eu adoro. Mas, vocês lembram, que eu disse logo acima, que quebrávamos regras e padrões? Portanto, não foi um presente, mas troca de experiências, pois ele também liberou a porta dos fundos para mim. Claro, custou um pouquinho para convencê-lo, mas matei a curiosidade de ver como um homem age quando está sendo possuído, de início foi um fio-terra, depois um brinquedinho. Experimentem, a sensação de poder é deliciosa.
É por tudo isso que eu não o esqueço e, confesso... Preciso dar o braço à torcer e concordar:
- Amor de pica, é o que fica!

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Do outro lado da linha!

por H. Thiesen 

Era sexta-feira, mais ou menos vinte e três horas, uma daquelas noites que não achamos nada para fazer, que de repente, bateu aquela vontade de ficar em casa e aproveitar a noite (coisa rara) dormindo.
Um silêncio, cabeça no travesseiro, olhos enterrados em um livro (não, não era 50 Tons de Cinza), que as vezes caia sobre o peito durante os vários cochilos. Rompendo a quietude do quarto, o celular tocou:
- Alô!
- Oi Amora…tudo bem?
- Tudo, já estava com saudade e você?
- Tô bem! O que você tava fazendo?
- Acredite ou não, mas estava dormindo!
- Te acordei!
- Tudo bem!Sentiu saudade?
- Lógico, não posso ficar longe de você!
- Ah! Que lindo!
- Tá sozinha?
- Sim! Uma amiga disse que vinha, mas ligou desistindo!
- Uma amiga? Sei! Mal saio de perto e você já me traindo!
- Ah não! É uma amiga mesmo! É linda, mas não passa de uma boa amiga!
- Não disse?
- Disse o que?
- Já está achando ela linda!
- Mas ela é, você só pensa sacanagem!
- Eu te conheço!
- Tá, eu confesso, acho que se eu investir, ela topa!
- Viu! Eu estava certa! Também era tua amiga, lembra?
- Claro, mas é diferente!
- Diferente?
- Sim, você me encantou, ela não!
- Ah Lê! Me emocionei! Você é foda!
- Isso sim, sou mesmo!
- Foda gostosa, diga-se a verdade!
- Para com isso!
- Por que?
- Por que vou me excitar!
- Tá vestindo o que?
- Calcinha, sutiã e camisa, como sempre!
- Ah é? Deixe-me ver... Calcinha rosa e camisa branca?
- Não, hoje a calcinha é preta!
- Minúscula!
- Ahaha! Errou, de algodão, aquela maiorzinha!
- Humm, confortável?
- Ahã
- Humm… Eu queria ver!
- Agora? Vem logo!
- Como? Estou a quilômetros daí!
- Ah, é... Pena né!
- Só de lembrar fiquei melada!
- Lembrar do que?
- De você!
- Safada!
- Que delícia… gostosa… você se lembra da última? Lembra?
- Não lembro!
- Não dá pra esquecer, foi tão gostosa!
- Eu esqueço fácil! Tenho amnésia?
- Doida! Claro que lembra, tá se fazendo!
- E agora?
- E agora o que?
- Fiquei excitada!
- Já! Viu... eu tinha razão! Você lembra!
- Claro né, foi antes de ontem! Ahahahah!!!
- Melei, sou louca por você!
- Você é louca? Tem certeza?
- Sim, você é especial?
- Eu?
- Claro, adoro o teu cheiro, o teu gosto!
- Hum! Hu...
- Que foi!
- Nada! Tirei a camiseta!
- Como? O que você está fazendo?
- Me masturbando!
- Eu também, não aguentei te ouvir!
- Eu te queria agora?
- Não dá... pensa em mim!
- Me faz gozar!
- Quero te chupar!
- Vem, Amorinha!
- A linguinha em volta!
- Hummmmm! Faz gostoso!
- O dedo no grelinho!
- Ai! Siririca gostosa!
- To sentindo o teu gosto daqui!
- Vai amor, não para, me faz gozar!
- Delícia!
- Tá tocando uma também?
- Tô, tô sim!
- Devagarinho?
- De leve!
- Geme pra mim!
- Hum, hummmmm!
- Faz gostoso, imagina me chupando!
- Lambendo, colocando a língua lá dentro!
- Assim eu gozo!
- Goza pra mim, goza!
- Ai que delícia!
- Quero a tua boca!
- Te dou a boca e língua!
- Vai Amora, lá dentro, me faz gozar!
- Mexe esses dedinhos e pensa em mim!
- Que gostoso, fala que gosta!
- Adoro! Vai Lê, goza pra mim!
- Ui, tô quase!
- Amo te ouvir gozar!
- Vem, quero te ouvir também! Toca gostoso!
- To fazendo, to toda melada!
- Mexe Amora, mexe no grelinho!
- Assim, ui! Vou gozar!
- Aaaaah! To gozaaando!
- Assim, vem comigo! Aaaah!
- Agora, agora!
- Ah, que gostoooooooso! Gozei!
- Uuuuh! To... Gozaannnndo!
- Goza Amora, goza!
- Deliiiiiiiiicia!
- Amora?
- Hum!
- Vem quando?
- Amanhã de noite!
- Vou te esperar!
- Nuazinha na cama!
- Do jeito que você gosta!

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Tesão à flor da pele!

por H. Thiesen

Acordei com o corpo banhado de suor, o cansaço e a preguiça tomavam-me. Creio que estive sonhando, ainda um pouco tonta notei que meu corpo queimava e um desejo ardente me dominava.
Acordei sozinha, sentia-me abandonada e enraivecida. Se alguém estivesse alguém do meu lado, daria tudo o que pedisse. Cansei de lutar contra os meus pensamentos, contra a dor do desejo, que teimava arder no meio das minhas pernas. Adormeci novamente e sonhei!
Sonhei que eu estava sendo caçada e meu faro de caça acuada, alertava-me de um perfume estranho. Meus olhos de caça assustada, me deixavam na espreita e avistavam no meio de brumas, um caçador vigoroso em diligência no meu encalço. O perfume, o medo e a beleza do caçador, me excitaram e, desejei ser caçada.
Era uma noite que eu não sei qual, não sei se um dia ainda ela será e nem mesmo sei se ela virá. A mim pouco importa, se tudo foi sonho ou se um dia realidade se tornará.
Importa-me apenas, que eu era uma fera acuada, na espreita, em busca de uma oportunidade ao bote.
Meu corpo estremeceu, sobreveio-me vontade enorme e o meu desejo tornou-se devastador. Entre as brumas e os arbusto eu me escondia e fugia. Procurava uma maneira de virar o jogo e passar de caça à caçadora.
O caçador com a sua astúcia, deixou-me confusa e me alcançou e tombei. Tombei nos seus braços e senti a potência das suas mãos me imobilizando e me tomando para si. Senti gosto dos seus lábios nos meus. Um beijo macio, com calor, com ardor e avassalador. Suas mãos trêmulas e fortes, deliciosas e prazerosas, percorreram o meu corpo e o seu abraço me dominou instantaneamente.
O nossos calores tornaram-se um só e nos envolveu numa explosão de ardor e desejo que já era enorme, multiplicou-se em intensidade. Nos entregamos a um duelo, de um lado a fera, com unhas e dentes, mordendo e arranhando, do outro o caçador, dominando-a e domando-a.
A fome e a sede aumentaram e a fera, que tenho por dentro, foi dominada e deixou-se possuir. Porém possuída, também possuiu o caçador e teve para ela a sua língua, que a lambia e a explorava e por onde passava deixava molhado. O ar carregou-se de sussurros e gemidos, o cheiro do sexo selvagem, emanou-se por todos os cantos. Deliciados um pelo outro, a caça e o caçador, uniram-se e fundiram-se em um só.
Devagar, com cuidado, lentamente de fora para dentro e dentro para fora. Num beijo incendiaram e alucinaram os sentidos e ato que era terno, em instantes tornou-se selvagem. Os corpos ardiam com o ritmo, os sexos se completavam com a cadência.
O beijo, o desejo, o fogo, a caça e o caçador, a fera e o macho, eu e você!
Os corpos roçando, um recebia e o outro invadia, mas nos deleitávamos e explodimos!
Tua seiva jorrou e estremeci, eu gozei, você gozou e nos gozamos!
Ainda pude sentir teu jorro, quente e viscoso, escorrer de dentro de mim! 
Acordei novamente, suada e molhada, tonta e cansada.
Incrédula, mas saciada e com o corpo em êxtase. 
Procurei por você e não te encontrei ao meu lado. Tudo fora um sonho!
Um sonho tão bom, que eu não quero esquecê-lo. Levantei e decidi escrever.
Sempre que escrevo, algo acontece comigo, nunca é igual, as palavras fluem e os versos rimam, com uma destreza tamanha, uma loucura. Hoje é diferente, está mais fácil ainda, sinto uma vontade imensa para escrever, até parece que eu te ouço, que não sou eu quem escrevo, que  apenas anoto e transcrevo.
Algo me diz, que não foi só um sonho, algo me diz que você ainda está por aqui! Pois ainda sinto o meu tesão à flor da pele!

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Que gozada!

por H. Thiesen 

E eu estremeci
do simples fui ao extremo
e derramei sobre ti
um prazer indescritível
Meu coração disparou
o ar tornou-se escasso
o corpo perdeu as forças
no rosto uma febre
O sangue fervido
correu quente e veloz
pelas veias e artérias
Na pele o arrepio
o sal do suor
brotando dos poros
pingando em teu rosto
escorrendo entre os seios
refrescando do amor
A boca seca
em busca do ar
eu gemi
eu gritei
te narrei meu prazer
No meio das pernas
o molhado de sexo
deixado pelos espasmos
correndo das entranhas
lambuzando
melando
Eu gozei
gozei como nunca
gozei pra você!
Que gozada!
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