No Meio das Pernas

por H. Thiesen 

Desligo as luzes
Acendo velas
Incensos para perfumar
Rasgo a tua roupa
A pressa é visível
O desejo inadiável
Deito-me na cama,
Sobre lençóis de seda
Estende teu corpo sobre o meu
Beija-me na boca
Passa-me a mão no corpo
E tua língua no meu ouvido
Brinda-me com sensações
Explora os meus sentidos

Eu sou toda instintos
Em cada parte uma surpresa
Na boca a ardência
Nos seios a volúpia
Nos bicos arrepios
No sexo a vontade
Sou toda indecência

No centro das minhas pernas
Recebo ansiosa a tua virilidade
Sente o meu prazer,
Quero também fazer-te sentir
Galopa os teus desejos
Dentro das minhas entranhas
Segura os meus cabelos
Aperte os meus seios
Sua junto comigo
Geme e ouça os meus gemidos
Enquanto vai e vem dentro mim

Agora estou por cima
Cavalgando com bravura
Subo e desço com prazer
No teu membro viril
Minhas mãos sobre o teu peito
Dilacera as tuas carnes
Deixo em ti as minhas marcas
Te arranhando com as unhas
Vejo dentro dos teus olhos
O prazer que te aflora

E ao gozo nós chegamos
Nos entregamos à ele
Corpos suados e  cansados
Deleitando esse momento
Te lambuzo com meu mel
Me lambuzo com tua seiva
Mistura de macho e fêmea
Que se amaram com luxúria
O meu prazer foi imenso
E o teu?

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Fode meu cu safado!!

por H. Thiesen

Te ofereço o meu rabo
Meu cu te dou de presente
Sem medo e sem teatro
Enterra o teu pau quente

Quero senti-lo enterrar
Nas minhas entranhas anais
Pedir, xingar e gritar
- Mete, que eu quero mais!

- Fode o meu cu... safado!
Digo com sabedoria
Adoro essa sensação
De dar o cu noite e dia.

O teu pau quente e duro
No meu rabo fincado
Delicio com bravura
E não perco o rebolado

Cachorro, soca bem forte
Mete no meu cuzinho
E alarga o meu anel
Que é bem apertadinho

Derrama a tua porra
Deixa tudo inundado
Enche de leite quente
O meu cu lambuzado

Dar o cu é muito bom
Dar o cu é bom demais
Não existe nada melhor
Que levar caralho atrás

Enquanto te dou o cu
Também rebolo na pica
E gozo como louca
Tocando uma siririca

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Eu Morro de Tesão

por H. Thiesen

Quero que você se prepare para esta noite, ela vai ser nossa e nada mais irá importar, além dos limites das paredes do meu quarto. Tudo que estiver do outro lado da porta, não fará parte do nosso mundo. Criarei um universo somente nosso, onde os sonhos e desejos serão leis e nada mais será tão insubstituível que a realização das nossas fantasias.
Eu vou te seduzir e com as cordas da minha paixão, te amarrar a minha cama. Nas torrentes do meu tesão, eu te reduzirei a um pedaço de carne, para matar minha fome e me satisfazer com sexo, todos os meus desejos.
Eu vou tomar posse do teu corpo todo e dele fazer o minha necessidade mais urgente. Farei de ti o meu brinquedo favorito e com minhas mãos, vou te apalpar, agarrar, apertar e arranhar, da mesma forma, você será o meu alimento, o meu manjar doce e suculento e com minha boca vou te sugar, sorver, lamber e morder da cabeça aos pés. Não satisfeita, farei de ti o meu objeto de consumo íntimo, vou te usar, vou te abusar, vou rebolar, mexer e remexer, te despertando os desejos ocultos, em cada uma das minhas subidas e descidas, irei te levar a uma grande loucura.
Eu vou te afligir um prazer insuperável e inigualável, como nunca ousaram e nem mesmo eu ousei te dar!
Eu preciso admitir, você me deixa maluca, totalmente elétrica e me tira da razão, me faz cometer loucuras e habitar em teu corpo, de onde somente consigo sair depois de extrair o teu orgasmo.
Não, não é somente isso!
Não é o teu orgasmo que me faz desistir de cometer tantas insanidades.
Tenho uma necessidade incontrolável de dividir meu gozo, para que ele seja intenso e sublime, que me leve ao delírio e me deixe em completo transe. Transmutada de prazer e endoidecida, pronunciando palavrões, soltando vários gritos e estremecendo em todas as bases do meu ser.
Para finalizar e deixar bem claro, minha necessidade se resume à três palavras:
- Paixão, desejo e loucura!
E falo tudo isso, somente para dizer e assumir que...
Eu morro de tesão por você!

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Loira, Exibicionista e Safada

por H. Thiesen

Sem sono e fogosa, abro a janela do quarto e me exponho sobre a cama. Exibicionista e sacana, acendo a luz e a fazer trejeitos , mostrando de uma vez a minha silhueta, numa lingerie pequena, para chamar a tua atenção e aumentar meu tesão,
Preguiçosa e manhosa, tomando um ar de escandalosa, acaricio meu corpo, seguro e empino os seios, apresentando os meios, pra te levar à loucura e embaixo dos teus olhos vorazes, propiciar-me prazer.
Sei que você está me observando e talvez se masturbando, sem perder a atenção para cada movimento da minha janela. Já vi outras vezes, que furtivamente você me olha da tua janela, no prédio do outro lado da rua. Procuro te encontrar na penumbra e discretamente encontrar um lugar no meu quarto, para que você me veja melhor. Com o rabo de olho te vejo, na sombra de tua sacada, pensando que não pode ser visto, acreditando-se oculto pela penumbra.
Não sabe você, como eu sou exibicionista e ser espiada por alguém, é um dos meus maiores fetiches.
Passo as mãos em meu corpo e uma a uma eu dispo, a minha pouca roupa.
Tiro o baby-doll pela cabeça, jogo o sutiã para o lado e a calcinha eu deixo, é ela a peça responsável para te deixar louco.
Deitada, aliso a pele com as mãos, passeando meus dedos, sem pudores ou medos. Acaricio deliciosamente os seios, levantando-os e apertando-os entre os dedos. Com o dedo alcanço a boca e levo com ele a saliva aos bicos, circulo-os por algum tempo, deixando-os arrepiados e duros.  Passo as mãos no meu ventre, que arde em vertente, atiro a cabeça para trás e mesmo que não me ouve, solto um leve gemido.
Sem te perder na penumbra, continuo me acariciando, para ter teu olhar submisso. Como previ, você demonstra muita curiosidade e no esconderijo estica o pescoço para me ver.
Minha tara satisfaz a tua e mais e mais vamos nos envolvendo. Faço posições que te atiçam e a tua curiosidade também me atiça. Ergo as pernas, lentamente dispo a minuscula calcinha e atiro de encontro ao vidro da janela. Completamente nua para o teu olhar,  primeiro acaricio, depois penetro um dedo na minha gruta e faço uma cena, fingindo enorme prazer. Levo o dedo à boca e sugando-o feito louca, provo meu próprio gosto. Só pra te ver alucinado e imagino teu membro, duro e latejante entre os teus dedos.
Transformo-me em pervertida, uma exibicionista bem assumida, experimentando teu olhar e expondo-me aos olhos do meu voyeur febril, que fica por horas se masturbando e buscando os detalhes da fêmea se desnudando.
Então, eu pressinto teu gozo e que você está por um fio, qual um demente sem poder suportar-se. O meu furor se alastrar, me domina, me masturbo com intensidade e assim te convido ao orgasmo. Como um ritual, que nos tira à razão, eu me toco e te imagino masturbando-se. Olho para a janela, te procuro nas sombras, quero ver o teu vulto. Acelero os dedos, fico totalmente ensopada e das minhas entranhas brota o orgasmo, que me extasia, tamanho é a intensidade do gozo. Se você gozou, realmente eu não sei! Acredito que sim!
Estico-me na cama, espalho a minha preguiça na cama, respiro e me acalmo. Levanto-me, vou à janela, puxo as cortinas e meu boa noite, é apenas mais um olhar!
- Espere-me amanhã à noite!

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A colega da faculdade

por H. Thiesen 

Ela me apertou contra a parede fria do banheiro, segurando as minhas mãos contra o azulejo, olhou dentro dos meus olhos. Tentou me beijar, eu virei o rosto e sua boca desviou para o meu pescoço, indo de encontro a alça do meu sutiã, que deixava-se mostrar, pelo decote canoa da minha camiseta.
- Que isso Lena, sei que não é a tua primeira vez? - disse-me, beijando o meu ombro.
O frio dos azulejos contrastavam com o calor em minhas costas e um arrepio correu pela minha espinha, deixando meus mamilos intumescidos. Apesar de assustada, as sensações eram deliciosas. Eu não esperava por aquilo, fui pega de surpresa pela ousadia de Carla, uma colega da faculdade. Sempre fui discreta e cuidava para que na faculdade não desconfiassem das minhas preferências e aventuras com outras meninas.
- Não sei do que você está falando!
Ainda olhando-me fundo nos olhos, Carla respondeu:
- E a Aline? Vai negar tudo?
- Eu e Aline somos apenas amigas!
- Apenas... não! São amigas até demais!
- Como assim, continuo sem entender!
- Bem, vou abrir o jogo! O que fazem duas amigas em um motel? Você foi ajudá-la na cadeira de anatomia? Ela faz medicina não é? E, quem mais, a não ser você, tem um Escort Preto escrito Fofucho na traseira?
- O que? Você nos seguiu?
- Claro que não, mas a BR 386 é o meu caminho para casa e vi vocês entrando no Motel Premiere! Uma festinha a duas ou havia mais alguém esperando?
- Tudo bem, eu confirmo, não tenho saída!
- Lena, eu te quero...
- Você está me chantageando?
- Não, não costumo agir assim!
- Então por que está fazendo isso?
Ela se aproximou de mim, senti a sua respiração na pele do meu rosto e seus seios se encontrarem com os meus e me disse:
- Quero você, só isso! Não me sentiria bem se a tiver através de uma chantagem. Quero você por que sinto tesão por você e também gosto de mulheres.
Senti um alívio ao ouvir isso. Há algum tempo eu estava interessada nela, mas como eu e Aline, ela era muito discreta. Mesmo assim não dei o braço a torcer.
- Carla, as coisas não são assim, tão fáceis!
- Eu sei... Pouco me importa se você não quiser, eu só queria que você soubesse que eu te desejo muito.
- Carla, solte-me! Pode entrar alguém. Estamos no toilet de um bar, lembra? 
- Claro que eu sei disso. Só vim por que eu sabia que você estaria aqui, todas as sextas-feiras você vem com a turma, esperei muitas vezes por esse momento, vim algumas vezes e somente hoje eu consegui!
Ela novamente se aproximou, abriu a boca e lambeu meus lábios. Olhei-a nos olhos e com a boca entre-aberta, esperei pelo beijo. Ela entendeu e pela primeira vez nos beijamos rapidamente. Depois, afastei-a empurrando-a com as mãos e disse:
- Não precisamos resolver isso agora, a noite apenas começou e chegamos a pouco!
- Sem pressa, já fiz o que queria, se eu não sou o seu tipo, paciência...
- Eu não disse isso! Vamos?
Saímos do banheiro e nos juntamos novamente aos amigos, bebemos e dançamos, não tocamos no assunto durante aquela noite.
Fui para casa e pensei sobre o acontecido. As vezes não criamos coragem para falar a respeito dos nossos desejos para uma pessoa. Nossos medos e nossos preconceitos, ou melhor, nosso preconceito de ser uma vítima de preconceito, nos fazem travar e podemos perder de realizar as nossas fantasias. Foi esse sentimento que tive naquela noite. Quantas vezes tive vontade de falar para ela e recuei, pensando sobre as reações dela. Felizmente há em nossa vida as casualidades, jamais eu imaginaria uma situação parecida.
Resolvi dar tempo ao tempo, deixei que a situação esfriasse e que as coisas se acalmassem. Achei melhor que se algo acontecesse entre nós, seria espontaneamente e para isso o tempo é o melhor remédio. Continuamos conversando como sempre, nos vendo como qualquer colega de faculdade e nunca tocávamos no assunto. 
Falei para Aline sobre o que aconteceu e como Carla havia descoberto o nosso envolvimento. Nós duas éramos amigas, transávamos, mas não tínhamos nada uma com a outra, a não ser sexo e mais do que isso, éramos amigas sinceras e confidentes. Ela ouviu atentamente, depois me olhou, sorriu e me disse:
- Come ela!
Carla seguia a sua vida e eu a minha, com toda a normalidade possível. Enquanto isso, eu esperava pelo momento certo, eu queria causar-lhe surpresa e desfazer a impressão que ela teve de mim, antes de sair do banheiro naquela noite. Afinal, ela mesmo disse, que entenderia se não fosse o tipo de mulher que eu gosto.
Dois o três meses depois, ao sair da faculdade passei pelo ponto do ônibus e vi Carla, parei e abri a porta:
- Carona?
- Para onde Lena, você vai para Canoas e eu para Montenegro!
- Entre, eu te levo!
- É longe...
- Entre!
Ela entrou.
No caminho, levei minha mão à perna de Carla e segurei com força e falei:
- Para a tua casa ou quer ir a outro lugar?
- Lena eu não esperava mais por isso? Outro lugar, lá em casa não dá!
Levei-a ao mesmo motel onde ela me viu entrar com Aline. Um local aconchegante, com uma entrada coberta por árvores e que para saber, somente conhecendo que ali existe um motel.
Entramos na suite. Estávamos sedentas uma pela outra e sem esperar muito nos beijamos. As mãos de Carla correram pelo meu corpo. Sua ansiedade em me tocar, denunciava o tamanho do seu desejo. Ela desabotoou a minha calça, a ponta dos seus dedos frios tocaram meu clitóris.
Gemi de tesão
- O que foi? pergunto-me Carla - Machuquei?
- Não...
Nos despimos mutuamente. Nossas roupas foram atiradas, sem nenhum cuidado, para todos os lados. Enquanto isso, nosso beijo era intenso e suas mãos gelada passearam pelas minhas costas, até chegarem a minhas nádegas, onde suas unhas cravaram e me arranharam deliciosamente.
Carla se ajoelhou e apoiei minha perna em suas costas, por cima de seu ombro. Ao contrário de suas mãos, seus lábios eram quentes e sua língua macia. Carla me brindou com pequenos círculos em volta do clitóris com a língua e sugou-o delicadamente. Logo após, sua boca envolveu meus lábios vaginais e sua língua me invadiu. Segurei seus cabelos com força e apertei sua cabeça de encontro a mim, gritei de tesão!
- Não para, não para...
Carla atendeu o meu pedido e acelerou os movimentos da sua boca e eu gozei freneticamente. Perdi as forças e obriguei-ma a deitar na cama redonda e espaçosa.
Carla deixou-me recompor deitando-se ao meu lado e a acariciando os meus cabelos, enquanto beijava-me varias vezes o rosto.
 Eu não esperei muito tempo, eu precisava liberar tudo que eu guardava. Olhei para ela e ela sorriu, tinha um sorriso safado, deu vontade de vira-la de bruços e bater na sua bunda, como em uma criança arteira. Levantei e a empurrei-a para ficasse deitada de bruços, tirei sua calcinha, fui até a altura de suas nádegas e as mordi, deixando-as marcada. 
- Ai! – gemeu ela.
- Doeu?
-- Humm... Não! – ela gemeu baixinho
Abri suas pernas e empinei sua bunda e lambi a sua vagina molhada.
Ela gemeu novamente e perguntei:
- Que foi?
- Gostoso!
- Apenas comecei...
Virei-a de costas na cama e mergulhei entre as suas pernas, fiz tudo da melhor forma que eu sei fazer
Brinquei com seus lábios, circulando com a língua a sua entrada, as vezes ameaçava entrar, mas recomeçava novamente. Suguei o seu clitóris, mordisquei os seus lábios e finalmente penetrei-a com a minha língua, o mais profundo possível. Ela gemia e suspirava de tesão. 
Sem lhe dar trégua, continuei a brincadeira por algum tempo.
Resolvi deixar a sua vagina e subi beijando a sua pele, até alcançar seus seios. Dei a ele meus carinhos, beijos, lambidas e sugadas e depois fui ao encontro da sua boca. Beijei-a sofregamente e deixei minha perna entrar no meio de suas pernas, para que nos masturbássemos em nossas coxas, o que nos levou a um beijo muito longo e intenso.
O contato dos meus seios com os seios pequenos e rijos de Carla, seus mamilos pareciam agulhas contra a minha pele e me excitaram profundamente, virei-me de uma só vez e entrei no meio das suas pernas, oferecendo-me para que ela fizesse o mesmo. Deliciamo-nos em um maravilhoso sessenta e nove e não demorou para que gozássemos.
Exausta, debrucei-me sobre as suas pernas, o cheiro de sexo, suor e orgasmo entrava pelas minhas narinas. Permanecemos assim por algum tempo. Depois deitei ao seu lado, nos acariciamos, nos beijamos, conversamos e finalmente recomeçamos novamente, desta vez com muito mais calma, a nossa primeira vez já havia ficado para trás!

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