Aline, uma amiga mais do que especial!

por H. Thiesen

Ela era a minha melhor amiga, tínhamos a mesma idade, vinte e poucos anos e um dia ela me convidou para dormir na sua casa, mas isso não era novidade para nós, constantemente dormíamos uma na casa da outra.
Devido as correrias do dia a dia, há quase um mês não tínhamos tempo pra conversar e nessa noite, depois de um lanche e de um banho relaxante, sentamos no sofá para conversar um pouco, colocar as coisas e as fofocas em dia.
Ela começou contando que não estava legal, que havia se desentendido com o namorado, que ele que estava muito diferente e ela desconfiava que ele tinha outra.
- Se isso é verdade, ele é louco, sacanear uma mulher como você, é insanidade! -  falei.
- Pois é Lena! Mas eu tenho quase certeza!
- Bobagem, tá imaginando coisas!
- Ele nunca deu em cima de você?
- Bem, não vou te mentir, mas foi antes de vocês ficarem juntos!
- Deixa pra lá!
Ela me beijou no rosto e depois, com a sua carência, deitou a cabeça no meu colo.
Comecei a acariciar os seus cabelos, passando os dedos entre eles e sem falar nada, deixei-a com o seu silêncio.
Alguns minutos depois, ela me disse:
- Hum, que gostoso! Eu estava precisando de carinho! Estou muito carente!
Ela estava com um baby-doll preto, levemente transparente, muito sensual e eu podia ver quase inteiramente as curvas dos seus seios, a calcinha linda e de renda, contornava deliciosamente seus quadris e suas coxas.
Fiquei a observando, enquanto conversávamos e notei a marca de biquini, desenhada em seu corpo.
- Que marquinhas lindas!
- Lena, nem te conto, me incomodei com o Júlio, por causa do biquini, ele acho muito pequeno, quase brigamos.
- Não se ofenda, mas ele é um babaca, olha que corpo lindo, o que é bonito é preciso ser mostrado!
- Só você mesmo Lena, você acha que é tão pequeno mesmo?
Antes que eu pudesse responder, ela desfez o laço, abriu o babydoll, deixando à mostra seus seios e os dois pequenos triângulos brancos, emoldurando os seus mamilos rosados.
- Não, o meu biquíni é bem menor! 
Ela deitou-se novamente em meu colo, sem recompor o laço e continuou conversando, deixando-me a visão de seus seios:
- É claro, sei disso, já vi os teus biquínis várias vezes!
Não resisti, dos seus cabelos, escorri a mão pelo seu rosto, descendo pelo seu pescoço e alcancei os seus seios. Ela me olhou e sorriu, enquanto eu segurava um dos seus seios.
Ela trouxe a sua mão até o meu rosto e olhando em meus olhos falou:
- Lena, que bom! Como é gostoso sentir o toque da tua mão!
Deslizei pelo seu peito e alcancei o outro seio.
- Teu coro é lindo! - disse-lhe.
- O teu também!
Virando seu rosto, beijou o meu seio mais próximo da sua boca e por sima da camiseta de malha, mordiscou meu mamilo.
- São tão lindos e delicados! - disse-me, sem olhar para mim.
- Que nada Aline! Não são mais lindos que os teus!
- Boba, é claro que são!
- Pequenos demais! (eu só colocaria implantes, oito anos depois).
Ela deslizou a mão por baixo da minha camiseta e levantou-a, deixando meus seios desnudos a sua frente. Acariciou-os e me fez deitar mais um pouco, para que ficássemos mais próximas e acariciássemos nos seios, de um jeito que que no pouco espaço do sofá, eles se encontrassem.
- Posso te pedir para fazer uma cosia, algo que eu desejo muito?
- Claro Aline, fale... somos amigas!
- Quero te amar! Já transamos outras vezes, mas hoje eu quero de um jeito especial!
Não respondi, apenas olhei-a profundamente, eu tinha certeza que ela entenderia o que eu queria lhe dizer, nossa amizade ia além dos limites do físico, éramos íntimas desde os tempos da faculdade. Mesmo depois que comecei a trabalha e as minhas constantes viagens, sempre arranjávamos tempo para estarmos juntas.
 Ela sorriu, levou a mão ao meu rosto, fez algumas carícias e segurou minha nuca, aproximou os lábios dos meus e eles se uniram em um beijo doce, leve e terno. Alguns segundos depois nossas línguas se tocaram e entrelaçadas, transformaram a calmaria anterior em algo ardente e carregado de tesão.
Sobre o estreito sofá, nossos corpos colados, nossos seios esmagados, as pernas enlaçadas e as mãos repletas de malícias faziam carícias ousadas. Quando nos separávamos, ofegávamos de desejos e o carinho em nossos olhares, levava-nos a outros beijos. Entre dezenas de beijos e carícias, aos poucos despimos uma à outra, até ficarmos completamente nuas e desfrutas das nossas peles, livres de qualquer empecilho.
- Sei que somos mulheres, mas eu te amo e precisava te dizer isso, você é muito mais que uma amiga para mim!
- Você também... Você também... Aline!
- Quero uma noite só nossa!
Ela levantou-se, estendeu-me a mão e fomos para o quarto.
Ligou o CDplayer, a música era Changes de Black Sabbath. Talvez representasse o momento pelo qual esta estava passando, a sua carência naquele dia.
"I feel unhappy, I feel so sad..."
Sentei na cama e logo depois ela sentou ao meu lado. Acariciei seus cabelos e a trouxe mais para perto de mim. Segurei firme uma das suas mãos e a outra enlacei seu pescoço. Nossas bocas se juntaram, enquanto os dedos entrelaçados nos mostravam a intensidade do momento. Nos beijamos por longos minutos e devagar fomos deitando na cama.
Continuamos o beijo e nossas mãos iniciaram as carícias, deslizavam pelos nossos corpo, iam e vinham e exploravam cada uma das partes de nós.
Não precisávamos falar, nós sabíamos tudo uma da outra, como, onde e o que  fazer.
Desci minha boca pelo pescoço de Aline, deslizando minha boca pelo colo dos seios e dediquei minhas melhores carícias à eles, dando especial atenção aos mamilos. Enquanto minha boca estava ocupada com os seios, uma das minhas mão escorregou entre as suas pernas, ela abriu-as, deixando-me livre para masturbá-la. Meus dedos exploraram-na, acariciaram sua flor e circularam vagarosamente seu botãozinho. Ela gemia e se retorcia, sussurrava e arfava. Deixei os seus seios e fui descendo e beijando sua barriga, meus seios deslizavam em sua pele e colhiam o seu suor. Beijei as virilhas e depois me perdi por longos minutos, entre as suas pernas, saboreando cada gota da sua excitação e dando a ela o calor da minha boca.
Parei... Rastejei o meu corpo sobre o dela, fui até a sua boca e a beijei. Deitei ao seu lado e ela sem esperar, pois sabia o que eu queria, repetiu no meu corpo, todas as carícias e carinhos, que a pouco, ela havia recebido de mim.
Não lembro direito, mas logo estávamos deitadas ao contrário. Deitadas de lado e com as cabeças entre as pernas. Nossas mãos acariciavam, apertavam, arranhavam as costas, tocavam a pele, os seios, as nádegas e as pernas. Nossas bocas dedicavam carícias às flores molhadas, aos botõess rosados. As linguas lambiam e nos invadiam e provavam do nosso prazer. Finalmente, estremecemos e gozamos!
Por alguns instantes fiquei parada, quase anestesiada. Retomei minhas forças, sentei na cama, passei minha mão pelo seu corpo, acariciei o seu rosto, deitei ao seu lado e debrucei a minha cabeça em seu ombro, sem falar nada. Adormecemos!
Acordei, meu celular estava tocando:
Blulibóbrublibliblulbu!!! (algo assim, impossível descrever o toque do tijolão Motorola PT550)
Olhei o display, minha mãe!
- Oi mãe!
(...)
- Tô com a Aline!
(...)
- Só de manhã!
(...)
- Tchau, fica descansada!
Aline acordou...
- Tua mãe Lena?
- Sim, estava preocupada!
- Gosto tanto dela!
- Ela te adora!
- Um tempo pra cá ela está bem mais próxima, eu sinto isso!
- É que ela sabe de mim, eu contei! E contei sobre nós!
- Oque? Como vou olhar para ela se...
- Não te preocupa, ela entendeu e disse se eu sou feliz, tudo bem!

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Meu Brinquedo

por H. Thiesen 

Quero te sentir voraz,
Alucinado pelo meu desejo
Sem importar-se com o tempo
Nem mesmo com o meu ensejo

Quero tê-lo em meu domínio
Retido pelo meu preceito
Amarrado ao meu prazer
E obedecendo-me no leito

Quero fazê-lo um brinquedo
Disponível em minhas mãos
Um doce na minha boca
Degustado com paixão

Quero oferecer-te o gosto
Do meu fruto molhado
E espero que te dediques
Ao meu sabor adocicado

Quero-te deitado e imóvel
Observando-me passivo
Sentando sobre teu membro
Duro, quente e invasivo

Quero te ver delirar
Entregue a esse mormente
Deixando-me te cavalgar
Quieto e obediente

Quero-te sob meu corpo
Para abusar de você
Vendo-te delirar
Entregue a minha mercê

Depois do meu orgasmo
Satisfeita e cansada
Vou permitir o teu gozo
Na minha  carne suada

Por fim deitada ao teu lado
Liberta do meu "assombro"
Com a cabeça em teu peito
Quero dormir no teu ombro!

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Na frente do corninho!

por H. Thiesen 

Ante o olhar cobiçoso do marido, que adorava ser voyeur e por consequência um corno manso, ela era comida pelo amante, cuidadosamente escolhido, um garanhão com mais de um metro e oitenta de altura, um físico privilegiado e um cacete enorme.
Com as pernas imensamente abertas, ela recebia a vara, que entrava e saia com virilidade e muita insistência da sua buceta. Cada estocada, carregava demasiadamente a luxúria e arrancava-lhe gemidos de prazer e deleite.
O corno olhava e se deliciava numa punheta frenética, vendo o amante enterrar-se nela.
Quase sem sentidos, ela ria e chorava de tesão, mas para a rola enorme entregava-se totalmente. Com o corpo tremendo, deixava-se invadir e pedia que o falo a arrombasse à contento.
Na sua buceta molhada, o amante deslizava para dentro, metendo o caralho no fundo e tocando-lhe o útero.
Ela gemeia como uma gata no cio, enquanto o marido mandava o amante fodê-la, impiedosamente.
Já quase sem força, com a buceta ardendo, ela pedia que a tora não parasse e a fodesse sem pena. Num grito estridente e com o corpo tremendo, entre os espasmos e quase enlouquecendo, teve um orgasmo intenso e potente. 
O amante saiu da sua buceta e manipulando o imenso pau, numa rápida punheta, gozou sobre ela, banhando de porra o ventre e os seios.  
Ainda ofegante e com as corpo tremendo, ela mandou que o marido lhe chupasse a buceta. Com o contato da língua na buceta sensível, ela excitou-se outra vez e na boca do corno gozou novamente.
Com o gosto do orgasmo da esposa na boca, saciado pelos olhos, por vê-la fodida e satisfeita, implorou à ela um orgasmo, que quase já se fazia presente. Ela o chamou, deitou-o no piso do quarto e tomou na sua boca, o pau do marido duro e reluzente. Chupou-o e lambeu-o como se estivesse faminta e recebeu na garganta a porra viscosa e quente. Depois rastejou sobre o corpo dele, até alcançar a boca seca e beijou-o ardentemente! 

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Provocando no Trem

por H. Thiesen 

Eram oito horas da manhã, eu estava indo para o Centro de Porto Alegre e o metrô estava completamente lotado, as pessoas se espremiam para embarcar e notei que um garoto, mais ou menos com uns vinte anos, atrás de mim. A cada balanço, a cada curva, eu sentia ele mais próximo. Como sempre eu estava com meu tipo de roupa predileta, sempre muito ousada e mostrando meus contornos, principalmente com a bunda em evidência e ousando muito no decote. Eu sentia ele cada vez mais próximo, a ponto de sentir a sua respiração em minha nuca, Já havia sacado a sua intenção e resolvi deixar como estava para ver o que acontecia.
Comecei a me excitar com a proximidade e cooperava com a situação ficando em posição a qual ele pudesse se acomodar ao longo do meu corpo. O vagão lotado, nos espremia um contra o outro e o encaixe era obrigatório. Através da minha calça legging, eu sentia o volume crescendo em suas calças. Me movimentava devagar e fazia a minha bunda esfregar em aquele volume quente. As vezes me empinava e deixava que ele se encaixasse completamente. Ele me apertava cada vez mais, parecia querer me penetrar através da roupa.
Ousei um pouco mais, delicadamente e disfarçadamente para ninguém notar, levei minha mão de encontro ao seu pênis e comecei a acariciá-lo. Ele suspirava em minha nuca e eu o masturbava por cima da roupa. Minha mão passeava pelo seu pênis e testículos, eu o apertava com muito tesão e oferecia a minha nuca para que ele sorvesse o meu perfume.
Estava muito quente e eu estava muito excitada. Fui me virando devagar e me ajeitei para que ele pudesse perceber tudo por dentro do meu decote. A bolsa em um dos ombros era segurada pela minha outra mão e a posição dela, cruzando o braço por baixo dos seios, possibilitava que eu os levantasse e os exibisse. O cenário era altamente erótico. Minha mão continuava em seu pênis, ele colado em minhas coxas, seus olhos mergulhavam entre meus seios e a nova posição nos deixavam de rostos completamente colados.
Foram 20 minutos mais ou menos neste esfrega, rala e enrola.
Eu sabia que quando desembarcasse, ele tentaria se aproximar, desembarcando na mesma estação, isto é algo normal, um cara não deixaria passar em branco e não é sempre que um homem tem uma oportunidade assim, seja qual fosse a estação. Meu destino era a Estação Terminal e com certeza a esta altura dos acontecimentos, o dele também.
A lotação do trem começou a diminuir, não poderíamos continuar e me afastei um pouco. Ele se ajeitou para a sua excitação não aparecer através das suas calças jeans.
Resolvi desembarcar na penúltima estação, e como eu previa, ele fez o mesmo. Caminhei ao lado do trem parado e ele sempre ao meu lado. A campainha característica de portas fechando soou, e pulei para dentro do trem no último momento, durante o fechamento das portas. Olhei pela vidraça do trem, ele me olhava, joguei-lhe um beijo e com a outra mão, um tchauzinho!

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Eu sou foda!

por H. Thiesen 

Ok! Eu admito sou ninfomaníaca compulsiva, sou voyeurista nata, exibicionista, sadomasoquista curiosa, aliás, curiosa sadomasoquista. Ando por terrenos perigosos de gozos e gemidos.
Prefiro o sutil ao escancarado, o erótico ao pornográfico, mas apesar disso, sou bem safada e atrevida.
Sou uma dama na sociedade e uma puta na cama, mas sou capaz de subir em um salto, me espremer numa calça bem apertada, sair por um decote, caprichar na maquiagem e ser uma puta na sociedade (Bem, pelo menos é o que falam as más línguas, quando me visto assim!).
Já fui menina-moça, um vulcão com rostinho de anjo, putinha no escuro do cinema. Passei pela idade do arreto, do esfrega e saí correndo na hora "H". Tive meus seios chupados e lambidos furtivamente, soquei punheta pro namorado e paguei boquete num canto qualquer. 
Já fantasiei um príncipe encantado, carinhoso, gostoso, sedutor, inteligente, lindo e maravilhoso, atleta sexual, fiel, leal e que me fizesse gozar o último e o maior dos orgasmos (Uauuu, um sonho perfeito de menina!).
Já transei em lugares públicos pacatos e agitados, privados e proibidos, em motéis e swings. Já fui pega me masturbando, já fui pega transando. Já espiei e me espiaram transando.
Sou siririqueira de plantão, adoro por a imaginação aos serviços de Eros e Afrodite e os dedinhos nervosos na minha xoxota. 
Masturbasticamente falando, já me imaginei estar com o mais lindo dos homens, aquele que é difícil de existir e mais difícil de encontrar, até já tive o orgasmo definitivo e igual não haverá outro!
Eu sou muito tarada, não posso ver homem gostoso, sem muitos músculos, inteligente, sedutor, charmoso, cheiroso, desde que não fique na frente do espelho se comendo, eu traço e dou pra ele a noite toda. Eu beijo, chupo, mordo, arranho, aperto e como (Se for pauzudo então... nossa!).
Tá, eu falo, só estava deixando pra depois. Mas, vá lá, eu conto agora: Eu tenho uma queda por mulheres lésbicas bem femininas e garotas bi. Ok, não é só por elas é por morenas, loiras, negras, japonesas, européias, latinas, jovens, maduras, inexperiente, rodadas, encabuladas e safadas, mas detesto as ciumentas (Pegar no meu pé, comigo não João!). Adoro uma xoxotinha lambuzada, um peitinho durinho na minha boca ou um peitão na minha cara. Fico molhada com outros seios roçando nos meus, subo as paredes com um batom no meio das minhas pernas e gozo como louca depois de um velcro bem grudado.Dizem que amor de pica é o que fica e eu completo, amor de xana não engana!
Depois desta auto-análise e dessa confissão totalmente erótica e fodástica, só posso concluir uma coisa:
- Eu sou foda!

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