Aline: No Clima da Serra

por: H. Thiesen

Eu tinha, mais ou menos, 19 anos e cursava na época Relações Públicas em uma Universidade próxima à Porto Alegre e foi em uma viagem de metrô que eu conheci Aline, a partir daquele dia, nos tornamos amigas inseparáveis, saíamos juntas, íamos e voltávamos juntas da faculdade, dormíamos uma na casa da outra e nas festa, o par de vaso comparecia sempre grudado.  
Minha primeira experiencia com uma mulher, foi aos 16 anos, com Clarice, uma menina, então com 17 anos, irmã da esposa do meu tio (contarei em outra oportunidade). Hoje vou contar um episódio gostoso e inesquecível.
Eu havia terminado a pouco um relacionamento e estava querendo me divertir. Foi então que, aproveitando o feriado prolongado, eu e Aline, resolvemos passear na Serra Gaúcha (Gramado e Canela) Chegamos lá, tarde da noite, fomos diretamente para uma pousada, na qual havíamos reservado uma cabana. Cansadas, tomamos um banho quente e fomos para a cama, dormimos como duas pombinhas. Eu acordei primeiro na manhã seguinte, tomei um outro banho e coloquei uma calça jeans, uma blusinha batinha preta. algo muito básico. Peguei o interfone e pedi o nosso café da manhã para a recepcionista da pousada. Enquanto isso, vi que Aline havia acordado e como eu estava tomando um banho. Notei que o chuveiro havia sido fechado e logo depois ela saiu, me deparei com aquele corpo lindo, moreno e bronzeado, cabelos pretos e longos, seios um pouco avantajados, coxas roliças e um bumbum de causar inveja a muitas mulheres e um jeito delicioso de caminha. É claro, eu já havia a visto nua, mas como naquela manhã, tudo e nela parecia mais encantador.
Enquanto esperávamos pelo café, eu fiquei admirando a beleza de Aline, o jeito como ela se arrumava na frente do espelho, a forma como passava os intermináveis cremes e perfumes pelo corpo. Não preciso dizer para vocês que isso me excitou muito, senti vontade de agarrá-la naquela hora mesmo, beijar-la por toda as extensões do seu corpo e mergulhar sobre ela definitivamente, porém me controlei, o feriadão apenas havia começado, oustros três dias ainda estavam por vir. Nosso café chegou, fizemos o desjejum saímos a passear pela cidade.
Foi um dia maravilhoso, duas bonitas mulheres juntas, por onde passavam, despertavam os olhares, apesar da nossa discreção. Visitamos alguns pontos turísticos, Cascata do Caracol, Véu de Noiva, Vale do Quilombo, Lago Negro, Parque Knor e não poderia faltar o Mini Mundo. Quem ainda não conhece, não sabe o que está perdendo. O clima, a gastronômia e o jeito germânico das duas cidade e suas vizinhas, são encantadores.
Voltamos para a pousada a tardinha, depois de degustar um delicioso café colonial. Confesso, eu passei aquele dia sonhando com o corpo de Aline e tão logo entramos na cabana e fechamos a porta, me atirei sobre ela, a beijando com volúpia.
Nos beijamos demoradamente e o calor aumentou entre nós duas. Enquanto nos beijávamos, nossas roupas eram atiradas à revelia pela cabana, em instantes estávamos nuas e nossos corpos a nossa inteira disposição. Ainda braçadas e envoltas aos beijos, fomos ao banheiro e tomamos um banho relaxante. A água caía sobre nós e a espuma do sabonete deixava nossos carinhos muito mais excitante. Nos banhamos uma à outra. O toque das mãos ensaboadas de Aline, sobre a minha pele era maravilhoso, assim como era, sentir seu corpo ensaboado sob as minhas mãos.
Saímos debaixo do chuveiro e chegou as vez das toalhas, da mesma forma nos secamos, uma a outra e, entre uma passada de toalha, os beijos não falataram,
Sair do banheiro para a cama, foi algo natural, nós duas estavamos excitadíssimas. Mal deitamos na cama e ela já me, outra vez, beijava intensamente. Sentia a lingua macia dela explorando minha boca com voracidade, Acariciava meu rosto. com um misto de carinho e desejo. Raras vezes, eu havia sido beijada com tamnha volúpia, eu estava submissa aquela linda estudante de medicina.
Durante o beijos, as mãos vagueavam pelos nossos seios, nossas costas, ventre e vaginas. Não é necessário dizer que a nossa excitação foi às alturas. Nossos corpos grudados provavam dos nosso calor, nossas pernas entrelaçava, davam oportunidades para uma senteir na sua coxa a umidade da outra.
Deixei a boca de Aline e desci para seu pescoço, depois aos seus seios maravilhosos e suguei os mamilos duros um a um, sempre provando com a minha lingua, o sabor daquela pele deliciosa e macia. Desci mais ainda, passando pelo seu umbigo e sem demora cheguei ao meio das suas pernas. Saboreei o suco feminino que brotava dela e lhe dei um verdadeiro banho de lingua naquela flor rosada, dando atenção especial ao seu clitóris entumescido. Aline virou-se na cama, abrindo as minhas pernas, me deu o mesmo prazer que eu lhe dava. Aquela boca e aquela lingua eram deliciosas demais, sentir o calor daqueles lábios no meio de mim foi fantástico. Naquele dia, tudo era diferente e todas as carícias pareciam ter um efeito, bem maior do que nas nossas outras vezes.
Eu não me aguentava mais e acredito que Aline também não. Voltei à boca de Aline, roubei-lhe mais um beijo e deitei-me sobre ela, para sentir o seu corpo, o meis próximo possível do meu. Nossas bocas, nossos seios, nossos ventres e nossos púbis ficaram colados, enquanto nossas pernas se entrelaçavame se acariciavam. Ergui o meu corpo, coloquei-me entre as pernas de Aline, segurei-lhe as mãos e começamos a nos movimentar, nossas vaginas estavam grudadas, os movimentos tomavam ritmo cada vez mais acelerados e sentíamos uma o tesão da outra, no meio das nossas pernas, as umidades e os calores se misturavam, não demorou para que nós duas gozássemos divinamente.
Ficamos deitadas nessa posição por alguns minuto, depois nos olhamos e rimos muito, do tesão pelo qual a pouco havíamos passado!
Durante o restante do feriado, tivemos muitos outros momento, digamos gloriosos e voltamos à Porto Alegre no domingo a tarde.

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Calcinha de Seda

por H. Thiesen

Sob o tecido delicado
da minha calcinha de seda,
guardo em lugar secreto,
a minha doce relíquia
alvo dos teus desejos.
Sob o tecido fino
da minha calcinha de seda
guardo uma flor delicada
que exala cheiro de fêmea
e ansiosa espera por ti
Sob o tecido úmido
da minha calcinha de seda
guardo como um segredo
uma colmeia de mel
para te saciar a sede
e matar a tua fome
Sob o tecido delgado
da minha calcinha de seda
guardo teu maior desejo
a minha vagina molhada
com néctar açucarado
vertido do meu tesão!



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Tentação



por H. Thiesen

Eu sou ...
A lascívia ardente
dos momentos de amor
A malícia sedutora
entre laços de prazer
A luxúria desenfreada
da volúpia desmedida
Eu sou...
Uma fêmea apaixonada
Sedutora e provocante
de alma inquieta
e corpo tentador!


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Aline: Sonho Erótico de Verão


por: Lena Lopez

Despertei no meio da noite, estava excitada e molhada, havia sonhado com Aline, a garota do banheiro do metro. Sonhei com seus seios juntos aos meus, com a sua boca carnuda passeando pelo meu corpo, com suas mãos me apertando as nádegas, as coxas e com o peso do seu corpo sobre o meu. Meus olhos teimavam e não queriam abrir, o quarto estava escuro, o display do relógio marcava 02:28, meu corpo queimava de tesão, eu estava suada, a noite estava quente e abafada, como todas as noites de verão no sul do Brasil. Estendi o braço, procurei por Aline (a garota do Banheiro do Metrô), minhas mãos não a acharam.
Acordei, olhei para o lado, na outra cama, minha irmãzinha dormia tranquila, tal e qual um anjo adormecido, ressonando serena na penumbra da noite, ouvi minha mãe pigarrear no outro quarto, finalmente caí em mim e vi que estava em casa, não havia ninguém ao meu lado na cama estreita.A excitação noturna me surpreendeu, meu corpo queimava e suava, sedenta e cheia de desejos, o meu de minhas pernas estava molhado. Meus mamilos duros pareciam que queriam furar os lençóis, descobri que estava nua, me despi durante a noite, pensei.
O sonho com Aline não me saia da cabeça, não queria ter acordado, queria ter consumado aquela ilusão linda e deliciosa. Eu ainda sentia a sua presença, foi só um sonho, mas naquela hora me parecia muito real.
Deite-me de lado, abracei o travesseiro, apertei ao meu corpo, queria dormir novamente para voltar a sonhar, não consegui. Me virei de um lado para o outro, deitei de bruços, deitei de costas, o sono não vinha. A imagem de Aline não se afastava de mim, eu via os seus seios volumosos desnudos, a seus lábios rosados, sentia o seu gosto na minha boca, o cheiro do seu sexo.
Eu me virava na cama e as lembranças do sonho excitavam-me mais ainda, não havia outro jeito, meu corpo sedento precisava de sexo, eu precisava gozar.
Apertei minhas pernas, segurei com força meu púbis, me retraí na cama. Minhas mãos subiram pela minha barriga, minhas unhas me deixaram marcada, deixaram rastros vermelhos em meu corpo. Segurei meus seios, várias vezes apertei-os, um contra o outro, busquei meus mamilos, segurei-os entre os dedos, espremi, puxei, estiquei. Arqueei minha cabeça, segurando um dos seios, aproximei-o de minha boca, com esforço consegui lamber os mamilos. Levei meus dedos a boca, trouxe saliva, molhei cada um daqueles pontos durinhos de meus seios. A saliva fria retesou-os mais, com os dedos os acariciei, deixando-os sensíveis, proeminentes nos lençóis.
A tesão aumentou, me encolhi sobre na cama, abracei os meus seios, apertando os braços contra o meu corpo. Desci uma das minhas mãos, deslizei de encontro as minhas pernas, entrei por entre elas e alcancei o meu clitóris, acariciei, dedilhei. Aprofundei minha mão entre as minhas pernas, com a mão, encontrei minha flor molhada, acariciei, deslizei com a palma da mão, movimentos para frente e para trás. Com as coxas apertei minha mão, senti o calor e a umidade, a lubrificação, que a esta altura, facilitava os movimentos. Forcei a entrada, abri a flor, separando as pétalas, vermelhas pela fricção, o meu dedo médio a invadiu e depois acompanho-lhe o indicador. Um pênis, eu queria algo quente e duro dentro de mim, ou uma língua molhada explorando o meu sexo, ao mesmo tempo não parava de pensar em Aline e não me esquecia do sonho. Os movimento se aceleraram, a palma da minha mão pressionava o meu clitóris os dedo entravam e saiam. Molhei, melei, escorri, me lambuzei toda.
Saí da posição de lado, deitei de costas, abri as pernas, os movimentos da minha mão se aceleraram mais ainda, desci a outra, troquei a mão, trouxe a esquerda à minha boca e me deliciei com meu gosto, com o mel que lambuzava os meus dedos. Repeti novamente, degustei de novo. Levei a mão novamente por entre as minhas pernas, enquanto uma se ocupava do clitóris, a outra ocupava seus dedos entrando e saindo de mim. Eu estava possuída de tesão, louca para gozar e sentir o orgasmo em todo mo meu corpo. Meus quadris mexiam, minha cintura não parava. Eu me contorcia solitária na cama. Deti-me no clitóris, a minha mão cada vez mais veloz, e o ele chegou, intenso, delicioso, imenso! Senti vontade de gritar, mas não podia. Levei uma das mãos à boca e a mordi, para abafar os gemidos. Meu coração disparou, minha respiração ficou ofegante, minha vagina e meu ânus contraíam-se compassados, o calor tomou conta do meu corpo, o suor escorria em minha testa, entre os meus seios, entre as minhas nádegas. Gozei longamente!
Cansada e suada, adormeci.
Senti um toque em meu rosto, abri os olhos. Já havia clareado um pouco.
- Leninha, o lençol caiu, tu estavas com frio e encolhida na cama.
- Oh! Meu anjo, obrigada! Deita aqui do meu ladinho! Te amo!
Era minha irmãzinha, minha pequena florzinha.
Como sempre as noites de verão no Rio Grande são quentes e abafadas, mas as manhãs são ligeiramente frias e nós duas dormimos mais um pouco agarradinhas uma na outra.

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Me pega e me come!

por H. Thiesen

Não espere
Pelo meu desejo
Que a minha libido
Está sempre acesa
Me pegue de jeito
E não me de chances
Para fugir
Me agarre
Me aperte
Me beije
Me sugue
Me lambe
Depois me come
E consome...
Todo o meu tesão!

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