A Evangélica: Fêmea Afinal

por Lena Lopez 

Eu senti o seu membro inteiro dentro de mim e meu corpo estremeceu por completo. Jamais eu tinha sentido aquela sensação de ser penetrada e imensamente desejada. Mas, para minha surpresa, ele retirou o pênis e se levantou, afastou-se um pouco e começou a tirar os sapatos e depois despiu todas as suas roupas. Achei estranho e ao mesmo tempo excitante, o membro entumescido balançava, a minha frente, a cada movimento dele. Foi a primeira vez que vi um homem totalmente nu e pude admirar com meus olhos curiosos. Ele estava ali, na minha sala, livre de qualquer pedaço de pano e correndo o risco de ser descoberto. Lembrei-me do meu marido, que havia permanecido um pouco mais na Igreja e a qualquer hora poderia chegar e nos surpreender. Eu queria pedir para ele se vestir, mas aquela visão era excitante demais. Aquele macho estava prestes a me possuir. Enquanto ele descalçava as meias, eu me masturbava, louca de desejo.
Completamente nu e com o membro ereto, ele me olhou, sorriu e veio pra cima. Deu-me outro banho de língua, lambendo meu corpo de cima à baixo e esfregou seu pênis duro em várias partes do meu corpo, de repente abriu as minhas pernas, ajoelhou-se entre elas e encostou a glande vermelha na entrada da minha vagina. Vibrei todo o meu corpo e pensei: É agora!
Mas ele começou a bater o enorme pênis na minha vulva, o que me deu uma vontade ainda maior de ser possuía. Depois da surra, ele passou a esfregar a glande no meu clitóris, cada vez mais rápido, forte e voraz. Não me contive e comecei a gemer alto e quase chorar de prazer, ele segurou o membro com uma das mãos e com a outra abriu a minha vagina, colocou na entrada e me invadiu, enterrando-se dentro de mim em uma única vez, até pressionar seu púbis contra o meu clitóris. Quase não acreditei que aquele membro enorme estava todo dentro de mim e não me causava nenhuma dor. Devagar, ele retirou o membro e quando notou meu suspiro de prazer, introduziu tudo novamente. Senti uma dor terrível, pensei que fosse desfalecer, mas minha vagina pegou fogo e comprimiu-se, porém o tesão era mil vezes maior e me fez aguentar. O enorme pênis rasgou a minha vagina quente, que o abrigou com satisfação. Lentamente, ele começou a arremeter, com um pouco de dificuldade no início, mas depois, facilitado pela minha lubrificação, aumentou a rapidez com movimentos ritmados, entrando e saindo, metendo pra valer.
Gemíamos, debatíamos e nos beijávamos como loucos. Eu queria engolir aquele homem e ele queria me devorar. Ele urrava, apertava meus seios e os sugava com enorme volúpia. Eu rebolava e mexia os quadris como uma fêmea ensandecida. O pênis avantajado entrava e saía da minha vagina cada vez mais rápido e eu louca, queria mais.Eu sentia a base do seu sexo batendo sobre o meu e os seus pelos roçando no meu clitóris. O pênis ia tão fundo, que eu percebia-o no colo do meu útero.
Já perdera a conta dos orgasmos e gozava cada vez mais intensamente.
Inesperadamente, ele retirou o pênis de dentro de mim e com maestria, colocou-me de quatro no sofá e novamente me invadiu. Suados e cada vez mais frenéticos, vibrávamos de prazer e delírio por estarmos juntos. Enquanto me possuía, ele abraçou meu corpo e seus dedos acharam meu clitóris, ele apertava, esfregava, puxava e o bolinava com frenesi. Ofegante, ele deu sinais de que iria gozar.
Retirou novamente o pênis e virou-me de frente, tudo muito rápido e me possuiu de novo. entrando até o fundo da minha vagina. Mas dessa vez, feito um animal, olhando-me nos olhos, querendo que eu o encarasse, mostrando que era meu macho, meu dono, meu homem. Eu mesma estimulava o meu clitóris e estava tendo gozos alucinantes. 
Novamente retirou o pênis e sentou-me no sofá, segurando-me pelos cabelos, fez-me abocanhar seu membro e pôs-se a copular com a minha boca. Logo ele gozou, seus jatos quentes e fartos, inundaram a minha boca. Não tirei os olhos dele, o admirei enquanto tinha espasmos, se estremecia de gozo e transbordava sêmen na minha boca. 
Depois do orgasmo, ele me puxou para si e me beijou longamente e me confessou que sonhou comigo, muitas vezes, desde o primeiro dia que me viu.
Eu jamais imaginaria, que isso poderia me acontecer, que tudo o que eu sonhei e fantasiei sozinha, se realizaria com um homem da Igreja. Eu sempre quis ser desejada e satisfazer as minhas necessidades, mas havia desistido, diante das tolices doutrinárias do meu marido.
Bem, agora estou diante de uma dúvida. Fazer algo assim é realmente pecado? Se é natural ter prazer, por que não o sentir e se realizar como mulher? Se é preciso assim, agir as escondidas para me sentir mulher, não irei me sentir culpada por satisfazer meus desejos de fêmea.
A vida inteira tentei e nunca consegui, mas agora eu sei, como é ser uma fêmea desejada e satisfeita, não vou mais abdicar de mim... Azar do meu marido! 

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2 comentários :

  1. Uuaaauuuuuuuuuuuu.. azar do maridinho dela.. que não soube nem quis comer direito....
    Excelente conto.... esse último capítulo foi sensacional......pena que ele não chupou a bucetinha dela... Fiquei de pau duro!!!

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  2. Sensacional o relato, fiquei bastante excitado.
    Bom saber que existem evangélicas de mente aberta que buscam o prazer, buscam ser mulheres de verdade, completas, afinal o mundo mudou nos últimos 2500 anos.Não é uma doutrina religiosa que vai estabelecer o nível de prazer que se pode ter, e isso vale para os homens também.

    Fui casado com uma evangélica e sofria o oposto....sou muito ativo sexualmente, fazia menos do que gostaria, pois com ela era "sexo p/ reprodução" e olhe lá. Carícias e atitudes mais ousadas, esqueça. Posições diferentes não são coisa de Deus. Chupar o pau impensável. Gozar na boca...depravação das depravações, e por aí vai.

    Já participei de alguns eventos de casais na igreja evangélica, e enquanto eles se escandalizam com um filme pornô, eu me escandalizei com outros fatos. Homens casados há 8, 10 anos que nunca chuparam a esposa. Outro repreendeu e esposa na noite de nupcias por que ela depilava a buceta, não permitiu mais que ela fizesse isso...e eram casados há 5 anos, imagine a situação...
    Tem crente que parece querer viver na antiguidade mesmo, infelizmente.

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