A Evangélica: Prazer e Orgasmo

por Lena Lopez 

Casada a tanto tempo com um homem evangélico, o divórcio era algo que não me passava pela cabeça, eu tinha medo da reação da minha família e não via uma solução para a minha vida, caso resolvesse me separar. Eu não tinha mais esperanças para ser amada do jeito que sempre sonhara, meu marido continuava a fazer sexo de um jeito animalesco e sem me dar oportunidade para aflorar os meus desejos. Para ele, o prazer da mulher era proibido e devia ser evitado.
Eu não imaginava que aquele rapaz bonito,que recém chegara à igreja, se tornaria o homem que me faria sentir-me uma mulher e transformaria para sempre a minha vida.
Foi num encontro de um grupo de obreiros, que eu fui apresentada à ele. Já havíamos nos cumprimentado algumas vezes, mas sem proximidade. Naquele momento, eu senti o aperto de sua mão firme, grande, forte.
Segundo o pai dele, que orgulhava-se do filho, ele era estudioso e muito inteligente, era vigoroso, evangélico temente e noivo de uma menina, também evangélica, que morava numa cidade próxima.
Naquele encontro, creio que ele percebeu que eu havia ficado encantada e seduzida por ele. Realmente, imaginei como seria, aquele corpo por baixo da roupa formal. Dava para perceber que ele era muito forte, tinha os braços e as pernas bem desenhados.
Fantasiei e imaginei muitas loucuras e aquilo foi me tirando do sério. Imaginei-me nua, deitada na cama ao lado daquele homem. As conversas, os movimentos, o jeito de caminhar daquele rapaz, enchiam meus olhos e invadiam os meus pensamentos. Quando ele sentou-se à minha frente, notei que suas pernas eram grossas e fortes e o volume do seu membro na calça jeans.
Mesmo vestindo um sutiã decente, acredito que o leve tecido da minha blusa, não foi capaz de esconder os bico endurecidos dos meus seios. Eu já estava úmida, minha vagina escorrendo, e eu cada vez mais louca e excitada, desejando um membro duro entre as pernas, o que era uma pena, pois eu iria mesmo era acabar numa masturbação quando voltasse casa.
Senti-me tonta e com falta de ar. Aqueles pensamentos fizeram-me passar mal e me afastei, saindo da sala onde acontecia o encontro.
Quase desmaiei, quando notei que ele se aproximou, com um olhar penetrante e a postura de um protetor, segurando-me pelo braço e perguntando-me se estava tudo bem.
Respondi que tive uma pequena indisposição e que saí para respirar um pouco. Ele disse que era o calor do verão e que eu deveria beber um pouco de água. Respondi-lhe que faria isso e que voltaria para casa. Pedi-lhe licença e fui à procura do meu marido.
Como sempre, meu marido se envolvia com a organização dos eventos da Igreja e precisava demorar-se mais para acertar detalhes. Ele não viu problemas, disse-me para me cuidar e chamei um táxi. Despedi-me de todos e evitei olhar para aquele rapaz, que me fazia suar e ter muitos desejos.
No caminho, recostei-me no banco de trás do táxi e nos meus pensamentos, o homem sem rosto que eu imaginava quando meu marido me possuía, ganhou uma aparência. Pensei naquela boca carnuda me beijando, nas mãos fortes me tocando e passeando por todo meu corpo, no corpo viril colado ao meu e aquele volume, o qual notei por baixo da calça, me invadindo e fazendo-me delirar.
Desembarquei do táxi e atravessei o jardim. Nervosa, extremamente excitada e querendo entrar logo dentro de casa, procurava, quase sem sucesso, as chaves na bolsa. Já me imaginava nua, debaixo do chuveiro me masturbando, esfregando a minha vulva, tocando meu clitóris, apertando meus seios, até gozar.
Assustei-me e fui tomada por uma grande emoção, quando aquela voz rouca, perguntou-me se eu precisava de ajuda. Não acreditei, não podia ser, com certeza era minha imaginação pregando-me uma peça. Eu estava sonhando, era delírio, por que deveria ele, estar logo atrás de mim, na soleira da porta?  Mas logo caí na realidade e era ele mesmo, o rapaz pelo qual me senti envolvida na igreja e que me fez sair de lá às pressas, tal era o estado lúbrico que eu havia ficado.
Ele me disse que ficou preocupado comigo e não hesitou, pegou seu carro e seguiu o táxi.
Emudeci, não entendi a razão exata daquela atitude. Ele continuou se justificando e se aproximando aos poucos, falando que percebeu a minha ansiedade e os meus tremores e que aquilo parecia que estava me fazendo muito mal.
Ele era realmente interessante. Rosto bonito, traços másculos, boca grande e lábios carnudos, ombros largos, peito definido e os olhos profundos e mostravam o quanto eram famintos. Tudo o que eu sonhara, nas minhas loucas fantasias, enquanto meu marido fazia sexo e me possuía como um objeto. Mas, naquele momento, o terror tomou-me completamente. Estupefata, comecei a procurar, ainda mais ansiosa, pelas chaves e deixei a bolsa cair. Ele juntou a bolsa, abriu-a e achou as chaves, com a maior facilidade. Agradeci com um gesto, virei-me e num instante a porta estava aberta.
Entrei em casa e ele entrou logo depois de mim. Elogiou-me pela minha sala arrumada, bonita e bem-decorada. Disse-me que eu era caprichosa e que tinha um bom gosto. Disse-lhe que não era difícil, uma vez que beleza atrai beleza, e sendo eu uma mulher sensível, o que dependesse da minha escolha também o seria.
Aquela aparição me deixara nervosa e afoita, eu não me contive e perguntei-lhe realmente qual era a sua intenção de me seguir e o que ele queria. Não fiquei surpresa, já me acostumara com a frieza do meu marido, que somente me procurava para aliviar o seu tesão, mas ao mesmo tempo fiquei boquiaberta, quando ouvi a resposta: - Você!
Sem me dar chance alguma para escapar, ele me agarrou envolvendo a minha cintura com seus braços, juntou-me ao seu corpo e me beijou vorazmente na boca. Seu perfume e seu jeito me dominaram completamente. Enquanto me beijava, suas mãos deslisavam pelas minhas costas, enquanto sua língua invadia minha boca. Sinceramente, eu deveria, mas não quis não resistir, não conseguia pensar em mais nada, a não ser que queria viver aquele momento. Enlacei o seu pescoço e entreguei-me, correspondendo ao beijo de maneira intensa.
Suas desceram pela minha espinha e chegaram às nádegas, segurando-as com firmeza e elevando-me um pouco. Meu corpo incendiou e gemi descontroladamente. De manira insistente e sem pausa, suas mãos subiram pelo meu corpo e encontraram meus seios. Seu corpo cada vez mais colado ao meu, deixava-me sentir o volume nas suas calças, pressionando o meu ventre. Delirei, quando ele apertou-me ainda mais, continuando a me beijar e colocando a sua perna entre as minhas, pressionando meu clitóris. Sua língua hábil e gulosa invadia a minha boca, enquanto suas mãos apalpavam meu corpo de cima abaixo, chegando a abrir minhas nádegas e tocar a minha vagina.
Senti-me a mais feliz das mulheres por estar com aquele exemplar deslumbrante do sexo masculino e acariciava seu corpo sentindo nas mãos, aqueles músculos rígidos, me comprimiam ao seu corpo e ao seu peito, me deixando sem fôlego.
Sem parar de me beijar e sugar a minha língua, ele levantou minha saia, sem nem mesmo importar-se se eu protestaria ou não. Meu clitóris latejava, minha vagina estava molhada e quente e eu, pronta para ser tomada por aquele homem.
Ele me pegou no colo, carregou-me e me colocou deitada no sofá da sala, ajoelhou-se no chão e continuou a me acariciar, a me explorar sem cerimônias e a me beijar.
Quando notei, num momento de lucidez, meu blusa já estava aberta e minha saia, toda na altura a cintura. Permiti que ele me tocasse como bem quisesse. De uma só vez, ele levantou meu sutiã, deixando os meus seios e meus mamilos bicudos à mostra, passou as mãos ásperas neles e os apertou tenazmente, fazendo-me estremecer, depois abaixou-se e agasalhou um mamilo na sua boca quente.
Eu tive uma sensação de delírio. Ele sugava ora um peito, ora o outro, as vezes passando a língua firme e vibrante nos mamilos, que ficavam cada vez mais entumecidos. 
Sem ausentar-se dos meus seios, ele baixou a minha calcinha até retirá-la pelos pés, depois com destreza, levantou-me e arrancou a minha saia, fez o mesmo com a blusa e em seguida o sutiã. Eu estava nua à sua frente e louca para recebê-lo em meu corpo. Eu sabia que ele adorava o que via. Seios firmes e pontudos, uma pele morena e bem cuidada, uma vulva rosada e molhada e um clitóris saliente.
Sempre me beijando, ele acariciou longamente a minha vulva molhada com uma das mãos. Depois agachou-se e ficou entre as minhas pernas abertas, observando e bolinando-me o clitóris com um dedo. Levantou os olhos e sorriu de uma forma tão deliciosa, que não pude deixar de corresponder àquele sorriso safado. Esticou a língua e fremiu-a no meu clitóris, da maneira que eu sempre sonhei. Ele me lambia e beijava minha vulva com tanta volúpia que meu corpo estremeceu. Senti-me devorada e totalmente entregue àquelas carícias. Quando ele introduziu a língua na minha vagina, agarrei-o pelos cabelos e o apertei contra o meu sexo. Ele chupava com vontade e muita força, parecia querer literalmente sorver a minha vagina inteira.
De repente, ele levantou e abriu o zíper da calça e exibiu um membro enorme e duro. Eu olhei aquilo com certa surpresa, pois era bem maior que o do meu marido. Tinha uma cabeça vermelha e quente, o tronco era meio torto e grosso, emoldurado por um tufo de pelos negros. Não tive tempo para pensar e ele direcionou e enfiou o membro ereto na minha boca. Esqueci completamente de todos os pudores, pois o que eu queria, era pegar aquele monumento duro com as mãos e agasalha-lho na minha boca. A glande enorme que mal cabia na minha boca pequena e eu também, mal conseguia fazer um vai-vem sem perder o folego. Ele segurou a minha cabeça e fez movimentos movimentou os quadris,  como se estivesse copulando com a minha boca. Ele gemia e respirava fundo demonstrando a sua satisfação.
Eu adorei lamber e chupar aquele membro grande e grosso, extremamente duro e fazia de tudo para me deliciar. Passava a língua no tronco, chupava os testículos, lambia de novo e tentava engoli-lo inteiro, ao mesmo tempo, masturbava-o, para deixá-lo com mais tesão. Mas ele interrompeu minha diversão e voltou a explorar minha vagina e principalmente o meu clitóris grande e duro, devido à excitação extrema. O tesão era tanto e cheguei a pensar que ele estava diante de uma puta enlouquecida. Nem eu mesma estava me conhecendo, eu não sabia do que era capaz, mas me espelhei nos vídeos que assisti na internet, nas horas que eu estava sozinha em casa.
Ele deitou-me e voltou a lamber o meu corpo, em todas os cantos e partes, um verdadeiro banho de língua.Todo meu corpo foi explorado por aquela boca, senti os mamilos serem sugador, meu umbigo foi beijado e circulado, minhas coxas lambidas e mordidas, meus pés foram beijados e os dedinhos sugados e minha vulva, novamente recebeu as melhores carícias, deixando-me completamente enebriada de prazer e excitação. Enquanto sua boca ocupava-se do meu corpo, a sua mão masturbava o seu membro. A visão daquela masturbação ritmada e a sua língua investindo poderosas lambidas na minha vagina, me excitaram tanto, que explodi de prazer e gozei como louca.
Depois do meu orgasmo, ele sorveu todos os líquidos do meu gozo, então deitou-se sobre meu corpo, abriu minhas pernas, colocou-as sobre seus ombros, tomou o membro na mão e encostou a glande na entrada de minha vagina latejante. Olhou-me com a cara mais safada do mundo e sorriu com malícia, mostrando-me a sua intenção. Senti muito medo, não sabia se aguentaria aquele tamanho, mas a vontade era maior do que qualquer receio e não reagi à investida.
Louca de tesão, abri sua camisa para ver o peito saliente, forte e peludo. Acariciei-o e sentindo a invasão, cravei-lhe as unhas.
Então tive a noção que o queria por inteiro. Nu, duro e safado, somente para mim.
Finalmente eu havia descoberto como é sentir prazer e me entreguei sem culpa nenhuma!

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