A Vampira

por H. Thiesen

O véu negro da noite é o crepúsculo da minha existência atemporal. Os ventos impiedosos de crueza e luxúria sopram através do meu ser. Sempre fui fria e me senti sozinha, como uma vagueante noturna, desmoronando por dentro, nas noites frias e desertas da Escandinávia, sou eterna e imortal.
Era uma noite gelada, aliás, para nós a noite é sempre gelada, e eu já havia me alimentado. Logo depois do sol se por, quando o manto negro da noite cobriu a cidade, saí da minha toca, sobrevoei os subúrbios e escolhi entre a marginalidade de algum lugar fétido, a minha vítima diária. Suguei todo o sangue e com minhas mãos arranquei-lhe a cabeça para que não se transforma-se em meu semelhante. Vampiro não pode ser marginal, já somos sanguinários ao extremo. Gosto de me alimentar com essa...

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Um comentário :

  1. Filhot@@@@@@


    Ficou maravilhoso,

    Amei cada detalhe. Uma escritora incrivel com visual arrasador,

    Feliz 2015!

    Bjos

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