Agonia, Dor e Prazer

por Lena Lopez 

Ela não sabia quanto tempo estava ali, quanto tempo dormira, talvez umas três ou quatro horas. Tentou abrir os olhos, mas foi em vão, um capuz negro cobria-lhe a cabeça. Tentou gritar, mas estava amordaçada, tão fortemente que ardia-lhe os cantos da boca. Tentou levantar-se, mas as cordas a prendiam na cabeceira e estava atada de pernas abertas aos pés da cama.Sentiu-se humilhada, seu corpo doía e a pele ardia, respirou fundo e buscando dentro de si as forças que restavam, tentou soltar-me, mas assustou-se ao sentir uma mão forte sobre o seio e depois deslizar pelo seu ventre, indo na direção da sua boceta. Temeu mais ainda, quando a mão áspera apertou-lhe o sexo e ouviu uma voz grave e conhecida:
- Acordou cadelinha?
Tentou gritar novamente, mas apenas escapou-lhe alguns grunhidos.
- Acordou cadela? É quase meia-noite! Essa noite inteira você será minha!
Na tarde anterior recebera a visita de um amigo de infância. Lembrava pouco do que havia acontecido, apenas que conversavam e ela havia ido à cozinha. Forçou mais um pouco a memória e descobriu no fundo dela o cheiro de éter em um pano branco, à penetrar nas suas narinas.
O capuz que cobria-lhe a cabeça foi retirado, custou um pouco a acostumar-se com a luz no quarto. Notou que estava nua e sentiu vergonha. Ainda com os olhos embaralhados, viu o rosto se aproximar e a mão acariciou a parte interior da sua coxa, mas logo depois desferiu-lhe um tapa no mesmo local. Sentiu uma dor lancinante, nunca alguém havia lhe tratado daquela maneira.
- Você é minha, comporte-se bem e vai sentir um prazer como nunca experimentou. Apenas obedeça-me... Entendeu?
- Hum,, rummm! - grunhiu ela
- Imaginei que entenderia!
Ele pegou uma sarrafo estreito de madeira e castigou-lhe as coxas. Ela tentou protestar, mas a mordaça impediu-a e conseguiu no máximo alguns sons incompreensíveis. Ele continuou a castigá-la, hora numa perna e hora noutra. Algum tempo depois, largou aquele pequeno sarrafo e pegou um látego de couro e com as tiras castigou-lhe a boceta, fazendo-a experimentar uma mistura de dor e de prazer, por contínuos dez minutos, então cessou por um momento, apanhou dois prendedores de papéis e prendeu em seus mamilos. Ela se contorceu, mas nã se conteve e da sua boca brotaram os primeiros gemidos de prazer e dor, Ele retomou o látego e recomeçou o castigo na sua boceta, que já se encontrava um pouco inchada e vermelha. Outros quinze minutos sob intenso castigo e então ele parou, guardou o látego e pôs-se a acariciar-lhe o grelo castigado, fazendo-a respirar fundo e morder a mordaça. Notando-a excitada e a sua boceta encharcada, ele aumentou o ritmo e a intensidade. Alguns minutos passaram e ela experimentou um gozo intenso. Ele insistiu, continuou acariciando o clítoris e ela gozou de novo, de um jeito devastador. Não fosse a mordaça, ela tinha gritado, mas da sua boca saíram grunhidos fortes de prazer. Não satisfeito e querendo mais, passou a invadir com os dedos a sua boceta, até arrancar-lhe outro orgasmo.
- Puta... Sua puta... Gozou? Quero ver agora?
Pegou um plug anal, passou lubrificantes e de uma só vez enfiou no rabo dela. Ela gemeu, mas foi um gemido de dor. Ele apagou a luz e saiu do quarto.
Duas horas depois, ele retornou, acendeu a luz e não disse nada, livrou o ânus lacerado do plug intruso e enfiou um dedo até o fundo, girando a mão de um lado para outro, como se estivesse procurando algo lá dentro.
- Lindo... Quente e alargado!
Ela olhava-o com os olhos assustados, não conseguia fazer nada, não poderia evitar, apenas grunhia, gemia e se contorcia. Era o seu jeito de protestar, pois sabia que não conseguiria se soltar. Todas as tentativas para se livrar, quando ele esteve ausente, foram em vão. Resignava-se por não poder escapar.
Ele aproximou-se e lambeu a sua face, passando a língua molhada do queixo até o olho. Acariciou seus seios e correndo a mão por um dos braços, desfez o nó que a amarrava à cama:
- Termine de desamarrar-se, mas não tente fugir! Não quero usar a força!
Ela assentiu, fazendo o movimento com a cabeça, desatou a outra mão e depois os pés, retirou a mordaça que fazia-lhe arder a boca. Tentou falar, mas antes que ousasse recebeu a resposta:
- Calada cadela! Sente-se aqui!
Ela obedeceu e sentou-se numa cadeira que ele trouxera da sala.
- Vou banha-la!
Numa bacia de inox, a água estava preparada e com uma esponja de banho, limpou todo o seu corpo, depois secou-a em uma toalha branca. Ao lado da bacia, pegou um óleo de cartamo e massageou seu corpo inteiro. Começo pelo pescoço, desceu pelos seus seios, não esqueceu o ventre e nem o púbis. Massageou-lhe as coxas e foi até os pés, depois virou-a de costas, subiu até a bunda, as costas e finalmente os ombros. Deitou-a na cama e abriu as suas pernas e com um óleo canforado massageou-lhe a boceta e o ânus. Ela sentiu uma sensação de frescor no sexo castigado e os toques deles fizeram-na excitar novamente e foi-lhe inevitável soltar um gemido de alívio e prazer.
- A cadelinha está molhando novamente? Então podemos recomeçar!
Ele desferiu-lhe um tapa, com a ponta dos dedos, sobre o clitóris e ela não se conteve, urrou de dor e de prazer. Depois veio outro tapa e novamente um gemido alto e prazeroso. Mais outro tapa, outro e outro e o grelo tornou-se vermelho inchado e sensível. Após os tapas sucederam as carícias velozes e intensas, até que um orgasmo tomou conta de todo o corpo dela. Novamente ele insistiu, invadiu-lhe a boceta com dois dedos e imprimiu-lhe vai-e-vens rápidos e veementes, até arrancar-lhe outro orgasmo.
- Goza puta, goza!
- Me fode! - Pediu ela, arranhando-o no peito nu, num momento de distração.
Mas ao contrário do que ela pediu, recebeu um tapa no rosto, mesmo assim insistiu:
- Me fode... Mete esse caralho em mim!
Ele desferiu-lhe outro tapa no rosto, amarrou suas mãos à cabeceira da cama e meteu-lhe a calcinha usada na boca.
- Cadela, aqui quem manda sou eu!
Ela cuspiu a calcinha e respondeu:
- Foda-se! Me fode!
Outro tapa.
- Isso, bate... Mas me fode! Não é o que você quer?
Ele baixou as calças, tirou o membro ereto para fora da cueca e abrindo a boca dela, apertando-lhe no queixo, meteu-o até o fundo da garganta. Ela teve vontade de morder, mas conteve-se e deixou-o entrar e sair, sem esboçar resistência. A sua estratégia mostrava-se certa, não queria mais apanhar, já gozara assim o suficiente, queria ter um orgasmo com o membro dele dentro.
- Toma cadela... Engole esse pau! Até o fundo! Quer foder? Pois então vai ter!
Segurando-a pelos pés, levantou-a um pouco e possuiu-a, enterrando-se no seu ânus.
- Come... Fode meu cu! É bom e apertado!
Por mais alguns minutos, ele manteve-se no ânus, depois parou, abriu-lhe as pernas e deitou-se sobre ela. Invadiu-a com violência e com violência entrava e saia. Toda a vez que entrava, parecia que ele queria atingir-lhe o fundo e a base do seu membro comprimia violentamente o grelo dela. Ela trançou as pernas sob as costas dele e o apertava contra o seu próprio corpo, para que os movimentos entrassem em sintonia e ele não lhe ferisse a vagina.
- Isso... Fode a cadela! Fode!
- É isso que a putinha quer? No fundo, com força?
- Fode cretino! Mais forte!  
- Toma nessa boceta... Vadia!
- Vai, não para... 
- Goza vadia!
- Ah, mete, me come!
- Cadela!
- Fode a tua cadela!
- Vou gozar!
- Vem, me fode e goza!
-  Ahaaaaaaaaa!!!
- Cachorro! Gozei também!
Depois que gozaram, sem forças ele a desamarrou e deitou-se ao lado dela e dormiram o que sobrou da noite.
- Cachorro, acorda, já é tarde!
- O que?
- Já passa do meio-dia!
- Puxa!
- Fiz um café!
- Ah, obrigado!
- Por que fez aquilo ontem?
- Não gostou?
- Sim, mas eu poderia te denunciar por estrupo?
- Você não faria isso?
- Como pode ter certeza?
- Uma abelha me contou?
- Como assim?
- Você fala coisas que não deve na internet?
- Eu?
- Sim você!
- O que por exemplo?
"Eu gosto de sentir dor, sou masoca, mas não sou submissa!"
- Como você sabe disso?
- Dom Ricardo, conhece?
- Sim é um amigo virtual e adepto do BDSM! Ele te contou, de onde você o conhece?
- Pois é, ele sou eu!

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