Amazona

por Lena Lopez 

Caminhei lentamente pelo corredor que leva do closet ao quarto, abri a porta, a penumbra sob o abajur vermelho cobriu meus olhos e deixou-me cega por instantes,  a contraluz que vinha do corredor iluminado deixou exposta a minha silhueta nua, mal coberta pela transparência da camisola longa, atiçando os teus olhos.
Parei, pernas abertas sob a moldura da porta, as mãos postada sobre os marcos laterais, peito erguido e mamilos turgidos acariciados levemente pelo tecido fino. Entre as coxas, uma pirâmide desenhada pelos meus contornos e o reflexo da luz às minhas costas.  Meus cabelos soltos, esvoaçaram e  ganharam movimento, com a brisa do ventilador.
Acostumada com a penumbra, olhei a cama, passeei meus olhos pelos lençóis, já então, por você desalinhados. Encontrei um de teus pés, descoberto dos lençóis, subi o olhar por tuas pernas eme detive fixamente na protuberância ainda coberta e ligeiramente imaginei o que estava por vir.
Andei na tua direção, dois passos lentos e parei, deixei a transparência que mal cobria os meus pudores, deslizar vagarosamente pelo meu corpo, desnudando-me completamente e exibindo aos teus olhos a minha nudez, um pouco disfarçada pela luz fraca do abajur. 
Arqueei um pouco o meu corpo, procurei pelo lençol e o puxei, jogando-o ao lado da cama e revelando a tua masculinidade ereta para mim, mostrando-me a robustez do prazer à minha espera.
Não tive vontade de falar e nem mesmo senti vontade de tocar, nada poderia adiar e beijos eu não quis, Eu não queria nada além do que eu mais desejava naquele momento.
Subi à cama, andei ao lado das tuas pernas, passei um dos meus pés sobre o teu corpo, aproveitando para acariciar com ele o teu peito. Deixei-o entre os meus pés e agachei meu corpo esguio. Segurei-o entre os dedos e ajustei-o a minha entrada. Deslizei o mastro até o fundo das minhas entranhas, fazendo-as preenchidas por você.
Pousei as minhas mãos sobre o teu peito, olhei dentro dos teus olhos e te cavalguei.
Cavalguei-te com destreza de uma verdadeira amazona, a tua Hipólita e no teu corcovear, te fiz o meu Centauro indomado, até ser abatida freneticamente pelo gozo e domar todos os teus desejos!

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