Com os olhos vendados!

por: Lena Lopez

A venda negra de seda cobria-me os olhos e apenas deixava sentir o teu perfume e o calor da tua presença. Na pele do meu rosto, a tua respiração denunciava a tua proximidade e para me dizer que eu estava certa, tua boca beijou a minha. O teu gosto despertou o meu desejo, o mistério me envolvia numa escuridão deliciosa e uma torrente de calor tomou conta do meu corpo. Tua língua passeou pelos meus lábios, depois invasiva buscou a minha e as duas travaram um duelo, qual duas serpentes e uma batalha agressiva por um pedaço de chão.
Sentia as tuas mãos sobre os meus ombros e com força elas me impeliram em direção do teu peito, teu perfume entrou pelas minhas narinas e minhas língua não esqueceu de deixar o seu rastro de saliva. Continuei sendo conduzida por teu corpo abaixo, até eu poder sentir a dureza da tua virilidade em meu rosto.
Ajoelhei-me aos teus pés, sem nada poder ver, apenas sentia o calor e a pulsação do teu vigor na minhas mãos e deslizando pela pele da minha face. Apesar da rigidez, a maciez da pele me causava uma sensação deliciosa e meus lábios ousaram levemente roçar por ela.
Eu não podia mais esperar, o cheiro de homem me encheu de vontade e me deixou louca para provar o teu gosto másculo. Detive-me por algum tempo, acariciando com os lábios a fruta vermelha e quente, enrubrecendo-a um pouco mais com o batom que ainda restara após o beijo. Minha língua ousou provar as primeiras gotas cristalinas que brotaram de ti, senti teu gosto agridoce invadir a minha boca e me levar a um desejo maior ainda e abocanhar com toda a volúpia a tua mezena rígida e quente, que mostrava a potência no sangue que corria e fazia saltar as suas artérias e veias.
Deixei que a minha boca fosse invadida de uma só vez e lentamente expulsei da minha boca, deixando molhado de saliva. Minha língua molhada se desdobrou para dar carícias ousadas e generosas, rastejando em todas as extensões do teu sexo, provando-o de cima a baixo.
Meu olhos cobertos nada viam, eu apenas sentia o teu calor, o teu gosto e o teu cheiro. Deixei que novamente fosse visitar a minha garganta e depois tornei a visitar a fruta vermelha para aperta-la entre os lábios. Repeti os mesmos movimento diversas vezes, enquanto ouvia os teus gemidos roucos.
Subitamente parei, circulei a frutinha com a minha língua e desci até as tuas duas amêndoas, lambendo-as, beijando-as e sugando-as para dentro da minha boca, para poder acaricia-las com a minha língua.
Você já estava a ponto de explodir, voltei as minhas atenções ao mastro rijo e envolvi com a minha boca. Passei a me movimentar para frente e para trás, mas agora, com maior rapidez e com maior dedicação. As primeiras gotas brotaram quentes e molharam a minha língua, depois jatos esguicharam e inundaram a minha garganta. Provei, me lambuzei e engoli e continuei dedicando carícias até senti-lo flácido entre os meus lábios.
A venda, eu mesma a retirei e procurei pelos teus olhos. Satisfeito, teu olhar de gozo, me fez sentir uma sensação imensurável de deleite, por ter te proporcionado momentos de imenso prazer!


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