Devorada pela dona da casa!

- Se é assim, porque não tenta com uma mulher? Muito menos complicado do que com um homem!
Disse-me Magret, a dona da casa, depois de me surpreender em intensa masturbação e que lhe falei sobre a minha decisão de me afastar temporariamente de relacionamentos com homens.
Atônita com o que acabara de ouvir, apesar de já ter algumas experiências com outras mulheres, eu apenas olhei dentro dos olhos dela e lhe sorri, pensando que era uma brincadeira, até por que acabáramos de  nos conhecer. Acreditando que ela falava de relacionamentos, respondi:
- Não, não! Minha vida está conturbada, não quero assumir uma relação com ninguém!
Finalmente ela deixou a porta, onde permanecia desde que me surpreendera numa intensa masturbação e caminhou em minha direção, sentando-se ao meu lado:
- Garota, não falei de relações, eu quis somente dizer sexo!
Complementando o que me dizia, contou-me que era bissexual e que já tinha vivido experiências intensas com outras mulheres. Notei que ela era realmente uma mulher moderna, liberal e desinibida, que gostava de aproveitar a vida à pleno.
Não respondi-lhe, apenas retribui seu olhar, encarando-a nos olhos. Ousando um pouco mais, ela levou a mão ao meu rosto, acariciou-me e depois segurando-me pela nuca, puxou-me para ela e me beijou.
Aquela mulher sabia o que fazia e sabia melhor ainsa, mexer com a minha libido, mesmo surgindo de repente na minha vida e me provocando emoções tão confusas. Não saberia explicar direito, mas eu sentia vontade de tocar na sua pele, sentir o seu calor e os seus carinhos! Enfim, Margret mexera comigo!
Ela caminhou até o bar, serviu dois drinks e trouxe para bebermos, enquanto conversávamos e trocávamos muitos olhares. Um clima de atracão pairava sobre nós. Repetimos algumas doses, começamos a ficar um pouco mais alegres e sugeri abrirmos um champanhe para brindarmos a nova amizade. O champanhe, em cima do que já tinha bebido, deixou-me mais desinibida. Aproveitando a música que já tocava, começamos a dançar e a medida que consumíamos a champanhe, nossos corpos se aproximavam. Acabamos nos tocando e nos beijando, mas ao contrário do primeiro beijo, foi ardentemente, fazendo meu corpo reagir com uma avalanche de sensações. Agarrei-me ao pescoço dela e aprofundei o beijo, sem pensar mais na minhas decisões sobre relacionamentos, eu estava totalmente envolvida pelos desejos daquela mulher.
Sem muita demora,  ficamos as duas completamente nuas no sofá espaçoso, sob a luz fraca de apenas um abajur e a musica como som de fundo. O meu corpo ardia de vontade por aquela mulher. 
A sua boca sobrepôs-se a minha e seus lábios passearam no contorno dos meus, suavemente à princípio, depois com maior pressão e continuou sugando o meu lábio inferior. Senti um arrepio forte percorrer a minha espinha, comecei a arfar e abri a boca para respirar e ela aproveitou-se para invadir a minha boca com a sua língua e enrolar-se a minha, como se estivesse saboreando uma iguaria preciosa. Margret sabia muito bem como beijar. Nunca alguém tinha me beijado daquela maneira tão completa. Um gemido saiu da minha boca, quando seu hálito percorreu meu pescoço, beijando cada pedacinho da minha pele, até descer ao ombro. Ela descobrira um dos meus pontos fracos e insistia por ali, com beijos e pequenas mordidas, fazendo-me arrepiar. Ouvi então, a sua voz suave no meu ouvido:
- Vou fazer amor contigo, e você nunca irá me esquecer, se lembrará de mim para sempre!
Apenas suspirei, estava entrando em transe. Fui dominada pelos desejos e vontades daquela mulher. A sua boca desceu pelo meu colo, até chegar nos meus seios, suas mãos agarraram-nos deliciosamente, enquanto a sua língua se apoderava de um dos meus mamilos, lambendo-o em volta da auréola, depois passeou na direção do outro e repetiu a carícia. Apertando o mamilo entre os lábios, sugo-o com força e deu-lhe pequenas mordidas, de volta ao outro fez a mesma coisa.
Eu sentia a umidade entre as minhas coxas aumentando cada vez mais. A sua mão desceu e abri as pernas, para que ela comprovasse o meu estado de excitação. Os dedos deslizaram suavemente e brincaram suavemente, provocando-me e fazendo-me gemer baixinho. Um dos dedos, mais ousadamente me invadiu e a sensação fez-me contrair os músculos internos. A sua boca deslizou pela minha barriga, distribuindo beijos pela minha pele. Senti a língua molhada circular o meu umbigo e subitamente deslizar para a lateral da minha anca e tomar o caminho da virilha, enquanto outro dos seus dedos entrava para dentro de mim, juntando-se ao outro e penetrando-me com mais força. Completamente desorientada, gemi alto e ela intensificou os movimentos. Pressionei meu púbis contra os seus dedos, procurando o alívio de que tanto precisava. Ela me ajudava, penetrando-me vorazmente e com a outra mão massageava meu clítoris saliente. Senti meu corpo estremecer e uma sensação deliciosa tomo conta do meu ventre. Os espasmos começavam a se fazerem presentes. Segurei a sua mão invasora, apertando-a contra meu sexo, enquanto também apertava-a entre as pernas. Um calor extremo subiu pelo meu corpo e arrepie toda a minha pela. Perdi os meus sentidos e um gozo intenso, como poucos, explodiu em mim!
Ela serviu a champanhe novamente e bebeu uns goles para matar a sede. Ela trouxe a taça até a minha boca e deu-me para beber, depois virando a taça, fez um poco do líquido escorrer sobre o meu corpo. Sua boca foi dando-me beijinhos, pelos caminhos dos filetes de champanhe, que desenharam-se na minha pele. Passeou a boca dos meus lábios, passando pelo pescoço e meio dos seios, até chegar ao umbigo, o qual fez sua taça e bebeu a champanhe que represara ali. Continuando o passeio desceu um pouco mais e lambeu o restante da champanhe, que escorrera entre as minhas pernas. Novas sensações tomaram conta de mim e meu corpo ficou pronto de novo. 
Tentei agarrá-la e trazê-la à minha boca, mas ela não deixou e empurrou-me, fazendo-me deitar sobre o sofá.
-Shiiii… - esboçou nos lábios, cobrindo-o com um dedo - Não te preocupa,  ainda não fiz tudo o que eu queria contigo!
Novamente dominada por Magret, senti novamente a sua boca devorando a minha, misturando o gosto das nossas salivas, com o sabor de champanhe. Senti algo gelado tocar meus seios, era ela passando um cubo de gelo sobre eles, que me fez arrepiar por inteira. A sua boca desceu, lambendo a minha pele e dando um contraste de calor ao frio dos pingos do gelo. Ela passou a pedra gelada pelos meus mamilos, deixando-os entumescidos e envolveu-os com  a sua boca para aquecê-los. Ficou fazendo isso por alguns momentos, brincando nos meus seios e me enlouquecendo. Pegou outra pedra e deslizou na minha barriga lentamente, até atingir meu sexo e dizer-me no ouvido:
-Você está muito quente, precisa refrescar-se um pouco!
O gelo deslizou pela minha vulva, gelando meu clitóris e todas as dobras. Arrepiei-me toda pelo frio intenso até o calor da pele derreter o gelo. A pedra derretida, molhara o meu sexo e a sua mão fria dava carícias à ele, que em pouco tempo foi substituída pela sua boca. Margret lambeu tudo, cada pedacinho, deliciando-se e arrefecendo-me. Foi uma sensação demasiado intensa! Outra pedra de gelo veio ao meu encontro e sem pedir licença entrou em mim. Meu calor derretia-a lentamente e a água que escorria era absorvida pela sua língua. Dentro de mim, o gelo fazia-me sentir frio, mas o calor da sua língua fazia-me esquece-lo. Os meus gemidos ecoavam no ambiente, enquanto era chupada como nunca antes tinha sido. A língua ocupou o lugar da pedra de gelo, penetrando-me até onde conseguia e fazendo movimentos de vai-e-vem. Fiquei alucinada, me encolhendo e apertando de prazer meu próprio púbis com as mãos e agarrando-me aos seus cabelos lhe pedi:
- Chupa, chupa… Me faz gozar nessa boca deliciosa!
Senti seus lábios sugando meu clítoris, apertando-o de leve e sua língua fazendo movimentos de rotação em volta dele, até me fazer gritar e explodir num orgasmo ainda mais intenso que o primeiro. Encolhi o corpo, estremeci e segurando sua cabeça contra meu sexo, gozei abundantemente na sua boca, sentindo o meu mel escorrer para fora. Ela lambeu tudo, deixando-me trêmula e sem forças.
Eu sabia que chegara a minha vez de lhe dar prazer e confiava no meu instinto e no imenso desejo que sentia por ela, para lhe dar prazer, tal e qual ela me deu. Segurei seus ombros e empurrei-a para o chão, eu lhe daria tudo, na mesma medida que ela me deu, sobre aquele tapete caríssimo que ornamentava a sala e assumi o comando:
- Agora é a minha vez de te dar prazer! Desculpe-me mas vou te devorar!
Aquela noite em Cotê D'azur, vésperas do Seminário (ao qual àquela altura dos acontecimentos, eu estava agradecida por ter oportunidade de participar), não acabara e seria ainda... Muito intensa!

--------------------------------------------------------------
© COPYRIGHT BY "PENSAMENTO INDECENTE"

Todos os Direitos Reservados

All Rights Reserved

DIREITOS AUTORAIS PROTEGIDOS

Cópias e publicações permitidas, desde que acompanhadas dos créditos à autora do texto e link para para este blog.

Nenhum comentário :

Postar um comentário

***********************************
ATENÇÃO COMEDORES, leiam antes de comentar:
Comentários que contenham, endereço de e-mail, telefones e propostas para relacionamentos, não serão publicados, para isso existem sites especializados. Também terão o mesmo destino, comentários ofensivos, discriminatórios e preconceituosos.
***********************************
OBRIGADA PELA SUA VISITA!