Gozo, gozo e mais gozo!

por Lena Lopez 

Saímos juntos naquela noite, havíamos dançado e bebido um pouco. Passamos momentos agradáveis e quase amanhecendo, ele levou-me para casa. Convidei-o para entrar, pensando em convidá-lo para um café. Mas tão logo a porta fechou as nossas costas, ele segurou-me pela mão e disse-me olhando nos meus olhos:
- Vem,  já está clareando o dia, vamos aproveitar e terminar esta noite fazendo o que mais gostamos!
E sem esperar muito, ele junto-me em seus braços, apertando fortemente meus seios ao seu peito e me beijou. Entreguei-me ás sensação daquele beijo ardente e das suas mãos acariciando a minha nuca. Ele soltou os meus cabelos, afastou-os com a mão e beijou-me no pescoço, enquanto sua outra mão, deslizava pelas minhas costas abaixo e num gesto firme, agarrou a minha bunda, levantando-me um pouco.
Corri a minha mão pelo seu peito, desabotoei e livrei-o da camisa. Ele segurou-me pelos ombros, afastando-me um pouco dele, desceu as alças do meu vestido pelo contorno dos meus ombros e deixou que o tecido leve deslizasse pelo meu corpo, até cair sobre meus pés. Ainda afastado, acariciou um dos meus seios, apertou o mamilo e correndo o dorso dos dedos pela minha pele, deslizou pela minha barriga, fazendo a volta pela cintura e ao mesmo tempo que me envolvia no seu abraço, levava a mão até a minúscula calcinha. Juntando-me ao seu corpo, segurou a calcinha com as duas mãos e rasgou-a pelo cós. Retirou-a do meio das minhas pernas e trazendo-a ao alcance dos meu olhos, sorriu e disse:
- Quero você sem enrolação!
Jogou-me sobre a poltrona da sala de uma forma selvagem, do jeito que eu gosto. Enquanto despia o restante da sua roupa, ele me devorava com um olhar que misturava desejo e perversão. Quanto mais ele me olhava, mais eu percebia que aquele olhar escondia alguma coisa e naquela cabeça havia algo muito safado. Isso estava me excitando muito, mas tudo o que conseguia imaginar, era ele vindo para cima de mim, feito um animal selvagem e louco para possuir a fêmea no cio.
Foi exatamente o que ele fez, deitou-se sobre mim e entrou inteiro de uma só vez. Quando me cobriu, logo senti seu corpo colado ao meu, principalmente seu tórax um pouco musculoso pressionando meus seios. Um dos seus braços deu a volta pela minha nuca e a sua mão segurou-me pelo queixo, direcionando o meu rosto para ele, fazendo-me olhar diretamente nos seus olhos. O olhar, a força que ele me segurava e o contato com seu corpo me deixaram maluca, fazendo-me molhar abundantemente.
- Safada, já está escorrendo?
Não respondi, apenas firmei o meu olhar no seu olhar.
Ele apoiou-se no braço da poltrona, parou o vai-e-vem, ergueu-se um pouco e com uma das mãos começou a dedilhar meu clitóris, ao mesmo tempo me beijava e alternava os dedos entre o clitóris e a minha boca. No beijo eu provava o gosto da sua boca e sentia o meu próprio gosto. Isso me deixou extremamente excitada e com muito mais tesão.
Ele segurou-se no encosto da poltrona com as duas mãos e penetrou-me com violência novamente. Senti-o me rasgando e abri as pernas o máximo que pude. Não consegui evitar mais e pus-me a olhar ele me penetrar forte e fundo, com movimentos ritmados e potentes. Excitadíssima e molhada, tudo deslizava dentro de mim, com muito tesão, sentia-o todo, entrando e saindo, sem que me causasse qualquer. Minha vontade era abrir-me mais, o máximo possível, para que ele entrasse até onde podia.  Talvez pressentindo as minhas intenções, ele colocou as minhas pernas sobre seus braços, deixando-me totalmente voltada para cima e bem aberta, olhando-me sempre nos olhos, enterrou-se nas minhas entranhas. Gritei de prazer e sem me aguentar, gozei pela primeira vez.
Meu gozo o acendeu e ele alterou o ritmo, entrava com força até o fundo e tirava devagar até quase sair, deixando apenas a ponta da glande dentro de mim e tornava a repetir, várias vezes, a entrada rápida e violenta, açoitando meu clitóris com seu púbis e saia vagarosamente, deixando-me mais louca ainda. A cada estucada que ele dava, eu era tomada por novas ondas de prazer.  Eu sabia a intensidade que ele me invadia, mas ele variava o tempo, as vezes fazia-me esperar pela entrada e outras vezes, tão logo saia, entrava novamente. Eu gemia desesperada e ensopava os nossos sexos, tanto que meus líquidos fluiam e escorriam pelo couro negro da poltrona.
Eu continuava totalmente aberta, mais do que nunca à sua total disposição. Minha excitação tomou um rumo vertical e extrapolou qualquer normalidade e a vontade de gozar era imensa. Porém, eu queria aproveitar de todas as formas aquele momento e resisti o máximo que pude ao orgasmo. Não me importava, se o dia estava amanhecendo, por mim, ele ficaria daquele jeito, metendo e saindo por muito tempo. 
Logo depois ele alterou o ritmo e começou um vai-e-vem gostoso, justamente como eu gosto para gozar e quando ele sentiu que eu estava estremecendo, pediu-me para lhe dizer quando estivesse gozando.
Ao ouvir isso, o gozo veio rápido, segundos depois percebi a sensação de que ele estava vindo e se concentrando entre as minhas pernas, para depois explodir e espalhar por meu corpo as ondas de prazer. E então falei!
Ele parou! Decepcionando-me profundamente e com um sorriso safado, segurou pelos ombros e puxou-me para ele, fazendo-me participar ativamente do vai-e-vem. Senti meu clitóris roçando apertado em seu púbis e o membro pareceu-me maior dentro nas minhas entranhas. Puxando-me com força e movimentando os quadris, ele levou-me à loucura. Eu gozei deliciosamente pela segunda vez.
Mesmo após os dois orgasmos, eu ainda estava louca de tesão. Ele voltou a movimentar-se e deitou-se sobre mim, levando a mão entre nós dois, acariciou a entrada do meu ânus. Pressionando a entrada, o dedo entrou um pouco e senti um enorme prazer, por ser invadida pelos dois lados. Não aguentei muito tempo, com as duas penetrações e tive um outro orgasmo forte. Enlouqueci de vez, gemi e gritei alto. Ele vendo o desespero, movimentou-se rapidamente. Entrava e saia com uma velocidade imensa. Quanto mais ele mexia, mais outros leves orgasmos eu tinha. Não acreditei, mas tive um outro gozo intenso e devastador, que me fez amolecer e quase desmaiar. Era como se eu tivesse um orgasmo dentro do outro.
Percebendo o meu estado, ele saiu de mim.
Sem forças, olhei dentro dos seus olhos, respirei profundamente e perguntei:
- Era assim que você me queria?
- Sim, mas é só o começo, quero mais!
- Você está louco?
- Louco por você e ainda não gozei!
- Vem cá, eu te faço gozar rapidinho!
- Ahahaha! Como? Você está um frangalho!
- Na boca querido, na boca! Eu sei que você não resiste à ela!
- Não! Espera ai... Já volto?
- Onde vai?
- Ao banheiro!
- Ah sim! Xixi?
- Não pegar algo, que eu sei que você guarda por lá!
Levantou-se, saiu da minha frente, deixando-me ainda com as tremuras e os efeitos do último orgasmo. Não demorou muito e voltou, trazendo na mão um tubo de lubrificante. Mas isso é uma outra história, eu conto... um outro dia!

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