Lesbian House

por Lena Lopez

Quando cheguei, olhei para todos os lado e notei que muitos olhares não faziam o menor esforço para desviar. Senti uma sensação estranha, um arrepio passou por todo o meu corpo. 
- Relaxa - disse-me a amiga que me acompanhava - aqui é assim!
- Estou bem, não se preocupe! - respondi.
- O que acontece aqui - retrucou-me ela - aqui fica!
- Entendo!
- Desde que você não queira levar para outro lugar! É claro! Ahahahaha!!!
Diante da preciosa gargalhada, eu esbocei um sorriso e dei de ombros.
Recentemente, eu fora transferida da subsidiária em Bombai, para a matriz em Londres e à convite dessa amiga, fomos a uma casa noturna, o Candy Bar, direcionado para mulheres, principalmente as bi e lébicas, em Westminster, próximo ao Soho Square, na Carlisle Street, onde homem só entra acompanhado de duas mulheres e é proibido de assistir aos shows.
Fomoa até a mesa que havíamos reservado e logo minha amiga começou uma pegação, com outra menina. Sentindo-me um verdadeiro castiçal ao lado das duas, resolvi dar uma volta e conhecer o lugar, que possui três andares, com telões, palcos e dançarinas em trajes ínfimos.
Para mim, ver mulheres se beijando ou em situações mais íntimas, não era novidade para mim, afinal já frequentara muitos locais gays no Oriente Médio e Ásia Menor, onde o preconceito quase não existe e a homossexualidade é bem melhor entendida. 
Tudo estava parecendo normal, até que uma morena extremamente simpática e linda apareceu de algum canto e parou a minha frente, me olhando com uma cara desavergonhada, que eu jamais havia visto. Confesso, eu também fiquei babando!
Sem me dar chance e tempo para esquivar, sem importar-se com as outras pessoas, ela enfiou a mão entre as minhas pernas, depois segurou a minha nuca e puxou-me para ela, beijando-me ardente mente, aos olhos de todos. Fiquei totalmente sem reação, mas eu estava gostando. Meu corpo tremeu e pulsei entre as coxas, desejando mais e mais daquela sensação. Ela me levou até um canto, onde existia um sofá, jogou-me sobre ele e ajoelhou-se, deixando-me presa, minhas pernas entre as suas e minha cabeça entre as suas mãos, seios seios balançavam a minha frente, pelo vasto decote da blusa de seda preta e olhando-me profundamente dentro dos meus olhos, perguntou-me, com voz macia e rouca:
- Teu nome?
- Helena.
- Prazer, Laureen!
- Prazer é meu Laureen!
- OK! Se você não quer ficar comigo, fale agora. Mas se você quer... continue calada!
Emudeci, firmando meu olhar o dela. 
Ela me beijou intensamente, invadiu minha boca com sua língua era habilidosa. Desceu para o meu pescoço, e colocou novamente sua mão entre as minhas coxas. Meu vestido era bem decotado e eu estava sem sutiã, foi fácil para ela, retirá-los para fora e suga-los avidamente, dedicando especial atenção aos mamilos, com a sua língua deliciosa. 
Eu gemia enquanto ela me acariciava e sentia-me umedecer imensamente. Ela subiu o meu vestido, afastou a minha calcinha para o lado e deixou seus dedos dedicarem-me carícias deliciosas. As vezes sua mão apertava todo o meu púbis, de outras seus dedos roçavam o meu clitóris e eles, é claro, não se esqueceram de me invadir.
Deixando meus seios, ao olhar de todos que estavam por perto, ele deslizou pelo meu corpo abaixo, ajoelhou-se no piso, a minha frente e envolveu a minha vulva com a sua boca. Sem dúvida, aquela estranha fogosa, deu-me uma das melhores sensações da minha vida. 
Meu corpo todo estremeceu, enquanto ela dedicava sua língua ao meu clitóris. Seus dedos não pararam um segundo, faziam movimentos de vai-e-vem e sua boca se deliciava com meus líquidos.
Meu coração batia forte, o ar estava me faltando, eu escorria de suor no corpo todo e de excitação no meio das pernas. Perdi o meu controle, me contorcia sobre o sofá e gemia alto, juro que gritei e gozei!
Ela levantou-se e foi embora, me deixando, naquele estado deplorável de gozada recente, meio perdida, sem saber o que estava acontecendo ou aonde eu estava. Fiquei parada, sentada por uns dois minutos, recuperando o fôlego.  Olhei para os lados, todos estavam preocupados com o que estavam fazendo, alguns transavam, outros flertavam, mais adiante um homem era seviciado por três mulheres, no sofá ao meu lado, duas mulheres se beijavam. Ainda muito excitada, para fingir que nada tinha acontecido, comecei a me masturbei pensando naquela estranha e gozei novamente.
Mais calma, fui até um dos banheiros, recompus a minha roupa, troquei a calcinha, por outra que sempre levo na bolsa, retoquei a maquiagem e voltei para junto da minha amiga, que estava aos beijos com a  menina e... Mas isso é uma outra história!

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