Meu doce vampiro!

por Lena Lopez 

Uma névoa envolvia o meu quarto e eu sentia uma presença que me trazia um pouco de medo. Meu coração disparou e dava para sentir a minha própria pulsação. Eu sempre esperara por ele e ele finalmente chegara.
Aproximou-se e senti a sua respiração na minha pele. Um clima de sensualidade me envolveu, seus dedos me tocaram e me seduziram. Minha pele se arrepiou, e dentro de mim o desejo ardeu.
- Você?.
- Sim...
- Por que?
- Você me chamou!
- Não... Não chamei!
- Não, mas pensou em mim e tive que vir!
- Foram apenas pensamentos!
- Mas carregados de desejos!
- Sim... Creio que sim! Eu sonhei!
- Cale-se, não fale mais, apenas sinta!
Suas mãos caíram pesadas sobre meus seios, sua boca cobriu a minha e o peso do seu sufocou-me o peito. Seus beijos me incendiavam, suas carícias fizeram-me molhar. Eu não conseguia respirar, não conseguia pensar, o desejo pulsava por todo o meu corpo e fui avassalada por aquelas sensações.
Ele sentou-se ao meu lado na cama e suas mãos tocaram meus ombros, lentamente desceu a minha camisola e sem deixar de me olhar nos olhos, me despiu totalmente e depois despiu-se.
Completamente nu, deitou-se sobre meu corpo e apertei-o junto ao meu, sua boca procurou pela minha e ofereci meus lábios num beijo rápido e ardente, mas algo me dizia que, naquela noite, eu teria que ceder aos seus caprichos.
Novamente, ele me beijou, enfiando a língua, explorando a minha boca e entrelaçando-a à minha. Por alguns instantes afastou-se de mim e estendi os braços procurando por ele, mas ele segurou-me pelos pulsos e pressionou-os contra a cama.
Seus lábios em meus seios provocaram-me uma sensação tão intensa, que meus mamilos doíam. Tentei me soltar e ele segurou-me com mais força e lambeu suavemente um seio e depois de mordeu ligeiramente o mamilo, depois repetiu a carícia no outro.
Não era possível - pensei. Tudo era tão intenso, que eu já vislumbrava um orgasmo.
Suas mãos soltaram meus pulsos por breves instantes se ocuparam dos meus seios, segurando-os com força e apertando  os mamilos com os dedos. Em seguida, sua mão deslizou em meu ventre, descendo até as virilhas e acariciou a pele desnuda do púbis. Um dos seus dedos abriu caminho entre as pernas e por ligeiro momento toucou-me no clitóris. Eu vibrei e estendendo as mãos segurei sua cabeça, mas ele segurou minhas mãos, colocou-as novamente ao lado do meu corpo e fez um sinal com o dedo na boca, para que eu me mantivesse calada e quieta.
Ele afastou minhas pernas e arqueou o seu corpo, colocando a sua cabeça entre elas. Foi impossível permanecer indiferente e meus dedos em poucos segundo puseram-se à acariciar seus cabelos. Meu corpo estremeceu com as sensações que a sua boca brindava as minhas carnes. Sua língua, seus lábios e seus dedos me deixavam louca e eu sentia fisgadas que corroíam meu ventre. Meu corpo vibrava, meus quadris não paravam e eu me contorcia ferrenhamente e minhas mãos pressionavam-no contra meu sexo. Eu flutuava de prazer e sequer tomei consciência do momento ele se estendeu sobre meu corpo estremecido e me penetrou.
Enlacei-lhe o pescoço com os meus braços e enterrei o rosto em seus ombros. Envolvi seus quadris com as minhas pernas e e ele penetrou-me mais fundo, não pude evitar e gemi ligeiramente.
- Doeu?
Silenciei a pergunta com um beijo e apertei minhas pernas em torno do seu corpo, respondendo a pergunta com uma ação, para que ele soubesse que o queria mais fundo. Senti-o estremecer e que perdera o controle, que mantinha até então. 
Ele era forte e todo o meu corpo se sentia invadido. Marcava um ritmo alucinado, com movimentos rápidos e vai-e-vem precisos. Suas estocadas fortes e profundas, enquanto que, minha carne molhava e envolvia. Minha pele suava, meu sangue fervia e cada uma das estocadas, eu derramava tesão e o lambuzava com o meu prazer.
Gozei e gozei, sentindo um orgasmo intenso e o membro pulsando dentro de mim, me mostrando que ele também gozara e jorrara todo o seu deleite nas minhas entranhas.
Quase desfalecida, senti sua boca roçar meu pescoço e logo depois seus dentes cravaram-me a carne, lentamente perdi os sentidos e senti como se a vida fosse roubada de mim.
Hoje guardo as marcas dos dentes e a lembrança das últimas palavras que ouvi naquela noite, na qual me tornei igual à ele e dele:
- Te farei eterna, minha para sempre!

--------------------------------------------------------------
© COPYRIGHT BY "PENSAMENTO INDECENTE"

Todos os Direitos Reservados
All Rights Reserved
DIREITOS AUTORAIS PROTEGIDOS
Cópias e publicações permitidas, desde que acompanhadas dos créditos à autora do texto e link para para este blog.

Nenhum comentário :

Postar um comentário

***********************************
ATENÇÃO COMEDORES, leiam antes de comentar:
Comentários que contenham, endereço de e-mail, telefones e propostas para relacionamentos, não serão publicados, para isso existem sites especializados. Também terão o mesmo destino, comentários ofensivos, discriminatórios e preconceituosos.
***********************************
OBRIGADA PELA SUA VISITA!