Sob teu olhar faminto!

por Lena Lopez 

Era estava entediada e sozinha em casa naquela tarde, então parti para a imaginação e pensei em algumas situações, para coloca-las em prática, quando ela chegasse. Ela demoraria um pouco e como os pensamentos fluíram, com uma rapidez enorme, me deixando totalmente excitada, comecei a me masturbar, passando o dedo levemente por cima da calcinha molhada. 
A tarde estava abafada e fazia muito calor calor, peça por peça, fui me despindo da pouca roupa que eu usava e quando notei, já estava completamente nua, com uma das mãos entre as pernas e abraçando os seios com o braço, levava a outra à boca.
Permaneci assim por alguns minutos, tocando-me levemente e  permitindo que o meu pensamento voasse ao encontro de cenas lascivas e quentes. Introduzi dois dedinhos e fiquei deliciando-me com um dedicado e vagaroso vai-e-vem. 
Compenetrada no que estava fazendo, assustei-me quando ouvi a porta de entrada do apartamento abrir e logo após bater, sem resistência nenhuma. Apesar do susto, fiquei como estava, nua sobre a cama, pois não havia tempo suficiente, para recolocar a roupa. Mesmo que houvesse tempo, eu não me vestiria novamente, pois sabia que era ela que chegara, inesperadamente, antes do horário combinado.
Ela veio direto ao quarto, parou sob a porta, me olhou calada por alguns segundos e depois me disse queria ver mais. Sem cerimônia, com uma cara de safada, virei-me de frente para ela, abri bem as pernas, juntando os dois pés e voltei a me masturbar, dessa vez, com maior empolgação sob um olhar faminto.
Ela tentou resistir, manteve-se parada e encostada à porta por alguns minutos, mas logo os instintos falaram mais alto e ela rendeu-se, caindo de joelhos aos pés da cama e mergulhando a boca no meio das minhas pernas. Foi um dos melhores orais que recebi na minha vida. Enquanto ela se deliciava com o sabor do néctar que vertia de mim e me dava carícias de prazer indescritível, levei meus dedos à boca, saboreei meu próprio gosto e gozei sentindo o meu cheiro. Mesmo depois do meu orgasmo, ela continuou me devorando e me fez excitar novamente. Quanto mais eu gemia, quanto mais eu me contorcia e quanto mais eu implorava para ela parar,  mais ela afundava a língua, sugava-me e lambia-me Ela somente parou, quando me viu gozar novamente, de um jeito desesperado, em meio a uma sensação quase insuportável e prazerosamente deliciosa, entre grito e berros de prazer e tesão.
Depois que gozei, segurei pela cabeça, trouxe sobre o meu corpo e a beijei. Sua boca tinha o gosto do meu sexo e o cheiro do meu orgasmo. Deitei ao meu lado e percorri seu corpo com minha boca, na direção da sua flor umedecida e repeti nela, tudo o que ela havia me proporcionado, momentos atrás.

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