Solitário e Intenso



por Lena Lopez 


De repente o calor no peito e ela arde de desejos, avassalada pelas fantasias e se retorce na cama. Corpo languido em pose insinuante, procura e só encontra vestígios e lembranças da noite anterior. O lado vazio, de onde o macho se tinha evadido, ainda na madrugada, depois de a amar, se satisfazer e gozar.
Deixado pelo consorte, o cheiro lhe causa torpor e com o perfume de sexo impregnado no leito, ela molha. Ela mesma se toca, com a leveza de seus dedos. Arrepia, ouriça seus poros e o seu corpo incendeia.
Outra solução não havia para aquela solidão e para aliviar o tesão, ela põe-se a explorar seu próprio corpo. Na ponta dos seus dedos, vão os instintos de fêmea, excitada e carente, para suportar a saudade do macho.
A cama, que na noite anterior foi alcova, torna-se um inferno escaldante e uma fagulha no meio das suas pernas, acende o corpo dela, que se faz um verdadeira fogueira, queimando por inteiro.
Seu corpo pedia pelo falo entesado e rijo, mas contentou-se com dedos indecentes e seus toques abrasantes nos seus recantos e partes.
Tocou-se nos seios e afagou os mamilos rijos. Apertando entre os dedos, os dois bicos, feitos duas amoras, sentiu uma dor, que correu-lhe o corpo em direção ao seu ventre e alcançou o sexo pulsante.
Já um tanto suada, tal era o calor que sentia e sentindo a umidade que já escorria, levou sua mão ao meio das coxas e cedeu aos seus dedos, toda a permissão, para explorarem os seus segredos e lhe dar satisfação.
Uma das mãos nos seios, tocava a sua volúpia e a outra mão entre as pernas tocava os seus desejos.
Os dedos exploravam, entravam e saiam do seu interior. Quase por instinto, levou os dedos à boca e sentiu o cheiro e o sabor da seiva deixada pelo macho, misturado ao mel, que ora brotava das suas entranhas. 
Escancarou suas pernas, qual borboleta de asas bem abertas e tornou a tocar-se com voracidade, quase perdendo o controle. Seu corpo resumia-se ao sexo molhado, ao clitóris incendiado e entumescido.
Na mente, pensamentos simulavam o sexo como ela desejava, o macho deitado sobre o seu corpo, sugando seus seios e à castigando-lhe a vagina molhada, com entradas e saídas potentes e ritmadas.
Na falta do amante, os dedos o substituíam e se revesavam entre as vagina e o clitóris.
Então veio os espasmos, uma dor no baixo-ventre, que subiu pela espinha e estremeceu o seu corpo. Foram momentos de gozo, com múltiplos orgasmos em deliciosa sequencia, que começaram de leve e tornaram-se avassaladores.
Finalmente num suspiro profundo, o último tremor no seu corpo, que a fez encolher como um feto na cama, com as mãos entre as pernas, apertando o púbis com força. Ela se sentiu saciada!
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