Tesão na Faculdade

por Lena Lopez 

Desliguei o telefone e escuto alguém me chamar,  me viro e percebo que era Rogério, um cara que eu transara, quando ainda cursava história (bem, façamos  justiça com as outras, eu e a metade da faculdade).
Ele a pouco entrado no restaurante, me reconheceu, sentou-se na mesa atrás da minha, esperou-me desligar o telefone e, achando que não tinha nada a perder, mas muito a ganhar, resolveu arriscar. Olhei para trás, reconhecendo a voz, acenei com a cabeça e sorri. Ele levantou-se, veio ao meu encontro e sentou-se ao meu lado, conversamos descontraidamente durante algum tempo, jantamos e tomamos uma garrafa de vinho, depois com ar de safadeza, disse-me que morava perto e perguntou se eu queria conhecer o seu apartamento e terminar aquela conversa por lá.
A lembrança de como ele fazia sexo gostoso, incentivou-me a aceitar o convite e matar a curiosidade se ele ainda era o mesmo de alguns anos atrás e talvez, descobrir o que ele havia aprendido a mais, nesses doze últimos anos.
Seguro e sabendo como agradar uma mulher, ele me beijou, antes mesmo de fechar a porta, deixando-a bater solitária atrás de nós e sem me dar chances, apertou-me contra a parede e nos atracamos num abraço, daqueles furiosos, no qual alisamos aqui e ali e as mãos passeiam em todas as direções, sem vergonha nenhuma.
Rogério puxou o meu vestido para cima, despindo-me pela cabeça, enterrando depois, o seu rosto entre os meus seios, ainda apertados dentro do sutiã, mas beijando-os calorosamente, por todo as extensões do colo.
Rapidamente, ele tomou-me pela mão e levou-me para cama, enquanto eu me deitava ele se despiu e corri meus olhos pelo seu corpo:
- Nossa, ele ainda é o mesmo e o corpo continua lindo! - Pensei.
Aproveitando que ele estava em pé, ao lado da cama, sentei-me à beira, segurei-o pelas nádegas e puxando a cueca para baixo, libertei aquele pênis delicioso e acariciando-o entre as mãos, levei-o até a minha boca e lambi-o levemente, da glande aos testículos, molhando-o completamente com a minha saliva e com todo carinho, enterrei-o até senti-lo no fundo da minha garganta. Não aguentei muito tempo, faltou-me ar e recuei até ficar apenas a glande entre meus lábios. Com a mão, eu fazia movimentos de vai e vem, acentuando  o ritmo aos poucos e fazendo-o gemer de prazer.
Preocupado com a minha reação, ele me avisou que estava prestes a gozar e, como resposta, aumentei a velocidade das mãos, abrindo a boca  e deixando o pênis roçar na minha língua, para sentir o gosto do jorro quente e delicioso, com sensações quase comparável à orgasmo. Tentei sorver inteiramente, mas algumas gotas deslizarem no meu queixo e lambuzaram meus seios, as quais juntei com meus dedos e trouxe-as de volta para não desperdiçá-las.
Rogério jogou-me na cama, colocou-me de quatro e depois de me dar uns tapas nas nádegas, puxou-a para o lado e de uma só vez, possuiu-me profundamente, até alcançar meu útero. Rebolei freneticamente, recebendo os seus vai-e-vens e em poucos minutos, gozei como uma louca. Ele, ainda aceso, deitou-me sobre a cama. tirou-me as lingeries, acariciou meus seios e ventre, levando as sua mão entre as minhas pernas, me apertou e disse-me que queria mais.
Na posição tradicional, abri as minhas pernas e entre elas, recebi meu macho gostos. 
Olhos nos olhos, gotas de suor e respiração ofegante. Tudo isso incendiou a minha libido, fazendo-me excitar imensamente e sem que ele gozasse, eu gozei incontáveis vezes.
Cansada, eu queria pedir trégua, mas o prazer imenso não deixava. Em cada estocada, eu gemia e urrava, não conseguia mais respirar. Era uma sensação de cansaço e tesão, tive até vontade de gritar e chorar desesperada. Rogério se acalmou e parou rapidamente, aproximou-se do meu ouvido e disse-me que tinha uma proposta indecorosa, disse-lhe que não me importava, que poderia falar e prontamente ele me falou. Virei-me de bruços e coloquei um travesseiro sob o ventre. Ele abriu as minhas nádegas e lambeu sofregamente, deixando-me lambuzada de saliva. Deitou-se sobre mim e entrou sem pena, dando-me o prazer do sexo anal.
Prestes a gozar, retirou-se de mim e lançou seus jatos quentes sobre as minhas costas logo em seguida, espalhou o esperma na minha pele, depois trouxe-me seus dedos, colocou em meus lábios semi abertos.
Fizemos sexo pelo resto daquela noite. Pela manhã eu fui embora e nunca mais nos vimos,  mas jamais esquecerei os olhos dele quando tirou o meu vestido e do que ele disse, que eu colocara aquela lingerie, pois decidira que faria sexo naquela noite.
- E... Não é que ele tinha razão! Sorte dele ter me encontrado!


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