A Lingua e a Flor


por Lena Lopez 

A língua lambe sedenta
pétalas vermelhas e molhadas
da flor licenciosa e desabrochada
a língua sulca entre as pétalas
na busca frenética e impaciente
do oculto e entumescido botão
procura e explora na flor
ágil e lépida serpenteia e afunda
varia a intensidade do ritmo
e a profundidade das inserções
A língua lambe faminta
colhe o néctar lascivo
luxurioso e embriagante
o licor feminino do amor
e quanto mais lambe
a língua enleva e fascina
A flor fascinada e excitada
vê-se em meio ao êxtase
e faz-se molhada e devassa
abre-se e fecha-se em espasmo
derrama-se lúbrica
e abandona-se ao clímax carnal
ensopada de mel
 que a língua lhe deu!



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Batalha de Corpos

por Lena Lopez 

Em meio a gritos e gemidos, meu território secreto, acaba de ser invadido e penetrado com afinco.
A caverna úmida, quente e envolvente, aquecida pela chama de indecente prazer, encharca-se na vontade de ser comida, em meio a luxúria da foda perfeita.
O cio desce e se espalha na pele, emoldurado pelas vontades, queimando com os olhos, o visual erótico dessa paixão.
Olho no olho, pele na pele, corpo no corpo e sexo no sexo, que se atam e entrelaçam, no mais puro e denso tesão, como uma batalha acirrada.
Excitação e prazer mútuo, gritos, sussurros, gemidos e suspiros, o hálito forte do beijo ardente e o calor do encontro carnal.
E ambos, tremem de desejos, refazem loucuras, que os levam ao céu.
Seios beijados, mamilos sugados, se tornam intrigantes trincheiras da lascívia crescente.
O falo duro, pulsante e quente, é ele a lança que abre os caminhos.
A vagina molhada, verte o desejo, é ela a bainha que recebe a espada.
O embate erótico de alucinados, um encontro preciso de prazeres urgentes. E no final da batalha, o ápice alcançado, com gozo intenso, não há derrotados.

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Desejo Voraz

por Lena Lopez 

Quero uma paixão feroz, sem tempo e espaço, sem hora e nem lugar. Uma paixão sem limites, sem data para vencer, sem censura, sem nenhuma vergonha, sem nenhum pudor.
Quero a intensidade dos beijos de bocas ardentes, a lubricidade de corpos excitados, a ferocidade das unhas rastreando as peles. Quero a paixão dos lábios molhados, a tenacidade das línguas num enlace, a lascívia das peles suadas. Quero as mistura de humores, a mescla de néctares e a confluência de seiva e mel.
Quero essa paixão feroz, pois quando entrelaçados, formamos um único corpo, incendiamos juntos sem exterminar nossos fogos e explodimos sem perdemos a nossa energia. Essa energia que circula entre nós e aviva os nossos desejos, se transforma no prazer que nos domina e nos funde.
Somo um corpo só, submetido ao prazer, desbravando loucuras, que somente nós somos capazes de cometer. Somos duas bombas-relógios, numa contagem regressiva, aguardando a explosão.
Quero essa paixão feroz, que doma minha boca com a língua invasiva, que coloca meus seios sob domínio do algoz, que prende meus mamilos com lábios embargantes. Quero essa paixão feroz, que sequestra meu corpo com vontades vorazes, que confisca minha pele com desejos insanos e que possui o meu sexo com prazer edaz.
Tudo o que eu quero é essa paixão feroz, que me leve ao caminho do êxtase.
Tudo o que eu quero é essa paixão feroz, que me faça o caminho ao teu êxtase.
Tudo o que eu quero é essa paixão, feroz e voraz, que nos leve ao orgasmo violento e intenso. Uma explosão de supremos prazer, breve no tempo e duradoura na intensidade, rápida como um rai no céu, mas infinita como uma memória secreta.


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Sedução de Fêmeas

por Lena Lopez 

Te enlaço pela cintura
Te trago junto à mim
Beijo o teu pescoço
Roço os lábios em tua nuca
Deslizo a mão nos teus ombros
Com elas levo a tua roupa
Passnado pela cintura
Desnudando teus quadris
E às tuas costas nuas
Arrimo os meus seios
Enquanto as minhas mãos
Se encarregam dos teus
Com um dos braços te abraço
E com a outra mão passeio
Deslizo pelo teu ventre
Em busca do teu segredo
Enquanto exploro teu corpo
Com mãos sedentas e famintas
Busco na tua boca
O gosto da tua saliva
Assim eu te seduzo
Com meus carinhos de fêmea
A minha boca em tua boca
Uma das mãos nos teus seios
E os meus dedos indecentes
À explorar o teu meio
Ouvindo os teus gemidos
Sentindo tuas costas em seios
Brincando entre as tuas coxas
Eu acendo e incendeio
Esse é o nosso prazer
Molhado e obsceno
Que inicia como mel
E termina um veneno
Nos guiamos pelo tato,
pelo olfato e paladar
Buscamos pelo sublime
Que nos faça delirar
Até nos deixar exaustas
De tanto sexo provar
Perder os nossos sentidos
E o nosso gozo jorrar!

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Com os olhos vendados!

por: Lena Lopez

A venda negra de seda cobria-me os olhos e apenas deixava sentir o teu perfume e o calor da tua presença. Na pele do meu rosto, a tua respiração denunciava a tua proximidade e para me dizer que eu estava certa, tua boca beijou a minha. O teu gosto despertou o meu desejo, o mistério me envolvia numa escuridão deliciosa e uma torrente de calor tomou conta do meu corpo. Tua língua passeou pelos meus lábios, depois invasiva buscou a minha e as duas travaram um duelo, qual duas serpentes e uma batalha agressiva por um pedaço de chão.
Sentia as tuas mãos sobre os meus ombros e com força elas me impeliram em direção do teu peito, teu perfume entrou pelas minhas narinas e minhas língua não esqueceu de deixar o seu rastro de saliva. Continuei sendo conduzida por teu corpo abaixo, até eu poder sentir a dureza da tua virilidade em meu rosto.
Ajoelhei-me aos teus pés, sem nada poder ver, apenas sentia o calor e a pulsação do teu vigor na minhas mãos e deslizando pela pele da minha face. Apesar da rigidez, a maciez da pele me causava uma sensação deliciosa e meus lábios ousaram levemente roçar por ela.
Eu não podia mais esperar, o cheiro de homem me encheu de vontade e me deixou louca para provar o teu gosto másculo. Detive-me por algum tempo, acariciando com os lábios a fruta vermelha e quente, enrubrecendo-a um pouco mais com o batom que ainda restara após o beijo. Minha língua ousou provar as primeiras gotas cristalinas que brotaram de ti, senti teu gosto agridoce invadir a minha boca e me levar a um desejo maior ainda e abocanhar com toda a volúpia a tua mezena rígida e quente, que mostrava a potência no sangue que corria e fazia saltar as suas artérias e veias.
Deixei que a minha boca fosse invadida de uma só vez e lentamente expulsei da minha boca, deixando molhado de saliva. Minha língua molhada se desdobrou para dar carícias ousadas e generosas, rastejando em todas as extensões do teu sexo, provando-o de cima a baixo.
Meu olhos cobertos nada viam, eu apenas sentia o teu calor, o teu gosto e o teu cheiro. Deixei que novamente fosse visitar a minha garganta e depois tornei a visitar a fruta vermelha para aperta-la entre os lábios. Repeti os mesmos movimento diversas vezes, enquanto ouvia os teus gemidos roucos.
Subitamente parei, circulei a frutinha com a minha língua e desci até as tuas duas amêndoas, lambendo-as, beijando-as e sugando-as para dentro da minha boca, para poder acaricia-las com a minha língua.
Você já estava a ponto de explodir, voltei as minhas atenções ao mastro rijo e envolvi com a minha boca. Passei a me movimentar para frente e para trás, mas agora, com maior rapidez e com maior dedicação. As primeiras gotas brotaram quentes e molharam a minha língua, depois jatos esguicharam e inundaram a minha garganta. Provei, me lambuzei e engoli e continuei dedicando carícias até senti-lo flácido entre os meus lábios.
A venda, eu mesma a retirei e procurei pelos teus olhos. Satisfeito, teu olhar de gozo, me fez sentir uma sensação imensurável de deleite, por ter te proporcionado momentos de imenso prazer!


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Nua e Solitária

por Lena Lopez 

Nua e desorientada pela casa, ando de um lado para o outro, com a alma em frangalhos, por um desejo insuportável que me consome. Meu corpo arde, como se estivesse em pura brasa e abate-me uma ansiedade, pela minha memória, que teima em resgatar as tuas lembranças da última vez que estivemos juntos.
Minha carne está febril e essa febre me faz estremecer, sinto uma imensa dor, que massacra o meu ser e torna-se impossível conter os meus anseios. Grito e com as unhas, rasgo a minha carne, com a insanidade que me entorpece.
Meus mamilos entumescem e doem, como se agulhas os atravessassem e os tomo entre os dedos, imaginando que meus seios estão em tuas mãos.
Vou ao banheiro, quero uma ducha fria, abro a torneira e encosto-me aos azulejos frios. Sinto um alívio breve e me contenho. A água cai à minha frente e olhando os milhares de gotas me esfrego na frieza da parede, sinto um afago gélido e desejo que todo meu corpo receba a calmaria. Viro-me então de frente e espremo meus seios contra a parede. Um frio intenso os envolvem, os mamilo endurecem mais ainda e os sinto formiga, como se a tua boca os sugassem e perco todos os limites.
Com ousadia, levo a mão entre as minhas pernas e toco a vagina, já totalmente ensopada, com a ponta dos meus dedos. Meu clitóris reage aos toques e sinto que devo ser selvagem e intensa.
Viro-me novamente, deixo a bunda encostada à face gélida e escorrego ao piso molhado do banheiro.
O piso é frio e o meu corpo quente, um vapor erótico envolve o ambiente, o som da água caindo torna-se gemidos aos meus ouvidos. Invado-me com os dedos e o fundo da minha gruta é tomado por um momento de frescor, concebido pelos meus dedos afundados nas minhas entranhas. Um rio escorre do meu corpo e corre sobre a aridez, que trás ardência aos meus pensamentos. Sim, meus pensamento são áridos e quentes, como um deserto de areias quentes e calor insuportável, que se espalham e queimam todo o corpo, pois são pensamentos insanos e indecentes de uma vadia, louca para ser possuída e comida.
Ergo-me, deixo a água fria cair sobre meu corpo. Da cabeça aos pés, é como lavar a alma e deixar escorrer sobre a pele um bálsamo, que com ele leva a loucura. Sinto um alivio momentâneo.
Saio molhada do chuveiro, deixando pegadas molhadas pelo chão. No meu quarto paro à frente do espelho enorme na parede. Vislumbro a minha silhueta, os seios nus, a pele molhada, fazem meu desejo despertar e fico tarada.
Sento-me na cama, abro as pernas e deixo-me ver entre as coxas. A gruta está úmida e a toco. Fechos os olhos, esfrego-a com a mão. Um calor repentino reacende-se no meu corpo.
Masturbo-me estupidamente, imagino delírios, ouço meus próprios gemidos e fantasio estar contigo.
Essa distância, crava uma dor profunda no meu peito, queria que estivesse aqui agora, para te saborear e ser por ti saboreada. Desejo nada mais que ter você me invadindo os vãos, teu desejo derramando sobre mim e a tua indecência melando todo meu corpo.
Não há mais nada para fazer, estou morrendo tão solitária e nua, a não ser me entregar à minha própria gula, ancorar meus dedos no cais entre as minhas pernas e navegá-los nas minhas águas, inundá-los de prazer e afundá-los no meu abismo.
Totalmente pronta e entregue à minha insanidade, que me estrangula pecaminosamente, a minha libido torna-se invencível, transformo-me em minha própria puta, violento-me e possuo-me lascivamente, sem medir limites e gozo desesperada, pensando em você!

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As 69 leis de Tonha para o sexo

por Lena Lopez 
Minhas queridas amigas, leitoras, seguidoras e fãs, todas sabem que existem as Leis de Murphy, mas quando se fala de sexo, sou expert no assunto. Depois de anos de meditação, baseada nos autos do nosso querido estudioso acima, elaborei as Leis da Tonha para o sexo feminino. Para o sexo masculino fica para outra oportunidade, quem sabe daqui a anos-luz, por que eu cansei de pensar e vocês sabem que, ser a bucetinha da Lena é um trabalho imenso e não isso é para qualquer xoxota mortal, além disso, eu entendo mesmo é de xoxotas e não sei pensar como um pinto.
Aí estão as minhas leizinhas básicas, sigam-nas, divirtam-se e tenham muitos orgasmo! É claro, se depois de lerem, isso se tornar possível!
Volto qualquer outro dia!
Mil beijos
ASS: Tonha, a xerequinha gostosa, charmosa, cheirosa e carequinha da Lena.

1. Se alguma coisa pode dar errado na hora do sexo, dará da pior maneira, no pior momento e causará o maior dano possível, àquele orgasmo monumental, que você sonhou a semana inteira.

2. Uma broxada é sempre o período mais longo entre dois orgasmos.

3. Sexo não é tão fácil quanto parece, nem tão difícil como nas teorias do seu sexólogo.

4. Sempre se levará mais tempo, do que todo o tempo disponível para àquela fugidinha na hora do almoço.

5. Se há possibilidade de você broxar, todas as demais 499 tentativas da noite serão inúteis.

6. Se você descobrir 20 maneiras para driblar seu namorado e conseguir driblá-lo, do nada aparecerá algo que desmentirá todas elas.

7. Seja qual for a razão, haverá sempre alguém para falar mal de você, dizer que sua cara de santa não engana e que sabia das suas falcatruas ou para fodê-la.

8. Quando o sexo é mal feito, qualquer tentativa de melhorá-lo piora.

9. Acontecimentos infelizes sempre ocorrem em série: o motel é ruim, a cueca dele está rasgada, o pau é pequeno e ainda por cima, ele broxa.

10. Toda vez que se vê um cara interessante, há algo escondido: ele é gay!

11. Em qualquer relacionamento, principalmente os estáveis, sexo não engorda, engravida!

12. As posições que dão maior tesão, sempre serão as impossíveis.

13. Se você não faz sexo há muito tempo, não se desespere, pois a espera será longa.

14. Se o tesão é muito, você sempre irá para cama com o homem errado, na hora errada.

15. Quando aquele cara, que você está de olho a muito tempo te ligar, acabará a bateria do celular.

16. A Natureza está sempre à favor da falha, consequentemente o estouro da camisinha pode ser inevitável.

17. No sexo, entre dois acontecimentos prováveis, sempre acontece o provável e ele dorme.

18. Quase tudo é mais fácil de enfiar do que de tirar, tenha sempre a mão o lubrificante.

19. Mesmo o objeto mais inanimado tem movimento suficiente para lhe provocar um orgasmo devastador.

20. Qualquer esforço para se agarrar um homem casado, provocará mais problemas do que se deixássemos ele quieto ao lado da baranga.

21. A única foda capaz de fazer você gozar realmente, com absoluta certeza é aquela que nunca aconteceu, mas que você sempre sonha.

22. Por mais bem feito que seja o sexo, ele sempre vai querer o seu cuzinho.

23. Nenhuma mulher mantém o marido sem chifres, se ele broxa o tempo todo.

24. Sempre o tesão será inversamente proporcional à falta de sexo.

25. Quando uma ninfomaníaca fala em abstinência, os verbos são sempre precedidos de "AINDA".

26. Homem nenhum ficará batendo na sua porta, ou telefonando para você, se não quiser lhe comer.

27. Errar é humano, mas não é desculpa para broxada.

28. A vontade de trepar com o colega de trabalho possui três estágios: 1º. é fascinante - 2º. foi bom e valeu o esforço - 3º. a empresa toda ficará sabendo.

29. Sete fases de uma transa: entusiasmo, ato sexual, desilusão, pânico, tesão recolhido, culpa e saudade do ex-namorado pauzudo.

30. O seu orgasmo sempre levará o quíntuplo de tempo do dele.

31. O sexo nos relacionamentos casuais é mais constante que nos relacionamentos estáveis.

32. Pais que te amam, não te deixam fazer nada. Pais liberais, não estão nem aí se você liberar a franga.

33. Assim que você esgotar todas as suas possibilidades, para ter aquele orgasmo inacreditável, haverá uma solução simples e óbvia, claramente visível a qualquer outra idiota: Siririca!

34. Qualquer orgasmo começa a acontecer, depois que ele gozou!

35. Nenhuma bola vai entrar, elas ficam para fora!

36. Somente depois de seis meses, muitas trepadas e grandes decepções,  se descobre que é o cara errado!

37. Depois de algum tempo, o sexo se acalma e ele descobre que a sua amiga de infância, é bem mais gostosa que você.

38. O galinha que sua amiga pegou, sempre irá arrastar a asa para você.

39. O número de vezes que você necessita transar para se satisfazer, sempre ultrapassará o número de vezes para achar alguém disponível. E há sempre alguém disponível.

40. Seja qual for o problema de ereção dele, sempre irá aparecer na sua frente e desaparecer quando ele ver a vizinha gostosa.

41. Se ele está te assediando, é feio. Se é gostoso, está acompanhado. Se está sozinho, você está acompanhada.

42. Se o cara que você deseja, está sozinho, pode ter certeza que você é a única que ele não vê.

43. Oitenta por cento dos homens não prestam, os outros vinte por cento, não servem para você.

44. Cada homem parte do pressuposto, que você tem muito mais para dar e não tiram o olho, o tempo todo da sua bunda.

45. Os preservativos sempre somem durante as preliminares.

46. Os "trabalhos manuais" exigem apenas os dedos para serem executados.

47. os caras que sobram nos finais de festas, nunca se ajustarão as nossas preferências.

48. Quanto mais cuidadosamente você planejar uma situação, para pegar aquele carinha delicioso, maiores serão as possibilidades dele sair com outra.

49. Tudo é possível. Até mesmo engravidar.

50. Em qualquer relação sexual, o componente de vida mais curta, será sempre o pênis.

51. Qualquer relação sexual improvisada irá conter: duas pessoas com tesão, um lugar perigoso para trepar e alguém para observar.

52. Aquela foda foi realmente necessária?

53. Uma rapidinha nunca é suficiente, mas sempre há muito tempo antes de qualquer rapidinha.

54. Todo corpo feminino mergulhado numa banheira, faz tocar siririca.

55. O tesão está à flor da pele, mas a falta de sexo corrói até o osso!

56. A hora para se fazer sexo com urgência, é sempre a menos disponível e ocupada.

57. A probabilidade do  jato de sêmen encontrar um olho aberto é de cem por cento!

58. Confiança é aquele sentimento que você tem antes de levar chifres!

59. A fila do lado sempre anda mais rápido e o carinha legal não dá bola para você.

60. Nada é tão bom que não possa melhorar, exceto sexo com o seu marido.

61. O ânus é danificado segundo a proporção direta da circunferência peniana.

62. Se você está se sentindo bem, quase gozando... Não se preocupe. Isso passa.

63. No sexo, não importa o que você faça, o importante é sempre para dentro e para fora.

64. Na mão, sempre será o resultado daquela trepada maravilhosa! Use-a com sabedoria!

65. Existem dois tipos de pênis: o do seu marido, e o dos outros.

66. Homens vem e se vão, tesão se acumula!

67. Sexo gostoso é aquele que você sempre imaginou e nunca experimentou!

68. A melhor maneira de fazer um pênis descer, é compará-lo ao do ex.

69. Sexo é como crack, vicia na primeira!

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Se todo mundo dá, por que eu não posso dar?

por Lena Lopez 

Sempre era a mesma coisa, especulações a meu respeito, queriam saber se eu tinha namorado, se eu dava ou não, ou então, o que eu fazia quando dormia fora de casa.
Eu já não aguentava mais tamanha curiosidade, cada vez que tocavam no assunto, o meu sangue fervia. E, olha que eu sou calma!
- Foi onde?
- Fez o que?
- Por que não avisou!
- Essa menina está passando dos limites!
- Hora dessas aparece de barriga!
E uma tia ranzinza e fofoqueira responde:
- Que nada, anda só com meninas, é sapatão!
Humpf!!! Rrrrrrrrrrrrrr!!!! Eu quieta no meu....

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Gozo à escorrer!

por Lena Lopez 

Sacia a tua fome
Faça-me sentir você
Penetra-me com teu ímpeto
E delira de prazer

Sacia tua sede
Ponha-me na tua boca
Beba e coma no meu corpo
Faça-me alucinada e louca

Usa e abusa do meu corpo
Deixe-me desfrutar do teu
Mata-me essa vontade
Ter o teu sexo no meu

Pois sou tua fêmea ardente
Sempre a tua mercê
E preciso saciar-me
Comendo e bebendo você

Vem, para o banquete
Provar, comer e beber
Saborear mel e manjar
Do gozo à escorrer


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Hoje é dia de siririca!


por Lena Lopez 

Hoje é sábado e estou no trabalho. Que diazinho filha da puta para se trabalhar! Fico muito distraída e não consigo me concentrar. Só penso em logo mais a noite: sair, dançar, caçar um gato lindo e depois... quem sabe, esticar a noite e dar aquela trepada! Tudo bem, eu sou bi, uma gata gostosa também cai como uma luva e a festa fica melhor ainda!
Cacete, só de lembrar fiquei completamente excitada. Toda molhada! E o sábado recém começou! Terei que me contentar com meus dedos! Hoje vai ser foda, vou ir mil vezes ao banheiro, meus dedos são experts no assunto! Fazem o trabalho direitinho!
Ih, olha só quem está chegando... A Carmen! Que mulher tesuda! Ontem ela disse que não viria, deve ter mudado de idéia. Pena que é hetero, ela já me disse que mulher não é a praia dela. Ainda bem que não sonha que eu gosto da fruta, assim ela fica a vontade e eu me delicio com a paisagem. Aquele decote é maravilhoso, dá vontade de mergulhar pra dentro. E quando ela senta, de frente pra mim e descuidada deixa as pernas entre-abertas? Nossa fico louca, olhando a... vocês sabem, não é preciso dizer. Mas eu não acredito nesta história, que só gosto de homem, mulher é hetero só enquanto não provar. É como eu digo, aquilo é como crack: Experimentou, viciou!
Vou ter que ir no banheiro, essa mulher é demais para minha cabeça! Olha só o que ela faz, se abaixou com a bundona pro meu lado. Deixa que eu mordo! Ainda te pego!
Puta merda, fiquei ensopada! Banheiro urgente!
E aí buceta, podia esperar mais um pouco! Como tá melada! Ui que siririca gostosa!
Carmen, sua gostosa, se eu te pego, lambo tudinho, gasto a minha lingua!
Ah, vâmo buceta, goza de uma vez!
Ai, ui, aaaiii! Uuuuuuuh!
Mais ligeiro, mais ligeiro, mais ligeiro!
Aaaaaaaahhhhh! Só no grelinho, só no grelinho!
Ui! Carmen, Carmen, Carmen, sua gostosa! Dedinho gostoso!
Ai, ai aiaaaaaaaaaaaa!!!! Gozei!
Puta, que gozada!
Ai, a calcinha está melada, vou ter que trocar. Na bolsa, vamos ver...
Branca, não! Preta, não! Azul, também não! Rosa, não combina... Ah... vai a branca mesmo!
Pronto, lavar as mãos e vamos para o escritório.
- Farol ligado amiga? Está com frio!
- Vai a merda Renata!
Era só o que me faltava, essa guriazinha pegar no meu pé! Por que ela não vem lamber os meus bicos! Mas pensando bem, até que a Renatinha dá um caldo! Tenho que rever os meus conceitos!
Seios pqeueninhos, corpinho magrinho, perninhas longas, uma boquinha deliciosa, Hummm... passo a língua, mordo, chupo, esfrego, rolo e enrolo.
- Ei, amiga! Ei.... Oooooooooh!
- O que é Renata?
- Tá me olhando assim por quê? Tô cagada?
- Nada não, só estava pensando!
Caralho, quase me entreguei!
Será que a Renatinha gosta da fruta? Vou ter que investigar! Ainda não a tinha notado assim. Isso... com calma, se ela gosta eu descubro e vou pro abraço. Xiiii!!! Me excitei de novo! Encharquei! Mas agora não dá, voltei do banheiro a pouco!
Merda! Meus bico estão duros e o tecido me excita, não posso nem respirar! Bem feito, quem mandou pensar em bobagem, agora aguenta! Ai, ai, ai... Vou para a outra sala, lá não tem ninguém e posso disfarçar para me tocar.
Ufaaa... A porta está entre-aberta, mas deixa assim, posso ver antes de entrarem. 
Hum, que biquinhos duros! Adoro espremer e enrolar com os dedinhos! Mmmmmm!!! Tá molhadinha de novo né? Ó... Renatinha... essa siririca é pra ti!
Dedinho no grelo, bem devagar! Assim, que gostoso!
Renata minha gostosa! Vem, vem cá, vem!
Ai, que tesão!
Mais rápido, mais rápido... rápido...
Ah, ui, ai! Aaaaaah!
Um dedinho, entra dedinho! Mais um!!!
Que gostoso, por baixo da calcinha!
Aaaaaah! Delicia!
Uuuuuuuuuuuu!!!! Que gozada!
Calma, calma respira!
- Ei, amiga... tá passando mal? 
ÃH? O QUE VOCÊS TODOS ESTÃO FAZENDO AÍ?

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A Garota da Faculdade

por Lena Lopez 

Ela me apertou contra a parede fria do banheiro, segurando as minhas mãos contra o azulejo, olhou dentro dos meus olhos. Tentou me beijar, eu virei o rosto e sua boca desviou para o meu pescoço, indo de encontro a alça do meu sutiã, que deixava-se mostrar, pelo decote canoa da minha camiseta.
- Que isso Lena, sei que não é a tua primeira vez? - disse-me, beijando o meu ombro.
O frio dos azulejos contrastavam com o calor em minhas costas e um arrepio correu pela minha espinha, deixando meus mamilos intumescidos. Apesar de assustada, as sensações eram deliciosas. Eu não esperava por aquilo, fui pega de surpresa pela ousadia de Carla, uma colega da faculdade. Sempre fui discreta e cuidava para que na faculdade não desconfiassem das minhas preferências e aventuras com outras meninas.
- Não sei do que você está falando!
Ainda olhando-me fundo nos olhos, Carla respondeu:
- E a Aline? Vai negar tudo?
- Eu e Aline somos apenas amigas!
- Apenas... não! São amigas até demais!
- Como assim, continuo sem entender!
- Bem, vou abrir o jogo! O que fazem duas amigas em um motel? Você foi ajudá-la na cadeira de anatomia? Ela faz medicina não é...

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Saciedade


por Lena Lopez 

Quando estás na minha boca
algo em mim se transforma
como se o tempo parasse
e os ponteiros do relógio
não contassem as horas
mas prazer e desejo!

Quando está na minha boca
sacio-me de forma plena
como se eu estivesse
loucamente sedenta
e matasse a minha sede
num oásis do deserto!




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No Banheiro da Academia

por H. Thiesen

Eu não gosto de malhar, prefiro correr do que ficar presa à aparelhos, mas fui a uma academia à convite de uma amiga. Era fim de semana, a academia estava vazia e aos poucos, as pessoas que estavam por lá, foram embora. 
Malhamos durante uma hora mais ou menos e fomos tomar um banho. Enquanto nos banhávamos, começamos a brincar. Brincadeiras como jogar água, dar tapas para ver as marcas, tentar beliscar o mamilo da outra e passar a mão na bunda, etc. No meio da brincadeira a coisa ficou séria e acabamos nos beijando. Durante o beijo, ela passou um dos dedos entre as...

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Boquete

por Lena Lopez 

Você sempre sabe o que quero,  quando quero e como eu quero! As vezes me perco, olhando para o teu corpo e deixando as fantasias rolarem soltas na minha cabeça. Quando te olho assim, sei que você também se excita, porque os nossos olhos falam um com o outros.
Há dias que não estou a fim de sexo, isto é, sexo comum e convencional e eu quero inovar, até mesmo fazer algo diferente. Há dias que o cansaço fala alto, mas como eu não vivo sem você e o contato com o teu corpo é inadiável para mim, eu tenho que lançar mão das minhas fantasias extravagantes, acalmar esse fogo que você acende dentro de mim, para quem sabe me animar e fazer sexo loucamente com você... E, isso sempre me acontece!
As vezes eu sou direta e sento à tua frente, não preciso te dizer nada, você sabe muito bem o que eu quero! Eu adoro ver a tua cara quando faço isso! Então te abraço pela cintura e com meu rosto acaricio o teu pau amolecido, ainda sob as calças e creio eu, apesar de mole, provavelmente ansioso pelo que eu tenho nos meus pensamentos.
Minha boca já conhece muito bem o gosto, e por isso se enche de saliva, minha língua já distingue cada uma das tuas dobras e meus lábios sabem a intensidade do calor que ele tem! Basta-me apenas pensar para ficar excitada, trazer à tona as minhas memórias, que não são tão antigas assim, ontem mesmo te fiz um boquete delicioso.
Você sabe! Você sabe muito bem o que eu desejo! E eu estou aqui, sentada a tua frente.
Deixe-me abrir o cinto, descer o zíper e levantar a tua camisa e baixar as tuas calças até os pés. Sim eu sei, só de imaginar a minha boca no teu pau, você ficou excitado e endureceu. Deixe-me vasculhar as possibilidades, medir o teu tesão por cima da cueca e sentir a glande, que está saltando para fora, já com uma gota brotando do orifício e escorrendo.
Fecho os olhos, desejando o teu gosto, puxo a cueca para baixo, involuntariamente passo a língua nos meus lábios. Num ato instintivo, minha boca faminta, de uma só vez, envolve teu pau e o suga com ânsia, querendo muito mais do que aquela gota solitária. Sinto que tuas pernas tremem, um gemido louco denunciou-me teu prazer.
Sem usar as mãos, ocupadas com a camisa, você descalça o sapato, desfaz-se das calças e joga tudo para o lado, ficando completamente nu. Não é necessário te pedir, te quero sentado no sofá e você sabe o que fazer, com cuidado, devagar, por que não gosto de retirar da boca e ter que recomeçar.
Vestido preto e decotado, meus seios apoiados nas tuas pernas e sinto neles a tua mão, procurando introduzir-se por baixo do tecido, tentando tirá-los para fora. Sinto uma das alças cair do ombro e a tua mão segurando um dos meus seios, procurando pelo bico intumescido. O calor me faz suspirar, a sensação me arrepia e perco a concentração. Empurro a tua mão, recoloco a alça ao ombro. Você sabe que eu gosto de ficar vestida nessa hora, então por que a teimosia? 
Olho para você e engulo o teu pau até a base. Vejo-te estremecer e respirar fundo. Teu pau alcança a minha garganta, sinto teus testículos tocar-me o queixo. Lentamente retiro-o da boca e ao chagar na glande lambo o freio. Novamente abocanho até o fundo e permaneço assim um pouco, sentindo-o latejar dentro da minha boca. Isso me excita mais e começo lentamente o vai-e-vem. Sinto que você segura meus cabelos, proporcionando melhor visão e ao mesmo tempo ajudando-me a continuar os movimentos. Tua ansiedade te faz perder o controle e força a minha cabeça para baixo, fazendo-me engasgar. Sinto falta de ar, você foi além dos meus limites, te olho com reprovação, como pedindo que me você deixe à vontade.
Retomo com mais sede, acelero os movimentos, teu corpo estremece, você geme e urra sem nenhuma vergonha e nem mesmo lembra que as paredes do apartamento tem ouvidos. Você abraça meu corpo com as pernas,  me aperta entre as coxas. sinto meus seios espremidos e as costelas doídas, mas continuo lambendo e chupando chupar. Paro os movimentos e fico somente com a glande dentro da boca, dedicando-lhe caricias com a ponta da língua, lambendo o orifício e vibrando-a no freio. Teu pau enrijece mais e torna-se mais quente.
A língua trêmula varre teu pau, de cima para baixo rumo aos testículos, ao alcançá-los, chupo um e depois o outro. Volto à varredura, de baixo para cima e ao chegar na glande, te chupa muito mais forte. Enterro-o na boca e faço vai-e-vem, você se contorce e perde o controle. Te vendo explodir, continuo incansável, acelero mais ainda e ajudo com as mãos, ao mesmo tempo chupo e te soco uma punheta. Dentro da minha boca teu pau incha e lateja, finalmente jorra e enche a minha boca com teu jatos quentes.
- PUTA QUE PARIU, GOZADA DO CARALHO!
- Te prepara, estou muito excitada e a noite... apenas começou!

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Socando Uma!

por Lena Lopez 

Quero deitar-me no teu ombro e sentir tuas mãos acariciando meus cabelos. Quero sentir o cheiro da tua pele suada e dedilhar um a um os pelos do teu peito nu. Quero entrelaçar minhas pernas às tuas e te fazer carícias com os dedos dos pés.
Quero sentir-me segura e aquecer meu corpo com o teu calor. Quero a tua boca entreaberta, roçar os meus lábios nos teus e a tua língua atrevida, me invadindo a boca. Quero trocar nossas salivas, misturar nossos sabores e brincar com tuas gotas de suor, juntar os nossos cheiros e fazer dos dois apenas um.
Quero teu prazer pelo meu prazer, sobre nossos lençóis molhados, travesseiros jogados e cama desarrumada.
Quero segurar teu sexo e cobiçar com os olhos a tua ereção. Quero acariciar teu membro com a ponta dos dedos e te dar mais tesão. Quero aperta-lo nas minhas mãos, sentir teu latejamento e tua pulsação. Quero comer com meus olhos, a cor vermelha da tua glande repleta de sangue, aumentando a proporção.
Quero ouvir os teus suspiro, enquanto no teu membro e vou e volto com as mãos. Quero te deixar bem louco com esse vai-e-vem apertado dos meus dedos. Quero ver brotar as gotas de prazer e ver melar a glande com os primeiros líquidos da tua excitação.
Quero ir e voltar bem rápido, te ver contorcer, gemer alto de prazer. Quero te ver incendiado, entre os meus dedos ocupados com o teu tesão. Quero ouvir os teus urros e ver teus jatos quentes molhar a tua pele. Quero ver sobre o teu ventre, os rastros esbranquiçados e viscosos do teu  orgasmo.
Enfim, quero te dar todo prazer e se não entendeu ainda, fica logo sabendo:
- Quero te ver gozar e delirar, te socando uma punheta!

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Língua



por Lena Lopez 

Uma língua feminina,
Se comparada ao pênis,
Quase possui vida própria!

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Gozo, gozo e mais gozo!

por Lena Lopez 

Saímos juntos naquela noite, havíamos dançado e bebido um pouco. Passamos momentos agradáveis e quase amanhecendo, ele levou-me para casa. Convidei-o para entrar, pensando em convidá-lo para um café. Mas tão logo a porta fechou as nossas costas, ele segurou-me pela mão e disse-me olhando nos meus olhos:
- Vem,  já está clareando o dia, vamos aproveitar e terminar esta noite fazendo o que mais gostamos!
E sem esperar muito, ele junto-me em seus braços, apertando fortemente meus seios ao seu peito e me beijou. Entreguei-me ás sensação daquele beijo ardente e das suas mãos acariciando a minha nuca. Ele soltou os meus cabelos, afastou-os com a mão e beijou-me no pescoço, enquanto sua outra mão, deslizava pelas minhas costas abaixo e num gesto firme, agarrou a minha bunda, levantando-me um pouco.
Corri a minha mão pelo seu peito, desabotoei e livrei-o da camisa. Ele segurou-me pelos ombros, afastando-me um pouco dele, desceu as alças do meu vestido pelo contorno dos meus ombros e deixou que o tecido leve deslizasse pelo meu corpo, até cair sobre meus pés. Ainda afastado, acariciou um dos meus seios, apertou o mamilo e correndo o dorso dos dedos pela minha pele, deslizou pela minha barriga, fazendo a volta pela cintura e ao mesmo tempo que me envolvia no seu abraço, levava a mão até a minúscula calcinha. Juntando-me ao seu corpo, segurou a calcinha com as duas mãos e rasgou-a pelo cós. Retirou-a do meio das minhas pernas e trazendo-a ao alcance dos meu olhos, sorriu e disse:
- Quero você sem enrolação!
Jogou-me sobre a poltrona da sala de uma forma selvagem, do jeito que eu gosto. Enquanto despia o restante da sua roupa, ele me devorava com um olhar que misturava desejo e perversão. Quanto mais ele me olhava, mais eu percebia que aquele olhar escondia alguma coisa e naquela cabeça havia algo muito safado. Isso estava me excitando muito, mas tudo o que conseguia imaginar, era ele vindo para cima de mim, feito um animal selvagem e louco para possuir a fêmea no cio.
Foi exatamente o que ele fez, deitou-se sobre mim e entrou inteiro de uma só vez. Quando me cobriu, logo senti seu corpo colado ao meu, principalmente seu tórax um pouco musculoso pressionando meus seios. Um dos seus braços deu a volta pela minha nuca e a sua mão segurou-me pelo queixo, direcionando o meu rosto para ele, fazendo-me olhar diretamente nos seus olhos. O olhar, a força que ele me segurava e o contato com seu corpo me deixaram maluca, fazendo-me molhar abundantemente.
- Safada, já está escorrendo?
Não respondi, apenas firmei o meu olhar no seu olhar.
Ele apoiou-se no braço da poltrona, parou o vai-e-vem, ergueu-se um pouco e com uma das mãos começou a dedilhar meu clitóris, ao mesmo tempo me beijava e alternava os dedos entre o clitóris e a minha boca. No beijo eu provava o gosto da sua boca e sentia o meu próprio gosto. Isso me deixou extremamente excitada e com muito mais tesão.
Ele segurou-se no encosto da poltrona com as duas mãos e penetrou-me com violência novamente. Senti-o me rasgando e abri as pernas o máximo que pude. Não consegui evitar mais e pus-me a olhar ele me penetrar forte e fundo, com movimentos ritmados e potentes. Excitadíssima e molhada, tudo deslizava dentro de mim, com muito tesão, sentia-o todo, entrando e saindo, sem que me causasse qualquer. Minha vontade era abrir-me mais, o máximo possível, para que ele entrasse até onde podia.  Talvez pressentindo as minhas intenções, ele colocou as minhas pernas sobre seus braços, deixando-me totalmente voltada para cima e bem aberta, olhando-me sempre nos olhos, enterrou-se nas minhas entranhas. Gritei de prazer e sem me aguentar, gozei pela primeira vez.
Meu gozo o acendeu e ele alterou o ritmo, entrava com força até o fundo e tirava devagar até quase sair, deixando apenas a ponta da glande dentro de mim e tornava a repetir, várias vezes, a entrada rápida e violenta, açoitando meu clitóris com seu púbis e saia vagarosamente, deixando-me mais louca ainda. A cada estucada que ele dava, eu era tomada por novas ondas de prazer.  Eu sabia a intensidade que ele me invadia, mas ele variava o tempo, as vezes fazia-me esperar pela entrada e outras vezes, tão logo saia, entrava novamente. Eu gemia desesperada e ensopava os nossos sexos, tanto que meus líquidos fluiam e escorriam pelo couro negro da poltrona.
Eu continuava totalmente aberta, mais do que nunca à sua total disposição. Minha excitação tomou um rumo vertical e extrapolou qualquer normalidade e a vontade de gozar era imensa. Porém, eu queria aproveitar de todas as formas aquele momento e resisti o máximo que pude ao orgasmo. Não me importava, se o dia estava amanhecendo, por mim, ele ficaria daquele jeito, metendo e saindo por muito tempo. 
Logo depois ele alterou o ritmo e começou um vai-e-vem gostoso, justamente como eu gosto para gozar e quando ele sentiu que eu estava estremecendo, pediu-me para lhe dizer quando estivesse gozando.
Ao ouvir isso, o gozo veio rápido, segundos depois percebi a sensação de que ele estava vindo e se concentrando entre as minhas pernas, para depois explodir e espalhar por meu corpo as ondas de prazer. E então falei!
Ele parou! Decepcionando-me profundamente e com um sorriso safado, segurou pelos ombros e puxou-me para ele, fazendo-me participar ativamente do vai-e-vem. Senti meu clitóris roçando apertado em seu púbis e o membro pareceu-me maior dentro nas minhas entranhas. Puxando-me com força e movimentando os quadris, ele levou-me à loucura. Eu gozei deliciosamente pela segunda vez.
Mesmo após os dois orgasmos, eu ainda estava louca de tesão. Ele voltou a movimentar-se e deitou-se sobre mim, levando a mão entre nós dois, acariciou a entrada do meu ânus. Pressionando a entrada, o dedo entrou um pouco e senti um enorme prazer, por ser invadida pelos dois lados. Não aguentei muito tempo, com as duas penetrações e tive um outro orgasmo forte. Enlouqueci de vez, gemi e gritei alto. Ele vendo o desespero, movimentou-se rapidamente. Entrava e saia com uma velocidade imensa. Quanto mais ele mexia, mais outros leves orgasmos eu tinha. Não acreditei, mas tive um outro gozo intenso e devastador, que me fez amolecer e quase desmaiar. Era como se eu tivesse um orgasmo dentro do outro.
Percebendo o meu estado, ele saiu de mim.
Sem forças, olhei dentro dos seus olhos, respirei profundamente e perguntei:
- Era assim que você me queria?
- Sim, mas é só o começo, quero mais!
- Você está louco?
- Louco por você e ainda não gozei!
- Vem cá, eu te faço gozar rapidinho!
- Ahahaha! Como? Você está um frangalho!
- Na boca querido, na boca! Eu sei que você não resiste à ela!
- Não! Espera ai... Já volto?
- Onde vai?
- Ao banheiro!
- Ah sim! Xixi?
- Não pegar algo, que eu sei que você guarda por lá!
Levantou-se, saiu da minha frente, deixando-me ainda com as tremuras e os efeitos do último orgasmo. Não demorou muito e voltou, trazendo na mão um tubo de lubrificante. Mas isso é uma outra história, eu conto... um outro dia!

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O Nosso Mel

por Lena Lopez 

Provo no teu corpo
um doce sabor embriagante,
tão doce e tão proibido
o teu sabor de pecado
Colho na ponta da língua
dos teu poros o teu suor
que molha todo o teu corpo
para mim delicado licor
Desço com a minha boca
desvendando teu corpo
até o teu sexo molhado
fonte do meu querer
Tua vagina umedece
ante minhas caricias ousadas
e contorces em minha boca
o teu deleite e prazer
Depois tu beijas meu corpo
e me dás tudo o que eu dei
bebes da minha fonte
e me faz enaltecer
Deixas meu corpo acesso
os meus desejos ardentes
enquanto na tua boca
o tesão é vassalo e quente
Quando viramos os corpos
e ficamos ao contrário
tua boca no meu sexo
o teu sexo em minha boca
somos abelhas famintas
bebendo em nossos regaços
Logo que saciadas
e sorvemos os néctares
juntamos nossas colmeias
nos lambuzamos de gozo
no teu e no meu mel

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Meu Tesão

por H. Thiesen

Eu sei que você me olha e me deseja, assim como eu te desejo.
Sei quantas vezes você me viu nua, me olhava furtivamente e não teve coragem para se revelar.
Foram momentos que me deixaram cheia de tesão.
Quantas vezes eu percebi teu olhar, por entre as cortinas da janela, ou o brilho dos teus olhos na fechadura da porta.
Na penumbra do quarto eu era apenas uma menina, cheia de tesão e vontade de...

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A Vampira

por H. Thiesen

O véu negro da noite é o crepúsculo da minha existência atemporal. Os ventos impiedosos de crueza e luxúria sopram através do meu ser. Sempre fui fria e me senti sozinha, como uma vagueante noturna, desmoronando por dentro, nas noites frias e desertas da Escandinávia, sou eterna e imortal.
Era uma noite gelada, aliás, para nós a noite é sempre gelada, e eu já havia me alimentado. Logo depois do sol se por, quando o manto negro da noite cobriu a cidade, saí da minha toca, sobrevoei os subúrbios e escolhi entre a marginalidade de algum lugar fétido, a minha vítima diária. Suguei todo o sangue e com minhas mãos arranquei-lhe a cabeça para que não se transforma-se em meu semelhante. Vampiro não pode ser marginal, já somos sanguinários ao extremo. Gosto de me alimentar com essa...

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Encoxada no Metrô

por H. Thiesen

Sobre a calça jeans, senti uma mão pousar levemente na minha bunda e vagarosamente procurar pelos meus contornos, seguindo diretamente ao meio das minhas nádegas, afundando-se entre elas com certa força e até levantando-me um pouco. Diante da minha inércia, eu notei um homem se encostando no meu corpo e pressionando-me ao seu.. 
Não foi difícil perceber que ele estava excitado. Fiquei paralisada e pensando que o correto seria eu tentar sair dali, mas ao mesmo tempo, aquilo tudo estava me excitando. Fiquei parada no mesmo lugar, deixando-o aproveitar-se da lotação do metrô e decidi corresponder à encoxada.
Ele se esfregava na minha bunda de um jeito que eu sentia seu membro duro entrando entre as minhas...

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Teus Seios

por Lena Lopez 

Teus seios,
que no decote
se mostram em chamas.
Ouso meus olhos
e entre eles me perco!
Teus encantos,
prodígios de sedução!
Minhas tentações!



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No rastro da lâmina

por H. Thiesen 

A água escorria e vagarosamente enchia a banheira e o movimento fazia crescer a espuma branca e suave, enquanto meu pensamento voava de encontro a algumas horas atrás.
Era um final da tarde, a noite chegava de remanso, estávamos sozinhas em casa, nada para fazer, a não ser nos dedicarmos à nós mesmas. O calor da tarde havia nos deixado cansadas, nossos corpos suados exigiam um banho.
Durante a tarde tínhamos nos amado, adormecemos uma ao lado da outra. Acordei molhada de suor, o meu cheiro e o meu suor, se misturavam ao teu. Teu gosto ainda estava na minha boca. Uma preguiça imensa alastrava-se pelo meu corpo. Ao meu lado você ressonava.
Voltei dos meus pensamentos, a banheira já estava cheia e a espuma cobria a água.
Entrei e sentei, deixando a água morna cobrir o meu corpo. Recostei a cabeça, fechei os olhos e fiquei sentindo a sensação que a água e a espuma causavam ao...

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No cu dos outros...!

por H. Thiesen

- Gostosa!
- Vai Beto, vai!
- Mexe, mexe mais!
- Hum!
- Isso, mexe assim!
- Amor!
- Quê?
- Beto... Posso te pedir uma coisa?
- Pode!
- Me dá o teu cuzinho?
- O quê?
- O teu cuzinho!
- Tá louca Michele!
- Louca por que, você come o meu!
- É diferente!
- Como assim, diferente?
- Você é mulher!
- Ah! Claro, só por isso eu posso dar o cu!
- Cacete!
- O que foi!
- Viu o que você fez?
- O que que eu fiz?
- Broxei!
- Agora a culpa é minha!
- Claro, olha o que você me pediu!
- Foi só uma idéia!
- Idéia de jerico!
- Ah, amor... Achei que você poderia gostar!
- Tá louca, nunca!
- É né, no meu cu você diz que é bom...

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Lasciva e Indecente

por Lena Lopez 

Não sou dominadora e nem mesmo submissa, mas exitem horas que esqueço de tudo e então, você manda e eu acato, você exige e eu obedeço, você me toma e eu retribuo, você me usa e eu me lambuzo, você me abusa e eu enlouqueço.
Eu sou fêmea que não tem regras, sou mulher que não possui limites.
Sou o pecado profano, sou a indecência despudorada, sou a essência da paixão desavergonhada.
Minha música predileta são os sussurros ardentes e palavras pecaminosas à beira do ouvido, marcada à cadência e muitos gemidos. Meus sons são estalos de boca, línguas e sexos.
Meu alimento é desejo, mato a minha fome com o tesão e sacio a sede bebendo do sexo.
Para me satisfazer, me sirvo em teu corpo e aplaco a minha sede na boca tua.
Abasteço a minha volúpia desavergonhada, os teus seios rosados. Passeio a minha lascívia crescente pelo teu ventre delgado e satisfaço a minha luxúria infindável, bebendo o mel no teu sexo molhado.
Te levo à loucura de caso pensado, colocando em prática, os planos devassos que habitam o meu pensamento e sorvo radiante, a minha recompensa carnal e libidinosa, na doçura do teu gozo intenso, por mim criteriosamente planejado e derramado!

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Ah! Gozei!

por H. Thiesen 

Finalmente ela estava feliz e cantarolava feito criança, porque descobrira o segredo. Depois de uma vida inteira de tentativas e desistidas, inúmeras decepções,  ela descobriu o famoso caminho das pedras:
- Havia gozado como uma louca!
Não, não! Ela já havia gozado outras vezes, mas gozinhos sem graça, coisa normal que acontece nas trepadinhas básicas.
Mas dessa vez ela foi a loucura, quase trepou na guarda da cama e subiu as paredes do quarto.
- Ula lá! Eu sou normal! - pensou ela.
Fora durante uma siririca, resolveu fazer diferente e...

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Mordida de Amor

por Lena Lopez

Estávamos deitados, conversando na cama, um ao lado do outro, ele virou para mim e disse:
- Hoje eu quero te comer diferente. Quero te deixar louca e sentir o cio! Vou te fazer uma cadela.
Eu estranhei aquela maneira, ele nunca havia dito coisas assim, sempre foi tão doce e cortês. Senti medo e um pouco de revolta, mas contemporizei e resolvi esperar, antes de reclamar daquela atitude. Ele tornou a falar:
- Quero te foder, te comer inteira, hoje você vai ser a minha putinha!
Tentei falar, ele tapou a minha boca. Virei o rosto para escapar e poder protestar, ele segurou com força, quase me impedindo de respirar, com um dedo sobre seus lábios fez o sinal para ficar quieta e nada falar, ao mesmo tempo me olhava de um jeito profundo, seus olhos pareciam me comer, balancei a cabeça concordando.
Ele se aproximou, colocou sua boca sobre a minha e me beijou, introduziu a sua língua e depois mordeu os meus lábios. Minha boca ardeu, doeu. Fiquei assustada, ele nunca havia me tratado daquela forma, aquele italiano estava me deixando apavorada.
Ele buscou na gaveta alguns lenços, voltou para cama, pegou minha mão e a amarrou com um dos lenços na cabeceira da cama, eu quis falar, ele não deixou novamente, sem me olhar cobriu minha boca com sua mão, depois amarrou a minha outra mão. O terceiro lenço reservou-o para meus olhos. Eu fiquei atada à cama e às escuras. Ele me perguntou:
- Está gostando cadela?
Nada falei, algo não me agradava, protestei com o meu silêncio. Novamente ele me perguntou, mas com a voz mais alta e forte:
- Está gostando cadela? Responde, estou mandando!
- O que vo...!
Recebi um tapa no rosto:
- Apenas responda a pergunta!
- Não! - Respondi protestando, indignada e humilhada.
- Pouco importa, você vai mudar de ideia!
Ele segurou meus seios, apertou meus mamilos entre os dedos, correu suas mãos sobre minha barriga e forçou-as entre as minhas pernas. Apertei as pernas para me proteger, ele forçou mais, travamos uma batalha, ele com as sua mãos e eu com minhas pernas.
- Abra essas pernas sua vagabunda. Quero ver essa buceta.
- Não! Assim não!
Ele levantou, segurou meus pés e me abriu completamente.
- Não adianta resistir, hoje eu vou fazer o que eu quiser de você!
Completamente dominada por aquele homem, aquela hora estranho para mim, com as pernas abertas e a minha intimidade totalmente a mostra, resolvi ceder aos seus caprichos, éramos somente nós dois naquela casa enorme, gritar não adiantaria. Parei de lutar contra ele.
Notando que eu havia cedido e colocou sua boca sobre minha vulva e me levou às alturas. Lambeu meu ânus, mordeu minhas coxas e pernas. Sugou e mordeu o meu clitóris. Adentrou em mim com a sua língua quente. Eu me entreguei completamente e me deliciei com aquela boca.
Suas mão começaram a acariciar minhas pernas, seus dedos entraram em minha vagina e com a mão espalmada bateu em meu clitóris. Gemi de dor e prazer.
Lentamente ele subiu até o meu ouvido e me disse:
- Hoje você é minha, do meu jeito, como eu quero!
Balancei a cabeça concordando.
Ele desceu aos meus seios, apertou novamente em suas mão, mordeu-os, lambeu-os e sugou meus mamilos, deixando-os molhado de saliva. Instante depois, tocava-me e batia em meus seios com seu pênis quente e duro, depois fodeu-os, banhando-os com sua saliva.
Ele trouxe seu pênis a minha boca, segurou minha cabeça, senti sua glande no fundo da minha garganta, com movimento viril, fodeu-me a boca. Cada entrada me fazia engasgar, eu mal respirava e salivando, molhava  seu pênis. Logo depois, espancou o meu rosto com o seu pênis rijo.
Se antes eu estava apavorada, eu já estava excitada e desejava demais ser possuída. Gritei:
- Me fode, me come, agora!
- Ainda não! Disse ele.
Segurando meus pés, levantou minhas pernas e senti a batida de suas mãos em minha nádegas. Doeu, ardeu e seus dedos ficaram estampados, mais uma vez, mais outra e outra. Gemi, gritei e chorei de dor.
Erguendo meus pés novamente os beijou, sugou os meus dedos, lambeu-os nas solas e dorso. Cada lambica desencadeava em mim uma sensação que descia pelas pernas e chegava ao meu púbis. Ele desceu por minhas pernas, beijando e lambendo, até chegar novamente a minha vagina, repetiu tudo o que já havia feito, subiu por minhas virilhas, passou por minha barriga, pelos meus seios e chegando a minha boca, me beijou novamente.
Sobre mim depositou o seu peso e me teu-se entre as minhas pernas, me penetrando de uma só vez, seus movimentos eram forte, a cada estocada comprimia meu clitóris contra o seu púbis. Eu era dele e amarrada nada podia fazer, eu desejava toca-lo, arranha-lo, cravar minhas unhas em sua bunda. Tentei vencer os laços que me prendia a cama, não consegui. Era desse jeito que ele me queria presa, cega, louca e desvairada, sem poder fazer nada, apenas minhas pernas estavam livres para segura-lo, prende-lo contra mim e ajuda-lo a penetrar-me mais fundo, com mais força. 
Meu orgasmo chegou vasto, intenso, meu corpo estremeceu, enrijeceu e então me entreguei desfalecida, cansada e totalmente vencida. Ele levantou e trouxe seu pênis a minha boca, mas desta vez deixou-me a vontade. Sem nada ver, suguei e lambi, até ele se derramar. Bebi o seu gozo até a última gota.
Ele retirou a venda dos meus olhos, me acariciou o rosto, desceu até mim e me beijou a boca, deitou-se ao meu lado e disse:
-  Te amo!
Soltou minhas mãos, me abraçou, deitou em meu peito e dormimos o restante da noite.

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