Fêmea Molhada no Cio

por H. Thiesen

As coisas acontecem na hora certa, talvez algumas coisas em horas incertas, mas apesar da provável incerteza, acontecem e tornam-se fato consumado. Porque tinha que ser e será na hora certa, caso não fosse, não teria acontecido. Alguns dizem que isso é casualidade, outros que é destino, mas a verdade é que existem fatos na nossa vida que parecem ser surreais e queiram ou não, a nossa vida é repleta de surrealidade. Como falam por aí: - De repente, não mais do que de repente! Algo acontece ou alguém aparece do nada!
Todos os dias eu corro, não utilizo veículos, lotações, ônibus, para ir trabalhar, sempre vou e volto correndo. Nas minhas folgas, sempre dedico uma parte do dia às corridas. Correr é uma religião para mim, é algo insubstituível no meu dia a dia.
Naquele Domingo, resolvi correr bem cedo, saí de casa às seis horas da manhã. O tempo estava claro, mas algumas nuvens negras no horizonte, mostravam que iria chover. Avancei pelo caminho de costume, o qual eu havia escolhido como preferencial, pois o trajeto não possui muitos cruzamentos e leva ao parque quase que diretamente.
Enquanto eu corria, o tempo fechava e passava por outras pessoas que se exercitavam ou que faziam a mesma coisa que eu, corriam, alguns no mesmo sentido e outros no sentido oposto, uns mais rápidos que eu e outros mais lentos.
Já dentro parque e correndo pelas vielas de um areão rosado, alguns pingos começaram a cair, continuei correndo, apesar de temerosa, caso houvessem relâmpagos e raios, pois o local é bem arborizado e repleto de árvores enormes.
Finalmente a chuva caiu implacável e comecei a me preocupar com a transparência da minha camiseta branca, embora por baixo eu tinha vestido um top branco, porém eu sabia que mesmo assim, transpareceria pelo menos o colo dos seios, quando estivesse encharcada.
A chuva apertou e minha preocupação fez-se realidade, fiquei praticamente com os seios à mostra e como se não bastasse, os bicos espetados na camiseta.
Contudo, continuei correndo, nada eu poderia fazer, a não ser parar, caminhar de braços cruzados sobre os seios. Pelo caminho no sentido contrário, surgiu um rapaz, que aparentava ser bem mais jovem do que eu, deduzi que uns 10 anos a menos. Ele passou olhando para mim, creio que correu mais um pouco na direção contrária a minha, deu meia volta e alcançou-me novamente. Lógico, pensei, ficou de olho nos meus peitos!
- Chovendo muito, você gosta?
Eu apenas sorri e continuei correndo, apertando um pouco mais o passo. Ele acompanhou o aumento do ritmo e continuou falando:
- A senhora se assustou, está com medo?
Outra vez sorri, mas parei, olhei nos seus olhos e respondi.
- Estou. Ainda é bem cedo, tem pouca gente na rua! E você está me seguindo!
O céu começou a desabar, um trovão forte soou e um clarão assustador, me fez dar um pulo na direção dele. Ele segurou meu braço com sua mão forte.
- Calma é só um trovão!
- Claro que sim!
- Vêm comigo. Vamos sair dessa chuva!
Sem reação, sorri novamente para ele e o acompanhei. Enquanto caminhávamos debaixo da chuva, ele não tirava os olhos da minha camiseta molhada. Justo como eu havia pensado, mas eu também não conseguia deixar de observa-lo, o quanto aquele homem era lindo e gostoso e comecei a fantasiar, pois também, ele estava encharcado e seu corpo tomava proporções deliciosas, por baixo da roupa molhada.
Chegamos à frente de um prédio de três andares, pelo qual sempre passei durante as minhas corridas e ele convidou-me para entrar, hesitei um pouco, mas aceitei o convite.
Entramos no prédio, subimos as escadas até o segundo andar e chegamos ao seu apartamento.
- Tenho toalhas, vou pegar para a senhora!
Ele desapareceu por um corredor e fiquei na sala sozinha, com a minha cabeça fantasiando, pois estava estremecida, desde o momento que ele me segurou, por causa do susto do trovão e já estava curiosa para saber como era o resto. Caminhei na direção da janela e vi que dali o visual era panorâmico para o parque e a pista de corrida passava bem próximo.
- Pronto, está aqui! - Disse-me ele, colocando a toalha sobre minhas costas - a senhora pode se enxugar! Virei-me para ele, segurei as suas mãos e falei:
- Esqueça a senhora, me chame de você.
Timidamente ele sorriu para mim e sentou-se numa das cadeiras em volta da mesa. Olhei fixamente para ele e vi que havia trocado a roupa molhada, vestira um hobbie branco, o que me fez tentar adivinhar, o que ele havia vestido por baixo. Desejei-o imensamente e naquele momento tudo estava me excitando.
- Qual o seu nome?
- William. E o da senhora, desculpa, o seu?
- Helena... Você se importaria se eu tentar me aquecer melhor?
- Claro que não, fique a vontade, você pode fazer o quiser!
Tirei a toalha das costas, agachei-me, descalcei os tênis e as meias molhadas.
Ele me olhava. Percebi que ele me engolia com os olhos, mas estava tímido e ofegante. frente. Continuei, fiquei de pé e tirei a camiseta na sua frente, ficando apenas com o top. Surpreso, ele arregalou os olhos.
- Estou sendo inoportuna?
- Não, não! De maneira nenhuma!
Desci o short apertado pelas pernas e retirei-o e fiquei na sua frente, somente com calcinha branca e o top molhados.
- Puxa... Estou muito molhada!
Ele continuava, disfarçando um pouco, mas me comendo com os olhos.
Aproximei-me um pouco, baixei uma das alças do top e depois a outra. Passei a toalha úmida nos ombros. Ele engolia seco e lambia os lábios. Cada movimento dele homem, me deixava com mais tesão.
- Você tem outra toalha, essa já está bem molhada!
- Tenho sim!
Ele sumiu novamente pelo corredor e eu aproveitei a sua ausência, tirei o top e a calcinha molhada, deixando-as ao chão, no caminho que ele passaria ao voltar e enrolei a tolha úmida no meu corpo.
Ele voltou com a toalha seca, alcançou-a para mim e olhando para as peças íntimas, sentou-se novamente, boquiaberto. Ele me olhava e me desejava. Deixei cair a toalha e enrolei-me com a nova toalha. Estendi a minha mão e alcancei a sua, aproximando-me e colocando-me entre as suas pernas abertas e ajudando-o a vencer a sua timidez, pousei a sua mão sobre um dos meus seios.
- Vem!
Ele puxou a toalha, desfez o nó fragil e deixou-a cair ao chão, acariciou o seio, apertou o meu mamilo entre os dedos e enlaçando-me à cintura com o outro braço puxou-me para si. Meus seios ficaram na altura de sua boca e começou a suga-los e lambê-los, dedicando deliciosas chupadas aos mamilos. Abaixei-me um pouco e beijei sua boca.
- Continua... Estou louca por você!
Ele desceu pela minha barriga, lambeu o meu umbigo e percebi a sua respiração ofegante sobre a minha pele, suas mãos passeavam por minhas nádegas, e depois desceram, percorrendo a extensão das minhas coxas, enquanto a sua boca beijava-me o púbis.
Eu já estava enlouquecida, extremamente excitada e gemia alto, esperando para ser possuída pelo macho. Ele aproximou as suas narinas ao meio das minhas pernas, cheirou-me longamente e enlouqueceu, como um cão tarado, querendo copular, ao sentir o cheiro da fêmea no cio.
Ele caiu de joelhos e posso afirmar, que fui comida literalmente. Ele me abocanhou com força e o homem tímido, deu lugar ao selvagem e rude. Eu pingava de tesão, ele lambia e sugava com vontade. Sua língua me invadia, seus dentes mordicavam e sua boca sugava louca mento o meu clitóris. Eu gemia cada vez mais e mais alto. Estava adorando aquela violência toda e aquelas mãos fortes que me puxavam pelas nádegas em sua direção. De repente, sem mais nem menos, ele ergueu-se e me beijou alucinadamente.
Livrou-se do roupão e mostrou-me que estava nu e me deixo mais louca de tesão, quando vi seu pênis enorme, balançando assustadoramente a minha frente, o maior que já eu vira e o mais grosso de todos que transei.
Ele levantou-me fortemente e colocou-me sobre a mesa, abriu minhas pernas com força e brutalidade e entrou dentro de mim, quase de uma só vez, sem dó e piedade, senti um pouco de dor, mas estava tomada pelos instintos e o prazer era maior. Ele era uma máquina de sexo. Socou-me forte, muitas vezes e sem me dar tréguas. Parecia que era uma animal, um cavalo fazendo amor com a égua, ou algum animal. Creio que era assim que ele me via naquele domingo!
Longos minutos se passaram e ele continuava me estocando e me deixando cada vez mais louca. Não perdi a oportunidade e enlacei-o com as pernas, os pés na suas nádegas trazendo-o para mim e engoli até o fundo, aquele membro maravilhoso. Resolvi entrar nas fantasias dele e me transformei em puta, fui cadela, vaca, égua e adorei. Fui possuída de maneira forte e arrasadora, como nunca havia sido. Ele não gozava e não parava e me estocava cada vez mais forte, fazendo-me senti-lo, no fundo do meu útero. Eu já havia gozado várias vezes.
De repente ele urrou e se enterrou em mim, puxando-me pelos quadris. Senti-o pulsar lá dentro e jorrar a seiva quente queimar as minhas entranhas e dando um tapa forte na minha bunda, falou:
- Finalmente, uma mulher de verdade!
Sem tirar seu pênis, deitou-se sobre mim e me beijou ardentemente e depois do beijo me falou:
- Todos os dias eu te vejo da janela!
- É? 
- É. Faz tempo, mas ficava sem graça.
- É verdade?
- Sim, as vezes descia e ficava esperando você passar!
- Nunca percebi mesmo!
- Puxa, mas valeu a pena a espera!
Como falei no ínicio, a vida nos reserva surpresa, obras do acaso ou do destino? Bem, não sei! As vezes as coisas não parecem ser assim, mas por que eu escolhi aquele caminho e por que ele me via daquela janela?

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