Uma Noite de Estudos

por H. Thiesen

Era inverno e uma amiga pediu-me para dar uma força a ela, pois faria provas de vestibular naquela semana, prontamente aceitei, pois faço tudo de bom grado se está ao meu alcance.
Ela morava em uma cidade vizinha, mas apesar de ser um outro município limítrofes  a convidei para estudar no meu apartamento, pois eu morava sozinha e teríamos calma e tempo para estudar em tempo integral, haja visto que eu estava de férias no trabalho e na faculdade. Assim fizemos e em um sábado ela veio e somente voltaria para a sua casa no domingo à noite.
Começamos a estudar no mesmo dia, notei que as dificuldades dela era o terror da maioria dos estudantes: Português.
Estudamos durante todo o sábado, até tarde da noite e entre uma dificuldade e outra, ela ia captando e aproveitando ao máximo o que eu lhe ensinava.
Ela é o tipo de mulher simples, que passa despercebida pela rua,  não é de usar roupas caras, mas se veste razoavelmente bem, pele morena bronzeada, cabelos na altura do ombro e um par de olhos verdes encantadores.
No meu quarto havia apenas a minha cama e como eu gosto de espaço, tinha trocado a pouco tempo atrás por uma de casal. Depois que terminamos de estudar, já bastante cansadas, perguntei a ela se gostaria de tomar um banho, ela respondeu afirmativamente e eu a levei ao banheiro, peguei sabonete novo e toalhas limpas e lhe entreguei. Saí do banheiro e fui para a sala, sentei numa poltrona e esperei por ela, por longos minutos. Ela tomou o banho e saiu do banheiro vestindo uma camisolinha curta, que deixava aparecer um pouco a calcinha e emoldurava seus seios em um decote discreto, mas não possibilitava vislumbrar os seus mamilos ainda arrepiados do banho, ferindo o tecido. Disse-lhe que se quisesse, poderia dormir junto comigo no quarto ou eu arrumaria o sofá da sala para ela repousar. Ela preferiu dormir na minha cama, levei-a até o quarto, liguei o ar condicionado para esquentar o ambiente, fiz a cama e ela se acomodou. Depois disso, fui tomar meu banho, eu estava precisando relaxar, pois o dia foi bem puxado e a minha cabeça estava em voltas com ortografia e gramática.
Depois que voltei do banho e do meu ritual corpóreo, passando cremes e loções, deitei-me ao seu lado e nos cobrimos com o edredon enorme.
Normalmente eu durmo rápido, deito na cama sempre com os olhos quase fechando, resisto em pé até o sono me vencer, mas naquela noite o sono não veio e fiquei ansiosa.
Passado algum tempo, ela me disse?
- Lena?
- Sim!
- Está sem sono?
- Sim, estou um pouco ansiosa!
- Por que?
- Não sei!
Na verdade eu sabia, depois que a vi sair do banheiro, fiquei excitada e a visão do seu corpo não saia da minha cabeça, o que contribuía para aumentar o meu tesão e com a proximidade dela, eu não queria me masturbar. Mas ela continuou:
- Será que você se acalma, se eu te abraçar?
E sem deixar espaço para a minha resposta foi me abraçando, encaixando seu corpo nas minhas costas.
Ela me deu o seu braço esquerdo e deitei a minha cabeça nele.
Foi gostoso senti-la daquele jeito, mas aquela proximidade me acendeu mais ainda.
Sua mão acariciou os meus cabelos e depois meu ombro, seus seios esquentavam as minhas costas e o encaixe das minhas nádegas em seu corpo era perfeito.
De repente ela começou a rir e perguntei-lhe por que, ela me disse que parecíamos duas amantes, eu também ri e me virei para ela, sem prever coisa alguma, por instinto, dei-lhe um selinho na boca. Notando o que eu havia feito e que eu nunca havia conversado com ela sobre o assunto, pedi-lhe desculpa e ela começou a rir, depois que parou, olhou para mim e perguntou:
- Posso te beijar?
Eu não respondi, mas a beijei e foi um dos melhores beijos da minha vida. Nos beijamos por longos minutos, depois abraçadas ficamos paradas, aproveitando aquele momento especial que havíamos vivido, com muitos carinhos. Ela subiu um pouco o corpo na cama, debruçou-se sobre um dos braços e começou a me beijar novamente, quando percebi ela estava descendo na direção dos meus seios. Quando chegou a eles, deixou a sua passear fazendo círculos  até chegar nos mamilos e ocupar a sua língua com eles, de repente abocanhava-os todo e voltava a morder levemente ou circulá-los com a língua molhada.
Eu apertava a sua cabeça contra os meus seios e suspirando pedia-lhe para não parar.
Ela baixando a sua mão enfiou-a na lateral da minha calcinha e baixou-a de uma vez, fazendo-a ir parar nos meus pés e com um dos seus pés, trouxe-a até a sua mão, levando-a as sua narinas para cheirá-la.
Eu sempre tomo às rédeas e a iniciativa nos meus relacionamento, mas naquela noite eu estava surpresa, jamais poderia imaginar que ela tivesse aquela desenvoltura e fiquei sensualmente dominada por aquela experiência toda.
Depois de cheirar a minha calcinha, jogou-a para o alto, beijou-me novamente e desfez o laço frontal do meu baby-doll. Sua mão percorreu o meu corpo inteiro, começando pelos seios, até entrar pelo meio das minhas coxas e me brindar com carícias deliciosas dos seus dedos.
Ela parou as carícias, ajoelhou-se na cama e despiu-se inteiramente, sob a luz do abajur eu pude ver a silhueta do seu corpo maravilhoso. Deitando-se sobre mim, continuou me beijando e aos pouco seu beijo tronou-se furioso, mordendo meus lábios e língua  Devagar foi descendo pelos meus seios, beijou, mordiscou e lambeu os meus mamilos, enquanto eu delirava de tesão, ela desceu pela minha barriga e acomodou-se justamente entre as minhas pernas, onde me deu carícias com toda a sua experiencia e de forma incrível, me levou a loucura. Durante quinze minutos mais ou menos eu delirei, mas ela tinha outra surpresa e introduziu seu dedo médio em meu ânus e não fui capaz de aguentar, gozei de um jeito desesperado na sua boca.
Sem me dar tempo para recuperação, ela ajoelhou-se novamente na cama, deslocou-se pelo meu lado direito, até alcançar a minha boca, levantou uma das pernas e passando-a por cima de mim, deixou a minha cabeça entre as suas coxas e minha boca ao seu alcance. Deliciei-me com aquela vagina lisinha e extremamente molhada. Ela rebolava e espalhava o seu mel sobre a pele do meu rosto e eu aproveitava os seus movimentos para lhe dar carícias com a minha língua. Ela se contorcia, segurava a minha cabeça e tentava fazer a minha língua penetrá-la, como se fosse um pequeno pênis, eu quase sufocava, mas mesmo assim dava-lhe as carícias que ela queria. Da mesma forma que eu, ela gozou desesperadamente em minha boca, dando-me para beber o néctar do seu orgasmo imenso.
Foi a primeira e única vez que fizemos sexo,  hoje em dia, ela está no segundo ano da mesma faculdade que me formei. Quando a encontro, eu noto no seu olhar a vontade de repetir tudo novamente, quem sabe um dia, se ela ter alguma dificuldade, peça-me para ajudá-la nos estudos, principalmente anatomia feminina!

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2 comentários :

  1. não ficava bem um pilão grosso no meio...digam lá que não!

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  2. ahaha, que belos estudos vocês tiveram! Fiquei muito excitado lendo teu relato! Maravilhoso.

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