Uma Vizinha Sedenta

por H. Thiesen

Sozinha em casa, ela só pensa em uma coisa: sexo! 
O tesão queima-lhe o corpo e, incendiada por um desejo imensurável,  o cio quase a leva à loucura! 
Precisa fazer sexo com urgência, deseja alucinadamente ser varada entre as pernas e sentir um pênis deslizando para dentro das suas entranhas.
O tesão é intenso e a deixa insana. Precisa de sexo, agora! Sem adiamentos.
Abre a porta, sobe as escadas. Um andar, dois andares... Enquanto sobe, se molha e escorre.
Sabe que o momento é propício: o vizinho está em casa, muitas vezes já transou com ele e tem a chave da porta do apartamento.
Finalmente ela chega na porta, respira bem fundo, coloca a chave, a gira e entra.
Ouve o chuveiro e caminha, no percurso vai deixando as roupas espalhadas no chão: primeiro a blusa, depois o sutiã, a mini-saia e por último o fio-dental, que na pressa não tira, mas o rasga pelas alças e arrebenta o elástico.
Abre a porta e sente no rosto o vapor e cheira o perfume que exala do banho. Seu faro felino distingue o cheiro de sabonete do cheiro de macho.
Nua, com o tesão pingando no meio das pernas, ela entra no box. Diante da reação de surpresa, que ele estampa nos olhos, ela segura o membro ensaboado e flácido. Enquanto desfruta, da água que cai e refresca-lhe um pouco o corpo e de um beijo de língua ardente,  masturba-o um pouco e o sente crescer na sua mão,
Ela desce, lambendo a pele e a água que escorre. Encontra o membro rijo e molhado, abocanha a vara, suga-a com força e arranca gemidos e sussurros quase obscenos. Sua fome por sexo não a deixa parar, ela envolve o membro e faz vai-e-vem com um ímpeto voraz. Ele relaxa e aproveita as carícias orais e sem se aguentar, despeja o gozo e enche a boca da fêmea sedenta.
Depois de gozar e a encostar de frente contra a parede, cola o seu corpo ao dela e explora com suas mãos as partes mais íntimas da fêmea. Desce pela espinha à altura das nádegas, afasta as pernas esguias e abre com os dedos as nádegas. Ela empina a bunda e entre as nádegas a água escorre e forma-se um riacho doce. A língua do macho, abusa do ânus da fêmea e ela, de vez enlouquece. Em meio ao gritos e os gemidos, ele busca o sabor mais adiante, encontra a fonte e prova num misto, o gosto de água e de mel.
Insana e ardendo, ebulindo o tesão, ela implora que ele a penetre. Ele sobe beijando e mordendo suas costas e a segura pela cintura. 
Falando palavras obscenas ao pé do ouvido, ela a penetra de uma só vez, estocando-a com força a vulva apertada, esmagando os seios com as mãos e mordendo-lhe os ombros e a nuca! Ela força o corpo para trás, querendo ser penetrada o mais profundo possível.
Eles dançam, de um lado pro outro, para cima e para baixo, para frente e para trás. O ritmo aumenta, os gemidos ecoam até se transformarem em urros e gritos. Gritos de êxtase, quando os dois chegam ao gozo.
Eles se banham, trocam alguns beijos e quieta, ela sai do banheiro, junta e veste as roupas, calça os sapatos e leva escondida na mão a calcinha pequena e rasgada.
Ele sabe... que numa hora de aperto e de tesão inflamado, ela voltará!

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Um comentário :

  1. Essa vizinhas...hummmm!!!

    яυgı∂σs ρσétι¢σѕ ∂α ℓєσα
    =';'=

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