Amor de pica não envelhece!

por H. Thiesen 

Amélie deitou-se na cama e fechou os olhos. O sol ainda entrava pela janela, mas a noite estava quase chegando. A tarde fora quente e abafada, alguns minutos atrás, elas tomara um banho.  Chegara cansada da rua. No ônibus lotado, um homem se encostara a ela e a prensara contra o encosto de um dos assentos, de modo que ela sentira o pênis ereto seviciando-lhe a bunda. Manteve-se calma e calada, sabia que não adiantava falar, ninguém faria algo e no máximo ele se afastaria um pouco e logo depois voltaria a carga. Outro dia, mesmo sentada no ônibus, um homem vestindo um casaco comprido parara ao seu lado e com a mão escondida no bolso, bolinara seu seio. Ela estava acostumada a essas situações, nas primeiras vezes se incomodava, mas depois conformou-se, com o tempo passou a se excitar e chegar na sua casa explodindo de tesão. 
Naquele dia não foi diferente, depois do banho deitara-se na cama excitada e de olhos fechados tentava se apaziguar, mas o desejo era forte e ela começava a suar.
Por breve instante conseguiu dormir, mas logo acordou-se incomodada com o calor. Tomou consciência que estava nua, sua pele molhada escorria e molhava o lençol. Irritou-se, queria dormir mais um pouco, mas o abafamento do quarto não deixava. Virou-se de um lado para o outro, o suor que escorria deixava sua pele gelada e as coxas molhadas se esfregavam uma à outra. Em pouco tempo estava ofegante, segurando os seios nas mãos e apertando os mamilos entre os dedos.
Ela não mais suportava, seu desejo aumenta e o tesão incendiara de vez o seu corpo.
Lembrou-se do antigo namorado, o qual a havia desvirginado e como não lembrar também, do membro entrando e da dor que sentiu. Suas carnes suas escorregavam pelas suas mãos, que desesperadamente, acariciavam ao longo do seu corpo, Iam-se quase seis meses que ela transara com alguém, a sua necessidade por sexo, aquela altura era urgente. Depois que ele se fora, transou com outros caras, mas nunca sentiu a mesma volúpia e queria encontrá-lo outra vez, maldizia o dia que terminara com ele.
Ela sentia falta dele e sua vagina ardia e os dedos de Amélie o substituíram. De repente sentiu um dos dedos mais atrevidos, que passara do ponto de onde ela queria, atravessando o desfiladeiro de carne, introduziu-se no túnel úmido e logo depois introduziu-se mais um. 
Amélie suspirou e arrepiou-se, excitada como estava, seviciou-se com os dedos. Ela queria acalmar o tesão, mas não lhe bastavam os dedos, queria transar com urgencia. Não suportava mais a vontade de fazer amor. Ela queria mesmo, fazer sexo, ser penetrada e fodida por ele. Queria de novo segurar o seu membro, sentir duro nas mãos e leva-lo à boca e depois senti-lo invadir entre as suas pernas. 
Amélie queria trepar com o ex-namorado e amparada nos seus braços forte, deixar-se comer. Queria beija-lo de novo enquanto sentia dentro dela o entrar e sair.
Amélie se viu entre os espasmos, seus dedos molharam com o seu gozo, molhara o lençol com o líquido precioso, e as ondas de orgasmos, ainda atravessavam seu corpo. Ela nunca atingira sozinha um orgasmo assim, que somente alcançara com ele.
Amélie pulou da cama numa só vez, vestiu qualquer roupa e saiu. Na noite escura, sinalizou para o táxi e foi ao encontro do ex, ainda cheirando a sexo, suor e gozo.
Amélie o queria de volta, nem sabe se por amor ou por sexo, mas em todo caso...
- Amor de pica é o que fica, nunca envelhece e a gente nunca esquece!

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Um comentário :

  1. É a sede de amor....
    Meu pai dizia isso: "Meu filho.... amor de pica é que fica...."
    "Amor de pau na bunda é o que deixa a mulher com saudade mais profunda..."

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