Encoxada no trem

por: H. Thiesen

Eu estava indo para o Centro de Porto Alegre, eram oito horas da manhã e o metrô estava completamente lotado, as pessoas se espremiam para embarcar e notei que um garoto, mais ou menos com uns vinte anos, atrás de mim. A cada balanço, a cada curva, eu sentia ele mais próximo. Como sempre eu estava com meu tipo de roupa predileta, sempre muito ousada e mostrem meus contornos, principalmente que deixem a bunda em evidência e ouse no decote. Eu sentia ele cada vez mais próximo, a ponto de sentir a sua respiração em minha nuca, Já havia sacado a sua intenção e resolvi deixar como estava para ver o que acontecia.
Comecei a me excitar com a proximidade e cooperava com a situação ficando em posição a qual ele pudesse se acomodar ao longo do meu corpo. O vagão lotado, nos espremia um contra o outro e o encaixe era obrigatório. Através da minha calça leg de malha branca, eu sentia o volume crescendo em suas calças. Me movimentava devagar e fazia a minha bunda esfregar naquele volume quente. As vezes me empinava e deixava que ele se encaixasse completamente. Ele me apertava cada vez mais, parecia querer me penetrar através da roupa.
Ousei um pouco mais, delicadamente e disfarçadamente para ninguém notar, levei minha mão de encontro ao seu pênis e comecei a acariciá-lo. Ele suspirava em minha nuca e eu o masturbava por cima da roupa. Minha mão passeava pelo seu pênis e por seu saco, eu o apertava com muito tesão e oferecia a minha nuca para que ele sorvesse o meu perfume.
Estava muito quente e eu estava muito excitada. Fui me virando devagar e me ajeitei para que ele pudesse perceber tudo por dentro do meu decote. A bolsa em um dos ombros era segurada pela minha outra mão e a posição dela, cruzando o braço por baixo dos seios, possibilitava que eu os levantasse e os exibisse melhor. O cenário era altamente erótico. Minha mão continuava em seu pênis, ele colado em minhas coxas, seus olhos mergulhavam entre meus seios e a nova posição nos deixavam de rostos completamente colados.
Foram 20 minutos mais ou menos neste esfrega, rala e enrola.
Eu sabia, quando desembarcasse, ele desembarcaria, seria normal. Não é sempre que um homem tem uma oportunidade assim.. Eu desembarcaria na Estação Terminal e tinha certeza que ele faria o mesmo, não me deixaria escapar.
A lotação do trem começou a diminuir, não poderíamos continuar e me afastei um pouco. Ele se ajeitou para que não deixasse aparecer a sua excitação através das suas calças jeans.
Resolvi desembarcar na penúltima estação, ele fez o mesmo. Caminhei ao lado do trem parado e ele sempre ao meu lado. A campainha característica de portas soou, as portas se fechariam e o trem partiria. Parei ao lado de uma das portas, no momento que ela começava a fechar, pulei para dentro. Olhei pelo vidro, ele me olhava, joguei um beijo e dei um tchauzinho!

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Um comentário :

  1. Adorei a história... me coloquei no lugar da personagem imaginando o meu marido me encoxando .... creiio eu que o final seria mais quente ainda ;) beijos

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