Malícia

por H. Thiesen 

Te entrego meu corpo
Me abandono à lascívia

E aos pecados da carne
À gula, à luxúria e cobiça

Torno-me então impudica
Dispo-me de toda vergonha

Revelo meus desejos
Deixo vir à tona a minha verdade

Na minha desavergonhada nudez
Deixo à vista os meus segredos

Sou como uma iguaria quente
Para ser comida aos poucos

Sou como um vinho forte
Que enebria com sua volúpia

Sou como a água represada
Pronta à desaguar torrentes

E molhar teu corpo
Com toda a minha malícia!



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