Meu último reduto!

por H. Thiesen

Há algum tempo você conversava comigo, argumentava e tentava me convencer para por em prática teus desejos de me possuir por trás. Eu tinha medo da dor que poderia sentir e muitas vezes recusei a proposta. Você com delicadeza sempre me compreendeu e nunca tentou realizar o teu sonho, sem a minha concordância. Confesso, as vezes eu ficava receosa de fazer amor contigo na posição de cachorrinho ou deitada de costas para você. Meu medo era que você forçasse a entrada e me subjugasse. Nesse caso, ninguém mais do que você, saberia que a nossa relação teria terminado. Eu sempre tive curiosidade por coisas novas, para experimentar novos prazeres, mas este tipo de sexo me apavorava, pelo simples fato da dor, ainda assim eu desejava e aos poucos me preparava para este momento. Eu me negava, mas sempre te pedi paciência e que com ela você teria o teu desejo realizado.
Naquela noite eu te esperei de uma forma diferente, durante a semana eu havia pensado muito e resolvido que estava na hora e deveria deixar minha curiosidade sobrepujar o medo e entregar-me ao prazer. Eu, havia conversado com minhas amigas sobre o assunto e a grande maioria haviam confessado que gostavam e que a dor na primeira vez não é algo tão grandioso assim, mas o prazer sentido é capaz de anulá-la.
Refleti durante a tarde daquele dia, lembrei dos meus tempos de menina, das minhas primeiras vezes, a masturbação e o primeiro orgasmo, lembrei dos tempos da adolescência e do dia em que aniquilei sozinha o meu hímen, pelo meu pensamento passou os momentos que venci a vergonha, fiquei nua e pela primeira vez abri as pernas para ser penetrada por um garoto e depois disso, a vez primeira que senti uma glande lisa em minha boca e o gosto do sêmen na minha boca e lembrei da minha primeira relação com uma garota, minha doce Clarice e outros tantos tabus e dificuldade que eu ultrapassei, para de uma forma ou outra experimentar ou descobrir fontes de prazer. Não seria uma dor única e derradeira que me furtaria a vontade de sentir algo que me fizesse feliz.
Você chegou, eu já estava excitada com os pensamentos, joguei-me em seus braços e te beijei, sem demora já estávamos nus e em minha cama, fizemos sexo, daqueles que não se mede tempo e nem espaço, louco e voraz. Naquela noite eu era uma fêmea excitada e ciosa, sedenta por um membro rijo dentro de mim, varando minhas entranhas, entrando e saindo de mim. Eu não queria amor, eu queria sexo selvagem e mundano. O meu gozo veio rápido, um orgasmo intenso e voraz que deixou minhas marcas em tuas costas. Te afastei de mim e me virei de costas e postada de quatro,  te impedi que entrasse em minha vagina. Peguei o gel lubrificante que eu havia guardado sob o travesseiro e por entre as pernas lubrifiquei meu ânus e finalmente te pedi:
- Vem, é teu o que você sempre quis de mim!
Você surpreso perguntou-me se era o que eu queria:
- Quero, com cuidado e carinho, ele é teu!
Você me agarrou pela cintura, teu pênis tomou o caminho do meio das minhas nádegas, senti tua potência força a entrada das minha entranhas e um pouquinho de você dentro de mim. À primeira tentativa frustrada, seguiu-se a segunda e meu ânus cedeu, tua glande entrou e uma dor misturada com prazer tomou conta de mim.
Gritei de dor, mas sentindo um prazer imenso!
Você se assustou e parou! Pedi para que continuasse e não se importasse se gritasse novamente. Novamente senti o teu membro forçando e abrindo caminho, a dor era intensa, mas o prazer a tornava deliciosa. Mordi o travesseiro, apertei o colchão com as mãos e finalmente você entrou completamente em mim. Alcancei tuas nádegas com uma de minhas mãos e te segurei. Você entendeu, eu queria que você ficasse parado, até que eu me acostumasse um pouco. A dor diminuiu e deu lugar a uma ardência, enquanto eu te sentia duro e quente dentro de mim. Comecei a movimentar meus quadris e te soltei. Os nosso movimentos se sincronizaram e pouco depois o desconforto já havia se afastado de mim e deu ao lugar ao prazer. Os vai-e-vens se aceleraram, nossos gemidos se misturaram no quarto. O tesão tomou conta de nós. Você me possuía e eu me masturbava, juntos chegamos outra vez ao orgasmo. Teu leite jorrou quente dentro de mim e explodi de uma forma como nunca houvera alcançado! Foi assim, que você tomou posse do último reduto inexplorado em mim!

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Um comentário :

  1. Uma entrega pensada, refletida e ponderada. Uma verdadeira entrega, com amor e tesão.
    Esse último reduto agora pode ser o primeiro...
    Deliciosa história de amor!!!

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