O Banho

por H. Thiesen 

A tarde estava quente, abafada, acordei de repente, o corpo suado, os lençóis molhados. Sou assim, no verão quando durmo suo muito e encharco a roupa de cama. Meu primeiro pensamento foi tomar um banho demorado e relaxante. Não havia ninguém mais em casa, eu estava sozinha, tinha todo o tempo do mundo. Levantei, fui ao banheiro, abri o registro da água e deixei que ela ficasse enchendo a banheira e enquanto isso, sentei-me na borda e fiquei mexendo na água, pensando na vida. Entrei-e e deixei que a água me cobrisse aos poucos. Peguei o sabonete de ervas e com ele acariciei minha pele. Começando pelo rosto, descendo ao pescoço, pela barriga, as pernas e os pés, deixando por onde ele passava uma fina camada de espuma. Os meus movimentos e o movimento da água aumentaram a espuma e ela cobriu o meu corpo dentro da banheira. Continuei o meu ritual, passando minhas mãos em meu corpo, deliciando-me com o meu próprio toque, com o cheiro de ervas e brincando um pouco.
Confesso, tomar banho assim me excita e não consigo evitar a masturbação. A espuma na pele, a água quente, a pele lisa e lubrificada pelo sabonete, os bicos dos seios entumescidos e as minhas mãos passando por todas as curvas do meu corpo, são verdadeiros convites.
Meus seios são os primeiros a ganharem carinhos, seguro-os, apalpo-os, acaricio e aperto os mamilos, depois circulo-os com a ponta do dedo.
Fico mais excitada, um frio sobe-me pela espinha, minha pele arrepia, trazendo um contraste com a água morna. Sinto meu corpo fremindo em cada um dos meus toques, abraço-me e aperto meios seios entre os braços, minhas mãos introduzem-se entre as pernas. Não me aguento, meu tesão é intenso, aguarro com força a pele das minhas pernas, minhas unhas ferem a parte interna das minhas coxas, a palma das mãos pressionam meu púbis e alcançam a minha flor secreta.
Acaricio-me, exploro com os dedos os lábios, o clitóris. Um calor sobe pelo meu corpo. Quero mais! Invado-me com um dedo, faço movimentos frenéticos. Ainda não estou satisfeita, deixo mais um dedinho me invadir. O desejo é enorme, o prazer indescritível. Fricciono-me com as mãos. Sinto um misto de dor e prazer, de calor e de frio.
Abro as pernas, alcanço meu ânus e dou-lhe carinhos, primeiro ao redor, depois permito-me invadi-lo.
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Torno-me ofegante, meu coração dispara, minhas mãos não param. Uma toma conta da minha flor escondida, a outra passeia em meu corpo. A força é o melhor das carícias, em meus seios, em meu ventre, na minha vagina, que lateja e pede de novo por outra invasão. Invado-me novamente, com uma violência do tamanho do meu tesão. Meus dedos entram e saem. Meu clitóris recebe  atenção da minha outra mão e dele meus dedos abusam, circundam e dedilham.
O barulho da água me excita, as duchas são como carinhos em meu corpo.Eu mexo e remexo, me torço, contorço, me contraio, me estico. Tudo é tesão, é sensação, é prazer.
Não paro um segundo, perco a noção do tempo e do mundo. Naquele instante é só eu, ninguém mais, somente eu, minhas mãos e meus dedos. A água, a espuma, o barulho, meu corpo, minhas mãos, meus dedos, meu clitóris, são como uma simbiose perfeita e completa do meu tesão.
Não me aguento, eu gemo e grito, estremeço, as unhas eu me cravo, quero mais... reteso-me... falta-me o ar... e paro!
Gozei!

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