Amigas de Faculdade

por H. Thiesen 

Cinco amigas da faculdade, depois de muitos anos se encontram e marcam um dia para um delicioso chá da tarde e colocar as novidades em dia:
No dia marcado, elas se reúnem e entre chás, biscoitos e bolos, uma delas propõe que todas se confessem, com franqueza, afinal são amigas e não poderiam esconder coisas umas das outras.
A primeira, levanta-se e depois de um rápido discurso, tentando desculpar-se e dar uma razão ao que revelaria às outras, inicia a sua confissão:
-  Como vocês sabem, sempre fui louca por sexo e participo de orgias com meu marido, me realizo fazendo dele um corno manso e gozo alucinadamente quando ele me vê transando com outro, por que ele é um frouxo e não consegue me satisfazer. Claro, isso tudo depois de uma conversa a dois e muita compreensão, mas a verdade é que ele também, adora ver outro me comer e fica alucinado quando estou transando com várias pessoas nas festas orgásticas que participamos. Além disso sou cleptomaníaca, mas eu não as convidarei para orgias e nem roubarei nada de vocês!
Depois dos comentários das outras e dos tapinhas nas costas, palavras de compreensão e solidariedade, coisa de amigas, a segunda toma a palavra:
- Meninas, nos conhecemos e somos amigas há anos e como é hora de nos abrirmos uma para as outras, eu confesso que sou completamente doida por sexo, não posso ver homem, não posso ver qualquer coisa que me lembre um pênis. Sofro de Transtorno Sexual Hiperativo, em outras palavras, sou ninfomaníaca. Só penso em sexo. Além disso sou bissexual, faço sexo com homens e mulheres. Mas não se preocupem, não vou seduzi-las!
A terceira, encorajada pelas confissões das anteriores, levanta-se começa as suas revelações:
- Queridas, depois que saí da faculdade, casei com um homem malvado. Ele me batia todos os dias!
Diante da perplexidade das outras, ela continuou o seu discurso.
- Depois que nos separamos, notei que não conseguia mais ter orgasmos e um dia, transando com outro, ele me deu um tapa na cara durante a penetração e gozei estrondosamente. Descobri que sou masoquista e a partir daquele dia, me tornei uma submissa e ele tornou-se meu Dono! Ele me bate, me amarra, me sevicia todos os dias, me faz de capacho e de cadela. É desse jeito que eu sinto prazer! Olhem as marcas! Aqui foi um tapa. Esta é marca de cordas. Aqui nos seios, pingos de vela. Para que compreendam bem a minha história: A dor é o meu prazer!
Depois das declarações, alguns minutos de silêncio e então a quarta tomou a palavra:
- Que seja, somos amigas e é o que importa! Eu confesso, sou lésbica. Só trepo com mulheres! Assim, curta e grossa!  Amo chupar uma xana, sou tarada por grelos! Lembram da Laurinha, foi ela quem me iniciou na arte de colar velcro, ainda nos tempos da faculdade e de lá para cá, já trepei com centenas de mulheres. Mas, vocês são minhas amigas e para mim, amiga tá morta!
A quinta amiga levanta-se, enfiando a mão dentro da bolsa, as outras se olham esperando pela confissão. Ela caminha em direção a porta e antes de sair da sala, uma delas pergunta onde ela vai, ela vira-se para elas e declara:
- Bem... eu confesso que tenho a língua frouxa, sou fofoqueira, é como um vício. Preciso dar alguns telefonemas urgentes. Com licença!

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