De cabo... À rabo!

por H. Thiesen 

Naquela noite, ele resolveu ser diferente.
Tomou-a em seus braços, deu-lhe um beijo ardente, levantou o vestido e rasgou a calcinha negra que ela havia comprado para a ocasião. Jogou-a na cama e do jeito que tratou a calcinha, arrancou-lhe o vestido preto. Deixando-a nua em pelo, como viera ao mundo.
O monte de Vênus, totalmente raspado, fez o desejo dele aumentar.
Passou a mão nos quadris da mulher, virou de bruços e imprimiu-lhe um sonoro tapa na nádega. Deitou-se sobre ela, afastou os cabelos e beijou-lhe a nuca. Deixou-se cair para o lado, virou-a novamente de dorso e beijou-a ardente. Enquanto a beijava, segurou-lhe um dos seios apetitosos e fantasiou enfiar-se nos meios das volumosas nádegas.
Ele sabia do que ela gostava: Criatividade sempre, uma nova situação, nova posições. Para ela, a fantasia era sempre bem vinda! Eles queriam mesmo era gozar litros de prazer. E ela não se furtava, sempre que podia, tomava a iniciativa.
O duelo começara, as carnes dela estavam sensíveis, seu corpo tremia de desejos. Um arrepio colossal correu-lhe pela espinha. Passou a língua nos lábios dele e isso era um bom sinal. Realmente um bom sinal!
Mordiscou-o no canto da boca, depois fez o mesmo no queixo, no pescoço e nos ombros, desceu pelo seu peito e mordeu-o fortemente, lambeu seus mamilos e continuou descendo. Abocanhou o sexo dele, tudo de uma só vez e senti-o crescer dentro da boca, depois seguro-o com as mãos e pôs-se a movimentar a cabeça para cima e para baixo lentamente. Quando passava pela glande, detinha-se um pouco e a envolvia com a língua, lambendo-a em toda a volta e serpenteando-a no freio, para logo engolir tudo e sentir os pelos pubianos dele acariciarem seus lábios.
Já não se aguentando mais e vendo-se perto do gozo, ele resolveu passar às vias de fato. Segurou-a pela cabeça e trouxe-a a sua boca, beijou-a e jogou-a de bruços na cama com as nádegas expostas e desprotegidas, aplicou-lhe mais algumas palmadas, deixando-as quentes e vermelhas. Ela gostava, ela era safada e também gostava que lhe disse palavras obscena e ele nisso era fiel:
- Vadia! - disse ele.
- Isso... Tua vadia! Me chama de cadela!
- Sua cadela!
- O que você vai fazer com essa cadelinha?
- Vou te comer, sua puta... ordinária!
- Come, come bem gostoso!
- Mas hoje eu quero o rabo!
Ele abriu-lhe as nádegas com as mãos, expondo o ânus rosado e o sexo molhado e arqueando o corpo mergulhou o rosto e e com a boca proporcionou-lhe prazer oral em ambos os orifícios. Depois ergueu-a um pouco e colocou o travesseiro sobre o púbis depilado e colocando-se entre as pernas delas, penetrou o ânus, de maneira lenta e firme, até sentir o toque dos testículos nas carnes dela.
Com agonia, ela pedia por prazer e ele movimentava-se dentro dela rapidamente, dando-lhe vez ou outra, uma estucada mais forte, arrancado de sua boca gemidos e gritos alucinados.
No meio desses delírios de mulher ardente, ela tocava o seu clitóris e invadia-se com os dedos. O travesseiro, muito mais do que simples testemunha, recebia e umedecia com as torrentes que escorriam de dentro dela.
Não havia mais tempo, não havia mais como segurar e ela deixaria-se ir ao gozo. Porém, ele percebendo, saiu dela e virou-a uma vez mais. Passou a mão entre as pernas dela, lambuzando os dedos com mel quente e levou para ela provar. Ela lambeu-lhe os dedos e implorou-lhe para que lhe desse mais prazer.
Segurando-a pelos joelhos, colocou-os sobre os ombros, deixando-a completamente presa entre seus braços e penetrou-a, enterrando-se de uma só vez, naquela fonte caudalosa de prazer.
Ela deixou-se levar e ele galopou ferozmente os gemidos dela, que a cada entrada e saída tornavam-se mais estridentes, até que vendo-a à beira do orgasmo, imprimiu maior velocidade.
Entre os urros dele e os gritos dela, eles gozaram intensamente e misturaram o mar de mel, com os jatos de leite quente.
Exausto, ele deixou-se cair sobre ela e os dois ficaram longos minutos abraçados. Deitado sobre o ombro e com o rosto entre os cabelos, ele segurava o seio dela, enquanto ela o prendia entre as pernas, cuidando para que o membro não lhe escapasse e a sensação deliciosa, de orgasmo consumado, não cessasse.

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Um comentário :

  1. Afa...afa... socorro...puta texto delicioso, fiquei toda molhadinha!!! E se o cabo é bom, no rabo é melhor ainda.(risos)

    яυgı∂σs ρσétι¢σѕ ∂α ℓєσα

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