Jane, Marina e Eu!

por H. Thiesen

Eu, Jane e Marina havíamos recém saído de um quiosque no centro da Cidade de Canoas no Rio Grande do Sul, logo após um desentendimento com um cara metido a gostoso e comedor, daqueles que se acham o último biscoito do pacote. Entramos no carro, eu à direção, Jane ao meu lado e Marina no banco de trás.
Havíamos bebido algumas cervejas, conversado um pouco e aprontado para o cidadão galinha. A verdade é que o assunto foi até erótico, durante o tempo que estivemos no quiosque, eu e Jane nos insinuamos, provocamos os sentidos dele, contamos com a ajuda de Marina e depois o dispensamos. Mas, a tesão aflorou, e três mulheres com tesão é uma coisa muito séria.
- Gurias, eu não sei de vocês, mas eu estou com uma tesão enorme!
Sem pestanejar Marina exclamou!
- Eu te conheço e tinha certeza absoluta disso!
- Lena, a nossa amiga fodástica! Pior é que eu também estou, com muita tesão! Disse Jane.
- Então, se é assim, eu já estou molhadinha! - Replicou Marina.
- Ah, contra outra Marina, tu vives molhada! Falei.
- É Marina, se fosse outra até acreditava que tu estavas começando a molhar!
- Pô! Jane, que conceito vocês fazem de mim! Retrucou novamente Marina.
Depois de rir alto, eu exclamei:
- O mais erótico possível! Tu não és nossa amiga? Teu conceito está am alta conosco!
- Claro, claro! Tenho que fazer jus a amizade!
- Tá, vamos fazer o que? Perguntou Jane.
- Idéias meninas, eu não penso quando dirijo!
- Não pensa né? Mas está indo para o lado do apartamento da Jane?
- É lógico, só sei colocar as idéias pra funcionar lá! Em casa tem a mãe e a minha irmã, a tua vive cheia de gente e o apê da Jane é o lugar mais sossegado que eu conheço!
- E desde quando você pensa? Olha aí Marina, a loira tá pretensiosa hoje!
- Essa loira só pensa com o meio das pernas! É foda! Retrucou Marina!
- Então tá bom, é foda mesmo, eu, tu e a Jane! Dá uma bela foda! Não dá?
- Eu sabia Jane, ela quer nos estuprar!
Chegamos no prédio, deixamos o meu carro no estacionamento e subimos para o apartamento de Jane.
Era uma sexta-feira, quase vinte e três horas, subimos em silêncio para não aguçar a curiosidade dos outros moradores. Normalmente agíamos assim, principalmente quando havia "más" intenções.
Entramos no apartamento, já estávamos loucas e excitadas, as três, mesmo sem que declarassem, haviam concordado e estavam loucas por uma diversão, nos conhecíamos muito bem e uma sabia a opinião das outras sem que fosse necessário dizer em alto e bom som.
A porta se fechou e sem dar nenhum tempo nos abraçamos e começamos a nos beijar. Um beijo, três bocas molhadas e quentes, três línguas deliciosas em completa harmonia.
Deixamos a sala e fomos ao quarto sem ao menos estancar os beijos, pelo corredor ligeiras paradas e passeios de mãos pelos três corpos.
As roupas atiradas caiam pelo chão, batiam nas paredes, eram espalhadas pelo apartamento. Camiseta, blusas, um top. Calças jeans, mini-saia e calça leg. Sapatos, tênis e carpins  Todos deixaram o nosso rastro, denunciavam o estado de excitação de três mulheres, três fêmeas no cio!
Queríamos prazer, carinhos femininos, mãos delicadas em nossos corpos. Queríamos tudo, uma da outra, uma troca de volúpia, prazeres e orgasmos.
Entramos no quarto, nos atiramos na cama, sutiãs e calcinhas voaram para todos os lados, nos deixando desnudas e totalmente reveladas.
O corpo moreno e pequeno de Marina, o bronzeado de Jane me encantavam, cada vez que eu tinha oportunidade de fazer amor com elas, eu descobria algo fascinante. Era como, estradas sinuosas, que escondiam mistérios e que se revelavam, a cada vez que passava novamente por elas. Desta vez porém, eu as teria juntas e o fascínio seria maior.
Deitadas na cama, estávamos perdidas entre beijos quentes, longos e demorados. Nossas mão descobriam as curvas de cada uma. Nossos seios apertados, uns aos outros. Nossas salivas se misturavam. Nossos corpos tão próximos se aqueciam.
Marina desceu aos meus seios, seguida por Jane, deixando suas línguas acariciarem meus mamilos. Dua linguas ao mesmo tempo me deixaram loca de tesão. Deitei na cama, Marina permaneceu em meus seios, jane desceu pela minha barriga, passando pelo meu umbigo, dando-lhe umidade com sua lingua, depois desceu para minhas coxas, beijou-lhe a parte de dentro, mordendo-as deliciosamente. Marina, ainda em meus seios, me fazia carícias com os lábios, sugava os mamilos e apertava entre os lábios, com suas mãos pequenas e macias, segurava e os apertava, fazendo meu mamilos róseos brotarem da pele. Eu permanecia de pernas fechadas e Jane deitada sobre minhas coxas, deixava-me sentir o volume dos seus seios, enquanto me lambia o púbis depilado e as virilhas. Ela sentou na cama, com as mãos abriu minhas pernas, entrou pelo meio delas e com os olhos desvendou o meu segredo, aproximando a boca se deliciou com a umidade que me lubrificava, sua língua quente me fez delirar, quando tocou meu clitóris  seus lábios mornos cobriram os meus lábios vaginais. Me excitei mais, senti ficar mais úmida, meu corpo vibrava. Jane buscou Marina com uma das mãos e convidou a se deliciar em minha vagina. Senti sua boca quente no meu clitóris e jane tomava conta dos meus lábios vaginais lambendo os e apertando-os com os lábios, mas sem esquecer do meu ânus. Eu estava completamente maluca de tesão. Olhei para o lado, vi Marina com uma das mão entre suas pernas, se masturbava. Tentei me erguer e abocanhar a sua flor, ela parou, colocou a mão sobre meu peito e me forçou a ficar deitada. Segurei a sua mão e trouxe até minha boca, chupei e lambi seus dedos um a um, provei aquele gosto de cio. Jane parou, deixou minha vagina somente para Marina e deitou-se ao meu lado, nos beijamos, senti o meu gosto na sua boca, depois ela foi aos meus seios e me deu mais caricias com a sua boca.
Puxei Marina pelos cabelos, eu não aguentava mais, estava muito excitada e iria gozar. Ela entendeu o meu gesto, subiu pela barriga lambendo a minha pele, deitou em meus seios e beijou a boca de Jane. Delicie-me com aquele beijo demorado, com o cruzamentos das línguas  O cabelo das duas se entrelaçavam e caiam sobre meus seios, já estavam suados e a sensação eram deliciosa.
Jane levantou os seios e os ofereceu a Marina, eu a abracei pelas costas e segurei seus seios, beijei-lhe a nuca, mordi sua orelha e busquei sua boca. Outro beijo, mais caricias entre as línguas  Deixei que deitasse, beijei seus seios novamente, mordi seus mamilos, desci rapidamente para sua vagina, eu queria aquele suco sem demora. Lambi, chupei, suguei. Invadi a sua vagina com a minha língua  ela gemeu alto, busquei aquele mel, no mais profundo interior da sua vagina. Ela movimentava os quadris, quase não me deixava suga-la, demonstrava uma tesão enorme e apertava minha cabeça entre suas pernas.
Marina, deitou-se sobre ela, oferecendo a ela sua vagina, enquanto dividia comigo a sua língua quente. eu beijava Marina chupava a vagina de Jane. Enquanto Jane se deliciava com o mel de Marina.
Nós três, excitadíssima, o orgasmo não tardaria e eu queria que aquele momento fosse completo, que tivéssemos o clímax ao mesmo tempo, que sentíssemos uma o gozo da outra.
Virei-me, abri as pernas e com uma das mão levei Marina para o meio delas. A tesão aumentou, os movimentos aumentaram. Uma com a boca na intimidade da outra. Os gemidos, os gritinhos, as respirações, tudo nos fazia ficar mais excitadas. Senti as sensações aumentaram, minha vagina pulsando. Jane cada vez mais molhada e melada. Marina gemia alto.
Meu orgasmo veio delicioso, derramei-me completamente na boca de Marina, Jane me seguiu, gritou de tesão e prazer e por último Marina explodiu e inundou com seu suco a boca de Jane. Um círculo de orgasmos consecutivos, uma deixando esvaziar-se na boca da outra.
Deitei sobre as coxas de Jane e continuei beijando sua vagina e suas coxas, sentido o cheiro de gozo. As três permaneceram paradas, respirando, esperando a calmaria e o relaxamento.
Foi a minha primeira vez com duas mulheres, eu já havia tido muitas experiências, mas não assim, já conhecia Jane e Marina, eu sabia do potencial erótico de cada uma delas, mas com as duas juntas as sensações haviam sido indescritíveis, naquela hora, no carro, quando da ideia de sexo a três, eu não poderia imaginar, o que eu iria sentir!
Claro, Jane e Marina são nomes fictícios, a primeira está casada, tem dois filhos, a segunda casou-se e divorciou-se, depois casou-se novamente. Tivemos outras experiencias juntas e cada uma foi melhor que as outras, além da amizade, dividimos muitos segredos e aprendemos juntas muitas coisas. Somos amigas, somos parceiras e sempre que é possível nos encontramos.

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