Na Carne Ereta

por H. Thiesen 

Como em fúria senti-o teso
Invadir-se nas minhas entranhas
Tal e qual uma lança
Dilacerando a carne
Derramo prazer e tesão
Do meu rasgo aberto
No meio das pernas
Encharquei-me
E lambuzei por inteiro
O falo invasivo
Que lateja incólume
Dentro de mim
Tentando encontrar o meu fundo
Mesmo assim não me entrego
Certeza eu tenho
Que a carne ereta
Eu venço e a amoleço
Mas, somente depois
Que dela aproveitar
Retirar-lhe o leite
Quente e viscoso
E sobre ela gozar!

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