O início da nossa noite!

por H. Thiesen 

Paramos o carro no estacionamento, você me olhou e teus olhos pediam um beijo. Aproximei e ofereci a minha boca à tua. Sua boca molhada envolveu a minha e tua língua me invadiu poderosa. O beijo longo, delicioso e voluptuoso denunciava a vontade que tínhamos de nos entregarmos.
Desde que saímos do restaurante, onde saboreamos um jantar delicioso, iluminado por velas e estava me sentindo excitada e não via a hora de chegar em casa para fazer amor contigo. Com ansiedade eu esperava pela hora e ter você dentro de mim, absorver o prazer que exala do teu corpo e te dar o que eu tenho de mais íntimo.
O beijo me deixou mais excitada, pela tua respiração, notei que teu desejo também aumentara. Nós dois, unidos por bocas molhadas e línguas nervosas, parecíamos brasas incandescentes. Você segurou meus seios, apertou-os e fez desabrochar em mim um tesão incontrolável. Minhas mãos apertaram teu peito e deixaram as marcas das minhas unhas. Com destreza sua mão entrou por baixo da minha blusa e descobriu nos meus seios, os mamilos enrijecidos de tesão.
Deixei tua boca, beijei teu pescoço, abri tua camisa e desfrutei da pele do teu peito., procurei teus mamilos e os afaguei com a língua. Minha mão saiu em busca de tuas pernas e entre elas descobri teu membro teso e pulsante. Abri tuas calças e penetrei minha mão por baixo da cueca, de onde retirei teu pênis duro e imponente.
Subi pelo teu peito molhado pela minha saliva e fui ao encontro da tua boca novamente, encontrei-a seca e mergulhei minha boca sobre ela. Segurei a tua nuca e nos beijamos longamente, enquanto eu te masturbava. Tua excitação aumentava, teu membro pulsava em minha mão, mostrando que teu orgasmo estava próximo. Tomei o caminho do teu pescoço, cheguei ao teu peito, não resisti ao momento e o mordi, prossegui como estivesse descendo uma ladeira e abocanhei teu membro. Passei a minha língua por toda a extensão da tua rigidez, com ela circulei tua glande e finalmente permiti que ele entrasse profundamente em minha boca. Comecei movimento lentos e suaves, em cada um deles, sentia você tocar a minha garganta. Eu ouvia os teus gemidos e para mim eles eram um pedido para que eu te fizesse gozar. Tuas mãos seguraram minha cabeça e me empurraram contra ti, Parei, senti enjoo, ergui minha cabeça e te disse:
- Calma, assim não, deixa pra mim!
Voltei novamente ao teu pênis, antes de envolve-lo com minha boca, novamente acariciei tua glande com a língua. Olhei teu pênis ereto e quente, envolto pela minha mão e de uma só vez deixei ele entrar, tão profundo que senti teu escroto em meus lábios. Comecei os movimento e desta vez um vai-e-vem acelerado, deixando teu pênis lubrificado com minha saliva.
Um gemido alto anunciou o teu gozo, teu membro pulsou em minha boca e você derramou a seiva do teu orgasmo. Suguei jato por jato, gota por gota, sem deixar um pingo sequer sujar tua roupa. Provei do teu gosto e bebi o teu prazer completamente. Segurando os meus cabelos, você me ergueu, me levou a sua boca e me beijou novamente. Eu me senti satisfeita por te dar aquele prazer e ansiosa não via chegar a hora de ter você dentro de mim. Desembarcamos do carro, subimos pelo elevador, a nossa noite recém havia começado!

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