Depravação

por H. Thiesen 

Deitada, ela esperava ele chegar, enquanto se tocava, pensava nas noites anteriores e nas vezes que fizeram amor. Não era a primeira vez que fazia, sempre que podia agia assim, para dar asas as suas fantasias e aguardá-lo já excitada e pronta.
Simulava com os dedos, que percorriam seu corpo, muitas situações. Entre elas, muitas eram ousadas, quentes e pervertidas. Perguntava a si, se ela era tarada, pois houvera alguém no passado que lhe dissera, ser ela uma depravada.
Acontece que, nunca teve coragem para por em prática, tudo o que pensava durante as incontáveis masturbações.
Com certeza, pensava ela, sou ninfomaníaca!
Mas ao repensar, preferia acreditar, que ela era apenas uma mulher sedenta com o corpo em chamas, que gostava de sexo muito mais do que qualquer outra:
Sou uma fêmea ardente! - repetia para si, enquanto bolinava o clitóris, já bem sensível.
E assim continuava, divagando idéias impudicas e pensamentos devassos, mas continuava investindo em seu corpo, explorando-se com os dedos libertinos. Gozaria pelo menos uma vez, antes que ele chegasse e esperá-lo melada e de pernas abertas, do jeito que ele gostava, que entrava no quarto e atirava-se, sem cerimônias, entre as suas coxas, para provar o sabor de orgasmo.
Suas mãos conspiravam à favor e não deixavam sem toque nenhuma das partes do seu corpo. Segurava os seios com força e apertava os mamilos entre os dedos. Corria a mão pelo ventre e arranhava o púbis. Acariciava as coxas, nas partes internas e na pele macia, ficavam as marcas de unhas. Circulava o clitóris com o dedo, as vezes o esfregava com força ou ainda, apertava-o entre o dedos, o médio e o indicador.
Fantasiava-se fazendo amor e o calor do momento, fazia-a pensar em foder. As vezes com seu amada e depois com ele e outro. Via-se no meio de uma orgia e membros eretos à rodeá-la, sonhava com um deles na boca e outros à seviciá-la nos outros buracos. Viajava errante com seus pensamentos, enquanto se masturbava com afinco. Invadiu-se com um dedo e achou pouco, juntou à ele um outro. O tesão aflorado à flor da pele, fazia seu corpo tremer, a sede por sexo aumentava e ela queria bem mais. Quase por instinto, sem muito pensar, somou mais um dedo aos outros e em um momento de alucinação, tentou invadir a vagina já encharcada com a totalidade da mão. A mão que ocupava-se dos seios, deixou-os solitários e tomou o caminho das nádegas, entrando pelo desfiladeiro de carnes, foi ao encontro do ânus rosado. Depois de circula-lo e tocá-lo, decidiu invadi-lo com o dedo escolhido, o médio, mais apropriado para chegar mais no fundo.
Uma loucura abrupta tomou conta dela e invadia-se na frente e atrás, com rapidez e intensidade. Ecoava no quarto seus muitos gemidos, palavras obscenas e gritos de puro tesão.
Os dedos faziam seu corpo arder e seus pensamentos faziam ela enlouquecer. O ar faltava para a sua respiração e no peito batia acelerado seu coração. O suor escorria na sua pele e no meio das pernas, o mel vertia-lhe como um riacho à correr. Não pensava em mais nada, seus dedos tornaram-se membros vorazes, que entrava e saiam velozes e repetia para si mesma:
Ah! Delícia... Quero gozar!
Seu corpo tremeu e ela se viu no meio de espasmos. Uma dor de prazer iniciou no interior de seu ventre e logo se espalhou pelo corpo inteiro. Retesou-se por inteira, contorceu-se na cama, suas pernas tremiam como varas verdes ao vento. A sua boca secou ao buscar pelo ar e ao mesmo tempo deixar escapar um grito estridente de gozo:
Aaaaaaaaaaahiin!
Ela ainda gozava e retorcia o corpo na cama, quando ele entrou pela porta. Segurou-a por trás dos joelhos, escancarou-lhe as pernas, expondo a vagina lambuzada e mergulhou na seu orgasmo. Enquanto ele bebia e lambia o gozo, abria a braguilha das calças. Tirou para fora o membro bem duro, rastejou sobre o corpo dela e sem lhe dar tempo algum ou despir-se para ela, comeu-a de um jeito violento.
Em cada estucada, ela gritava de tesão e prazer e sem muita demora, viu-se em pleno orgasmo outra vez. Vendo que ela gozara de novo, apressou-se à fazer seu gozo acontecer, bombou a vagina melada com toda a rapidez que podia. A velocidade extrema, com que entrava e saia, fê-lo jorrar e exaurido desabar sobre ela!

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