Duas fêmeas e um macho

por H. Thiesen 

É esse cheiro de sexo que me deixa assim, embriagada e enlouquecida, repleta de malícia, tomada por um anseio imenso, uma luxúria sem fim. As beiras da cama são os limites do meu mundo de fantasias, onde não tenho regras e esqueço dos meus pudores. Beijos molhados e bocas salivando pelo desejo incontido. Línguas que bailam e dançam juntas e passeiam no corpo inteiro.
A suavidade, o dengo de duas fêmeas e os toques
que fervem o sangue do macho à margem do feminino. O olhar pelo qual se encanta, com o amar das fêmeas, com o pau duro na mão masturbando sua emoção, o macho espera a vez e pelo chamado delas.
Elas se beijam e se amam, no roçar dos seus seios, as mãos suaves passeiam, nervosas pelos seus corpos. A mão que ganha o seio, os dedos descobrem o sexos, invadem cheios de anseios, as desejadas bocetas. Elas se entregam e se lambem, línguas atrevidas nos seios, que descem pelos seus ventre e direção aos seus grelos.
O macho admira tudo, não perde um só momentos, ele as come com os olhos e não larga da punheta.
Viradas uma na outra e com as pernas abertas, elas sorvem seus néctares e devoram as bocetas.
No ar um cheiro de sexo e gemidos femininos, na cama duas fêmeas se amando, sob o olhar do macho indiscreto.
Elas se comem por inteiras e seus corpos incendeiam, saciam-se uma na outra, lambem mutuamente os grelos e as bocetas. Suas mãos são viajantes, não possuem paradeiro, transitam por todos os lados, em busca de prazer crescente, percorrem as peles suaves, os seios, os ventres e as coxas.
E assim as fêmeas se amam, sob os olhares do macho, que quer estar entre elas, mas contenta-se com a punheta, enquanto não é chamado, mas se deleita demais ao ver elas gozarem.
As fêmeas já saciadas, deitam-se de cada lado, com suas bocetas encharcadas, caras e bocas meladas. É hora de chamar o macho, dividir um pau potente, preencher as suas bocetas com carne quente e ereta. Então chamam o macho, para deitar entre elas, querem matar a fome e a sede com a vara dura e quente. Beijam e chupam à vontade, dão lhe prazer e tesão, fazem do pau um doce, que de uma boca à outra, levam o macho à redenção.
Do macho elas querem tudo, o pau, a boca e o corpo, uma se senta na boca e a outra no pau. Sobre ele, elas rebolam e o fazem de cela, uma boceta na cara e outra cavalgando a vara.
O macho debaixo delas, fica perdido e delira de tanto, não sabe o que é melhor, foder uma boceta quente ou chupar uma melada. Em cima dele, elas gemem, mexem, remexem e fodem. Elas se tocam e se beijam, se lambem e se deleitam e trocam. A que estava na pica, vai aproveitar a língua, a que estava na boca toma para si a pica.
O macho embaixo estremece, louco para explodir, mas sua ânsia não deixa o gozo aparecer. Elas continuam fodendo, mexendo no pau e na língua, fazem carinhos entre si e matam o macho à míngua. Um grito anuncia o gozo de uma fêmea saciada, e vem logo o gozo da outra que se dá por satisfeita.
As duas se dedicam ao macho, para arrancar-lhe o gozo, caem de boca no pau, entre chupadas e beijos. Revezam as chupadas, uma depois da outra, lambem com perfeição do saco até a cabeça. É uma mistura molhada de lábios, línguas e pau, enterrada na garganta e chupada colossal. O macho se entrega ao gozo e deixa escapar o leite, que jorra na boca das fêmeas, quente, branco e viscoso.

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