Jackeline, The Ripper

por H. Thiesen 

Quando ele nasceu todos sorriram, pegaram-no no colo, beijaram e o acalentaram. Todos não tinham dúvidas, era um lindo menino e se parecia muito com o pai.
Enquanto crescia, conhecia-se aos poucos, mas algo estava errado, via-se no espelho um menino, apenas o corpo, pois a alma era feminina. Queria dissuadir-se desse problema, durante o dia trocava os brinquedos, jogava futebol, brincava com os seus carrinhos, mas à noite na cama sonhava com fadas e bonecas.
Sua tenra idade era insuficiente para compreender o que lhe acontecia, mas percebia que não gostavam do jeito que se portava e como falava. A sua incapacidade de compreensão abriu-lhe as portas para o ódio e mesmo pequeno, sentia raiva de si e do mundo. O seu rancor aumentava, quando a família tentava modificá-lo e obrigá-lo a fazer algo totalmente ao contrário do que ele era. Mesmo encolerizado, tentava se ajustar e fazer o que diziam-lhe ser normal.
Com o passar do tempo, descobriu que fazendo o que os...

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