Uma poltrona para dois!

por H. Thiesen 
por H. Thiesen 

Era domingo, acordei bem tarde e já passava do meio-dia. A tarde estava fria e chovia muito, havia feito planos, mas desisti deles, estava entediada. Sozinha em casa, tomei um banho e resolvi vestir uma roupa leve e confortável. Regulei a temperatura do ar condicionado, sentei numa das poltronas da sala e fiquei olhando para a rua e a chuva que caia, pensando e lembrando da noite anterior.
Ele passou a noite comigo, jantamos, assistimos um filme pornô e depois fizemos amor. Não lembro dele ter ido embora, creio que eu dormi e não notei quando ele saiu. 
Decidi ligar a tevê e navegar pelos canais com o controle remoto, em busca de algum filme ou programa interessante. Logo que a tela exibiu as primeiras cenas, as cenas do canal erótico de ontem a noite apareceram na minha frente e minha atenção foi chamada à ela.
Na tela um ator, um daqueles que está presente em quase todos os filmes, transava com uma loira exuberante. Ele a penetrava sem nenhuma delicadeza e ela desempenhava a sua cena de prazer aos gritos e grunhidos. Apesar da cena ser um tanto artificial, senti um pouco de excitação e comecei a me masturbar, pa acariciando-me levemente sobre a minha calcinha. A regulagem da temperatura estava ótima e dentro do apartamento não fazia frio e nem calor, aliada ao ambiente chuvoso, deixara o dia gostoso e preguiçoso. Olhando o filme e me acariciando, aos poucos fui tirando as minhas roupas e somente notei, quando já estava completamente nua, que uma das minhas mãos acariciava meus seios e a outra ocupava-se no meio das minhas pernas.
Fiquei por alguns minutos assim, me masturbando e prestando a atenção no ator que ainda fazia sexo com a loira. O que os meus olhos viam e o que meu corpo sentia, formou um clima interessante e os meus pensamentos voaram longe, fazendo-me esquecer completamente a tevê.
Passei a me tocar com mais afinco e me perdi totalmente em mim, não tinha mais a sensação de tempo e espaço, meu corpo tornou-se meu universo reduzido. 
Tão concentrada estava no meu corpo, que não vi a porta da entrada se abrir, somente bem depois fui notar, que ele ficara parado, encostado à porta, se deliciando enquanto eu me masturbava. Assustei-me e quis parar, mas ele me disse para continuar. 
Virei-me de frente para ele e abria pernas e antes de recomeçar desliguei. Reclinei a poltrona para trás e voltei a me masturbar.
Ele resistiu por alguns minutos, mas logo mergulhou entre as minhas pernas e me brindou com o melhor oral que até então eu experimentara. Quanto mais eu gemia e me retorcia, mais ele se dedicava com a sua boca. As sensações tornaram-se insuportáveis e gozei maravilhosamente, sentindo o cheiro do meu sexo em meus dedos. O orgasmo foi tão intenso, que tremi todo o meu corpo e não consegui ficar sem gritar.
Ele ficou ajoelhado na minha frente, abriu e abaixou as suas calças, senti vontade de chupa-lo, mas ele não deixou e me penetrou. O tesão dele era desmedido, tão urgente que deixou-o apressado, os movimentos eram violentos e com muita velocidade. Mesmo assim ele me olhava nos olhos, o seu suor escorria da sua testa sobre o meu corpo, assim ele ficou, até jorrar dentro de mim, a sua seiva viscosa e quente.

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