Loba

por H. Thiesen 

Quando cai o manto negro da noite, a menina transforma-se em mulher e a mulher numa loba voraz.
Uma loba em atalaia, envolta em desejos, que à procura de caça e na sua busca, ela seduz. 
Na noite, há um jogo com regras indefinidas, a lei do mais forte impera e sob o véu escuro, a força maior é a sedução. Na espreita, ela espera a sua presa, para joga-la num labirinto de anseios, onde a paixão confunde-se ao desatino.
A noite para ela é quente e mágica e quando enreda a sua presa, junto a leva, para os seus caminhos e seu destino. À presa ela dá a sua loucura e o seu prazer.
Ouve-se então os ruídos da enorme batalha:
Gemidos loucos, gritos veementes e urros ardentes. 
Ela se entrega e sem limites, domina a sua presa.
Sob o véu escuro que cobre a noite, a loba é selvagem e perigosa. Sem compostura ela ataca, devora e goza! Orgasmos múltiplos, apenas prazer! 
Mas a loba é mulher e intensa, também é menina e sonha!

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