O Vizinho

por H. Thiesen

Eu morava no quinto andar e à frente do meu prédio, havia um outro prédio menor. 
Eu e vizinha do apartamento abaixo do meu éramos muito amiga e um dia durante um dos chás, que seguidamente tomávamos juntas, nas tardes que não tínhamos nada para fazer, ela me contou que um rapaz tinha se mudado para o prédio da frente e constantemente caminhava nu pelo apartamento, deixando as janelas abertas e as luzes acesas. A novidade despertou a minha atenção, sempre fui uma voyeur de carteirinha e a conversa daquela tarde desandou, para mil e umas fantasias, com o vizinho novato. 
A partir daquele dia, passei a cuidar as janelas do apartamento do rapaz e não demorou muito tempo para verificar que a minha vizinha falava a verdade, mas com uma visão mais privilegiada do que a dela. As alturas diferentes dos prédios, davam-me a possibilidade de ver o apartamento dele, na direção de baixo para cima, de maneira bem ampla.
O rapaz era moreno-claro, não muito alto, tinha um corpo normal e as marca de sol deixada pela sunga, destacavam uma importante parte do seu corpo.
Ele estava sempre excitado e caminhava pelo apartamento, de janelas generosas, balançando seu membro ereto e, eu me deliciava observando-o, vendo seu corpo delicioso ou quando ele manuseava lenta e carinhosamente aquele membro suculento. Espiava-o, sempre encoberta pelas persianas ou pela noite, escondendo-me parcialmente para não ser vista, enquanto ele deitado no sofá da sala ou na cama do quarto, acariciava-se fazendo movimentos suaves e pacientes, exibindo a sua rigidez máscula, que já me pertencia no mundo das minhas fantasias. Durante a sua masturbação diária, eu deliciava-me com os olhos e masturbava-me ao mesmo tempo, acompanhando-o durante a busca de prazer e me contorcendo de tesão durante o gozo.
As vezes sentia vontade de me revelar e me exibir para ele, mas a falta de coragem era enorme e até um certo pudor me impedia, o pensamento sobre o que ele pensaria ou poderia fazer, faziam-me recuar. Então eu me satisfazia, ficando na espreita, entre as frestas e cortinas ou no escuro da noite.
Foram dezenas de vezes, as vezes à noite, outras à tarde e muitas outras logo pela manhã e eu não me cansava. Consegui fraga-lo nas mais diversas situações e sempre que eu podia ou que estava em casa, cuidava insistentemente, até vê-lo e me deliciar naqueles momentos divinos de puro prazer.
Vi-o sair do banheiro,  nu, molhado e ainda se enxugando Vi-o espalhando óleo e borrifando perfume em seu corpo. Vi-o com outras garotas, a dança sensual antes do sexo, os rituais diversos que cada uma tinha para se despirem, os momentos de deleite, de sexo em diversas posições e cômodos do apartamento. Vi-o ganhar e fazer sexo oral inúmeras vezes. Mas o que mais me excitava, era vê lo manipular aquele membro vistoso, dedicando-lhe carinhos, deliciosos e lentos vai-e-vens com a sua mão, ora escondendo e ora mostrando a cabeça vermelha. Eu quase morria de tesão, molhava a calcinha e ficava totalmente lambuzada no meio das minhas pernas. A cada movimento de sobe e desce, eu estremecia e sentia uma vontade louca de usufruir daquele delicioso membro. Certas vezes, durante o gozo seus gemidos eram altos, quase urros de prazer e eu podia acompanhar e avaliar o nível de excitação ele estava. Quando ele jorrava aquele líquido maravilhoso, eu abria a minha boca e sonhava que estava sorvendo todo seu gozo, como se  estivesse, lá no seu apartamento, bebendo-o até a última gota.
Minha vizinha era casada e um certo dia, seu marido viajou para visitar algum parente, convidei-a para ir ao meu apartamento, eu queria dividir aquele prazer com ela, afinal havia sido ela que me atentou para o fato. Combinamos que, assim que ela visse movimentos no apartamento dele, ela subiria ao meu.
Ela era uma mulher madura, já tinha quarenta e poucos anos, durante nossos chás e bate-papos descontraídos, eu já havia lhe contado sobre a minha atração por homens e mulheres. Ela nunca havia tocado no assunto comigo, mas eu tinha uma certa atração por ela, porém pela nossa amizade, eu nunca tentei seduzi-la. 
Conforme o combinado, ela subiu ao meu apartamento. Eu já estava excitada, pois já havia espiado alguns minuto. Não era necessário ele estar nu, apenas vê lo e imaginar o showzinho que viria pela frente, já bastava para fazer-me molhar de tesão.
Nós ficamos espreitando por trás da persiana da sala e não demorou muito para ele sair do banho, totalmente nu e começar o seu ritual diário, secar-se e passar perfume pelo corpo, depois deitar-se e se masturbar. Mas aquela noite foi especial, eu e Maryanne (minha vizinha) nos aproximamos e excitadas deixamos ele de lado. Transamos e ela me confessou, que desde a época que eu lhe havia contado a meu respeito, ela ficou curiosa e esperava por uma oportunidade para experimentar. Mas isso é uma outra história e um dia... talvez eu conte para vocês!
Ah, o rapaz? Bem, ele continuou do mesmo jeito, muitas outras vezes eu me deliciei e um dia, depois de masturbar-se e gozar deliciosamente, levantou-se foi até a janela, olhou para cima, na minha direção e a fechou! A partir daquele dia, eu soube que ele sabia de mim e tudo perdeu a graça!

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2 comentários :

  1. Sorte de vizinho, lool
    .
    Gostava que me visitasse.
    Deixo cumprimentos

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  2. Ser observado com tesão por uma mulher nesses momentos é uma experiência bem gostosa. Se fosse o vizinho, não perderia a graça quando fosse descoberto. Ainda mais se houvesse uma recíproca da observadora.

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