Pela porta dos fundos!

por H. Thiesen 

Deitada na cama, de costa para você, virei a cabeça e nos beijamos. Você dava-me seu ombro e abraçava meus seios com o outro. Eu sentia o volume roçando-me às nádegas, num perfeito encaixe.
Resolvi provocar! 
Mexendo os quadris, contraindo os músculos dos glúteos e empurrando para trás, esfreguei-me em você. Meus pensamentos estavam repletos de idéias safadas e fizeram-me excitar, deixando-me completamente molhada.
Eu te beijava ardentemente, você praticamente comia a minha boca e as nossas línguas se entrelaçavam com uma volúpia voraz e a saliva inundava o beijo.
No teu abraço apertado, estava colada ao teu peito, sentia o teu calor em minhas costas e a tua mão passeava em meus seios, apalpava e os seguravam com força, teus dedos brincavam em meus mamilos eriçados.
Minha boca, meus seios e minhas nádegas, eram o início do incêndio, que me fazia derreter entre as pernas.
Você também estava muito, o volume tangenciava as minhas nádegas, completamente quente e rijo, meu cóccix estava molhado com as primeiras gotas da tua excitação.
Cessei com o beijo, virando mais um pouco a cabeça, olhei nos teus olhos e falei:
- Vou te dar um presente!
Levei minha mão a boca e cuspi na ponta dos dedos e abrindo as pernas, molhei a entrada do ânus, depois segurei o teu pênis e coloquei-o à entrada e com a outra mão abria as minhas nádegas.
Senti você entrar e forcei para trás, deliciando a sensação da invasão, de carne rasgando e do esfincter alargando. Logo começaram os golpes, uma estocada atrás da outra e o vai-e-vem alucinado.
Enquanto você me possuía por trás e me masturbava, tocava o meu clitóris e me invadia com os dedos.
Louca de tesão, por ter te dado o meu segredo mais íntimo, eu gemia e as vezes até gritava. Você arquejava e me apertava contra o teu peito.
Cada segundo entre nós se tornava mais alucina, as entradas e saídas cada vez mais velozes, as respirações mais arfantes, o suor escorria e os corpos colados em compasso frenético.
Uma dor súbita e deliciosa iniciou no meu ventre, subiu pela espinha e em poucos instantes eu estremeci, os músculos do meu corpo se retesaram e meu coração parecia explodir. Um grito desvairado saiu da minha boca, segurei com as duas mãos o meu púbis, parecia que todas as sensações se acumularam no mesmo lugar e gozei loucamente, sentindo você saindo e entrando.
Sem tempo para me recuperar, notei que você apressou o teu ritmo, os golpes ficaram mais violentos e rápido, meu ânus já dilatado e acostumado com a invasão, não te oferecia nenhuma resistência.
Você segurou-me com força, apertou os meus seios e quase sem respirar, ainda conseguiu me falar:
- Vou gozar!
Contraí os músculos do esfincter para que ficasse apertado e fazer você sentir meu presente da melhor forma possível. Finalmente senti, tua estocada derradeira e a pulsação do teu gozo dentro de mim. Apertei mais um pouco e forcei para trás, te arrancando um urro enorme de prazer, por ter me possuído deliciosamente pela porta dos fundos!

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