Chupando Buceta: Primeira lição!

por H. Thiesen 

Ela era uma mulher comum, como a grande maioria conhecia o sexo de uma forma normal. Não era virgem, mas sua experiência era pouca, não passava de algumas transas com o ex-namorado e um colega do trabalho, casado e que não queria compromissos, ao qual tornou-se amante por algum tempo.
Querendo ensaiar mais alguns passos, depois de uma longa conversa sobre sexo, pediu-me para ensina-la e adestrá-la, na arte milenar, da qual não se tem notícia de quem foram as primeiras mulheres ímpias, sedentas e pecadoras, que na ânsia do prazer infinito, rebelaram-se contra os preceitos da sociedade machista daquela época e foram em busca de orgasmos sucessivos e do gozo sem fim, atualmente conhecida e popularizada como: CHUPAR BUCETA!
Diante de tal pedido, disse-lhe:
- Aprenderás a usar a língua, o órgão sensorial de uma mulher sexualmente completa, no qual sentimos o corpo e o sexo da outra. Aprenderás a explorar uma buceta repleta, de gosto de cheiro, de paixão e de sensações e a sorver o néctar e o mel de fêmeas, e os orgasmo de mulheres, puras e castas, impuras e vadias, que abriram suas coxas para a boca da mulher que as querem devorar. Aprenderás a usar os seus dedos para vê-los entrarem em muitas bucetas ou acariciarem diversos ânus, à provocarem violações consentidas e satisfazerem suas taras, desejos, entregas e vontades alucinadas. Concordas?
- Sim! - disse-me ela, com um ar quase submisso, mas estampando nos olhos brilhantes, um desejo inadiável de mergulhar entre as minhas coxas. Era possível vê-la salivando, enquanto abraçava seus próprios seios e torturava seus bicos entre os dedos longilíneos. Notava-a excitada, talvez já molhada, provavelmente imaginando o sabor de uma buceta.
Ante à tão decidida resposta, sem mais nada a dizer, aproximei-me dela e lhe falei:
- Abaixe-se e de joelhos , encoste o rosto em meu ventre, sinta nos lábios a minha virilha, roce-os na minha pele. Abrace as minhas pernas e aperte-me contra o teu rosto, deixe o cheiro da minha buceta entrar nas tuas narinas. Procure o recôndito, o vértice que tenho entre as coxas e abriga teus lábios, passe nele a língua e prove o primeiro gosto da fêmea, que por ti já está excitada e à espera da tua boca.
Para ti eu abro as pernas e revelo o lugar secreto, aonde guardo escondido a fonte do meu prazer. Veja que belos são os lábios os lábios da minha buceta, que se oferecem ao teu beijo, como uma boca transversa. Olhe e preste atenção, no ponto onde os lábios se encontram e formam um broto saliente, o clitóris ou grelo.
Aproxime-se menina e me dê o prazer da tua boca, excita-me! Alongue essa língua e serpentei-a em meu grelo. Imagine a tua língua como um instrumento de delírio e pecado. Use as virtude da tua língua e vença o medo e adentre aos prazeres sem mares de esperma. Prove o sabor de um prazer diferente, mas tão latente, com uma mistura de líquidos, néctar e saliva. Estique e dobre essa língua e busque no meu interior o mel da minha buceta e descobrirás sabores inesperados e deliciosos. Junto a eles terás odores de uma fêmea encharcada. Faça essa língua histérica e nervosa, torne-a indecente e me invade. Entra nas minhas entranhas e retira de mim a umidade, me faz mulher real, que berra, que xinga e geme como uma fera no cio, que se desmancha de prazer, de fome por sexo e quer uma língua, que penetre, que lambe, que circula, que entra e sai, um louco tentáculo do prazer, melhor que um caralho, que sempre é a mesma, mas diferente a cada vez. Sinto tua língua agora entrando, penetrando, percorrendo os lábios molhados da minha buceta. Faça-me sentir o que eu tenho e não tenho, um descontrole e um incêndio. Para tanto use a língua, imagine e sinta o que está lambendo, uma buceta excitada e encharcada de tesão. Lambuze-se e delicie-se com a umidade e com o cheiro impregnado em teu rosto. Coloco a perna no teu ombro e uso o corpo, lanço à frente meus quadris, escoro as costas à parede, rebolo e esfrego a buceta na tua cara. 
Sinto que aprendes, que já sabes aonde tocar, aonde chupar e o que excitar. Tua língua, tornou-se magnífica e domina perfeitamente meu sexo delirante,  ponto salaz do meu corpo ofegante. Abro a boca e gemo, lanço meus silvos, cerros os dentes e uivo.
Na tua boca sou uma licantropa, uma loba me toma, me tira do corpo e me faz perder a razão e os sentidos. Sinto apenas a tua boca e a tua língua na minha buceta e inicia-se em mim um sentimento sem limites e sem fim, repleto de sensações e a ele me entrego. Tudo acelera, e sinto que vou me derramar na tua cara. Te aperto entre as coxas, te prendo entre elas e com as mãos te seguro a cabeça e esfrego na ta tua boca o meu gozo. Como uma loba eu, uivo e gemo, enquanto o ar falta, os olhos escurecem e as pernas fraquejam.
Ah, gozo delicioso, orgasmo delirante, eu gozei tudo, do jeito mais intenso. Alivio-me, relaxo e deixo-me cair. Menina, tiveste um bela performance, já não tens pudor e limites, mostrastes voracidade para chupar uma buceta. Estou feliz por aprenderes tão deliciosa lição!
Agora, sente-se naquela poltrona e abra as pernas! Ainda lhe falta a segunda lição:
- Saber como é o calor de uma boca e gozar como louca!

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