Surra de Sexo

por H. Thiesen 

Ele bebeu  a última taça de vinho e me olhou com olhos de quem desejava se apossar de mim. Juntou-me pelos cabelos, virou-me de costas e rasgou meu vestido de cima à baixo. O sutiã e a calcinha tiveram o mesmo destino e foram jogados por ele ao canto da sala, não serviram para mais nada, não passavam de dois pedaços de pano destruídos.
Agarrou minha nádega e dizendo-me no ouvido uma palavra obscena, deitou fortemente a mão sobre ela, deixando na minha pele as marcas vermelhas dos seus dedos.
Sem soltar dos meus cabelos e sorrindo levemente, arqueou meu corpo e deslizou seus dedos entre as minhas pernas, procurando meu clitóris com o dedo médio. Seguro de que o havia encontrado, acariciou-o demoradamente, as vezes circulava-o de leve e outras vezes, com a ponta do dedo, imprimia-lhe repetidos e velozes movimentos. Notando-me umedecida, trafegou levemente pela minha entrada, deixando minhas carnes totalmente molhadas e aproveitando-se da lubrificação, invadiu-me com seu dedo, fazendo-me latejar de tesão. Não dando-se por satisfeito, juntou ao médio outro dedo e pôs à movimentá-los para dentro e para fora. De início vagarosamente e depois com tamanha rapidez, que me fez estremecer e amolecer as pernas. Fez tudo isso, sempre segurando-me e prendendo-me próxima à ele pelos cabelos e não deixou-me sequer procurar por um apoio, que me refizesse o equilíbrio. Mantinha-me totalmente sob o seu controle. 
Forçou-me ao chão, deitou-me e colocou uma almofada sob as minhas nádegas. Usando seus pés afastou as minhas pernas, ficando em pé entre elas. Desafivelou o cinto, abriu o zíper e tirou para fora o membro duro e latejante. Deixou a calça cair-lhe aos pés e ajoelhou-se entre as minhas coxas.
Levantou as minhas pernas e fez-me segurá-las de encontro ao meus seios, enquanto deslizava seu membro ereto no meu sexo molhado, quase me invadia, mas desviava subitamente, deslizava-o entre as minhas carnes e a sua glande vermelha tomava o rumo do meu clitóris. Fez isso diversas vezes, deixando-me louca, a ponto de eu sentir meus líquidos escorrendo pelo ânus.
Vendo-me excitadíssima, ele deitou-se no chão e colocou a boca entre as minhas pernas. Alternando lambidas e chupadas, brindava-me com carícias ousadas. Ora dedicava-se ao meu clitóris, ora introduzia a língua na minha vagina e deliciava-se com o néctar que brotava de mim em grande quantidade.
Gozei!
Mas, eu queria mais! Eu queria força e profundidade. Eu queria e pedia-lhe para ser penetrada por aquele membro duro e quente, mas ele continuava a me chupar, deixando-me enlouquecida. Contorcendo-me de tesão e sentindo que outro orgasmo se aproximava, implorei-lhe que me possuísse. E ele penetrou-me com força e afundou-se dentro de mim de uma só vez. Senti sua ereção e seu calor dentro de mim, com uma velocidade enorme e intensa, ele me fazia gemer e gritar desesperadamente por prazer. Foram-se apenas uns dois minutos e gozamos junto, longamente.
Meu orgasmo foi delicioso e intenso e por algum tempo, eu sentia-me latejar e arder entre as pernas, meu corpo estava dolorido e eu tremia da cabeça aos pés. Parecia que eu havia levado uma surra e estava toda moída. Bem, na verdade fui surrada sim... Levei uma surra de sexo!

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2 comentários :

  1. Carinho, loucura doce ou violência erótica?
    Bjs

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  2. HEHEHE... É um daqueles contos onde não há limites para o sexo... A coisa vai se intensificando e intensificando de tal modo que a loucura toma conta.

    Beijos.

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