Pecado Solitário

por H. Thiesen 

Na ponta dos dedos
toda a lascívia.
Um desejo imenso
queima no corpo.
No pensamento
a luxúria escaldante.
No corpo sedento
o tesão inadiável
Na intimidade de si,
um pecado solitário.
Na ponta dos dedos
a volúpia do toque.
Um dedo circula
toca e explora
Os dedos nervosos
entram e saem
Entre os dedos
o pecado torna-se molhado
É o desejo que brota
e o tesão que alimenta
a libido descomedida
A cadência do início
atenciosa e morosa
refaz o seu ritmo
e os dedos ligeiros
no compasso acelerado
Verte um mel
e entorna a carne
É o gozo
Um orgasmo
O corpo estremece
de prazer se derrama
no meio das pernas
onde o sexo chora!

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Um comentário :

  1. Lindo e excitante poema! Como gosto de ver uma linda mulher ardente de um avassalador desejo que consome o seu corpo.

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