Maldita Siririca

por H. Thiesen 

Atualmente ando muito revoltada, sou virgem à trinta anos e o o mais próximo, que eu conheci a respeito de sexo e trepadas, é a maldita siririca. Eu estou muito a fim de deixar esta vida de siririqueira inveterada para a G-Magazine.
Fico imaginando como é um cacete bem duro, pegá-lo na mão e senti-lo entrando pelo meio das pernas. Acho que já é ora de dar a xana, afinal não sou mais uma menininha, com a idade que estou, daqui a pouco vai criar teia de aranha, pela falta de uso ou enferrujar, por que anda sempre molhada.
Ultimamente ando pensando, ainda sou lacrada pra quê? Tenho pensado seriamente, e resolvi que entre não dar e dar, vou dar mesmo, se não vou acabar deixando a xana prôs bichos comerem. Tá decidido, tá na hora de dar a minha xana e finalmente poder dizer que eu tenho uma buceta!
Posso dizer que a minha ex-xana e futura buceta é bem experiente, já conheceu fraldas, talcos, calcinha, tanga e fio-dental, já recebeu a visita dos dedinhos e até sabe o que é um orgasmo, só não conheceu um pau grosso e duro! Para mim baixar a calcinha é um pouco polêmico, tenho medo de ficar com a culpa e complexada. Mas decidi, tá decido, só preciso decidir o dia da libertação. Sim, libertação do sexo, ou melhor, libertação do meu sexo, que estava preso, desde a hora que nasci! Minha mãe sempre disse, que sexo é pecado, se é foda-se, vou cometer todos os pecados possíveis e imaginários.
Eu quero ser livre! Me livrar do cabaço de uma vez por todas, sem direito a nenhum vestígio. Porém, é consenso, entre todas as minhas idéias e pensamentos profanos, que não será dar simplesmente, será uma obra-prima da arte sexual. Se é para dar, tenho que dar mesmo, muito. Não só para um, mas para vários. Todo mundo entrando e saindo, indo e vindo, engolindo o mundo inteiro pelo meio das coxas, daquele jeito que transforma os pelos púbicos, em pelos públicos!.
Sem calcinha eu me sinto livre, fêmea, poderosa e também sinto... sinto... sinto muito pelo meu cabaço, mas ele irá para o brejo!
Até ontem eu era uma santa, mas depois dessa minha decisão, tenho pena dessas mulheres recatadas, que ainda não ousaram ter o seu dia de glória:
- Mulheres libertai-vos, tirai vossas calcinhas! Usai vossas periquitas!
Estou muito revoltada, se pego quem inventou a siririca, eu esgano! Siririca faz a gente gozar e depois fica um vazio, aquele desejo de ser preenchida. Siririca é como comer com os olhos, encanta e não satisfaz e deixa com uma vontade do caralho... ou seria por caralho?
- Abaixo a siririca, vou me libertar e estouro o lacre de qualquer jeito! O primeiro por favor!
Gente, não pensem que eu quero putaria, pelo contrário, isso é uma revolta, uma revolução contra a maldita siririca.

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2 comentários :

  1. Adoro quando uma gata toca siririca pra mim ver!
    Até hoje só duas me falaram que tocam, a maioria não admite que toca. Acho muito excitante saber que a gata se masturba, ainda mais se ela diz que fez pensando em mim.
    Então a siririca não é tão ruim assim!
    Bio de Porto Alegre

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  2. Concordo com o Bio pois aprecio muito a mulher tocando em seu corpo e dando prazer para si mesma. Ninguém deve se sentir culturalmente pressionado(a) a perder ou manter a virgindade como se lhe faltasse a experiência de penetrar ou ser penetrada que muitas vezes é violenta. Aliás, a masturbação pode até fazer parte de um carinhoso relacionamento afetivo entre duas pessoas cheio de intimidade, sem que precise haver penetração entre ambos. Portanto, considere bendita a siririca.

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