Tudo por uma calcinha!

por H. Thiesen

Já estávamos nos despedindo e ele pediu licença para usar o meu banheiro. Sem demora, apontei o dedo na direção do meu banheiro sempre impecável. Ele tomou o rumo da porta e sentei na poltrona da sala, ansiosa para saber se a minha estratégia causaria algum efeito.
Para quem queria apenas fazer um xixi, ele estava demorando demais e claro, logo pensei:
- Ficou o tempo todo aqui e eu com a cara de boba esperando que ele fosse ao banheiro e desse de cara com a minha calcinha, que a pouco estivera cobrindo a minha parte mais íntima, sobre a caixa d'água do vaso sanitário, convidando-o para pegá-la.
Não resisti à ansiedade e fui até a porta e espiei pelo buraco da chave.
Ele estava sentado no vaso, com minúsculo pedaço de pano nas mãos e respirava bem fundo com ele encostado às narinas. Parecia um pouco nervoso e coma as mãos trêmulas procurou pelo fundo, que estampava a marca da minha vulva, com certeza ainda úmida. Cheirou o fundo da calcinha e segundos depois lambeu como um delicioso manjar, por certo pensando em meu corpo.
Eu já estava muito excitada e a cena fetichista me deixara molhada. Pensara apenas lhe incitar e deixá-lo excitado para avançar o sinal. Eu não tinha ideia nenhuma sobre as suas fantasias e o que uma calcinha lhe provocava.
Ergui-me, enchi de ar os pulmões, girei a maçaneta bem rápido e abri a porta sem lhe dar chance para esconder-se. Olhei-o com ar de surpresa e fiz uma cara de brava, como se me sentisse ultrajada:
- O que é isso?
Ele me olhou assustado, com a calcinha dentro da boca e todo atrapalhado:
- Bem...
- Cara estou pasma!
- Desculpe-me, faço qualquer coisa para reparar! Até compro uma nova!
Com um olhar de censura bem visível no rosto, olhei nos seus olhos e perguntei:
- Qualquer coisa?
- Sim, me perdoe. Não me contive!
Ele ia se levantando do vaso e com uma mão no seu peito fiz sentar-se de novo, dando-lhe a impressão que algo iria acontecer.
Tranquei a porta do banheiro e de costa para ele me despi totalmente. Virei-me de frente e caminhei para ele, mostrando-lhe que aquela garota de jeito inocente, quando queria transformava-se numa mulher extremamente sensual. Segurei-o pelo queixo afinado e perguntei fingindo uma cara de má:
- Me dar prazer, sem nenhuma condição ou desistir?
Um pouco envergonhado, mas com uma cara de safado, respondeu-me que sim.
- Gostaria de sentir o sabor e o cheiro diretamente na origem?
Sem tirar os olhos de mim, balançou a cabeça, concordando comigo.
Ordenei-lhe que se ajoelhasse e que implorasse pela fonte molhada ou em troca, já com a mão erguida e espalmada, um tapa na cara. Ele não esboçou reação e com os olhos vidrados demonstrou ter optado pelo sim.
- Está perdoado por violar minha roupa, mas antes de qualquer coisa, vou te punir.
Peguei-o pelos cabelos e o mandei deitar-se na porcelana fria. Abaixei-me sobre a sua cara e deixei-lhe a visão das minhas partes íntimas, sem deixá-lo tocar e apenas sentir sentia o aroma do sexo e masturbei-me a poucos centímetros do seu rosto. Como eu já estava muito excitada, meu clitóris inchara e brilhava, por que já estava banhado dos líquidos que escorriam. Notei que ele respirava fundo e nas suas narinas entrava o meu perfume intrínseco.
Eu pensava nas possibilidades e na vontade que ele tinha de me lamber e chupar. Eu gemia sobre o rosto dele e me masturbei até arrancar-me um orgasmo.
Totalmente melada do gozo sentei na sua boca e deixei-o me chupar. Esfreguei-me na sua cara, deixando-a bem lambuzada e pedi que me invadisse com a língua o mais profundo possível. Enquanto me deliciava na sua boca e ele explorava-me com a sua língua, abri suas calças e retirei o pênis para fora, acariciei-o levemente com os dedos e vi três pequenas gotas brotarem do orifício. Masturbei-o e pouco tempo depois, notei que ele estava a ponto de explodir. Guardei o membro ereto novamente dentro das calças, levantei-me e o fiz levantar, puxando-o pela orelha. Levei-o até a sala e sentei-o na poltrona.
Vesti novamente a calcinha, sentei a sua frente e masturbei-me novamente, até gozar e deixá-la totalmente ensopada.
Fui até a porta, abri e disse para ele ir embora. Ele me olhou com surpresa e tentou falar algo:
- Mas... eu pensei que...
- Você não pensa nada, quem pensa aqui sou eu!
- Vai me deixar assim?
- Vou, é a tua punição, ir para casa com o saco cheio de tesão!
- Isso é...
- Vai! Amanhã conversamos!
Ele atravessou a porta, fechei-a e me escorei nela, quase me derretendo de tanto rir!
Na manhã seguinte, fui trabalhar e ao passar pela sua mesa, dei-lhe um embrulho, junto a um bilhete:
"ABRA SOMENTE QUANDO CHEGAR EM CASA"!
Dentro do embrulho estava a calcinha e com ela outro bilhete:
"Deixei-a de propósito no banheiro, se você quiser, tenho muitas outras. Mas, peça-me! Estou te esperando, venha buscar a calcinha que usei o dia inteiro e receber teu prêmio por me obedecer na noite de ontem!"

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4 comentários :

  1. que delicia cheiro de calcinha usada, com cheiro de buceta suadinha!
    chupar uma buceta suadinha e delicioso
    LEO
    visite o www.seximaginarium.net

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  2. Pode ser má assim comigo que vou adorar!!!

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