Ninfomaníaca

por H. Thiesen 

Quero te ver alucinado, curioso pelo que virá n momento seguinte, algemado aos meus encantos, sem ter o controle da situação.
Eu ditarei as regras apenas obedeça-me e mantenha-se ereto.
O que virá depois, será comigo! Não deixarei pedra sobre pedra, reduzirei teu corpo à cinzas, sob o calor extremo dos meus desejos.
Serás um objeto entre os meus dedos, um brinquedo em minhas mãos e um sorvete em minha boca.
Teu corpo será transformado em um recanto privativo para a minha satisfação.
Não tente escapar das minhas vontades, pois sou cruel e possessiva, sedenta e faminta, ninfomaníaca e compulsiva, tenho o espírito de sátiro, quando decido saciar as minhas insanidades e taras.
Te ofereço.. 
Meu corpo para que o veneres e   por ele implores, à ele espero a tua dedicação completa.
Minha boca para que beijes, morda os lábios e sugues a língua e sacie a minha sede com a tua saliva.
Meus seios para que acaricie-os com tuas mãos, lamba-os, chupe-os com teus lábios e mordisque os mamilos com teus dentes.
Minha vulva para que proves o sabor da minha umidade e bebas o néctar que dela brota, resultado e produto do meu tesão e vontades.
Minha vagina para que invada-a e nela entre e saia com a tua virilidade, dando-lhe fortes estocadas e fazendo-a lambuzar, com o mel da minha plena excitação. 
Sentarei sobre teu membro e exigirei teu corpo imóvel à minha total disposição.
Quero ver-te delirando, totalmente entregue e absolutamente extasiado, sob o meu comando e posse.
No fim, vou me permitir gozar sobre a tua boca, dar-me durante o gozo, o prazer da tua língua. 
Depois que eu usar-te, rematar todas as taras, para a tua recompensa e pela tua dedicação, deixarei-te gozar e jorrar entre os meus seios tua seiva abundante de macho.
- Viu... como sou boazinha! Mas eu sou a tua dona!

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Excitação, orgasmo e orgasmos múltiplos


por H.Thiesen


Antes de iniciar esta conversa, sinto necessidade em esclarecer alguns pontos, o texto fala de forma restrita sobre orgasmo feminino, a palavra parceiro (no masculino) se refere a ambos os sexos, a palavra penetração serve, tanto para o órgão masculino, como para próteses e cintas penianas, bem como relação sexual subtende-se como sendo heterossexual ou lésbica. O texto não disserta de maneira nenhuma sobre o orgasmo masculino.  

Tecnicamente,  orgasmo é uma reação física, provocada por uma excitação sensorial transmitida à medula espinhal ou ao encéfalo por via nervosa, é uma sensação geralmente agradável, quando os músculos que foram estimulados durante o ato sexual, retornam ao seu estado de relaxamento.
Durante a excitação sexual há aumento do fluxo sanguíneo nos os órgãos genitais e aumento da tensão muscular por todo o corpo, principalmente nos órgãos genitais. Durante o clímax sexual, o orgasmo funciona como um inversor desse processo ppor meio de uma série de contrações ritmadas. Nas mulheres, as contrações ocorrem na parte inferior da vagina, no útero, ânus e pélvis. Um pequeno percentual de mulheres produzem fluidos uretrais e vaginais, deixando-o escapar uma pequena quantidade durante o orgasmo, muito conhecido por ejaculação feminina.
As contrações físicas e as sensações particulares sentidas durante o orgasmo, são coisas distintas. Cada pessoa tem a  sua experiência própria de orgasmo, mas comumente, pode-se incluir a alterações na respiração, sensação de  calor, sudorese, vibrações no corpo, alterações de consciência e vontade de gemer ou gritar. Diferencia-se de uma pessoa para outra, o significado, o sentimentalismo e as sensações psicológicas envolvidas no momento. 
Durante a atividade orgásmica, há liberação de endorfinas e podem fazer a mulher se sentir tonta, feliz, ruborizada, quente e sonolenta.  Existem mulheres que apesar de terem orgasmos, não percebem isso. Chegam a pensar que o que sentem e muito pouco para ser considerado e de maneira nenhuma pode se encaixar numa idéia de orgasmo. É importante a concentração em tudo o que acontece e perceber que esta ou aquela sensação não coincide com as experiências de outras mulheres. Portanto, não existe uma regra para dizer se um orgasmo é intenso ou não, isso depende de cada um e de como a mulher reage naquele momento. Podemos dizer que a intensidade do orgasmo é diretamente proporcional à carga emocional que envolve a mulher durante o ato sexual, para isso não importa se o sexo é praticado com quem ela ama ou apenas, com uma conquista momentânea por atração sexual.
A frigidez ou a falta de orgasmo, é um problema que atinge um grande número de mulheres, cerca de uma em cada três mulheres, tem dificuldades para atingir o clímax durante a relação sexual com um parceiro. O problema se intensifica entre as mulheres mais jovens, as quais estão em fase de iniciação sexual e exploração das sensações. O conhecimento do corpo, é fundamental para que a mulher descubra as melhores formas para leva-la ao orgasmo, assim, a masturbação torna-se o caminho mais direto para este auto-conhecimento. A maioria das mulheres que provaram orgasmos durante as relações sexuais, também o provaram durante as masturbações. Não há regras e maneiras certas para a masturbação. Cada mulher responde de forma diferente aos estímulos, soma-se a isso a pressão sobre os órgãos genitais, o ritmo, velocidade e direções do toque, além dos estímulos as outras zonas erógenas do corpo, como ventre, púbis, coxas, seios, mamilos ou até mesmo, provar o gosto dos seus próprios fluídos, aliando-se a isso, a imaginação e a criação de fantasias.
Há outros fatores preponderantes que podem tornar difícil a obtenção do orgasmo, um dos principais é a preocupação em ter ou não ter orgasmos, outro muito importante é a preocupação exagerada com o parceiro e em satisfazê-lo, deixando-se em segundo plano. Situações assim, podem colocar muita pressão psicológica sobre a mulher e reprimir-lhe a resposta sexual.
Uma boa maneira para evitar situações como essas, é retirar todo o foco do orgasmo, prestar atenção às suas reações aos estímulos e sentimentos durante a excitação, concentrar-se nas suas reações físicas
Também pode ser importante considerar se há outros fatores que podem tornar mais difícil para você ter um orgasmo. A preocupação de que você não vai ter um orgasmo pode reprimir a sua resposta sexual. Para algumas mulheres a preocupação exagerada com o companheiro pode colocar muita pressão e tornar mais difícil ter um orgasmo. Tire o foco do orgasmo e só preste atenção aos seus sentimentos de excitação e prazer pode ser útil nestas situações. Tente concentrar-se em sensações físicas reais, em vez de buscar pensamentos evasivos, que somente atrapalham e em nada contribuem para o prazer.
O orgasmo, para a maioria das mulheres é experimentado através da estimulação clitoriana, em vez de através da penetração vaginal. Então, para atingir o orgasmo com um parceiro, a estimulação do clitóris durante, antes ou após a relação sexual vaginal ou sexo oral é uma grande aliada. A masturbação é um passo importante para aprender a ter orgasmo nas relações sexuais. Ainda, a posição da mulher durante a relação pode contribuir muito, descobrir qual a posição que melhor estimula o clitóris é importantíssimo. Depois dessas descobertas, a mulher pode passar a orientar seu parceiro, para que receba os estímulos que mais lhe agradam e lhe excitam.
O clitóris é o principal ponto erógeno do corpo feminino e responsável pela crescente tensão sexual que atinge seu pico durante o orgasmo. Durante as preliminares e a fase de excitação, o clitóris intumesce, ganha sensibilidade e muda de posição. Os vasos sanguíneos da área pélvica são vastamente regados pelo sangue que transita nas veias e artérias, criando maior sensibilidade na região, por isso, os estímulos diretos sobre o clitóris e adjacências causam uma sensação de plenitude sexual. O clitóris, bem como os lábios vaginais e regiões próximas devem ser largamente estimulados, seja por fricção, sucção ou pressão do corpo. Embora para a maioria das mulheres o toque do clitóris sugere aumento de excitação, para algumas o grau de sensibilidade adquirido pela excitação, pode tornar-se desconfortável e doloroso, além disso, manter o foco sobre o clitóris por um longo período, pode causar irritação e desaparecimento das sensações prazerosas. Necessário é, pois, o bom-senso e a variação das carícias e estímulos sobre as outras áreas erógenas.
O sexo oral é uma das melhores formas para a obtenção do orgasmo para as mulheres. Usar a boca e a língua para estimular a vulva em geral e em particular o clitóris, é muito excitante, uma vez que a quantidade de fluidos envolvidos torna a região largamente lubrificada, diminuindo a possibilidade da sensação de irritação. A sensibilidade da vulva e do clitóris determina que tipo de estimulação oral é melhor e reponde com maior grau de excitação, portanto, não há uma forma de carícia oral que funcione para todas. E ainda, cada parceiro pode renovar as expectativas e descobrir novas formas de excitação oral. O sexo oral possibilita ao parceiro que avalie o grau de excitação da mulher, quanto maior a produção de líquidos vaginais, maior é a excitação, o que pode cooperar na obtenção do orgasmo no ápice da relação.
O clitóris pode ser estimulado durante as relações pressionando-o contra o púbis do parceiro e a posição mais indicada para isso, é por cima inclinada para frente, forçando para trás. Se o parceiro estiver por cima, na posição papai-e-mamãe, melhor será se ele ficar um pouco mais acima, forçando a base do pênis contra o clitóris, aproveitando o posicionamento para que ambos comprimam os púbis.
Outra área sensível na região genital é o terço externo da vagina, o seja a entrada da vagina, logo após a vulva, essa região se bem estimulada durante a penetração, pode levar ao orgasmo, esta forma é conhecido como o famoso "orgasmo vaginal".
Porém, penso eu, que orgasmo é orgasmo, tanto faz se clitoriano ou vaginal, as sensações são quase as mesmas, a diferença unica diferença gritante, é que o orgasmo vaginal somente é obtido com a penetração. Talvez, psicologicamente possa fazer alguma diferença para essa ou aquela mulher. Algumas mulheres relatam orgasmos anal, e então faço aqui uma pergunta: Existe? Na minha opinião qualquer que seja o orgasmo, ele é preferencialmente "mental", ou seja, a excitação é tamanha, levando a mulher ao seu ápice de prazer. São reflexos emocionais causando efeitos sobre o corpo, da mesma forma que um sonho erótico, é capaz de levar a um orgasmo intenso. Neste caso, onde estavam os estímulos? No subconsciente, na liberdade e nas fantasias que um sonho pode prover, em outras palavras, estímulos totalmente mentais, psicológicos e emocionais.
Parceiros não são leitores de mente, adivinhadores ou mágicos que tiram o orgasmo da cartola, por isso o dialogo é importante, falar, ser clara, dizer o que funciona e o que não funciona, o que fazemos e não queremos fazer, é crucial. Orgasmo acontecem mais facilmente à medida que desenvolvemos mais conhecimento do que é mais aprazível sexualmente e quanto tornamos mais natural o dialogo  com o  parceiro sobre o que gostamos e não gostamos.
Cada mulher tem experiências e preferências  diferentes para o prazer sexual. Não há lógica pensar que o parceiro saiba automaticamente os meios para levar ao orgasmo. É preciso ter em mente que informar o parceiro não é fazer um relatório das suas habilidades sexuais na cama. A orientação se dá com palavras descompromissadas, como por exemplo "mais forte", "mais lento", "mais rápido" "assim ou assado". Pegar a mão do seu parceiro e mostrar a melhor forma, também pode funcionar muito bem.
Imaginemos que cada mulher possui um botão e que cada vez que ele é pressionado, esparrama sensações intensas pelo corpo e essas sensações se chamassem orgasmos, não seria maravilhoso? Sendo assim, qualquer uma poderia ter uma quantidade infindável de orgasmos e estaríamos realizadas sexualmente. Seríamos multi-orgásticas.
É incrível, mas segundo os especialista e sexólogos, este botão existe e está dentro de cada uma de nós! Do ponto de vista físico, nenhuma mulher é inapta para ter vários orgasmos consecutivos e todas são capazes de experimentar o multi-orgasmo em algum momento da sua vida. Apesar de a idéia soar um pouco fantasiosa e excitante para a maioria de nós, existem dúvidas a respeito do que seja de fato orgasmo múltiplo, como ele acontece e como pode ser desencadeado.
O orgasmo normal dura de quatro a oito segundos, o múltiplo pode durar vinte ou trinta segundos, apresentando maior número de contrações na região pélvica. Isso acontece por que, segundos após o clímax, a contração do útero, dos músculos vaginais e as demais sensações envolvidas durante o orgasmo (como o aumento da pressão arterial, a taquicardia, a vermelhidão da pele etc.), logo após, a sensações se repetem e novamente por mais uma ou mais vezes, sem necessidade de retornar ao estado inicial de relaxamento ou pré-excitação, antes de obeter um novo orgasmo. Porém, isso somente acontece se o estimulo for contínuo, ou seja, não cesse logo após o primeiro orgasmo, necessitando que a excitação se mantenha em níveis elevados.
Tanto um orgasmo único pode ser mais ou menos profundo ou prazeroso, como o múltiplo pode variar de intensidade. A experiência se manifesta de formas diferente de mulher para mulher.
Há quem diga que orgasmos múltiplos, nada mais são do que um único orgasmo manifestado em uma série de eventos, que culminam no orgasmo definitivo. Sendo assim, as sensações são experimentadas aos poucos, até que se manifeste o ápice do prazer de uma mulher.
Para se obter um orgasmo, seja único ou múltiplo, o corpo e mente precisam estar em comunhão e passarem por um ciclo dividido em fases. 
A fase mental, responsável pelo disparo do desejo, quando a imaginação e a fantasia são as atividades mais importantes e funciona como um gatilho.
A fase preliminar, quando o corpo responde aos apelos e há as transformações nos tecidos do clitóris, lábios vaginais, maior irrigação sanguínea, os mamilos ficam eretos e inicia-se a produção do liquido responsável pela lubrificação da vagina, além de ocorrer o alargamento da entrada vaginal.
A fase de platô, a excitação se mantém elevada e é reconhecida nitidamente pelo córtex cerebral, a irrigação sanguínea mantem-se em níveis elevados, são jogados na corrente sanguínea hormônios como adrenalina e endorfina, responsáveis pela líbido. Quanto mais prolongado for esta fase, maiores as possibilidades para a obtenção do orgasmo no momento do clímax.
A fase do clímax, é nela que acontece o orgasmo, desencadeando as sensações que descrevi alguns parágrafos acima.
A fase de declínio, é a fase de relaxamento, na maioria das mulheres ela acontece logo após o orgasmo, nas mulheres multiorgásmicas o relaxamento não é completamente zerado, até que aconteça o último evento da série. Exemplificando, após o primeiro orgasmo, a mulher muiltiorgásmica experimenta um pequeno declínio, para logo após voltar ao grau de excitação máxima, atingir um novo orgasmo e assim por diante, mantendo os níveis de excitação para cima e para baixo, sem entrar em refração, até que após o último evento orgástico, comece a retornar ao nível de relaxamento inicial da pré-excitação.
Segundo os especialistas, mulheres entre 35 e 40 anos possuem maior probabilidades de obterem multiorgasmos, em geral é nessa idade que é atingida a maturidade e o pico de potência sexual, possuem maior intimidade com o corpo e não sente vergonha da sua sexualidade.

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Erupção

por H. Thiesen

Na tua boca vou ao céu e provo um sabor exótico. 
Da minha boca te dou o gosto dos meus sentimentos.
Nessa união de corpos descontrolados e frenéticos, mergulhamos numa loucura. 
Vou vagueando nos teus seios, na tua sensualidade e doçura, no meu corpo passeias e te delicia com meus desejos e prazeres.
Provamos os sal do nosso suor, bebemos do mel e sorvemos o néctar, que brotam dos nossos lugares secretos.
Nossas pernas entrelaçadas e nossa vontade alucinada, ignoramos o que existe do outro lado das paredes. 
Nosso prazer não tem limites, tudo ele ultrapassa.
Não nos importa que ouçam, que falem ou que nos censurem.
Somos a fome e sede, os gemidos e os gritos, a caçadora e caça, o gozo e prazer.
Nós, quando juntas na cama, entramos em erupção!


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Inesquecivelmente Orgástico

por H. Thiesen 

Não existe orgasmo bom,
e nenhum é tão ruim,
Afinal, orgasmo é orgasmo
é deleite,
é delícia,
À ele não importa,
se com sexo oposto,
se com sexo igual,
nem se acontece sozinho
só no dedinho!
Existe sim,
momentos mágicos,
instantes sublimes
que fazem de um orgasmo
Inesquecível!


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Carícias Ousadas

por H. Thiesen 

Uma carícia sobre os meus ombros, e um arrepio sinto com o teu toque.
Uma crescente tensão e a escalada de dois corações a bater, desencadeando sentimentos e paixões reprimidas. 
Dedos na nuca, flui muitos carinhos nos meus cabelos. Meu sorriso é limitado entre as tuas mãos e elas me levam a tua boca, para um beijo.
No beijo ardente, lentamente,eu tiro a tua camisa e me devolves o favor, sem afastar a tua boca da minha. 
Nossas línguas famintas concedem o gosto ao desejo, divididas entre serem persistentes ou saborear, até cederem à luxúria e a pressa.
Saboreamos no beijo todas as vontades latentes e nossas mãos tomam os seus itinerários ardentes.
Teus dedos encontram-me ansiosa e sabem que por eles anseio, gentis mas ardentes, me fazem estremecer e gemer. Exploram-me docemente e libertam os meus anseios, traçando uma cadeia de êxtase, quando encontram os meus seios eriçados, a minha espinha suada, as minhas coxas ardentes e o meu sexo molhado.
E, meus dedos cravam as unhas em tuas costas, apertam teu peito, a cintura e as nádegas, deslizam e surfam a tua pele e se enchem de luxúria em teu sexo.
Ainda, nosso beijo não para, os espasmos aumentam e o ar nos falta.
Eu gemo, mal respiro, te envolvo em meus braços e te trago para cima de mim. Na minhas coxas, eu te sinto pulsante, quente e latejante. Abro as minhas porta para que entres em mim. Tu invades o meu charco e eu grito... Solto de uma vez todo o meu tesão e no teu vai-e-vem eu deliro. Tu queres mais e nos vira num impulso, me deixa deitada sobre o teu corpo. Eu me ergo e cavalgo, num instante sou uma amazona, domando o teu tesão. Com uma mão na cama, a outra em tua nuca, te puxo pra mim, quero tua boca e a tua língua em meu seios, quero tuas chupadas, lambidas e mordidas.
Encharcada de suor e ofegante, eu não desmereço a subida e aproveito a descida. É um terremoto em meu corpo, convulsiono, sou tomada por arroubos e enlevos.
Minhas mãos em teu peito te prendem a cama. Te tiro de mim, deslizo em teu ventre e no teu peito e te ofereço na boca o meu gozo. Eu urro, me desmancho, deságuo em prazer e gozo!
Perco as forças e me jogo sobre o teu corpo, tremendo, suada e cansada. Respiro, retomo a posse de mim, te deixei na espera e eu quero o teu fim.
Rastreio em teu corpo com a boca, provo o sal da tua pele, no peito, na barriga e no sexo. Eu lambo, eu sugo, eu chupo, te deixo ir fundo. Te seguro entre as mãos, ocupo minha língua com a cabeça, circulo e mordo. Alterno entre raso e fundo, não paro, insisto.
Te sinto potente, latejas e gemes, derramas em jatos. Tu me lambuza e me molha e eu te bebo!
Recebo então, a teu ultimo carinho... O sorriso!

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Sedenta e Faminta

por H. Thiesen 

Diante das veias pulsando 
Do membro rijo e quente,
Aplaco as minhas vontades
A fome e a sede insaciáveis
Como um  privilégio
Com o gosto de sexo 
E o sabor do amar
Beijo e lambo
Sugo e engulo
Gulosa eu fico
Eu como e bebo
Provo, degusto e aprecio
Por fim me delicio
No teu falo
O gosto do teu gozo
E para ti eu dou
Todo o mel 
Que escorre de mim!

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Acordando com tesão!

por H. Thiesen 

Eu adoro acordar tesuda e pegando fogo. Não sei explicar isso direito, é automático, talvez um reflexo de uma noite bem dormida, embalada por sonhos molhados. Por que não? Geralmente eu não lembro dos meus sonhos!
Mas em manhãs assim,  parece que o meu corpo implora por sexo. Acordo queimando, com a pele ardendo e completamente molhada. Dias assim deveria ser obrigatório ter alguém do lado, para fazer um sexo gostoso, não existe nada melhor. Não, acho que existe, melhor é ser acordada de manhã para fazer sexo e depois ganhar um café delicioso na cama!
Num desses fins de semana qualquer,  mal abri os olhos e notei que a minha calcinha encharcada, eu estava com tanto tesão que não dei conta da hora, peguei o celular e liguei:
- Alô?
- Oi, sou eu... A Lena!
- Porra Lena, sabe que hora é? Seis e três, hoje é sábado! Lembra disso?
- Azar! Não marca nada, hoje você é meu!
- Já marquei!
- Desmarca.
- Por que?
- Por que eu quero!
- Desde quando você manda em mim?
- Desde sempre!
- Ahahaha!!! Convencida!
- Tá de corpo mole? A fila anda!
- Tá... Vai dormir, depois conversamos!
Não é preciso dizer, que depois disso, fui logo dando um jeitinho. Eu tinha que me acalmar, o dia prometia e para começá-lo, uma boa gozada pela manhã, provocada pelo meu dedinho safado, ficou perfeito.
Tolice minha! Enganei-me redondamente, o tesão aumentou de forma drástica.
Afundei no travesseiro, tentei dormir. Liguei o rádio, não consegui me distrair. Virei de um lado para o outro e o tesão só aumentava e pensei: Não, siririca de novo não!
Levantei, fui ao banheiro, lavei o rosto, escovei os dentes. Voltei ao quarto, vesti uma roupa qualquer. Sai, entrei no elevador e subi ao 8º andar. Bati na porta, ele demorou um pouco para abrir:
- Oi!
- Quem mais poderia ser? Entra!
- Te acordei?
- Não, a uma hora atrás você me ligou, se passando por despertador maluco!
- Desculpa!
- Esquece, o que você quer?
Não respondi nada, apenas o olhei dentro dos olhos e ele entendeu.
Sem dizer mais nada, segurou minha mão e me levou para o quarto.
Despiu minha roupa, deixando apenas a calcinha, segurou-me pelos ombros e me fez ajoelhar, retirou o cacete para fora e ofereceu-me, levando-o a minha boca e me deliciei sugando aquele homem delicioso que estava na minha frente. Ele gemia e ofegava, eu percebia a vontade que ele tinha de colocar tudo dentro da minha boca. Fiz sexo oral durante uns dez minutos e de repente ele tirou da minha boca, levantou-me pelos braços e jogou-me de quatro na cama, segurou-me pela cintura e penetrou-me com força, foi impossível não deixar escapar um gemido, que resumia todo o tesão que eu estava sentia.
Ele fez sexo com fúria, parecia uma fera, tal era o tesão que o dominava. Aceitei a proposta e correspondi com movimentos violentos para trás e para frente. Gozei com facilidade, logo em seguida, deite-me na cama e ele deitou-se sobre as minhas costas, continuando o seu vai-e-vem violento e rápido, até derramar-se dentro de mim.
Fiquei deitada na mesma posição, estava exausta. Ele deitou-se a meu lado e dormimos um pouco. Mais tarde acordei, deixei-o dormindo e voltei para o meu apartamento.
Como eu falei, o dia prometia e o sábado estava apenas começando!

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Cio

por H. Thiesen 

E de repente senti um desejo imenso consumir o meu ser, envolvendo-me completamente, percorrendo-me a alma e a caminhar pelo meu corpo, iniciando em minha boca, caminhando pela a espinha, atingindo o meu sexo, indo ao encontro dos meus pés. Senti um aperto no coração e a minha respiração tornou-se ofegante. Era um desejo intenso, profundo e  insaciável, impulsivo e impudico, ao ponto de tirar-me do prumo, abater-me e deixar-me cega de prazer. Meu corpo tornou-se ardente e o suor escorreu pela minha pele.
Busquei nos teus olhos e encontrei o mesmo desejo, a reciprocidade denotava-se em teu corpo, na tua respiração, na tua pele arrepiando-se e nos teus sussurros. Teu rosto, sem maldade, mas provocante, mais fazia-me desejar tuas nuances angelicais.
Desejei naquele momento te envolver com minha lascívia, mas ao mesmo tempo teu jeito angelino, fez-me recuar e imaginar-te envolvida em minhas loucuras. Porém teu corpo continuava a alucinar-me e teu toque alçou-me a limites incompreensíveis de desejo. Tua excitação excitava-me e tuas palavras doces aos meus ouvidos cruzavam todas as resistências que coloquei na minha alma, rompendo todos os obstáculos que eu havia construído entre nós naquele instante. Teu beijo interligou nossos desejos e disparou dentro de mim todos os instintos que a consciência não é capaz de controlar. Seria impossível controlar-me, soltei todas as feras que há dentro de mim e deixei meu lado felino aventurar-se sem limites nesta paixão. Deixaste-me louca, pois sabes exatamente como faze-lo e tens conhecimento de todas as armas que deves usar, para me colocar em encantamento. Sabes como o misto de pureza e safadeza é capaz de me arrebatar. Tamanho é a inocência que demonstra em teu rosto e as formas enlouquecedoras do teu corpo. Tamanho é a pureza do teu coração e a lascívia que exibes em cada curva dos teus seios. Tamanho é a candura da tua alma e a malícia enraizada do teu corpo.
Rompidas as resistências, vencidos todos os vacilos, atirei-me à você com uma vontade incontrolável de felina em um cio insopitável, louca e inconsciente, como uma fera que se atira à luta sem receios, para devorar ou ser devorada, mas encontra a sua frente outra fera, disposta a usar as mesma armas, garras e malícias.
É tudo demasiado, entre a candura e a malícia. Não deixamos espaço aos pensamentos, entre nós é tudo instinto. Roçamos nossos corpos, damo-nos caricias mútuas, nossas unhas nos arranham, beijos ardentes, mordidas inconsequentes, lambidas loucas e um sexo fulminante. Não pensamos em mais nada, o mundo ao nossos redor já não mais existe e o limite do nosso universo é o quadrilátero de lençóis desarrumados.
Somos duas feras, duas felinas que disputam entre si o prazer uma da outra. Desobrigando-se do pudor, ousando provar todos os sabores lascivos, em uma completa luxúria desenfreada. Assim o gosto dos nossos sexos se tornam o licor que nos mata a sede, as nossas carnes úmidas tornam-se o nosso banquete que nos sacia a fome. Somos apenas corpos em delírios, línguas e bocas sedentas e famintos, dedos exploradores e invasivos. Buscamos prazer, como quem nunca o teve, buscamos o orgasmo e que seja o melhor deles.
Nos transformamos em reais devoradoras, nosso limite é o gozo e o gozo é o nosso objetivo. Não queremos mais nada, a não ser deleitarmo-nos num sexo ardente. Abrimos mão de todos os nossos pudores, sabemos que o podemos dar uma à outra e damos, o calor da nossas boca a explorarem nossos sexo, a agressividade de nossas línguas à provar dos nossos líquidos. Somos incontroláveis na partilha do prazer. Entre as nossas pernas, não fazemos objeções e tudo é válido para irmos de encontro ao êxtase.
Corpo à corpo, pele na pele, arranhões e mordidas, chupadas e lambidas, o roçar dos corpos e finalmente o delicioso embate dos nossos sexos. Duas frutas suculentas que se encontram e quase tornam-se uma só, numa fricção deliciosa e molhada de dois clitóris incansáveis, um jogo de atrito que nos lambuza e nos deixa em total ebulição.
Meu corpo já não obedece, tudo em mim é somente instintos, estremeço de prazer, as sensações são incontroláveis e sou tomada por um gozo desmesurado. Gemo, grito e deixo-me à revelia do orgasmo. Quando dou-me por conta e restabeleço os meus sentidos, percebo que arrematei teu cio e trouxe o teu gozo para junto do meu.


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Boquete Forçado

por H. Thiesen 

Não sou tímida com os homens. Mas as vezes eu consigo ficar no meu estado normal e acabo achando uma desculpa para ir embora. Geralmente não me arrependo, mas vez ou outra fico me remoendo, pois na verdade, queria ter ficado e deixado acontecer, mas deixei as minhas manhas, a mania de fazer um pouco de mistério ou causar uma certa curiosidade, é maior do que a vontade de ficar e vou embora.
Sou independente, solteira, já passei a algum tempo dos trinta, apesar de ter alguém, sou livre para decidir sobre a minha vida.
Não sou mulher que sai com diversos homens ou fica com vários na mesma noite. Sou fogosa, gosto de sexo, me relaciono normalmente, não vejo problema de entrar em um carro e ir para um motel no meio da noite, tenho sonhos e fantasias com homens e mulheres, não tenho preconceitos e normalmente, com o passar do tempo, esses sonhos se tornam realidade.
Conheci um cara uma vez e a nossa relação durou apenas alguns momentos, durante uma festa. Ele me abordou, numa das raras vezes que fico sozinha e começou a me fazer perguntas. Conversamos um bom tempo, mas percebendo que eu não estava dando muita bola, num segundo de distração, ele me agarrou e me beijou.
Sem reação à surpresa, correspondi ao beijo e como eu me agradei da sua ousadia, resolvi ficar com ele naquela noite. Ele me convidou para ir passear no jardim e me levou para um canto pouco iluminado atrás de algumas árvores.
Trocamos algumas carícias, nos beijamos novamente e me segurando pelos ombros, me fez sentar em um dos bancos, deixando seu pênis na altura do meu rosto, o qual ele havia se encarregado de tirar  para fora das calças, durante o tempo que nos acariciamos e nos beijamos, cuidando para que eu não notasse, provavelmente.
Frente aquela atitude, tive uma reação de nojo e tentei levantar e ir embora, ele me segurou, agarrou a minha cabeça e sem se importar com o que eu estava sentido, introduziu o pênis na minha boca. Cedi aos seus desejos e fiz sexo oral nele, até ele encher a minha boca com o seu sêmen.
Fingi que engolira, abri a bolsa, procurei o lenço e limpei os lábios, enquanto isso ele dava um jeito para se recompor, ajeitando a camisa de seda escura dentro das calças.
Levantei do banco, olhei nos seus olhos e cuspi todo o conteúdo armazenado na minha boca, na direção do seu peito, deixando na camisa uma enorme mancha molhada, exalando um cheiro característico. Para todos os efeitos e conhecimento das pessoas na festa, a partir daquele momento, seria ele que havia pagado um boquete. Dei-lhe as costas e ele falou:
- Olha o que você fez, sua puta! O que vou dizer quando chegar em casa? E a festa?
Já a uma certa distância, virei-me para ele e respondi:
- Foda-se! Talvez agora você aprenda a pedir! Mas ainda você está no lucro, com a raiva, eu poderia tê-lo mordido!

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Confissões

Um leitor me enviou um questionário com algumas perguntinhas, muito indiscretas! Creio que elas fazem parte da curiosidade de muitos de vocês. Dessa forma, decidi respondê-las e publicá-las! Antes de começar, tenho que deixar claro que me senti num confessionário, tal é a indiscrições de cada pergunta!
Vamos à elas!

1 - Quando e qual o primeiro pau que você viu?
Aos 19 anos, de um namoradinho.

2 - Perdeu o cabaço com ele?
Não, mas rolou muita coisa. Punheta, siririca e até pau e gozada no meio das pernas.

3 - Lembra do primeiro pau e da primeira gozada que levou na boca?
Impossível não lembrar, não esqueci nem o gosto!

4 - Quantos paus você já chupou?
Não sei, houve vezes que só rolou sexo oral e terminou por aí!

5 - Aproximadamente, já transou com quantos homens?
Acho que uns 12, só transo se eu souber que vai valer a pena.

6- E mulheres?
Não sei, impossível lembrar todas!

7 - Homens mais velhos ou mais jovens que você?
Prefiro os maduros e nisso não se enquadra a idade.

8 - Já fez sexo com primos ou primas?
Com parentes consanguíneos nunca, mas transei com uma enteada do meu tio.

9 - Sente tesão por mulheres mais velhas?
Sinto tesão por mulheres, desde que sejam femininas como eu!

10 - Sexo com grávidas rola?
Claro, gravidez não é doença!

11 - Como foi a primeira vez com outra mulher?
Foi com a menina enteada do meu tio, ela tinha 17 e eu 16 anos.

12 - Foi tranquilo?
Foi, ela me surpreendeu me abraçando por trás e segurando meus seios. Eu tinha curiosidade e deixei acontecer.

13 - Você vai em casas de swing?
Já ui algumas vezes, numa delas, em Londres, os homens ficam à disposição das mulheres e não podem tomar a iniciativa.

14 - É casada?
Não, mas estou junto com outra garota a três anos.

15 - Qual a sensação de chupar um pau?
Sinceramente... Pau não tem gosto, exceto quando saem aquelas gotinhas. O prazer é ver as reações, ouvir os gemidos, a respiração ofegante, fazer o cara se contorcer de tesão. Gosto mesmo é de parar e chupar, para sentir o meu gosto nele!
Tem homem que parece que o pau não faz parte dele, é como chupar uma estaca.

16 - E buceta?
Aí é diferente, xoxota tem gosto, tem mel, é cheia de dobrinhas para explorar. Quanto mais molhada, mais gostosa!
Cá entre nós, buceta vicia!
17 - O que você sente quando é chupada?
Se a chupada for boa, o prazer é indescritível. Costumo dizer que a língua se comparada ao pênis, tem vida própria!

18 - Quem chupa melhor, mulher ou homem?
Quem sabe chupar é indiferente, o prazer pode se tornar extremo. Mas há mulheres que são imbatíveis!

17 - Como surgiu o blog Pensamento Indecente?
O nome já diz, surgiu dos meus pensamentos indecentes. Escrevo desde menina e um dia resolvi que deveria por à prova e ver o que as pessoas achavam.

19 - Os textos possuem alguma verdade, são relatos das suas experiências?
Como já disse em uma postagem, não faço tudo o que eu conto, mas não conto tudo o que eu faço!
Muitas coisas aconteceram realmente e muita coisa é fantasia da minha cabeça.

20 - Você tem alguma fantasia, a qual nunca irá realizar?
Claro que sim, quem não as tem?

21 - Você pode contar?
Nem pensar!

22 - Gosta de sexo pegado ou carinhoso?
Depende da situação, do momento e do tesão!

23 - Puxão de cabelo, tapas, arranhões?
Se rolar e for sadio, por que não? Sexo não é só uma coisa cheia de dedos!

24 - Alguns contos e poesias falam de Sadomasoquismo, você curte?
Sim com toda certeza!

25 - Ja transou amarrada, amordaçada ou vendada? Gostou?
Sim, é muito excitante e o contrário também. Sentir-se dominada é incomparável e dominar é incrível.

26 - Isso aconteceu com homens ou mulheres?
Com mulheres tive experiências nos dois sentidos, com homens sempre fui dominante, exceto uma única vez com um amigo.

27 - Já fez inversão ou fio terra?
Uma única vez fiz inversão, mas dedo no cuzinho é muito comum, apesar de os homens negarem.

28 - Já fez chuva dourada em alguém e já fizeram em você?
Sim, fiz por que pediram, mas não fantasio urina sobre o meu corpo.

29 - Por que as pessoas possuem essa fantasia?
Pelo mesmo motivo e da mesma forma que fantasiam sexo anal! Tesão!

30 - Você chupa uma buceta lambuzada de porra?
Da mesma forma que num boquete, depende.

31 - Sexo oral, para ou até o final? Porque?
A resposta é a mesma da pergunta anterior, por que depende da higiene, de quem é a pessoa.

32- Já fez menage? Com dois homens ou com outra mulher?
Nunca transei com dois homens, prefiro a intimidade a dois. Mas já fiz menáge com casais.

33 - Já transou com uma travesti?
Uma única vez, ela era minha amiga e não fazia programas. Hoje em dia ela é uma mulher linda.

34 - Ja fez sexo por dinheiro?
Sim, para matar a curiosidade. Uma vez fui num programa, no lugar de uma amiga.

35 - Você se masturba? Por que?
Sim, muito! Nas horas solitárias quando dá tesão, no banho e para explorar meu corpo e descobrir pontos ou jeitos que podem dar prazer.

36 - Gosta de masturbar outras pessoas?
Claro, quem não gosta?

37 - Gosta de dedinhos no cuzinho enquanto é chupada?
Nada a reclamar, mas não é uma das minhas preferencias. Apenas aceito.

38 - Exibicionismo e dogging ? Ja fez?
Exibicionismo sim, faz parte de mim. Dogging não.

39 - Deixa gozar na bucetinha e no cuzinho?
Com camisinha sim, sem ela nem pensar!

40 - O que faz você broxar?
Falta de higiene, pedido para não usar preservativo e cara que se acha bom demais na cama.

41 - Já transou com rapazes inexperientes?
Eu não sinto tesão por meninos. Definitivamente, novinhos não é comigo. Não rola!

42 - Já transou com negros.
Do mesmo jeito que com os novinhos, eles não me atraem, mas sim, já transei. Não pela fantasia da cor, mas pelo homem que ele é.

43 - Você já foi sozinha com outra mulher para um motel?
Muitas vezes.

44 - Qual o lugar que você prefere que gozem?
De preferência na cama, é muito mais confortável! Ahahahaha!!!

45 - As pessoas sabem que você gosta de mulheres?
Algumas sim, outras não, mas normalmente eu não escondo e confirmo quando descobrem.

46 - Gosta de assistir filme porno?
Não, quem viu um, já viu todos. Principalmente os atuais, não acrescentam em nada!

47 - Você já deu em cima de algum vizinho?
De vizinhos não, mas de vizinhas sim!

48 - Usa brinquedos eróticos?
Não, mas aceito-os com naturalidade se quiserem usar.

49 - Que tipo de homem você não gosta?
Dos que se acham gostosões, dos violentos (pegada não é violência) e dos tarados no dia a dia.

50 - E de quais você gosta?
Dos que sabem o que querem, que sabem definir a hora da pegada e do carinho.

51 - Qual seu tipo de mulher preferida?
Quanto mais tarada e feminina melhor.

52 - Que tipo de roupa você prefere? Ousada ou discreta?
Tanto faz, o que conta é o lugar, o momento, a situação. No dia a dia sou discreta, camiseta e calça jeans.

53 - No que você se considera insuperável: boquete, anal, punheta, etc?
Em nada, tento fazer sempre o melhor.

54 - Como gosta que te chamem na cama?
Sou bem liberal quanto a isso, só não me chamem de gostoooosa, broxo na hora!

55 - O que você sente se souber que um cara soca punheta pensando em você?
Não sou eu que tenho que sentir, é ele!

56 - Na cama, você geme ou grita quando goza?
Pergunte para os meus vizinhos! Procuro me controlar, mas as vezes é impossível!

57 - Alguém já te surpreendeu na cama? E por quê?
Minha atual namorada, nunca imaginei que ela, com aquela carinha de inocente, gostasse tanto da fruta!

58 - Pau grande ou pau pequeno?
Não fico em cima do muro e nem faço politicamente correto, gosto de grande e grosso!

59 - Então tamanho importa?
Claro que importa, sejam grandes ou pequenos, cada mulher tem a sua preferência. Há quem goste de pequenos e quem goste dos grandes. Mas pau pequeno demais não dá mesmo!
Nenhuma mulher vai para a cama com um homem, pensando na língua ou nos dedos. É o mesmo que ser convidado para um churrasco, e lhe é servido salada e sobremesa em quantidade, mas o prato principal é uma miséria!

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Inundada

por H. Thiesen 

Como pode num instante
O prazer escorrer pelas pernas
Como uma cachoeira à descer
E inundar o meu íntimo
Fico envergonhada
Por ficar assim inundada
Mas isso é coisa que passa
Pois sei que te deleitas
Sorvendo como beija-flor
O néctar do meu desejo
Como pode isso acontecer
Em apenas num instante
Ficar toda encharcada
Só por pensar em você
Em tudo o que você faz
Meu corpo se incendeia
Transforma-se em um vulcão
Expelindo lava escaldante
Que me queima por dentro
Á espera que você apague
Meu fogo e minha brasa
E leve-me ao delírio e gozo!

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Meu Doce Estranho

por H. Thiesen 

Eu entrei no bar, corri os olhos de um lado para o outro e te encontrei! Você me pegou pelos olhos, foi instantâneo! Você atingiu minha alma e queimei de luxúria e desejos. Eu sempre te vi naquele bar, mas ainda, você era apenas um estranho pra mim, cabelos escuros, olhos castanhos e um corpo viril. Você me pegou e me pegou por que eu queria... Eu te queria colado em mim.
Meu cabelos fluíam em cachos loiros nas costas, nos pés uma bota preta curta de salto bem alto,  a calça jeans apertada e a blusa rosa atada sobre o umbigo, dois botões abertos que deixavam escapar um pouco dos seios e mostrava um pouquinho do sutiã branco por baixo.
Um pouco extravagante, talvez ousada demais, mostrando sem nada mostras, mas você me despiu com os olhos e o teu pensamento. Eu não esqueço, o teu sorriso perverso!
Pedi uma cerveja, sem desviar o olhar:
- Hey girl, a beer please!
- OK Lena, now!
Bebi a cerveja, sempre te olhando e tenho certeza que você, como eu, sabia como iria terminar aquela noite. Não era necessário falar, o silêncio nos dizia tudo!
Você se aproximou, fiquei em pânico, eu estava sentido algo que raramente me ocorre, mas acalmei aos poucos, enquanto você falava, me passava segurança. Confesso... Depois dos teus olhos, as tuas palavras foram essenciais para qualquer decisão que eu haveria de tomar. E, naquela noite eu decidi ficar com você!
Saímos juntos do bar e você me levou ao Hyde Park, estava escuro e a noite já estava alta. Estacionou o carro entre as árvores, em um local meio isolado. Descemos do carro e me encostei ao lado do capô, você me abraçou e nos beijamos. Tuas mãos correram para os meus seios, desfizeram o nó e subiram o sutiã, deixando-os livres ao teu toque, aos teus beijos e à tua língua. Estremeci por alguns momentos.
Você abriu o meu cinto, abriu e desceu minhas calças, vagarosamente percorreu minha barriga e posou tua boca entre as minhas pernas.
Engoli em seco e me permiti sentir tua língua lavando com suavemente a minha feminilidade. Minha pernas fraquejaram, um frio subiu pela espinha e um calor tomou conta do meu corpo. Segurei teus cabelos e te apertei contra mim, queria você e a tua boca afundados em mim. Não me contive e gozei, te dando todo o meu gozo.
De olhos fechados, respirei fundo, eu estava extasiada, mole e frouxa, o gozo foi intenso, aguardei uns instantes e recomposta abri os olhos, Você a minha frente me olhava com aquele sorriso indiscreto.
Te beijei novamente, cravei as unhas em teu peito, era a minha vez!
Desci olhando para os teus olhos e sem desviar deles abri tuas calças e deixei que você entrasse até a minha garganta. 
Eu estava sedenta e queria te dar um prazer igual ao que você me deu. Usei de todas as minhas artimanhas, te beijei, lambi e suguei. Circulei-te com a língua e devagar te engolia, ouvindo os teus gemidos e a tua respiração ofegante. Na minha boca o gosto das primeiras gotas e logo você explodiu, te deixei ir ao fundo e inundar a minha boca com a tua seiva de macho.
Limpei minha boca em meu braço, levantei e te beijei novamente.


A nossa noite estava recém na metade e muito mais, havia para nós!

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Solitária

por H. Thiesen 

Sinto um calor me consumindo lentamente
Minhas mãos procuram a tua presença
Sinto a tua falta, me machuca a tua ausência
Tateio a tua procura, busco intensamente
pela maciez da tua pele e o teu calor
Volto-me para o lado, teu perfume me embriaga
No travesseiro vazio, teu aroma persiste ainda
A lucidez me sobrevém ao olhar no canto vago
Estou só, teu lugar está vazio
Meus desejos se fazem urgentes
Sinto-me envolvida pela paixão
Enebriada pela loucura
E consumida pelo tesão
Quero ser amada
Possuida e penetrada
A minha excitação se declara à flor da pele
Te desejo mais que tudo
Começo a me sentir
A me tocar suavemente
Cada toque me estremece
E me incendeia
Fico repleta de vontades
Pensamentos se abatem sobre mim
Penso somente em você
A suavidade do teu toque,
A brandura das tuas mãos
Esse fogo ardente me faz suar
Minhas mãos tornam-se as tuas
Passeando em meu corpo livremente
Somente penso em você
Quero tua boca em minha boca
Desejo ser beijada entre as pernas por você
Tua língua úmida e quente me invadindo
Preciso provar da tua água cristalina
Explorar a tua fonte
Embeber-me do teu mel
Sinto-me molhar
Lambuzo minhas mãos com o meu prazer
Transpiro pelos poros do meu corpo
Minha tesão é o vestígio da nossa paixão
Mordo os meus lábios selando minha ilusão
Estou ardendo, labaredas de desejo
Consomem sem freios minha nudez
Minhas mãos desesperadas não descansam
Grito e quebro o meu silêncio
Estremeço, vibro e me deleito
Mesmo ausente você estava comigo
Meu momento solitário levou-me à você
Trouxe-me um gozo extremo e prazer!

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O jeito como ela goza!

por H. Thiesen

Ela suspira e abre-se. 
O coração bate forte, um sentimento lhe envolve.
No corpo um leve tremor.
Na pele a sensibilidade em flor.
Como uma rosa aberta, recebe o toque da glande vermelha.
Suave é o início e macio é o toque.
A pressão e o ingresso, é o começo!
Ele faz sexo!
Ela faz amor!
Ela sente as carnes abrir e a sensação da invasão.
Duro, largo e longo à entrar-lhe nas entranhas.
Inspira e respira, o sentimento lhe tira o ar.
Na face carmim a mudança da expressão facial.
Tenso, apertado, são os músculos em contração.
Algo de bom, a paixão oprime os sentidos.
Sensações de deleite, substituem os pensamentos.
Um arrebatamento total, uma impressão sensorial.
Na boca aberta, o som de um suspiro escapa.
Do peito exalam emoções.
Unhas afiadas, um vermelho de unhas pintadas é cravado e rasga arranhões.
Penetração concluída e por ora os movimentos são insistentes, tornam-se-lhes infringentes.
Ela sabe que o domínio é rosa, um momento que o domínio é seu.
O sangue lhe ferve, a pele arrepia, uma dor que não é dor, mas que dói e não dói.
É dor com prazer, é prazer não é dor, algo confuso e sentimento difuso por todo o seu corpo.
Sente-se derramada, as carnes molhadas e o latejo à clamar nas entranhas.
O ventre repleto recebe o varão, que desvenda, várias vezes, o segredo da beira ao fundo.
As sensações recorrentes, preenchida e vazia, abundância e lacuna, escassez e fartura.
Ela ajuda no entrar e sair, os quadris à mexer.
O rosto esquenta, o peito não aguenta. 
Um rubor e uma ansiedade.
O coração disparado, os pulmões à arfar.
Os gemidos escapam da boca seca e sem ar.
Sussurros à esmo, pensamentos confusos, turbilhão de emoções.
Os sentidos dão vazão aos instintos.
O corpo restringe-se apenas ao ventre e ao meio das pernas, nada mais para pensar, é de onde provém todas as sensações.
Algo estranho irrompe do baixo ventre ao meio do umbigo, de onde vai à espinha e toma o caminho da nuca, mas também infla os seios e os faz sentir mais.
A dor que não é dor, aumenta mais a tensão, é o tesão consumindo o corpo e se espalha por todas as suas partes, dos pés à cabeça.
O calor toma conta do corpo, corre nas veias o sangue com exacerbada pressão.
O coração no limite da boca e o corpo retesado, estremece e explode.
A convulsão, os espasmos e finalmente...
O orgasmo!
Ela vai às nuvens e desce, como quem cai das alturas.
O frio na barriga, o cansaço nas coxas, a tensão em seus músculos.
Uma disparada no corpo, não sabe onde está, não há pensamento, só sensações e emoções.
Nota um peso sobre seu corpo, o meio das coxas escorrendo e encharcado... 
É ele!
O gozo intenso não a deixou lembrar, mas ele gozou dentro dela.
Um suspiro de alívio, foi tudo instintivo, como iria lembrar?
Mas ela voltou do orgasmo e novamente à pensar!
Para selar tudo, com chave de ouro, falta somente um beijo ardente e molhado!

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Fera, Cega e Sensual

por H. Thiesen 

Estávamos em um canto do bar do hotel requintado, iniciando a primeira noite da nossa viagem de férias, eu bebia em silêncio um martini seco olhando nos teus olhos, na pista de dança dois ou três casais dançavam um bolero antigo.
Você estendeu-me a mão, levantou-me da cadeira e convidou-me para dançar, deitei a cabeça no teu ombro, fechei os olhos e sonhei que o mundo era só nosso.
Nossos corpos emanavam uma fragrância excitante. Eu balançava preguiçosamente nos seus braços e você acariciava a minha cintura com uma das mãos e com a outra às minhas costas, pressionava-me contra teu corpo, ao som daquela música inebriante. Eu cruzei meus braços em volta do teu pescoço e encostei meu rosto ao teu, eliminando de uma vez por todas, qualquer espaço entre nós.
Eu senti uma onda de calor percorrer meu corpo e apertei-o mais um pouco contra mim e para ratificar a nossa aproximação, coloquei meus lábios aos teus, fechei os olhos e nos beijamos ardentemente, um beijo tão estremecedor quanto o bolero que estava tocando, um beijo longo que não tinha fim, como se ele transpusesse as nossas almas. Eu não queria que aquele beijo se desfizesse, mas infelizmente a música terminou.
Você novamente pegou-me pela mão, levou-me até a porta do elevador, subimos quase todos os andares e caminhamos calmamente até o quarto, onde a luz da lua prateada brilhava através de uma janela e o o silencio deixava ouvir nossas respirações.
- Espere!
Fiquei surpresa com o teu pedido e estagnei logo à entrada.
- Espere, eu quero fazer uma coisa. 
Eu te olhei e vi você tirar algo do bolso.
- Primeiro, deixe-me venda-la!
Você cobriu meus olhos com um lenço negro, sem minha a visão tudo tornou-se desconhecido, mas você levou-me até a cama, conduzindo-me pela mão e delicadamente fez-me deitar-me nela.
A escuridão deixou-me curiosa e ao mesmo tempo dava-me excitação.
Você descalçou os meus sapatos e beijou meus pés depois subiu beijando minhas pernas lentamente, levando junto aos teus lábios o meu vestido. Roçou teu rosto sobre a calcinha, livrou-me dela, rasgando o tecido fino e só então beijou as minhas virilhas e passou a tua língua  por cada centímetro do meu púbis. Prosseguiu beijando o restante do meu corpo, despindo-o em cada parte com teus beijos e dedicou mais tempo aos meus seios, depois subiu pelos meus ombros, tomou o atalho do meu pescoço e antes de me beijar na boca, desvencilhou-me do vestido para sempre e somente então, brindou-me, de novo, com um beijo ardente.
Você colocou-me sentada à beira da cama, saiu de perto, mas logo depois voltou e fez-me provar um cubo de gelo. Logo depois que o chupei, você acariciou meus lábios com ele e pediu-me para lambê-lo, minha língua gelou e os meus lábios tremeram. Lentamente desceu pela minha pele e gotas frias caíram no meu pescoço e mal tocando em minha garganta, suavemente deslizaram entre os meus seios. O gelo continuo deixando o seu rastro e me estremeceram quando tocaram os meus mamilos. A saga fria ainda não terminara, depois dos seios foi a vez do umbigo, meu ventre afundou tentando escapar do frio e por causa dele meu corpo todo tremia. Você deslizou o gelo pelo meu púbis, passando direto até as minhas coxas e lentamente, como uma tortura, levou-o ao meu sexo, fazendo-me suspirar pesadamente. Mordi meus lábios com a sensação de frio intenso, que o gelo fazia-me sentir, derretendo todo sobre a minha intimidade quente. 
Joguei-me na cama e abria as minhas pernas, você entendeu prontamente a minha intenção e pousou a tua boca sobre o meu sexo. Eu não sabia mais quem eu era e se você era você, mas compartilhamos esse pedaço de mundo e tempo, uma sensação misteriosa e paixão arrasadora.
Meu corpo retorcia-se na tua boca, tuas mãos acariciavam a minha barriga. Eu sentia o toque dos teus dedos me segurando e o calor da tua boca inoculando-me com teu desejo. Foi difícil suportar o contraste do ardor presente, em face ao frio posterior, junto à isso, a maciez dos teus lábios no meu clitóris, a tua língua circulando e descobrindo as partes mais sensíveis do meu sexo, somados os mistérios da minha escuridão total.
Segurando-me pelas pernas e abrindo-as totalmente, você me invadiu e entrou no meu corpo, escorregando lentamente para dentro. Ergui-me um pouco, segurei-me em teu pescoço e arqueando-me te beijei. Enlacei você com as minhas pernas e te empurrei mais para dentro de mim. Estávamos no limite do nosso infinito, numa total mistura de corpos, você enterrado totalmente e eu te recebendo em minha extrema profundidade.
Eu gemi, gritei, pronunciei palavras desconexas, em um frenesi selvagem, como se uma fúria me tomasse e naquela hora, eu senti que era uma fera cega no cio.
Você acelerou, teus movimentos tornaram-se violentos, você entrava e saia rapidamente no meu sexo e de repente me senti tensa, brotaram violentas contrações, passei a segurá-lo com mais fúria, arranhei o teu pescoço, cravei as unhas nas tuas costas e gozei desesperadamente agarrada em ti.
Deixei-me cair na cama, caí com os braços abertos. Você acelerou, ainda mais teus e na hora de gozar, tirou de mim, veio até meu rosto e soltou uma torrente de seiva na minha boca e eu a bebi e lambi até a última gota.
Assim foi uma, das nossas tantas noites, do tempo em que nos amamos e eu era apenas uma menina de vinte e um anos. Mas o tempo passou e fomos cada um para seu lado, hoje você tem o que tanto sonhou e eu... Bem, eu... creio que encontrei, o amor que a tanto procurava.

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A Curiosidade Matou o Gato!

por H. Thiesen 

Se existe algo de incomparável no ser humano, é a curiosidade. Existe até um ditado, que todos conhecem: A curiosidade matou o gato!
Tratando de curiosidade, creio que a maior de todas e que se estabelece em qualquer um, desde os primórdios das primeiras ebulições dos hormônios, é a curiosidade sexual.
Isso não poderia deixar de acontecer comigo, foi a curiosidade que me fez provar e experimentar muitas coisas, foi ela que, entre outras coisas, proporcionou-me vontades e fantasias, muitas delas, a maioria das pessoas diria que são absurdas, mas seja como for.... Matei a minha curiosidade!
É simples, se não conhecemos ou nunca fizemos algo, é a curiosidade que nos faz ter vontade, dá coragem e torna-se o ponto de partida para conhecê-lo ou fazê-lo. Em qualquer situação da vida, a curiosidade é, sem dúvida nenhuma, a ignição para desvendar o desconhecido, seja nos relacionamentos, no trabalho, no estudo, em qualquer situação desconhecida do cotidiano e mais do que nunca no sexo.
É através da curiosidade sexual que experimentamos a nossa "primeira vez", outras formas de prazer, outros tipos de relacionamentos. É a curiosidade que nos faz realizar sonhos e fantasias.
É a curiosidade que rompe os nossos preconceitos, os nossos tabus e a nossa falta de coragem, para irmos adiante e por-nos à prova, para saber se será bom ou ruim. É a curiosidade que rompe as barreiras da fidelidade e possibilita a traição. É a curiosidade que nos faz desejar por novos prazeres. É a curiosidade que nos faz espiar pelo buraco da fechadura, mesmo que o perigo de ser pego ronde por perto.
A curiosidade é isso, é a vontade de ver, ter e sentir, as vezes, sem um mínimo de conhecimento de causa e muitas vezes, conhecendo, mas assumindo e correndo todos os riscos.
Afinal, quem nunca sonhou fazer sexo de um jeito que nunca fez, achando que terá orgasmos devastadores? Ou, quem nunca desejou uma pessoa sem conhecê-la realmente, acreditando que se sentirá extremamente satisfeito se transar com ela? Quem nunca desejou outra pessoa e gostaria de vê-la e tê-la nua ao seu lado, somente por que ela é bonita e passa na rua? Quem nunca desejou outra pessoa, imaginando-a com seios deliciosos ou um pênis ereto, mesmo sem saber, que tais atributos possam despencar sem o sutiã ou ter problemas de ereção?
A curiosidade matou o gato!
E eu?
A curiosidade que muitas pessoas possuem ao meu respeito e se eu faço tudo o que eu descrevo nos meus contos e poesias, ou seja, se faço sexo do jeito e quantidade que escrevo, como resposta tenho a dizer que não, é claro que não! Alguns me dizem que as descrições são tão reais, que torna-se impossível não pensar que aconteceram. Qualidade e sentimentos? Não, isso não lhes importa! A verdade é que, querem saber se sou ninfomaníaca ou mais exatamente: Uma puta!
Bem, para os curiosos aqui vai a minha resposta:
- Nem tudo o que eu conto, eu faço! Entretanto, nem tudo o que eu faço, eu conto!

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Tesão no trabalho!

por H. Thiesen

Assim eu não aguento!
Coisa séria, que grelo safado, fica excitado até nas horas impróprias. Quando menos espero, ele se agita, mostra que está presente, fica sensível e me deixa louca!
Fica quietinho seu grelo, não é hora pra isso!
Tá, eu sei! 
O cara é gostoso, um tesão, deve ter uma pegada mágica, deve foder gostoso, mas...
Puta que pariu! No meio da reunião de trabalho!
Será que não tinha como esperar? Pelo menos até o happy hour!
Grelo danado, fica quieto, te acalma!
Daqui a pouco fico melada e não quero molhar a calcinha!
Grelinho, agora não! Deixa eu prestar atenção!
Olha o que você fez?
To suando frio!
Precisa ficar tão latejante?
Xiiiiii!!! Melei e agora?
Será que molhou a saia?
Estou toda molhada, babada!
Grelinho te acalma!
É ele, vai falar!
Nossa que voz! Uauuuu!
Vou desmaiar! Estou passando mal!
Grelinho do cacete, você me paga!
Deixa a reunião acabar!



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Cavalgando o tesão!


por H. Thiesen 

Prendo-te entre as minhas pernas
Como uma amazona rebelde
Sem pressa à cavalgar o tesão
Vou no trote ao prazer
Sobre meu potro encilhado
Com sentimento e emoção
No calor do momento
Quero a minha liberdade
Estuco e tomo o galope
Solto meu grito de guerra
Meu cio foi consumado!




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Depois da Festa

por H. Thiesen 

Quando acordei a porta estava se fechando. Sentia-me zonza, não sabia onde estava. Totalmente despida, sem saber o que havia acontecido, notei o cheiro de sexo no quarto.
- Cacete... onde estou? - pensei, assustada e tentando descobrir que quarto era aquele.
Forcei a memória para tentar descobrir sobre a noite anterior. Ainda tonta, procurei minhas roupas e mesmo na penumbra percebi o quarto era de uma mulher. Definitivamente, era um quarto feminino, a decoração e as paredes não deixavam dúvidas.
- Menos mal! - pensei um pouco aliviada.
Procurei sobre a cama, sobre uma cadeira e pelo piso do quarto, encontrei apenas a minha calcinha, o restante da roupas, continuava sumido. Desesperada, forcei novamente o pensamento, teria que haver alguma lembrança da noite anterior. Veio-me à cabeça algumas cenas isoladas e vagas. Aprofundei-me nas lembranças e aos poucos as coisas ficavam mais claras.
Era sexta-feira à noite, uma festa maravilhosa, apenas meninas. Dançávamos e conversávamos e claro bebíamos. Perfeito, nada com que se preocupar! Mas onde eu estava e por que estava ali, naquele quarto?
Altas horas da noite já estávamos bem altas. Martinis, cerveja, caipirinhas, o suficiente para que a vergonha fosse esquecida e os pudores banidos. Festa só de meninas, nenhuma cueca atrapalhando, as conversas picantes, as malícias características e as coisas fluem naturalmente. O clima esquentando e a sedução espalhando pelo ambiente. Os olhares ficaram mais íntimos, os toques deixaram as sutilezas de lado, a dança deixou os corpos mais próximos. Até que alguém, uma das meninas, sugeriu um sorteio ou jogo para que ficássemos nuas.
- Giramos a garrafa. A menina para quem ela apontar o bocal tira uma peça de roupa!
A aceitação foi unânime. As caiam tímidas aos poucos, até que alguém resolveu agitar e tirou o vestido de forma bem sensual. A brincadeira virou putaria na hora! Uma das meninas aproximou-se, roçou o seu corpo e segurou os seios dela, depois se beijaram de forma ardente.
Lembro, que naquela altura da festa, eu já estava quase nua, apenas com a calcinha minúscula e uma menina havia sentado ao meu lado, ofereceu-me uma bebida e acariciava as minhas coxas. Aos poucos ficamos íntimas e rolou alguns beijos e carícias ousadas.
A partir daí, as minhas lembranças ficaram esparsas, lembro-me apenas de alguns flashes do que aconteceu. Com certeza, bebi mais do que o costume. Mesmo forçando, não lembrei de mais nada.
Minha coxas ardiam e estavam marcadas e sim, minha pele estava com cheiro saliva e de excitação, sinal que havia transado com alguém naquela noite
A porta do quarto se abriu. Ela entrou, caminhou na minha direção, parou a minha frente e sorriu. Estava com uma camiseta larga e branca, os cabelos soltos, ainda despenteados e trazia uma xícara de café. Ela me ofereceu o café e ao vê-la, fiquei tranquila.
- Bom dia! Tudo bem? - perguntou ela, sorrindo.
- Agora tudo bem. Acordei assustada... Mas não lembro como vim parar aqui?
Ela sentou-se ao meu lado:
- Do que você lembra?
- De estar te beijando no sofá!
Ela sorriu, levantou-se, foi até um armário e trouxe-me toalha e um robe.
- Tome um banho, depois conversamos!
Durante o banho, notei claramente as marcas roxas e os arranhões. Realmente havia acontecido o que eu imaginava. Fiquei decepcionada, isso nunca havia me acontecido. Era um vazio, as lembranças daquela noite, eu nunca as teria.
Sai do banheiro. As janelas estavam abertas e minhas roupas e bolsa sobre a cama e os sapatos ao lado dela. Resolvi me vestir mais tarde, apenas penteei-me e maquiei-me ligeiramente, algo bem casual e diário. Quando ela voltou e entrou pelo quarto, a luz do sol em seus cabelos e rosto formaram uma cena de tirar o fôlego.
Reservei-me e apenas sorri para ela estava totalmente confusa. Ela percebeu minha pertubação, pegou a minha mão, levou-me até a cama e sentou-se ao meu lado dela.
- Então... Você esqueceu tudo?
Olhou nos meus olhos, acariciou os meus cabelos e lentamente, passou a mão pela minha nuca. Arrepiei-me da cabeça aos pés e meu corpo estremeceu. Aproximou sua boca da minha e me beijou ardentemente, com muita intensidade e delicada.
Enquanto nos beijávamos, nos tocamos e nossas mãos passearam em nossos corpos. Eu sentia a sua emoção e notei a sua respiração ofegante. Acariciei seus seios e notei seus mamilos durinhos, os quais me me deixaram louca.
Deitei na cama, puxando-a junto, levantei sua camiseta e ao mesmo tempo ela abria meu robe. Ela deitou-se sobre meu corpo, de forma que eu podia sentir suas coxas roçando nas minhas e nossos púbis bem próximos.
Vagarosamente, ela subiu e sentou-se sobre o meu ventre e despiu a camiseta, jogando-a à esmo para o lado, deixando à mostra seus seios deliciosos e ao alcance da minha boca. Ergui-me e passei a língua nos bicos entumescidos, depois os chupei com vontade. Ela arranhou as minhas costas, enlouquecida de prazer.
Toquei-a entre as pernas e a senti molhada. Brinquei com seu clitóris, enquanto me deliciava nos seus seios, ainda bolinando-a, nos beijamos e lambemos com sede. Eu já estava totalmente excitada e minha calcinha já estava encharcada de tanto tesão.
Ela deitou-me na cama, passou a língua em todo meu corpo, dedicando deliciosos minutos aos meus seios. Descendo lentamente, sempre beijando, lambendo e mordiscando, entrou pelo meio das minhas pernas e fez-me sentir a sua boca deliciosa envolvendo meu sexo. Não pude conter e deixei escapar um gemido de prazer. Ela me lambia com agilidade e muita vontade, vez em quando me olhava, para ver as minhas reações. Arranhava e mordia minhas coxas, cravava as unhas na minha barriga, enquanto me sugava e me invadia com sua língua. Para o meu desespero, quando percebeu que eu estava quase gozando, parou tudo!
Levantou-se e ajoelhando-se sobre mim, colocou a minha cabeça entre as suas pernas, abrindo-se com os dedos, mostrou-me o clitóris e a vagina molhada. Olhei-a, sorri e lambi meus lábios, dando-lhe a entender as minhas intenções. Ela sentou sobre a minha boca, oferecendo-me seu sexo suculento. Envolvi-o com vontade, lambi demoradamente seu clitóris. Ela rebolava como louca, e seus gemia cada vez mais alto.
Novamente ela parou, virou-se rapidamente e encaixamos as nossas bocas em nossos sexos.
- Não aguentar, vou gozar... - disse-me ela.
E gozou, sentindo a minha língua a invadindo e eu bebi seu gozo delicioso.
Depois que ela gozou, começo a me lamber novamente. Sua língua passeava em minha vulva e serpenteava deliciosamente meu clitóris. Enlouqueci, quando ele enfiou um dedo no meu ânus e não resisti mais, o gozo veio-me intenso. Cruzei as pernas sobre a sua nuca e segurei-a com força e gozei loucamente na sua boca.
Ela deitou-se ao meu lado e ficamos quietas alguns minutos e só depois lhe perguntei:
- Foi isso que aconteceu?
Ela deu uma enorme gargalhada.
- Não! Você bebeu demais e desmaiou e te trouxe para a cama!
- Só isso? Não acredito! E as marcas roxas e os arranhões?
- Você se debatia muito durante e eu tentei te acalmar!
- Acalmar? Caralho, eu só acordo daquele jeito se fizer sexo!
- Tá confesso, nós transamos!
- Ah! Então eu estava bêbada e você se aproveitou de mim!
- Digamos que sim! Eu estava com muito tesão e não resisti!
- Não estou lembrando nada. Não quer me ajudar a lembrar de mais alguma coisa?
Não a deixei responder, segurei seu queixo, puxei-a para mim e a beijei!

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