Boquete Forçado

por H. Thiesen 

Não sou tímida com os homens. Mas as vezes eu consigo ficar no meu estado normal e acabo achando uma desculpa para ir embora. Geralmente não me arrependo, mas vez ou outra fico me remoendo, pois na verdade, queria ter ficado e deixado acontecer, mas deixei as minhas manhas, a mania de fazer um pouco de mistério ou causar uma certa curiosidade, é maior do que a vontade de ficar e vou embora.
Sou independente, solteira, já passei a algum tempo dos trinta, apesar de ter alguém, sou livre para decidir sobre a minha vida.
Não sou mulher que sai com diversos homens ou fica com vários na mesma noite. Sou fogosa, gosto de sexo, me relaciono normalmente, não vejo problema de entrar em um carro e ir para um motel no meio da noite, tenho sonhos e fantasias com homens e mulheres, não tenho preconceitos e normalmente, com o passar do tempo, esses sonhos se tornam realidade.
Conheci um cara uma vez e a nossa relação durou apenas alguns momentos, durante uma festa. Ele me abordou, numa das raras vezes que fico sozinha e começou a me fazer perguntas. Conversamos um bom tempo, mas percebendo que eu não estava dando muita bola, num segundo de distração, ele me agarrou e me beijou.
Sem reação à surpresa, correspondi ao beijo e como eu me agradei da sua ousadia, resolvi ficar com ele naquela noite. Ele me convidou para ir passear no jardim e me levou para um canto pouco iluminado atrás de algumas árvores.
Trocamos algumas carícias, nos beijamos novamente e me segurando pelos ombros, me fez sentar em um dos bancos, deixando seu pênis na altura do meu rosto, o qual ele havia se encarregado de tirar  para fora das calças, durante o tempo que nos acariciamos e nos beijamos, cuidando para que eu não notasse, provavelmente.
Frente aquela atitude, tive uma reação de nojo e tentei levantar e ir embora, ele me segurou, agarrou a minha cabeça e sem se importar com o que eu estava sentido, introduziu o pênis na minha boca. Cedi aos seus desejos e fiz sexo oral nele, até ele encher a minha boca com o seu sêmen.
Fingi que engolira, abri a bolsa, procurei o lenço e limpei os lábios, enquanto isso ele dava um jeito para se recompor, ajeitando a camisa de seda escura dentro das calças.
Levantei do banco, olhei nos seus olhos e cuspi todo o conteúdo armazenado na minha boca, na direção do seu peito, deixando na camisa uma enorme mancha molhada, exalando um cheiro característico. Para todos os efeitos e conhecimento das pessoas na festa, a partir daquele momento, seria ele que havia pagado um boquete. Dei-lhe as costas e ele falou:
- Olha o que você fez, sua puta! O que vou dizer quando chegar em casa? E a festa?
Já a uma certa distância, virei-me para ele e respondi:
- Foda-se! Talvez agora você aprenda a pedir! Mas ainda você está no lucro, com a raiva, eu poderia tê-lo mordido!

--------------------------------------------------------------
© COPYRIGHT BY "PENSAMENTO INDECENTE"
Todos os Direitos Reservados
All Rights Reserved
DIREITOS AUTORAIS PROTEGIDOS
Cópias e publicações permitidas, desde que acompanhadas dos créditos à autora do texto e link para para este blog
.

Um comentário :

***********************************
ATENÇÃO COMEDORES, leiam antes de comentar:
Comentários que contenham, endereço de e-mail, telefones e propostas para relacionamentos, não serão publicados, para isso existem sites especializados. Também terão o mesmo destino, comentários ofensivos, discriminatórios e preconceituosos.
***********************************
OBRIGADA PELA SUA VISITA!