Depois da Festa

por H. Thiesen 

Quando acordei a porta estava se fechando. Sentia-me zonza, não sabia onde estava. Totalmente despida, sem saber o que havia acontecido, notei o cheiro de sexo no quarto.
- Cacete... onde estou? - pensei, assustada e tentando descobrir que quarto era aquele.
Forcei a memória para tentar descobrir sobre a noite anterior. Ainda tonta, procurei minhas roupas e mesmo na penumbra percebi o quarto era de uma mulher. Definitivamente, era um quarto feminino, a decoração e as paredes não deixavam dúvidas.
- Menos mal! - pensei um pouco aliviada.
Procurei sobre a cama, sobre uma cadeira e pelo piso do quarto, encontrei apenas a minha calcinha, o restante da roupas, continuava sumido. Desesperada, forcei novamente o pensamento, teria que haver alguma lembrança da noite anterior. Veio-me à cabeça algumas cenas isoladas e vagas. Aprofundei-me nas lembranças e aos poucos as coisas ficavam mais claras.
Era sexta-feira à noite, uma festa maravilhosa, apenas meninas. Dançávamos e conversávamos e claro bebíamos. Perfeito, nada com que se preocupar! Mas onde eu estava e por que estava ali, naquele quarto?
Altas horas da noite já estávamos bem altas. Martinis, cerveja, caipirinhas, o suficiente para que a vergonha fosse esquecida e os pudores banidos. Festa só de meninas, nenhuma cueca atrapalhando, as conversas picantes, as malícias características e as coisas fluem naturalmente. O clima esquentando e a sedução espalhando pelo ambiente. Os olhares ficaram mais íntimos, os toques deixaram as sutilezas de lado, a dança deixou os corpos mais próximos. Até que alguém, uma das meninas, sugeriu um sorteio ou jogo para que ficássemos nuas.
- Giramos a garrafa. A menina para quem ela apontar o bocal tira uma peça de roupa!
A aceitação foi unânime. As caiam tímidas aos poucos, até que alguém resolveu agitar e tirou o vestido de forma bem sensual. A brincadeira virou putaria na hora! Uma das meninas aproximou-se, roçou o seu corpo e segurou os seios dela, depois se beijaram de forma ardente.
Lembro, que naquela altura da festa, eu já estava quase nua, apenas com a calcinha minúscula e uma menina havia sentado ao meu lado, ofereceu-me uma bebida e acariciava as minhas coxas. Aos poucos ficamos íntimas e rolou alguns beijos e carícias ousadas.
A partir daí, as minhas lembranças ficaram esparsas, lembro-me apenas de alguns flashes do que aconteceu. Com certeza, bebi mais do que o costume. Mesmo forçando, não lembrei de mais nada.
Minha coxas ardiam e estavam marcadas e sim, minha pele estava com cheiro saliva e de excitação, sinal que havia transado com alguém naquela noite
A porta do quarto se abriu. Ela entrou, caminhou na minha direção, parou a minha frente e sorriu. Estava com uma camiseta larga e branca, os cabelos soltos, ainda despenteados e trazia uma xícara de café. Ela me ofereceu o café e ao vê-la, fiquei tranquila.
- Bom dia! Tudo bem? - perguntou ela, sorrindo.
- Agora tudo bem. Acordei assustada... Mas não lembro como vim parar aqui?
Ela sentou-se ao meu lado:
- Do que você lembra?
- De estar te beijando no sofá!
Ela sorriu, levantou-se, foi até um armário e trouxe-me toalha e um robe.
- Tome um banho, depois conversamos!
Durante o banho, notei claramente as marcas roxas e os arranhões. Realmente havia acontecido o que eu imaginava. Fiquei decepcionada, isso nunca havia me acontecido. Era um vazio, as lembranças daquela noite, eu nunca as teria.
Sai do banheiro. As janelas estavam abertas e minhas roupas e bolsa sobre a cama e os sapatos ao lado dela. Resolvi me vestir mais tarde, apenas penteei-me e maquiei-me ligeiramente, algo bem casual e diário. Quando ela voltou e entrou pelo quarto, a luz do sol em seus cabelos e rosto formaram uma cena de tirar o fôlego.
Reservei-me e apenas sorri para ela estava totalmente confusa. Ela percebeu minha pertubação, pegou a minha mão, levou-me até a cama e sentou-se ao meu lado dela.
- Então... Você esqueceu tudo?
Olhou nos meus olhos, acariciou os meus cabelos e lentamente, passou a mão pela minha nuca. Arrepiei-me da cabeça aos pés e meu corpo estremeceu. Aproximou sua boca da minha e me beijou ardentemente, com muita intensidade e delicada.
Enquanto nos beijávamos, nos tocamos e nossas mãos passearam em nossos corpos. Eu sentia a sua emoção e notei a sua respiração ofegante. Acariciei seus seios e notei seus mamilos durinhos, os quais me me deixaram louca.
Deitei na cama, puxando-a junto, levantei sua camiseta e ao mesmo tempo ela abria meu robe. Ela deitou-se sobre meu corpo, de forma que eu podia sentir suas coxas roçando nas minhas e nossos púbis bem próximos.
Vagarosamente, ela subiu e sentou-se sobre o meu ventre e despiu a camiseta, jogando-a à esmo para o lado, deixando à mostra seus seios deliciosos e ao alcance da minha boca. Ergui-me e passei a língua nos bicos entumescidos, depois os chupei com vontade. Ela arranhou as minhas costas, enlouquecida de prazer.
Toquei-a entre as pernas e a senti molhada. Brinquei com seu clitóris, enquanto me deliciava nos seus seios, ainda bolinando-a, nos beijamos e lambemos com sede. Eu já estava totalmente excitada e minha calcinha já estava encharcada de tanto tesão.
Ela deitou-me na cama, passou a língua em todo meu corpo, dedicando deliciosos minutos aos meus seios. Descendo lentamente, sempre beijando, lambendo e mordiscando, entrou pelo meio das minhas pernas e fez-me sentir a sua boca deliciosa envolvendo meu sexo. Não pude conter e deixei escapar um gemido de prazer. Ela me lambia com agilidade e muita vontade, vez em quando me olhava, para ver as minhas reações. Arranhava e mordia minhas coxas, cravava as unhas na minha barriga, enquanto me sugava e me invadia com sua língua. Para o meu desespero, quando percebeu que eu estava quase gozando, parou tudo!
Levantou-se e ajoelhando-se sobre mim, colocou a minha cabeça entre as suas pernas, abrindo-se com os dedos, mostrou-me o clitóris e a vagina molhada. Olhei-a, sorri e lambi meus lábios, dando-lhe a entender as minhas intenções. Ela sentou sobre a minha boca, oferecendo-me seu sexo suculento. Envolvi-o com vontade, lambi demoradamente seu clitóris. Ela rebolava como louca, e seus gemia cada vez mais alto.
Novamente ela parou, virou-se rapidamente e encaixamos as nossas bocas em nossos sexos.
- Não aguentar, vou gozar... - disse-me ela.
E gozou, sentindo a minha língua a invadindo e eu bebi seu gozo delicioso.
Depois que ela gozou, começo a me lamber novamente. Sua língua passeava em minha vulva e serpenteava deliciosamente meu clitóris. Enlouqueci, quando ele enfiou um dedo no meu ânus e não resisti mais, o gozo veio-me intenso. Cruzei as pernas sobre a sua nuca e segurei-a com força e gozei loucamente na sua boca.
Ela deitou-se ao meu lado e ficamos quietas alguns minutos e só depois lhe perguntei:
- Foi isso que aconteceu?
Ela deu uma enorme gargalhada.
- Não! Você bebeu demais e desmaiou e te trouxe para a cama!
- Só isso? Não acredito! E as marcas roxas e os arranhões?
- Você se debatia muito durante e eu tentei te acalmar!
- Acalmar? Caralho, eu só acordo daquele jeito se fizer sexo!
- Tá confesso, nós transamos!
- Ah! Então eu estava bêbada e você se aproveitou de mim!
- Digamos que sim! Eu estava com muito tesão e não resisti!
- Não estou lembrando nada. Não quer me ajudar a lembrar de mais alguma coisa?
Não a deixei responder, segurei seu queixo, puxei-a para mim e a beijei!

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