Meu Doce Estranho

por H. Thiesen 

Eu entrei no bar, corri os olhos de um lado para o outro e te encontrei! Você me pegou pelos olhos, foi instantâneo! Você atingiu minha alma e queimei de luxúria e desejos. Eu sempre te vi naquele bar, mas ainda, você era apenas um estranho pra mim, cabelos escuros, olhos castanhos e um corpo viril. Você me pegou e me pegou por que eu queria... Eu te queria colado em mim.
Meu cabelos fluíam em cachos loiros nas costas, nos pés uma bota preta curta de salto bem alto,  a calça jeans apertada e a blusa rosa atada sobre o umbigo, dois botões abertos que deixavam escapar um pouco dos seios e mostrava um pouquinho do sutiã branco por baixo.
Um pouco extravagante, talvez ousada demais, mostrando sem nada mostras, mas você me despiu com os olhos e o teu pensamento. Eu não esqueço, o teu sorriso perverso!
Pedi uma cerveja, sem desviar o olhar:
- Hey girl, a beer please!
- OK Lena, now!
Bebi a cerveja, sempre te olhando e tenho certeza que você, como eu, sabia como iria terminar aquela noite. Não era necessário falar, o silêncio nos dizia tudo!
Você se aproximou, fiquei em pânico, eu estava sentido algo que raramente me ocorre, mas acalmei aos poucos, enquanto você falava, me passava segurança. Confesso... Depois dos teus olhos, as tuas palavras foram essenciais para qualquer decisão que eu haveria de tomar. E, naquela noite eu decidi ficar com você!
Saímos juntos do bar e você me levou ao Hyde Park, estava escuro e a noite já estava alta. Estacionou o carro entre as árvores, em um local meio isolado. Descemos do carro e me encostei ao lado do capô, você me abraçou e nos beijamos. Tuas mãos correram para os meus seios, desfizeram o nó e subiram o sutiã, deixando-os livres ao teu toque, aos teus beijos e à tua língua. Estremeci por alguns momentos.
Você abriu o meu cinto, abriu e desceu minhas calças, vagarosamente percorreu minha barriga e posou tua boca entre as minhas pernas.
Engoli em seco e me permiti sentir tua língua lavando com suavemente a minha feminilidade. Minha pernas fraquejaram, um frio subiu pela espinha e um calor tomou conta do meu corpo. Segurei teus cabelos e te apertei contra mim, queria você e a tua boca afundados em mim. Não me contive e gozei, te dando todo o meu gozo.
De olhos fechados, respirei fundo, eu estava extasiada, mole e frouxa, o gozo foi intenso, aguardei uns instantes e recomposta abri os olhos, Você a minha frente me olhava com aquele sorriso indiscreto.
Te beijei novamente, cravei as unhas em teu peito, era a minha vez!
Desci olhando para os teus olhos e sem desviar deles abri tuas calças e deixei que você entrasse até a minha garganta. 
Eu estava sedenta e queria te dar um prazer igual ao que você me deu. Usei de todas as minhas artimanhas, te beijei, lambi e suguei. Circulei-te com a língua e devagar te engolia, ouvindo os teus gemidos e a tua respiração ofegante. Na minha boca o gosto das primeiras gotas e logo você explodiu, te deixei ir ao fundo e inundar a minha boca com a tua seiva de macho.
Limpei minha boca em meu braço, levantei e te beijei novamente.


A nossa noite estava recém na metade e muito mais, havia para nós!

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