Nina e eu!

por H. Thiesen

O filme estava quase no fim, duas loiras transavam e já se lambiam fazia uma meia hora, uma cena entediante e cansativa. Sei lá por que nos filmes pornográficos é assim, um tempo enorme de preliminares, outro tempo enorme de vai e vens em várias tomadas e orgasmos tão rápidos e barulhentos, quanto um avião supersônico passando. Eu já estava incomodada, mas fingia gostar.
Na verdade não tenho certeza se era o filme maçante ou os ruídos encharcados de Nina se masturbando ao meu lado e me deixando com um tesão enorme. Debruçada em meu ombro e com os olhos fixos na tela, ela soltava pequenos gemidos, as vezes me olhava e perguntava se eu estava gostando do filme. Apenas para contentá-la, eu dizia que sim, mas àquela altura não estava mais prestando atenção.
Meus pensamentos estavam direcionados a ela e não paravam, imaginava Nina rebolando sobre a minha boca e a minha língua a penetrá-la. Eu até podia escutar seus gemidos altos, via suas mãos arregaçando as nádegas, deixando a sua vagina totalmente disponível para mim. Enquanto isso, eu tocava nos meus seios e com a ponta dos dedos sentia os biquinhos endurecidos e ia me encharcando aos poucos. Era como um sonho épico com uma deusa, quem sabe Afrodite, deixando deliciar-me em seu corpo e nos seus encantos.
Voltei à realidade, com Nina segurando a minha mão e a lavando para o meio das suas pernas:
- Sente... como ela está molhada!
A sensação de maciez das suas mãos, a umidade em meus dedos e o seu olhar me deixaram maluca. Estremeci de tesão. E, ela segurando a minha mão, ficou movimentando-a para cima e para baixo, deixando meus dedos passarem entre os seus lábios e lambuzando com o seu prazer.
Nina afastou as pernas, puxou-me pelos cabelos e levou-me ao seu sexo quente e molhado.
Ela gemia e mexia os quadris e quanto mais eu chupava, mas molhada ficava e se agitava com a minha língua descompassada e faminta. 
De repente, levantando os quadris e gritando, gozou na minha boca e fiquei provando cada gota da sua essência.
Depois que ela se acalmou e sua respiração voltou ao normal, rastejei por seu corpo, roçando meu sexo em sua pele, sentindo seus seios nele, até sentar na sua boca e agarrada a cabeceira da cama, desfrutar da sua língua e de todas as carícias possíveis dos seus lábios. Eu já estava muito excitada e gozei rapidamente, derramando a minha essência sobre aqueles lábios divinos.
Deitei novamente ao seu lado e a beijei intensamente. Depois ela olhou em meus olhos e naturalmente falou:
- Hora de dormir!

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