Amo fazer amor!

por H. Thiesen

Paro à entrada do quarto, vestindo uma camisola preta e leve, sem nada por baixo. Te olho e deixo a imaginação me levar. Penso um pouco, corro os olhos em teu corpo e te proponho doçura e uma noite de ternura.
Não quero apenas sexo, quero sentir a tua alma.
Deixo cair lentamente a pouca roupa que me cobre e revelo o meu corpo, despido de qualquer vergonha e pudor. Caminho em tua direção, te encontro nu e deitado sob os lençóis de seda na cama.
Sento ao teu lado e corro minha mão sobre o teu peito e deslizando-a em tua pele, alcanço o teu ventre e descendo mais um pouco, minha mão leva junto o lençol macio e frio, revelando-me aos poucos todo o teu corpo.
Ajoelho-me na cama, acaricio as tuas pernas e tomo o caminho que me leva aos teus pés. Começo a beijá-los e subo pelas tuas pernas, sentindo o cheiro e o sabor da tua pele. Beijo o interior das tuas coxas e subindo mais um pouco alcanço teu sexo, acaricio-o com os lábios, nele roço o meu rosto, sinto-o quente e rijo e descubro que eu te desejo muito mais do que penso. Uma vontade urgente sobrevém no meu íntimo, quero que me desejes do mesmo jeito que eu sinto. Sento-me ao teu lado e passando os dedos de leve, acaricio o teu sexo.
Deito-me ao teu lado, enlaço a tua coxa entre as minhas pernas, te beijo na boca, te ofereço a minha língua e com a mão, masturbo teu sexo. Eu amo fazer amor, adoro te ver gemer e a tua respiração ofegar. Deixo a tua boca, vou de encontro ao teu peito e o beijo, lambo a tua pele, faço caminho com a língua, até encontrar e levemente morder o mamilo. Teus gemidos me dizem que tudo isso te excita e que o teu desejo, está bem aflorado. Eu continuo as carícias, quero um pouco pra mim e me esfrego na tua coxa. Já estou completamente molhada e extremamente excitada, sinto teu sexo pulsar, aperto-o forte com a mão, ouço mais um gemido, me dizendo que chegou a hora de amar.
Subo sobre o teu corpo, o encaixo no meu, te deixo ir ao meu fundo e com as mãos em teu peito, te olhando no fundo dos olhos, começo a cavalgar.  Cavalgo com delicadeza, aproveitando cada milímetro da tua rija extensão. Alterno os movimentos, para cima e para baixo, depois te deixando lá dentro, para frente e para trás, roçando teu púbis em mim. Te vejo se contorcer, sinto o teu latejar e ouço da tua boca um urro brotar.
Deito-me sobre você, te beijo de novo na boca, enquanto escorre de mim, o gozo que você jorrou. Te acalmo com beijos, te deixo voltar ao normal, a respiração abrandar e o coração recompassar. Ainda não estou satisfeita, rastejo pelo teu corpo, lambuzando-o com o teu gozo.
Ajoelho-me sobre o travesseiro, te deixo entre as minhas e solicito a tua boca. Mesmo lambuzada, encharcada pelo teu gozo, tua boca me envolve. Atiro-me ao prazer e esqueço de tudo, o calor da tua boca me faz incendiar. A tua língua como uma serpente desliza com maestria e quando ela me invade, fico num estado abalado, resteso meu corpo, grito e gozo!
Teu prazer foi o meu prazer e isso me basta!

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