Dentro das minhas entranhas!

por H. Thiesen 

Toco o teu corpo lentamente, para que o calor das minhas mãos, te sensibilize paulatinamente e faça, aos poucos, teu corpo amolecer. Pois assim, te entregas aos meus caprichos completamente. Acaricio o teus cabelos, deixando que se emaranhem entre os meus dedos, para que tu percas todos os teus receios de me pertencer por alguns momentos de paixão e, desse jeito eu me entrego e passo também, a te pertencer. Uma verdadeira entrega sem nenhum medo, reservas e pudores. 
Te envolvo em meus braços, tomando-te em um abraço e embaraço as minhas pernas às tuas, tornando-nos partes de um nó, cego de paixão avassaladora, atando os nossos corpos voluptuosos e dominados por um fogo abrasante.
Imagens cedidas por JordanaTelles.com.br
Aquecidos pelas labaredas da lascívia, inebriados pela gana em busca de prazer e envolvidos em nossos sentidos, nos descobrimos perdidos e abandonados um no outro.
Com o desejo açoitamos nossos corpos, no teu deixo as minhas marcas, nos meu ficam as tuas, que fazem nossas peles ardidas, pelas unhas e arranhões, bocas e mordidas, sugadas ensandecidas e vorazes. Molhamos as nossa peles, espalhamos nossas salivas, damo-nos lambidas provando o sabor de mel e sal. Suores que escoam, sexos que se molham, desejos que escorrem e a vontade que vem numa enxurrada. Unimos nossos tesões dentro de minhas entranhas, te recebo duro e quente na minha umidade e sinto-te invadir profundo o meu íntimo. Afasta as minhas carnes, vergastas o meu âmago, repetidamente ao entrar e sair de mim. Cravando-me a tua lança e banhando-a com as águas do meu prazer.
Tua boca encontra a minha e abafa os meus gemidos, tirando-me todo o ar e dando-me para sugar a tua língua.
Tuas mãos ferem meus seios, tomando-os com força, espremendo-os entre teus dedos.
Tudo me enlouquece, quero-te mais perto, enlaço-te com meus braços e prendo-te com as pernas, trazendo-te para bem mais perto, grudando-te totalmente ao meu corpo.
Te imploro por mais força, por mais velocidade, para me varar sem pena com as tuas estocadas. Quero-te como um lince, possuindo a tua fera.
Meu corpo estremece, um frio sobe-me na espinha, com uma dor deliciosa tomando-me o baixo ventre, eu gozo desesperada sob o teu corpo. Perco os meus sentidos, não defino mais nada, mas pressinto o teu gozo, ouvindo os teus gritos. Recebo o teu jorro, que banha as minhas entranhas. Sinto-te exausto, totalmente arfante e e acolho o teu peso, sobre o meu corpo!

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