Tem que ser do meu jeito!

por H. Thiesen

Procuro um alguém,
usado, maduro, experimentado
que perceba o sutil
que saiba ler as entre-linhas
venha sem máscara e à descoberto
seja perigoso, forte e cafajeste
malvado, ousado e atrevido
mas que me foda
do jeito que gosto
de um jeito insano e voraz
sem nenhuma frescura
Eu quero alguém
que perdoe os meus erros
que entenda os meus pontos fracos
que saiba assim como eu
que somos feitos de carne
e a carne é fraca
e cede aos caprichos
ao tesão e ao desejo
Eu quero alguém
que seja despreocupado
adulto, seguro, organizado
que se irrite com a minha desorganização
que entenda os meus esquecimentos
que saiba acolher as minhas múltiplas neuras
e me faça mulher como eu quero ser
que me atice e me ponha em chamas
que se aposse de mim
rasgue as minhas roupas
me diga palavrões no ouvido
me foda com gana, desejo e tesão
que se aproveite da minha vontade
me coma deitada, em pé, de lado ou de quatro
tanto faça na sala, cozinha, banheiro ou no quarto
Eu quero alguém
que me coma direito
me pegue de jeito e meta em mim
na boca, na frente, atrás, entre os meus peitos
que me chupe, me lamba e me morda
me de estocadas, bem fundo e com força
que faça sexo com vontade e pegada
que me deixe excitada, suada e molhada
Eu quero alguém assim
que não se importe de viver fantasias
que não seja egoísta e me de prazer
que não queira somente se satisfazer
quero que trave batalhas na cama
que me instigue ao extremo
e se deixe instigar ao extremo
Eu quero alguém
que saiba amar, transar e foder
que permita e se permita tudo
mas seja um grande amigo
e no final das contas
Goze de um jeito gostoso comigo!

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Lambuzada de Gozo

por H. Thiesen

Quando teu leite jorrou, meus lábios grudaram, na pele quente, macia e vermelha do pomo de teu falo duro. 

Minha boca encheu-se do teu prazer, meus lábios molharam com o teu gozo e minha face recebeu a tua seiva quente e viscosa, que não contente, desceu aos meus seios, sujando-os de orgasmo.

Senti na minha língua, o sabor intenso do teu prazer e saciei a minha fome, matei a sede, satisfiz plenamente os meus anseios, que me torturavam de tanto desejo.

Do teu prazer, ficaram as sobras, na minha boca e na minha pele, eu as engulo até a última gota e espalho no corpo, alimentando-me e banhando-me com o teu tesão.

Para terminar, eu deito ao teu lado, sabendo que está satisfeito e enquanto ressonas, eu aproveito o teu peito para relaxar, por que daqui a pouco, eu vou querer mais!

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Louca e Tarada

por H. Thiesen 

Hoje acordei assim
Tarada
Puta
Acordei em brasa
Com o corpo ardendo
E sexo na cabeça
Hoje eu quero uma foda
quem sabe várias
ou uma bem gostosa
que valha por muitas
Acordei molhada
escorrendo e gozando
com a mão entre as pernas
agarrando a buceta
esfregando o grelo
Minha manhã começo assim
com gozo e muito tesão
fiquei faminta
querendo um pau grosso
no meio das coxas
senti sede
por uma pica gostosa
entrando e saindo da boca
e despejando sua porra
Acordei assim
louca
melada
com fogo no rabo
doida para dar
todos os meu buracos!






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Uma Noite de Estudos

por H. Thiesen

Era inverno e uma amiga pediu-me para dar uma força a ela, pois faria provas de vestibular naquela semana, prontamente aceitei, pois faço tudo de bom grado se está ao meu alcance.
Ela morava em uma cidade vizinha, mas apesar de ser um outro município limítrofes  a convidei para estudar no meu apartamento, pois eu morava sozinha e teríamos calma e tempo para estudar em tempo integral, haja visto que eu estava de férias no trabalho e na faculdade. Assim fizemos e em um sábado ela veio e somente voltaria para a sua casa no domingo à noite.
Começamos a estudar no mesmo dia, notei que as dificuldades dela era o terror da maioria dos estudantes: Português.
Estudamos durante todo o sábado, até tarde da noite e entre uma dificuldade e outra, ela ia captando e aproveitando ao máximo o que eu lhe ensinava.
Ela é o tipo de mulher simples, que passa despercebida pela rua,  não é de usar roupas caras, mas se veste razoavelmente bem, pele morena bronzeada, cabelos na altura do ombro e um par de olhos verdes encantadores.
No meu quarto havia apenas a minha cama e como eu gosto de espaço, tinha trocado a pouco tempo atrás por uma de casal. Depois que terminamos de estudar, já bastante cansadas, perguntei a ela se gostaria de tomar um banho, ela respondeu afirmativamente e eu a levei ao banheiro, peguei sabonete novo e toalhas limpas e lhe entreguei. Saí do banheiro e fui para a sala, sentei numa poltrona e esperei por ela, por longos minutos. Ela tomou o banho e saiu do banheiro vestindo uma camisolinha curta, que deixava aparecer um pouco a calcinha e emoldurava seus seios em um decote discreto, mas não possibilitava vislumbrar os seus mamilos ainda arrepiados do banho, ferindo o tecido. Disse-lhe que se quisesse, poderia dormir junto comigo no quarto ou eu arrumaria o sofá da sala para ela repousar. Ela preferiu dormir na minha cama, levei-a até o quarto, liguei o ar condicionado para esquentar o ambiente, fiz a cama e ela se acomodou. Depois disso, fui tomar meu banho, eu estava precisando relaxar, pois o dia foi bem puxado e a minha cabeça estava em voltas com ortografia e gramática.
Depois que voltei do banho e do meu ritual corpóreo, passando cremes e loções, deitei-me ao seu lado e nos cobrimos com o edredon enorme.
Normalmente eu durmo rápido, deito na cama sempre com os olhos quase fechando, resisto em pé até o sono me vencer, mas naquela noite o sono não veio e fiquei ansiosa.
Passado algum tempo, ela me disse?
- Lena?
- Sim!
- Está sem sono?
- Sim, estou um pouco ansiosa!
- Por que?
- Não sei!
Na verdade eu sabia, depois que a vi sair do banheiro, fiquei excitada e a visão do seu corpo não saia da minha cabeça, o que contribuía para aumentar o meu tesão e com a proximidade dela, eu não queria me masturbar. Mas ela continuou:
- Será que você se acalma, se eu te abraçar?
E sem deixar espaço para a minha resposta foi me abraçando, encaixando seu corpo nas minhas costas.
Ela me deu o seu braço esquerdo e deitei a minha cabeça nele.
Foi gostoso senti-la daquele jeito, mas aquela proximidade me acendeu mais ainda.
Sua mão acariciou os meus cabelos e depois meu ombro, seus seios esquentavam as minhas costas e o encaixe das minhas nádegas em seu corpo era perfeito.
De repente ela começou a rir e perguntei-lhe por que, ela me disse que parecíamos duas amantes, eu também ri e me virei para ela, sem prever coisa alguma, por instinto, dei-lhe um selinho na boca. Notando o que eu havia feito e que eu nunca havia conversado com ela sobre o assunto, pedi-lhe desculpa e ela começou a rir, depois que parou, olhou para mim e perguntou:
- Posso te beijar?
Eu não respondi, mas a beijei e foi um dos melhores beijos da minha vida. Nos beijamos por longos minutos, depois abraçadas ficamos paradas, aproveitando aquele momento especial que havíamos vivido, com muitos carinhos. Ela subiu um pouco o corpo na cama, debruçou-se sobre um dos braços e começou a me beijar novamente, quando percebi ela estava descendo na direção dos meus seios. Quando chegou a eles, deixou a sua passear fazendo círculos  até chegar nos mamilos e ocupar a sua língua com eles, de repente abocanhava-os todo e voltava a morder levemente ou circulá-los com a língua molhada.
Eu apertava a sua cabeça contra os meus seios e suspirando pedia-lhe para não parar.
Ela baixando a sua mão enfiou-a na lateral da minha calcinha e baixou-a de uma vez, fazendo-a ir parar nos meus pés e com um dos seus pés, trouxe-a até a sua mão, levando-a as sua narinas para cheirá-la.
Eu sempre tomo às rédeas e a iniciativa nos meus relacionamento, mas naquela noite eu estava surpresa, jamais poderia imaginar que ela tivesse aquela desenvoltura e fiquei sensualmente dominada por aquela experiência toda.
Depois de cheirar a minha calcinha, jogou-a para o alto, beijou-me novamente e desfez o laço frontal do meu baby-doll. Sua mão percorreu o meu corpo inteiro, começando pelos seios, até entrar pelo meio das minhas coxas e me brindar com carícias deliciosas dos seus dedos.
Ela parou as carícias, ajoelhou-se na cama e despiu-se inteiramente, sob a luz do abajur eu pude ver a silhueta do seu corpo maravilhoso. Deitando-se sobre mim, continuou me beijando e aos pouco seu beijo tronou-se furioso, mordendo meus lábios e língua  Devagar foi descendo pelos meus seios, beijou, mordiscou e lambeu os meus mamilos, enquanto eu delirava de tesão, ela desceu pela minha barriga e acomodou-se justamente entre as minhas pernas, onde me deu carícias com toda a sua experiencia e de forma incrível, me levou a loucura. Durante quinze minutos mais ou menos eu delirei, mas ela tinha outra surpresa e introduziu seu dedo médio em meu ânus e não fui capaz de aguentar, gozei de um jeito desesperado na sua boca.
Sem me dar tempo para recuperação, ela ajoelhou-se novamente na cama, deslocou-se pelo meu lado direito, até alcançar a minha boca, levantou uma das pernas e passando-a por cima de mim, deixou a minha cabeça entre as suas coxas e minha boca ao seu alcance. Deliciei-me com aquela vagina lisinha e extremamente molhada. Ela rebolava e espalhava o seu mel sobre a pele do meu rosto e eu aproveitava os seus movimentos para lhe dar carícias com a minha língua. Ela se contorcia, segurava a minha cabeça e tentava fazer a minha língua penetrá-la, como se fosse um pequeno pênis, eu quase sufocava, mas mesmo assim dava-lhe as carícias que ela queria. Da mesma forma que eu, ela gozou desesperadamente em minha boca, dando-me para beber o néctar do seu orgasmo imenso.
Foi a primeira e única vez que fizemos sexo,  hoje em dia, ela está no segundo ano da mesma faculdade que me formei. Quando a encontro, eu noto no seu olhar a vontade de repetir tudo novamente, quem sabe um dia, se ela ter alguma dificuldade, peça-me para ajudá-la nos estudos, principalmente anatomia feminina!

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Delírios


por H. Thiesen 

Como uma fera devorei-o,
hirto à latejar na minha boca,
engoli-o por inteiro!
Senti o calor, o cheiro e o gosto,
e os sentidos vibrando em meus lábios
então... dei-lhe prazer:
- Vi-me, à causar-lhe delírio!


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Minha Colega de Trabalho

por H. Thiesen

Sai de casa como sempre, dia de trabalho, a rotina e ansiedade pelo final do expediente. Cheguei na empresa depois das 13:00h, e logo depois, foi a sua vez de chegar. Mas cá entre nós:
- Você chega, chegando!
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Apesar de ter uma beleza simples e vestir-se de forma muito discreta, sempre com tons escuros, contrastando com claros. Você tem um encanto natural, não é necessário que se faça notar, para ser notada e é capaz de prender qualquer olhar que se aventure correr sobre ti.
Faz algum tempo que disfarçadamente, eu te como com os olhos e nutro muitas fantasias contigo, que você  me faz sonhar e em cada um deles, se deita ao meu lado na minha cama.
Quando você passou a minha frente, corri os olhos pelo teu corpo. Se dirigiu a cada uma das meninas, até chegar a minha vez. Sua voz macia e a tua boca beijando o meu rosto, foram verdadeiras delícias alimentando os meus desejos.
Como sempre, você estava linda, uma deusa vestida para o frio. Casaco por cima do cardigã e uma saia evasê justa, uma camisete, um echarpe de seda em tons pastéis e marrom escuro e botas de salto alto, que subiam até o joelho até . Uma roupa perfeita, em um corpo perfeito. A maquiagem discreta, o batom rosado, emolduravam o teu rosto de forma maravilhosa.
Você livrou-se do casaco e pendurou-o no cabide do escritório, o cardigã justo possibilitou-me ver o formato teus seios, antes de sentar-se abriu o casaquinho, despiu-o e pendurou-o no encosto da cadeira. Você respirou fundo, virou-se para o lado, inicializou o computador, abriu as gavetas, retirou o material de trabalho e debruçou os olhos sobre ele. Pelo espaço dos botões entre-abertos da tua blusa, eu podia ver um pouco dos teus seios e o lindo sutiã branco. A abertura na lateral da saia, permitia-me ver a tua perna, escurecida pelo tom da meia de nylon. Teus cabelos lisos, negros e brilhantes caiam sobre os ombros. Cada uma das vezes que você falava, eu imaginava tua voz pertinho do meu ouvido, me dizendo palavras carinhosas. Cada vez que você levantava e passava pela minha frente, eu me deliciava com o movimento desconcertante dos teus quadris e imaginava-me segurando a tua cintura. Cada vez que eu olhava para a tua boca, eu sentia uma enorme vontade de beijá-la.
Passei uma tarde inteira entre a vontade de tê-la comigo e desfrutar das delícias do teu corpo e o sofrimento do impedimento de não poder te falar dos meus desejos. Você não sabe das minhas opções e em entre uma conversa e outra, sei que você não nutre fantasias com mulheres. Mas o que posso fazer, a não ser sonhar. Por enquanto ficam os desejos e as fantasias! Cada vez que olho na tua direção, te imagino nua e te fantasio atrás dessa mesa despindo-se para mim.  Vejo teus seios, tuas coxas, tua bunda e todo o teu corpo formoso a se oferecer para o meu desfrute. Sinto teu gosto na minha boca e o teu calor encostado ao meu corpo.
- Quem sabe um dia! Não perderei as minhas esperanças!
Agora são 17:00hs, você está aí, sentada a minha frente, estou excitada e desejosa. Somente me resta, daqui a pouco, ir embora, sem realizar as minhas fantasias contigo. 
Como diria uma amiga minha, que se estivesse nesta situação, por certo estaria sentindo o que eu sinto agora:
- Vou para casa pingando!

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Sonhos e Fantasias

por Lena Lopez 

Eu tinha vinte e poucos anos e na faculdade conheci uma menina linda, ela já casada e tinha uma filha. Fizemos amizade e como nos dávamos muito bem, combinamos que frequentaríamos em todos os semestres as mesmas disciplinas.
Desde adolescente eu tenho atração por mulheres, já tinha transado com outras, mas ela não. Eu tinha uma enorme atração por ela, mas nunca havia lhe proposto alguma coisa,, talvez devido a amizade que tínhamos. Eu sempre preferi mantê-las do que trocá-las por uma aventura passageira e mesmo por que, depois de uma transa a amizade nunca mais será a mesma.
Em um dos semestres, precisamos fazer um trabalho e marcamos para um determinado dia na sua casa. Passamos a tarde envolvida com pesquisas, decidindo como faríamos, como abordaríamos o assunto e decidimos que cada uma de nós ficaria responsável por uma parte do trabalho e marcamos um outro dia para terminá-lo.
Naquele dia seu esposo estava viajando, ela havia deixado a filhinha com sua mãe e somente iria busca-la na manhã seguinte.
Já era quase seis horas da tarde e ela me convidou para ficar mais um pouco, disse-me que gostaria de conversar um pouco, pois raramente tinha oportunidade, seus compromissos com faculdade e a família, tiravam-lhe todo o tempo.
Ela foi até a cozinha, trouxe uma cerveja, um picadinho com frios, queijos azeitonas e pepinos. Ligou a televisão e colocou um filme no DVD.
- Eu coloquei o filme por que há uma cena e quero que tu vejas! Não precisamos assisti-lo, vamos conversar um pouco e beber esta cerveja supergelada!
- Saude!
O filme era "The Hunger" ou "Fome de Viver" de Tony Scott, eu já havia assistido várias vezes e não via nele algum interesse maior. Continuamos conversando, falando de coisas banais, contando piadas e claro, num papo de mulheres, sempre vai rolar um fofoquinha, não podemos deixar de notar ou comentar sobre amigas, namorados e coisas assim.
Finalmente o filme chegou a cena na qual ela citou e gostaria de discutir comigo. Na cena,  Catherine Deneuve e Susan Sarandon, protagonizavam uma relação lésbica intensa, ela pediu para que a assistisse e quando a cena terminou, me falou:
- Lena, posso te fazer uma pergunta?
- Claro!
- Na faculdade muita gente comenta que tu e aquela nossa amiga são amantes e que tu és melissinha, é verdade?
Eu ria alto e depois respondi:
- Adorei a "melissinha", mas a verdade é que na faculdade dizem que sou sapatão. Fofoca, sou mulher e gosto de mulheres e de homens. Eu e ela somos amigas, como tu e eu, com uma pequena diferença, eu e ela transamos as vezes!
- Puxa, se não tivessem me dito, eu nunca notaria!
- Bem, somos discretas, mas já tivemos nossos momentos "love", dentro do meu carro ou do dela, as pessoas veem e entendem mal, depois comentam segundo suas conclusões. De qualquer maneira, eu nunca escondi isso de ninguém, fico surpresa que tu não sabias!
Ela ficou pensativa por alguns instantes e depois tornou a falar:
- Guria, acho legal ver essas cenas, tenho curiosidade para saber como é fazer sexo com outra mulher. 
- Tens? Peguntei-lhe, um pouco sem jeito.
- Sim, eu já beijei uma, mas não passou disso. 
 Eu fiquei surpresa com a resposta, sequer poderia imaginar-lhe beijando outra menina, pois nunca comentamos sobre o assunto e eu estava certa que, o filme fora apenas uma desculpa, para tocar no assunto da minha sexualidade, por que seria impossível, ser amiga de alguém, por tanto tempo e sem nunca notar.
- Não acredito! 
- Sério, Lena, é sério!
- E como foi, gostou? 
 - Ah, é um beijo muito bom, suave, gostoso. 
- Diferente dos homens? 
- Sim diferente, mais intenso. Eu gostei, mas ao mesmo tempo, senti medo e não fiquei a vontade.
- Por que resolveu me contar?
- Depois que soube de ti e da tua amiga, tenho sonhado contigo!
A resposta confirmou as minhas suspeitas, ela havia previsto a situação e preparado tudo para aquele dia, perguntei-lhe simulando um ar de surpresa: 
- Comigo?
- Sim, sonho contigo, com o teu corpo.
- Como foi este sonho?
- Eu tenho vergonha de falar.
- Não se preocupe, vai... me conta!
- Bom, foi assim: Estávamos aqui fazendo o trabalho e conversando e tu me beijou, largamos tudo, fomos para o quarto e nos amamos.
- E como foi ? Bom ou ruim? 
-  Foi ótimo! - Disse-me, fixando o olhar em meus olhos, depois fechou-os e com a boca entreaberta, ficou como estivesse esperando por um beijo.. 
Acariciei o seu rosto levemente, passei o dedo em torno dos seus lábios e a beijei carinhosamente e depois com toda a minha vontade. Depois me afastei novamente:
- Foi mais ou menos assim? 
- Esse foi mais gostoso! 
E então, ela tomou a iniciativa e me beijou, sentou no meu colo de frente, sobre as minhas pernas, como quem monta em um cavalo. Nos beijamos ardentemente por longos minutos. Ela parou, olhou-me e disse:
- Vou te confessar uma coisa. Eu queria ficar sozinha contigo e aproveitei a viagem do Luciano, o trabalho da faculdade veio a calhar e apareceu na hora certa.  
Adorei ouvir aquilo ela acabara de confessar tudo o que eu já suspeitava. Sorri e beijei-a novamente, mas dessa vez, deixei que as minhas mãos passeassem pelo seu corpo. Sem nunca parar com os beijos,começamos a despir uma a outra, as roupas jogadas para os lados, ficaram espalhadas pela sala, até que ficamos completamente nuas.
Ela levantou, estendeu-me a mão e levou-me para o quarto, onde tinha uma cama enorme e macia. 
Deitamos e estirei o meu corpo por cima do seu. Roçamos as peles, os seios e nossas pernas se emaranharam, tudo isso enquanto nos beijávamos novamente. Nossos corpos suados, pediam por maiores prazeres.
Beijei seus seios, até deixar os mamilos entumescidos e duros na minha boca. Ela gemia e sussurrava: 
- Nunca pensei que fosse tão gostoso! - disse ela, talvez de maneira involuntária.
Isso me fez deseja-la mais ainda e querer dar-lhe prazer com mais vontade. Beijei e lambi sua barriga, fui descendo e me coloquei entre as suas pernas. Chupei-a e suguei-a como nunca havia chupado ninguém antes. Queria mostrar-lhe como é gostoso e diferente fazer sexo com outra mulher e o quão satisfatório e realizador pode ser. Não me furtei a nenhum capricho, usando meus lábios, dentes e língua  dei-lhe o que de melhor eu sei, para proporcionar-lhe prazer, até receber o seu orgasmo na minha boca. Depois fui até a sua boca e a beijei para ela sentir seu gosto e cheiro impregnado em meus lábios, que, aliás, eram deliciosos!
Enquanto a beijava, masturbei-a vorazmente com os meus dedos, até faze-la gozar e ela gozou de um jeito intenso. Sem lhe dar tempo, pousei sobre a sua boca e ofereci-me para ela. Ela me lambeu, chupou e quando gozei bebeu o meu orgasmo, lambuzando seu rosto.
Deitamos lado a lado, ela debruçou-se sobre um dos braços, acariciou o meu rosto e sorrindo falou:
- Obrigada por me mostrar como é amar outra mulher, eu tinha certeza que só contigo eu seria capaz.
Tivemos outras transas e com o tempo, ela me contou outras fantasias, as quais realizamos e recebemos entre nós a companhia do seu esposo Luciano, mas isso é uma outra história!

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Aline: No Clima da Serra

por: H. Thiesen

Eu tinha, mais ou menos, 19 anos e cursava na época Relações Públicas em uma Universidade próxima à Porto Alegre e foi em uma viagem de metrô que eu conheci Aline, a partir daquele dia, nos tornamos amigas inseparáveis, saíamos juntas, íamos e voltávamos juntas da faculdade, dormíamos uma na casa da outra e nas festa, o par de vaso comparecia sempre grudado.  
Minha primeira experiencia com uma mulher, foi aos 16 anos, com Clarice, uma menina, então com 17 anos, irmã da esposa do meu tio (contarei em outra oportunidade). Hoje vou contar um episódio gostoso e inesquecível.
Eu havia terminado a pouco um relacionamento e estava querendo me divertir. Foi então que, aproveitando o feriado prolongado, eu e Aline, resolvemos passear na Serra Gaúcha (Gramado e Canela) Chegamos lá, tarde da noite, fomos diretamente para uma pousada, na qual havíamos reservado uma cabana. Cansadas, tomamos um banho quente e fomos para a cama, dormimos como duas pombinhas. Eu acordei primeiro na manhã seguinte, tomei um outro banho e coloquei uma calça jeans, uma blusinha batinha preta. algo muito básico. Peguei o interfone e pedi o nosso café da manhã para a recepcionista da pousada. Enquanto isso, vi que Aline havia acordado e como eu estava tomando um banho. Notei que o chuveiro havia sido fechado e logo depois ela saiu, me deparei com aquele corpo lindo, moreno e bronzeado, cabelos pretos e longos, seios um pouco avantajados, coxas roliças e um bumbum de causar inveja a muitas mulheres e um jeito delicioso de caminha. É claro, eu já havia a visto nua, mas como naquela manhã, tudo e nela parecia mais encantador.
Enquanto esperávamos pelo café, eu fiquei admirando a beleza de Aline, o jeito como ela se arrumava na frente do espelho, a forma como passava os intermináveis cremes e perfumes pelo corpo. Não preciso dizer para vocês que isso me excitou muito, senti vontade de agarrá-la naquela hora mesmo, beijar-la por toda as extensões do seu corpo e mergulhar sobre ela definitivamente, porém me controlei, o feriadão apenas havia começado, oustros três dias ainda estavam por vir. Nosso café chegou, fizemos o desjejum saímos a passear pela cidade.
Foi um dia maravilhoso, duas bonitas mulheres juntas, por onde passavam, despertavam os olhares, apesar da nossa discreção. Visitamos alguns pontos turísticos, Cascata do Caracol, Véu de Noiva, Vale do Quilombo, Lago Negro, Parque Knor e não poderia faltar o Mini Mundo. Quem ainda não conhece, não sabe o que está perdendo. O clima, a gastronômia e o jeito germânico das duas cidade e suas vizinhas, são encantadores.
Voltamos para a pousada a tardinha, depois de degustar um delicioso café colonial. Confesso, eu passei aquele dia sonhando com o corpo de Aline e tão logo entramos na cabana e fechamos a porta, me atirei sobre ela, a beijando com volúpia.
Nos beijamos demoradamente e o calor aumentou entre nós duas. Enquanto nos beijávamos, nossas roupas eram atiradas à revelia pela cabana, em instantes estávamos nuas e nossos corpos a nossa inteira disposição. Ainda braçadas e envoltas aos beijos, fomos ao banheiro e tomamos um banho relaxante. A água caía sobre nós e a espuma do sabonete deixava nossos carinhos muito mais excitante. Nos banhamos uma à outra. O toque das mãos ensaboadas de Aline, sobre a minha pele era maravilhoso, assim como era, sentir seu corpo ensaboado sob as minhas mãos.
Saímos debaixo do chuveiro e chegou as vez das toalhas, da mesma forma nos secamos, uma a outra e, entre uma passada de toalha, os beijos não falataram,
Sair do banheiro para a cama, foi algo natural, nós duas estavamos excitadíssimas. Mal deitamos na cama e ela já me, outra vez, beijava intensamente. Sentia a lingua macia dela explorando minha boca com voracidade, Acariciava meu rosto. com um misto de carinho e desejo. Raras vezes, eu havia sido beijada com tamnha volúpia, eu estava submissa aquela linda estudante de medicina.
Durante o beijos, as mãos vagueavam pelos nossos seios, nossas costas, ventre e vaginas. Não é necessário dizer que a nossa excitação foi às alturas. Nossos corpos grudados provavam dos nosso calor, nossas pernas entrelaçava, davam oportunidades para uma senteir na sua coxa a umidade da outra.
Deixei a boca de Aline e desci para seu pescoço, depois aos seus seios maravilhosos e suguei os mamilos duros um a um, sempre provando com a minha lingua, o sabor daquela pele deliciosa e macia. Desci mais ainda, passando pelo seu umbigo e sem demora cheguei ao meio das suas pernas. Saboreei o suco feminino que brotava dela e lhe dei um verdadeiro banho de lingua naquela flor rosada, dando atenção especial ao seu clitóris entumescido. Aline virou-se na cama, abrindo as minhas pernas, me deu o mesmo prazer que eu lhe dava. Aquela boca e aquela lingua eram deliciosas demais, sentir o calor daqueles lábios no meio de mim foi fantástico. Naquele dia, tudo era diferente e todas as carícias pareciam ter um efeito, bem maior do que nas nossas outras vezes.
Eu não me aguentava mais e acredito que Aline também não. Voltei à boca de Aline, roubei-lhe mais um beijo e deitei-me sobre ela, para sentir o seu corpo, o meis próximo possível do meu. Nossas bocas, nossos seios, nossos ventres e nossos púbis ficaram colados, enquanto nossas pernas se entrelaçavame se acariciavam. Ergui o meu corpo, coloquei-me entre as pernas de Aline, segurei-lhe as mãos e começamos a nos movimentar, nossas vaginas estavam grudadas, os movimentos tomavam ritmo cada vez mais acelerados e sentíamos uma o tesão da outra, no meio das nossas pernas, as umidades e os calores se misturavam, não demorou para que nós duas gozássemos divinamente.
Ficamos deitadas nessa posição por alguns minuto, depois nos olhamos e rimos muito, do tesão pelo qual a pouco havíamos passado!
Durante o restante do feriado, tivemos muitos outros momento, digamos gloriosos e voltamos à Porto Alegre no domingo a tarde.

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Calcinha de Seda

por H. Thiesen

Sob o tecido delicado
da minha calcinha de seda,
guardo em lugar secreto,
a minha doce relíquia
alvo dos teus desejos.
Sob o tecido fino
da minha calcinha de seda
guardo uma flor delicada
que exala cheiro de fêmea
e ansiosa espera por ti
Sob o tecido úmido
da minha calcinha de seda
guardo como um segredo
uma colmeia de mel
para te saciar a sede
e matar a tua fome
Sob o tecido delgado
da minha calcinha de seda
guardo teu maior desejo
a minha vagina molhada
com néctar açucarado
vertido do meu tesão!



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Tentação



por H. Thiesen

Eu sou ...
A lascívia ardente
dos momentos de amor
A malícia sedutora
entre laços de prazer
A luxúria desenfreada
da volúpia desmedida
Eu sou...
Uma fêmea apaixonada
Sedutora e provocante
de alma inquieta
e corpo tentador!


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Aline: Sonho Erótico de Verão

por H. Thiesen

Despertei no meio da noite, estava excitada e molhada, havia sonhado com Aline, a garota do banheiro do metro. Sonhei com seus seios juntos aos meus, com a sua boca carnuda passeando pelo meu corpo, com suas mãos me apertando as nádegas, as coxas e com o peso do seu corpo sobre o meu. Meus olhos teimavam e não queriam abrir, o quarto estava escuro, o display do relógio marcava 02:28, meu corpo queimava de tesão, eu estava suada, a noite estava quente e abafada, como todas as noites de verão no sul do Brasil. Estendi o braço, procurei por...

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Me pega e me come!


por H. Thiesen

Não espere
Pelo meu desejo
Que a minha libido
Está sempre acesa
Me pegue de jeito
E não me de chances
Para fugir
Me agarre
Me aperte
Me beije
Me sugue
Me lambe
Depois me come
E consome...
Todo o meu tesão!




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Até Cansar!

por H. Thiesen

Venha hoje ao meu encontro, que estou precisando do teu corpo e quero te amar, te beijar, te lamber, te sugar e te comer. Hoje eu preciso da doçura da tua boca, do sal de suor do teu pescoço, do cheiro da tua pele e do sabor do teu sexo. Quero te tocar, desvendar com meus dedos a tua pele e descobrir todos os segredos, que escondes no teu corpo. Quero o calor da tua boca, provar o sabor da tua saliva e duelar com a tua língua. Quero fazer contato com todo teu corpo e senti-lo nas minhas mãos, na minha boca e no meu sexo. Quero ser depravada e te quero depravado. Quero nós dois despidos de todos os pudores e libertos para os prazeres e mergulhados nesse tesão.
Hoje te quero assim! Sem tempo para começar e sem tempo para terminar. Te quero para alimentar meu fogo e avivar as tuas chamas. Te quero para matar a minha sede e saciar a tua fome. Te quero para banhar-me no teu corpo e te regar com o meu.
Te quero excitado, duro e viril e te espero excitada e melada de tantos desejos. Te quero rígido e quente como um ferro em brasa e te espero inundada, encharcada, para te servir de têmpera e te amolar como o aço.
Hoje eu te quero em mim, dentro da minha boca, no meio dos seios, sobre o meu corpo e no limiar entre as minhas coxas. Quero me perder e te ver perdido, pervertido entre os nossos desejos e perder a minha cabeça por prazer insano.
Te quero com todo todo o meu corpo, com meus dedos, com minha boca, com minha língua e com meu sexo e te quero do mesmo jeito, libertino, devasso e imoral.
Hoje eu quero sexo, quero apenas prazer e instintos, nada de romantismo, de palavras bobas. Quero sexo calado, pegado e bem gemido. Eu quero sexo irracional, selvagem e animal. 
Para falar a verdade, hoje estou afim de trepada! Uma trepada bem louca, daquelas prazer por prazer.
Hoje eu não quero amor, eu quero ser comida, ser totalmente fodida e seviciada em cada buraco. Quero teu pau na boca, afundando na garganta, fazendo-me engasgar e ficar sem respirar. Quero a tua vara entre as pernas, saindo, entrando e socando forte e quase entrando o saco. Eu quero a tua vara na minha bunda e as tuas mãos me abrindo as nádegas, para enterrar até o fundo.
Eu quero gozar que nem louca, gritando de tanto prazer, pedindo para continuar e me comer até cansar.
Eu quero te ver gozando, jorrando todo o teu leite, lambuzando a minha cara, com a tua porra de macho.
Hoje eu quero ser comida e só vou parar depois que eu cansar!
Tá afim? Então vem!


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Pequena e Abandonada

por H. Thiesen

Está tão escuro aqui e te espero a tanto tempo. Quando você virá, tirar-me daqui e me levar contigo?
Estou tão solitária e sinto tantas saudades do teu corpo quente. Sinto falta de ficar grudadinha na tua pele macia.
- Oh, finalmente uma luz... É você!
Hum... Você lembrou de mim, no meio de outras tantas!
É uma felicidade, sair de onde eu estava e ficar bem juntinho de ti.
Posso sentir teu calor, a tua pele cheirosa e delicada. Você está tão perto, que sou capaz de sentir a tua pulsação.
Vamos sair por aí, procurar aventuras e quem sabe...

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Doeu... Mas foi gostoso!

Dizem que um é pouco, dois é bom e três é demais, na verdade três pode ser bom demais, quando trata-se de sexo.  
Eu conheci Claudete na faculdade, no primeiro semestre de Relações Públicas e desde o primeiro dia nos tornamos amigas inseparáveis, aliás, eu, ela e Aline, uma outra amiga, que estudava na mesma universidade, mas que frequentava um outro curso, medicina, infelizmente ela já não está entre nós. Bom, eu nem sei por que citei Aline, mas vale pela lembrança da minha amiga querida, em algumas postagens, eu escrevi como a conheci e contei algumas das nossa travessuras, mas ela nada tem a ver com o que vou relatar.
Como eu estava contando, eu e Clau, nos tornamos amigas e confidentes, uma contava a outra as suas aventuras, as suas transas, os seus amores, coisa de mulher, qual de nós não tem uma amiga assim? Um dia eu resolvi contar a Clau, sobre um amigo meu, o Roberto, um cara moreno-claro, olhos castanhos, porém lindos, corpo atlético, o rosto comum, não é muito bonito, não tem semblante de anjo, mas cara de macho, do jeito que eu gosto (não sou muito chegada em homem com cara de bebezão) e um pouco mais velho do que nós (na época, tínhamos 19 ou 20 anos e ele 35), mas o que mais chamou a atenção dela, foi o fato dele possuir um instrumento de trabalho generoso que a deixou toda tesuda e...

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PS: Por questão de privacidade, os nomes foram substituídos.

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Aline: No Banheiro do Metro

por H. Thiesen

Em 1996, eu estava cursando relações públicas, em uma universidade bem conceituada na Região Metropolitana de Porto Alegre, todos os dias usava o metrô para me deslocar, um meio rápido e barato, além de proporcionar oportunidades para conhecer muitas pessoas e para uma paquera, se houvesse possibilidade.
Numa manhã, eu embarquei na estação de costume e de cara vi uma morena deliciosa. Ela era da minha altura, baixinha como eu, morena-clara, cabelos lisos e caídos nos ombros, seios volumosos, os quais se deixavam mostrar exuberantemente pelo decote da blusa preta, a bunda era deliciosa, quadris largos e cintura fina, pernas grossas e que marcavam a silhueta na saia branca. A pele bronzeada, unhas bem feitas e discretas.Seu rosto demonstrava uma mulher decidida, sobrancelhas bem feitas, boca bem desenhada, nariz afilado e os olhos amendoados.
- Uma deusa - eu pensei!
Ela estava com a cabeça abaixada, enterrada em meio aos livros, lendo e as vezes...

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Uma Vizinha Sedenta

por H. Thiesen

Sozinha em casa, ela só pensa em uma coisa: sexo! 
O tesão queima-lhe o corpo e, incendiada por um desejo imensurável,  o cio quase a leva à loucura! 
Precisa fazer sexo com urgência, deseja alucinadamente ser varada entre as pernas e sentir um pênis deslizando para dentro das suas entranhas.
O tesão é intenso e a deixa insana. Precisa de sexo, agora! Sem adiamentos.
Abre a porta, sobe as escadas. Um andar, dois andares... Enquanto sobe, se molha e escorre.
Sabe que o momento é propício: o vizinho está em casa, muitas vezes já transou com ele e tem a chave da porta do apartamento.
Finalmente ela chega na porta, respira bem fundo, coloca a chave, a gira e entra.
Ouve o chuveiro e caminha, no percurso vai deixando as roupas espalhadas no chão: primeiro a blusa, depois o sutiã, a mini-saia e por último o fio-dental, que na pressa não tira, mas o rasga pelas alças e arrebenta o elástico.
Abre a porta e sente no rosto o vapor e cheira o perfume que exala do banho. Seu faro felino distingue o cheiro de sabonete do cheiro de macho.
Nua, com o tesão pingando no meio das pernas, ela entra no box. Diante da reação de surpresa, que ele estampa nos olhos, ela segura o membro ensaboado e flácido. Enquanto desfruta, da água que cai e refresca-lhe um pouco o corpo e de um beijo de língua ardente,  masturba-o um pouco e o sente crescer na sua mão,
Ela desce, lambendo a pele e a água que escorre. Encontra o membro rijo e molhado, abocanha a vara, suga-a com força e arranca gemidos e sussurros quase obscenos. Sua fome por sexo não a deixa parar, ela envolve o membro e faz vai-e-vem com um ímpeto voraz. Ele relaxa e aproveita as carícias orais e sem se aguentar, despeja o gozo e enche a boca da fêmea sedenta.
Depois de gozar e a encostar de frente contra a parede, cola o seu corpo ao dela e explora com suas mãos as partes mais íntimas da fêmea. Desce pela espinha à altura das nádegas, afasta as pernas esguias e abre com os dedos as nádegas. Ela empina a bunda e entre as nádegas a água escorre e forma-se um riacho doce. A língua do macho, abusa do ânus da fêmea e ela, de vez enlouquece. Em meio ao gritos e os gemidos, ele busca o sabor mais adiante, encontra a fonte e prova num misto, o gosto de água e de mel.
Insana e ardendo, ebulindo o tesão, ela implora que ele a penetre. Ele sobe beijando e mordendo suas costas e a segura pela cintura. 
Falando palavras obscenas ao pé do ouvido, ela a penetra de uma só vez, estocando-a com força a vulva apertada, esmagando os seios com as mãos e mordendo-lhe os ombros e a nuca! Ela força o corpo para trás, querendo ser penetrada o mais profundo possível.
Eles dançam, de um lado pro outro, para cima e para baixo, para frente e para trás. O ritmo aumenta, os gemidos ecoam até se transformarem em urros e gritos. Gritos de êxtase, quando os dois chegam ao gozo.
Eles se banham, trocam alguns beijos e quieta, ela sai do banheiro, junta e veste as roupas, calça os sapatos e leva escondida na mão a calcinha pequena e rasgada.
Ele sabe... que numa hora de aperto e de tesão inflamado, ela voltará!

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Eu e a atriz global!

por H. Thiesen

Em 1998, tive a oportunidade de fazer uma viagem de férias e escolhi a cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul, durante a semana do Festival de Cinema.
Eu tinha vinte e dois anos e aqueles dias foram especiais para mim, os quais nunca vou esquecer. Numa das noites, junto a outras amigas, eu estava na frente do Palácios dos Festivais, vendo as celebridades que chegavam para as exibições. Confesso, uma grande tietagem da minha parte, mas quem não faria isso, com uma oportunidade como aquela, afinal o Rio Grande do Sul é um confim do mundo, ainda mais naquela época, quando não haviam tantas facilidades. No meio do frenesi do público, a cada chegada de pessoas famosas, eu admirava cada uma delas, eram atores e atrizes, diretores, roteiristas e diversas celebridades conhecidas, do cinema e da televisão. Surgiu então, uma atriz e para não identificá-la, vou chamá-la de Lady G.
Naqueles anos, final da década de noventa, ela era uma das atrizes mais requisitadas nas novelas, pele morena, não muito alta, cabelos escuros e caídos nos ombros, corpo de menina, olhos negros e brilhantes, sem falar do sorriso encantador. Trajava um vestido branco e longo, que destacava-lhe as formas longilíneas do seu corpo magro. Sobre o salto, ela pisou o tapete vermelho, amparada por uma outra mulher, com mais idade do que ela, mas que não ficava para trás em charme, que depois fiquei sabendo ser a sua agente. Caminhando lentamente e acenando para o público, ela passou por mim e cruzamos os nossos olhares, um sorriso delicioso estampou-se no seu rosto e retribuí acenando com a cabeça e piscando um dos olhos. À passos lentos, ela subiu as escadas e entrou na sala de exibições, onde seria exibido o filme "Outras Histórias"...

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A Pantera e a Tigresa

por H. Thiesen 

Renda-se ao desejo
De fera no cio!
Eu sou uma gata
Felina e bandida
Quero arranhar
Todo teu corpo
Deixar-te marcada
Com rastros de unhas
Pois te quero hoje
Entre as minhas presas
Vou marcar tua pele
Com coroa de dentes
Deixa-la arranhada
mordida e ardida
Pois hoje te quero
Com a violência
Igual ao tesão
Que me queima inteira
Vem!
Vem provar o meu fogo
E a mais louca paixão
Entra em meu corpo
Te abandona em mim
Sucumba ao desejo
Que sinto por ti
Percorra o meu corpo
Brinque em mim
Descubra os mistérios
Que eu guardo pra ti
Sacia a tua fome
E mata a minha sede
Adentra minhas coxas
Desvenda o segredo
Envolve-me no abraço
Entre as tuas pernas
Oferece-me teu néctar
Para minha fera amansar
Feito uma onça
Para te devorar
Deixa liberta a tua fera
Somos duas gatas
Tigresa e pantera
Entregues ao cio
Ao cheiro e ao gosto
Do suor e do sal
Indo ao encontro
De um êxtase animal!



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Traços de Exibicionista

por H. Thiesen

Hoje eu descobri que sou o teu desejo mais secreto e que tu me quer de um modo alucinado. Aos teus olhos famintos, sou o teu alimento e me devoras com teu olhar sedutor, percorrendo com tua fome cada uma das partes do meu corpo. Enquanto deitas o teu olhar sobre mim, teces uma teia sedutora, na qual fascinada eu me enredo e através dela eu sinto o quanto tu me queres. 
Um desejo enorme me abate, sinto prazer e me transformo em tua presa tentadora. Vejo na tua tentação, todo poder que disponho sobre ti, com toda a malícia que...

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Jéssica

por H. Thiesen

Jessica era o nome dela e ela era assim... Puta, cadela, uma completa vadia, mas era só minha! O seu corpo servia-se do prazer e o poder que eu tinha sobre ela, fazia dela minha submissa. Não servia para mais nada, a não ser sempre estar pronta para a lascívia. Ousava olhar em meus olhos e do jeito mais relés, pedia-me pelo prazer:
- Vem e come a tua cadela!
Nunca conheci alguém tão despudorada e  fútil, capaz de qualquer coisa para ter sexo. Castigava-a de imediato quando se comportava desse modo. Encostava-a numa parede, puxava-a pelos cabelos e aplicava-lhe fortes ...

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Sussurros e Gemidos

por H. Thiesen

Te quero em todos os meus orifícios, fincado e possuindo cada um deles com gosto. 
Te quero desfrutando da minha boca e gemendo loucamente nas carícias da minha língua, aproveitando cada beijo, cada mordida e cada sugada.
Te quero dentro do meu corpo, deslizando para dentro das minhas profundezas, entrando e
saindo com afinco e deliciando-se nas minhas entranhas incendiadas.
Te quero dentro de todos os meus orifícios, na boca, na vagina e no ânus, retirando pra ti o prazer da penetração intensa e para mim, proporcionando o prazer de ser penetrada.
Te quero na minha boca, enfiado até a garganta. Te quero na minha vagina, entrando e saindo como louco e desvairado. Te quero no meu ânus, desfrutando as delícias do meu rebolado. 
Assim me torno tua puta, tua mulher, tua fêmea e do meu corpo faço teu abrigo, misturando nossos prazeres, líquidos e gemidos.
Assim te quero, para um delicioso sexo oral, depois um sexo ardente e vaginal, para terminar e me sentir tua por inteiro, um depravado e gostoso sexo anal.
Entrego-me a você por inteira, pois sou tua fêmea e quero o teu corpo de macho viril, para buscamos mutuamente em sincronia, entre nossos sussurros e gemidos, o gozo farto e o prazer que se anuncia.


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Mulher adora cavalgar!

por H. Thiesen 

Resolvi escrever esta postagem, devido a uma pergunta que um leitor me fez ao comentar uma das minhas últimas postagens:
- Não sei porquê, mas a grande maioria das mulheres com quem tenho estado, adora cavalgar-me, será fetiche? Um dia destes gostaria que escrevesses sobre isso!
Para tal pergunta, há uma respostas óbvia e creio eu, a resposta de quase todas as mulheres: 
- Domínio da situação e...

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Sexo, Simbiose e Vício

por H. Thiesen 

O sexo, com o tempo vai amortizando a fome e a sede inicial, adquire uma postura mais branda e a sagacidade mútua coopera favoravelmente aos amantes.
No inicio as carícias são resultado de uma vontade voraz, onde cada toque é capaz de incendiar, mas a falta do conhecimento pode apagar a chama em frações de segundos, é o fogo e a pressa inicial. Levam ao delírio e a angústia da líbido enlouquecida. 
Com o tempo e o entendimento mútuo, as carícias acalmam, adquirem valores, perdem-se da inércia pornográfica insana, sedenta e faminta. Adquirem adventos das descobertas, já traduzem a complexidade íntima necessária e, a voracidade inicial, dá lugar à brandura. Ou mesmo, em momentos vorazes, sabem os amantes, do que o outro precisa.
A pressa do gozo e da posse dissipam-se e passam os amantes, à procura de novos valores, procuram-se de forma diferenciada e buscam o prazer mútuo, com carícias apropriadas, posições cômodas à ambos e a prolongação do ato.
A selvageria incipiente do início e os animalescos vai-e-vens, adquire a suavidade, a satisfação plena do prazer pelo prazer. Torna-se uma simbiose de corpos, interação de almas e com as experiências, perdem-se no tempo e no espaço, munidos do avassalamento do amor-próprio e mútuo.
O sexo, perde o significado de indecoroso, depravado e animal, transforma-se em sublime, sensual e humano. Os amantes buscam então, de forma singela, pelo alívio, desfrutando de gozos intensos.
Ao final, o cheiro, o suor, o cansaço e a satisfação, que os entorpece e lhes dá a certeza que haverão outras vezes, pois o tesão inicial, transformou-se em vício de um pelo outro.

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Fêmea Molhada no Cio

por H. Thiesen

As coisas acontecem na hora certa, talvez algumas coisas em horas incertas, mas apesar da provável incerteza, acontecem e tornam-se fato consumado. Porque tinha que ser e será na hora certa, caso não fosse, não teria acontecido. Alguns dizem que isso é casualidade, outros que é destino, mas a verdade é que existem fatos na nossa vida que parecem ser surreais e queiram ou não, a nossa vida é repleta de surrealidade. Como falam por aí: - De repente, não mais do que de repente! Algo acontece ou alguém aparece do nada!
Todos os dias eu corro, não utilizo veículos, lotações, ônibus, para ir trabalhar, sempre vou e volto correndo. Nas minhas folgas, sempre dedico uma parte do dia às corridas. Correr é uma religião para mim, é algo insubstituível no meu dia a dia.
Naquele Domingo, resolvi correr bem cedo, saí de casa às seis horas da manhã. O tempo estava claro, mas algumas nuvens negras no horizonte, mostravam que iria chover. Avancei pelo caminho de costume, o qual eu havia escolhido como preferencial, pois o trajeto não possui muitos cruzamentos e leva ao parque quase que diretamente.
Enquanto eu corria, o tempo fechava e passava por outras pessoas que se exercitavam ou que faziam a mesma coisa que eu, corriam, alguns no mesmo sentido e outros no sentido oposto, uns mais rápidos que eu e outros mais lentos.
Já dentro parque e correndo pelas vielas de um areão rosado, alguns pingos começaram a cair, continuei correndo, apesar de temerosa, caso houvessem relâmpagos e raios, pois o local é bem arborizado e repleto de árvores enormes.
Finalmente a chuva caiu implacável e comecei a me preocupar com a transparência da minha camiseta branca, embora por baixo eu tinha vestido um top branco, porém eu sabia que mesmo assim, transpareceria pelo menos o colo dos seios, quando estivesse encharcada.
A chuva apertou e minha preocupação fez-se realidade, fiquei praticamente com os seios à mostra e como se não bastasse, os bicos espetados na camiseta.
Contudo, continuei correndo, nada eu poderia fazer, a não ser parar, caminhar de braços cruzados sobre os seios. Pelo caminho no sentido contrário, surgiu um rapaz, que aparentava ser bem mais jovem do que eu, deduzi que uns 10 anos a menos. Ele passou olhando para mim, creio que correu mais um pouco na direção contrária a minha, deu meia volta e alcançou-me novamente. Lógico, pensei, ficou de olho nos meus peitos!
- Chovendo muito, você gosta?
Eu apenas sorri e continuei correndo, apertando um pouco mais o passo. Ele acompanhou o aumento do ritmo e continuou falando:
- A senhora se assustou, está com medo?
Outra vez sorri, mas parei, olhei nos seus olhos e respondi.
- Estou. Ainda é bem cedo, tem pouca gente na rua! E você está me seguindo!
O céu começou a desabar, um trovão forte soou e um clarão assustador, me fez dar um pulo na direção dele. Ele segurou meu braço com sua mão forte.
- Calma é só um trovão!
- Claro que sim!
- Vêm comigo. Vamos sair dessa chuva!
Sem reação, sorri novamente para ele e o acompanhei. Enquanto caminhávamos debaixo da chuva, ele não tirava os olhos da minha camiseta molhada. Justo como eu havia pensado, mas eu também não conseguia deixar de observa-lo, o quanto aquele homem era lindo e gostoso e comecei a fantasiar, pois também, ele estava encharcado e seu corpo tomava proporções deliciosas, por baixo da roupa molhada.
Chegamos à frente de um prédio de três andares, pelo qual sempre passei durante as minhas corridas e ele convidou-me para entrar, hesitei um pouco, mas aceitei o convite.
Entramos no prédio, subimos as escadas até o segundo andar e chegamos ao seu apartamento.
- Tenho toalhas, vou pegar para a senhora!
Ele desapareceu por um corredor e fiquei na sala sozinha, com a minha cabeça fantasiando, pois estava estremecida, desde o momento que ele me segurou, por causa do susto do trovão e já estava curiosa para saber como era o resto. Caminhei na direção da janela e vi que dali o visual era panorâmico para o parque e a pista de corrida passava bem próximo.
- Pronto, está aqui! - Disse-me ele, colocando a toalha sobre minhas costas - a senhora pode se enxugar! Virei-me para ele, segurei as suas mãos e falei:
- Esqueça a senhora, me chame de você.
Timidamente ele sorriu para mim e sentou-se numa das cadeiras em volta da mesa. Olhei fixamente para ele e vi que havia trocado a roupa molhada, vestira um hobbie branco, o que me fez tentar adivinhar, o que ele havia vestido por baixo. Desejei-o imensamente e naquele momento tudo estava me excitando.
- Qual o seu nome?
- William. E o da senhora, desculpa, o seu?
- Helena... Você se importaria se eu tentar me aquecer melhor?
- Claro que não, fique a vontade, você pode fazer o quiser!
Tirei a toalha das costas, agachei-me, descalcei os tênis e as meias molhadas.
Ele me olhava. Percebi que ele me engolia com os olhos, mas estava tímido e ofegante. frente. Continuei, fiquei de pé e tirei a camiseta na sua frente, ficando apenas com o top. Surpreso, ele arregalou os olhos.
- Estou sendo inoportuna?
- Não, não! De maneira nenhuma!
Desci o short apertado pelas pernas e retirei-o e fiquei na sua frente, somente com calcinha branca e o top molhados.
- Puxa... Estou muito molhada!
Ele continuava, disfarçando um pouco, mas me comendo com os olhos.
Aproximei-me um pouco, baixei uma das alças do top e depois a outra. Passei a toalha úmida nos ombros. Ele engolia seco e lambia os lábios. Cada movimento dele homem, me deixava com mais tesão.
- Você tem outra toalha, essa já está bem molhada!
- Tenho sim!
Ele sumiu novamente pelo corredor e eu aproveitei a sua ausência, tirei o top e a calcinha molhada, deixando-as ao chão, no caminho que ele passaria ao voltar e enrolei a tolha úmida no meu corpo.
Ele voltou com a toalha seca, alcançou-a para mim e olhando para as peças íntimas, sentou-se novamente, boquiaberto. Ele me olhava e me desejava. Deixei cair a toalha e enrolei-me com a nova toalha. Estendi a minha mão e alcancei a sua, aproximando-me e colocando-me entre as suas pernas abertas e ajudando-o a vencer a sua timidez, pousei a sua mão sobre um dos meus seios.
- Vem!
Ele puxou a toalha, desfez o nó fragil e deixou-a cair ao chão, acariciou o seio, apertou o meu mamilo entre os dedos e enlaçando-me à cintura com o outro braço puxou-me para si. Meus seios ficaram na altura de sua boca e começou a suga-los e lambê-los, dedicando deliciosas chupadas aos mamilos. Abaixei-me um pouco e beijei sua boca.
- Continua... Estou louca por você!
Ele desceu pela minha barriga, lambeu o meu umbigo e percebi a sua respiração ofegante sobre a minha pele, suas mãos passeavam por minhas nádegas, e depois desceram, percorrendo a extensão das minhas coxas, enquanto a sua boca beijava-me o púbis.
Eu já estava enlouquecida, extremamente excitada e gemia alto, esperando para ser possuída pelo macho. Ele aproximou as suas narinas ao meio das minhas pernas, cheirou-me longamente e enlouqueceu, como um cão tarado, querendo copular, ao sentir o cheiro da fêmea no cio.
Ele caiu de joelhos e posso afirmar, que fui comida literalmente. Ele me abocanhou com força e o homem tímido, deu lugar ao selvagem e rude. Eu pingava de tesão, ele lambia e sugava com vontade. Sua língua me invadia, seus dentes mordicavam e sua boca sugava louca mento o meu clitóris. Eu gemia cada vez mais e mais alto. Estava adorando aquela violência toda e aquelas mãos fortes que me puxavam pelas nádegas em sua direção. De repente, sem mais nem menos, ele ergueu-se e me beijou alucinadamente.
Livrou-se do roupão e mostrou-me que estava nu e me deixo mais louca de tesão, quando vi seu pênis enorme, balançando assustadoramente a minha frente, o maior que já eu vira e o mais grosso de todos que transei.
Ele levantou-me fortemente e colocou-me sobre a mesa, abriu minhas pernas com força e brutalidade e entrou dentro de mim, quase de uma só vez, sem dó e piedade, senti um pouco de dor, mas estava tomada pelos instintos e o prazer era maior. Ele era uma máquina de sexo. Socou-me forte, muitas vezes e sem me dar tréguas. Parecia que era uma animal, um cavalo fazendo amor com a égua, ou algum animal. Creio que era assim que ele me via naquele domingo!
Longos minutos se passaram e ele continuava me estocando e me deixando cada vez mais louca. Não perdi a oportunidade e enlacei-o com as pernas, os pés na suas nádegas trazendo-o para mim e engoli até o fundo, aquele membro maravilhoso. Resolvi entrar nas fantasias dele e me transformei em puta, fui cadela, vaca, égua e adorei. Fui possuída de maneira forte e arrasadora, como nunca havia sido. Ele não gozava e não parava e me estocava cada vez mais forte, fazendo-me senti-lo, no fundo do meu útero. Eu já havia gozado várias vezes.
De repente ele urrou e se enterrou em mim, puxando-me pelos quadris. Senti-o pulsar lá dentro e jorrar a seiva quente queimar as minhas entranhas e dando um tapa forte na minha bunda, falou:
- Finalmente, uma mulher de verdade!
Sem tirar seu pênis, deitou-se sobre mim e me beijou ardentemente e depois do beijo me falou:
- Todos os dias eu te vejo da janela!
- É? 
- É. Faz tempo, mas ficava sem graça.
- É verdade?
- Sim, as vezes descia e ficava esperando você passar!
- Nunca percebi mesmo!
- Puxa, mas valeu a pena a espera!
Como falei no ínicio, a vida nos reserva surpresa, obras do acaso ou do destino? Bem, não sei! As vezes as coisas não parecem ser assim, mas por que eu escolhi aquele caminho e por que ele me via daquela janela?

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Gosto de pau...