Lambuzada e Latejante

por H. Thiesen 

Bate na minha bunda
Me deixa cheia de marcas
Me chama de vadia
Cretina e vagabunda

Me dá a tua vara
Quero chupar gostoso
Enfia na garganta
Teu membro duro e grosso

Eu sento na tua cara
Te lambuzo de mel
Quero a tua lingua
Lambendo a buceta

Me diz que sou tua puta
Me trata como tal
Mete no meu fundo
E me come bem comida

Eu mexo para você
Rebolo os quadris
Te levo à loucura
Enquanto entra e sai

E nesse vai e vem
Agarra e enrosca
Mexe e remexe
Nosso tesão aumenta

Comigo lambuzada
Contigo latejando
Prontos pro deleite
O nosso ritmo esquenta

Nesse duelo de prazer
Comemos um ao outro
Nada mais há a fazer
A não ser gozar como dois loucos!

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Luxúria Lésbica

por H. Thiesen

Dois caminhos sinuosos
Unem-se no leito
Nuas e luxuriosas
Curvas de uma
Curvas de outra
Duas estradas
Paralelas e perigosas
O princípio de uma
É o final da outra
Duas, apenas duas
Entre lábios, mãos e pele
Encontram-se bocas
Chocam-se seios
Roçam-se sexos
Envolvem-se
Acariciam-se
Aconchegam-se
Misturam-se
Sugam-se
Num instante reúnem-se
Numa profunda busca
Volúpia e carícias
Em um só encontro
Entregam-se ao prazer!



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Tesão Solitário

por H.Thiesen

O sangue ferve, a pele arde, o corpo queima. Febre, suor, calafrio! Teus beijos estão vivos em mim. Sinto ainda o teu gosto, o sabor da tua saliva. Tua língua na minha jogando malícias.
Meu corpo te pede!
Minha pele te quer!
Minha boca te espera!
Um dedo na boca, na ponta da língua, molho-o com a minha saliva. No espaço uma gota, pendente e teimosa, querendo pingar, apresso-me e deixo que ela caia sobre o meu mamilo. Circulo-o, ele enrijece.
Novamente à boca, colho outra gota teimosa e levo-a ao outro mamilo. Molhado, ele também entumesce.
Meu pensamento é teu!
Minha vontade é tua!
Meu desejo é teu!
Nas minhas mãos, na ponta dos dedos, vai junto as tuas. Por onde passam, sinto-me acariciada por ti. Exploro o meu corpo, agarro a minhas carnes, arranho a minha pele.
Te quero!
Te desejo!
Te espero!
Sobre o meu corpo, minhas mãos vão te levando comigo. Brincam em meus seios, apertam, espremem, seguram e puxam os mamilos. Imagino teu toque, teus beijos. Lembro teus lábios, tua língua molhada.
Acendo!
Aqueço!
Incendeio!
Junto as minhas mãos, vai a tua boca, provando meu corpo. Acaricio meu ventre, circulo o umbigo, arranho a pele da minha cintura.
Sozinha e louca
Carente e excitada
Molhada e ardente
Meu corpo não resiste, quer a entrega impossível neste momento. A carência é grande e a vontade é enorme. No meio das pernas os dedos não param, exploram, esfregam  e passeiam. Desvendam no tato cada uma das dobras. A excitação é imensa, a umidade excessiva. Lambuzo meus dedos, trago-os à boca, me provo e lembro do teu gosto. Desço deslizando em meu corpo, a palma da mão ferindo a minha pele, fazendo-a arder.
Tuas mãos!
Tua boca!
Teu corpo!
Divago comigo, sinto teu corpo no meu. Perco o controle. Os dedos não param, me explora e me invadem. Eu ouço os ruídos, estalos dos dedos no mel. Caio em transe! Meus sentidos se instalam naquele meu ponto sublime. Eu gemo e grito, retorço na cama e estremeço!
Sozinha!
Pensando em você!
Eu gozo!

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Ah! O orgasmo!

por H. Thiesen

O desejo é intenso
Percorre o meu corpo
Estremeço e amoleço
Ao me descobrir em lascívia

Queimo nas entranhas
Sinto calores e calafrios
Estímulos estranhos
Tomam posse de mim

Pensamentos indecentes
Vontade emergente
Sentimentos impuros
Sensações devassas

Os mamilos enturgecem
O meio das coxas umedece
Fico inquieta, ansiosa
E deliro

Minha libido se exalta
Inunda meu ser
Continuo os toques
No corpo, nos seios

Minuciosamente vasculho
A gruta, o clitóris
Me encharco e lambuzo
Nos dedos me provo

Meu corpo se agita
Me torço
Retorço
Contorço

Um transe me abate
Reteso
Estremeço
Inspiro e expiro

O êxtase e o gozo
Tomam o meu corpo
Gemo e grito
E quase morro

Satisfeita, saciada
Depois dos espasmos
Respiro e relaxo
Ah! Finalmente o orgasmo!

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Fruto Suculento

por H. Thiesen 

- Quero!
- O quê?
- Uma dádiva!
- Uma dádiva?
- Sim. É só o que eu quero! O teu fruto doce e suculento. Senti-lo nos meus lábios e degustá-lo. Provar o sabor com o toque suave da minha língua. Sentir o teu estremecer na minha boca e devorá-lo, ouvindo o intenso gemido que te fará entregar-se.
- E por que eu o daria?
- Somente você podes dizer. Se caso ceder, é por que sou merecedor!
- Depende!
- Depende do que? 
- Do que você fizer!
- E o que posso fazer?
- Depois de o ter na tua boca. Quero-o envolver tua carne e ser penetrada pela tua paixão.
- Diga-me como e farei!
- Senta, vou te revelar o segredo!

Reluz na cor da paixão, o fruto de carne que se esconde no centro do amor, o meio das pernas, à espera da boca e dos dedos que o desejam. O fruto não se recolhe e não se retrais, mas anseia abrir-se para receber a carícia dos lábios macios e das pontas curiosas dos dedos. 
Ali, no centro do amor, a luxúria consome o fruto suculento e vermelho e reclama da dor do prazer que se obriga a prolongar. 
A carne do fruto é doce e quer derreter-se na boca faminta. Mas espera, numa ânsia agridoce. 
Os dedos avançam, tateiam as adjacências e encontra a umidade.
Findou a espera, com a ajuda das mãos abrem-se as pernas e revelam o fruto, já suculento.
A boca saliva adivinhando o sabor da sensualidade de um beijo, que não se iguala a outro qualquer. Desejo, lábios entreabertos, língua ardilosa e carnes molhadas. A saliva mistura-se à umidade que brota, as duas escorrem no meio das nádegas e a boca as sorve.
A curiosidade é mais forte, os dedos abrem as carnes, é preciso conhecer o que há dentro do fruto e o penetram, sentem o calor envolvente. O fruto contrai-se sob frescor dos lábios que o cercam, fechando-se ao toque dos dedos investigadores. Não há hesitação, há avanços e recuos, um reconhecimento da carne sumarenta e úmida. Pleno de vida, o fruto palpita, entre sussurros e gemidos, a boca o devora com toques de mestre.
O fruto derrete-se aos lábios e à língua que o vão saborear. Deixar escorre a seiva voluptuosa que desce do seu âmago, enquanto os dedos ansiosos o invadem e levam à boca o manjar desejado.
O fruto, agora maduro e pronto, abre-se sem receios, para receber o prazer com que sonhou. Entregue na boca que o toma e possui. Desfaz-se no prazer de ser degustado. Os lábios sorriem lambuzados do néctar, que escorre no canto da boca. É hora, dos lábios deixarem o fruto e entregá-lo à carne ereta que irá possuí-lo.
- Alcançarei esse fruto?
- Ainda não percebeu? 
- Não!
- Você já o tem!

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Muito Bem Comida

por H. Thiesen

- Hey, aonde pensa que vai?
- Pode parar, ainda não percebeu? Que tu não és mais teu? É, agora você é meu! Todo meu!
- Tá pensando o quê? Que vai fugir de mim? De jeito nenhum! Ah, eu não vou te perder… Custei pra te encontrar. Agora... Azar é o teu!
- Quem manda ser lindo, gostoso e cheiroso! Você não vai escapar, não vai mesmo!
- Viu, no que deu? Eu me apaixonei e sou ciumenta! Ah não! Não vou te perder! Não vou te deixar para uma...

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Na Janela do 6º andar

por H. Thiesen 

Há pouco tempo, eu me mudara para aquele prédio, um apartamento no sétimo andar, perto da estação de trens. O predio não era novo e as escadas  do hall de entrada, eram decoradas com samambaias e avencas, o sol entrava sorrateiro pelas minúsculas janelas no fim dos corredores sombrios, que também deixavam passar uma leve brisa, quando estavam abertas. Como na maioria das metrópoles, os prédios são amontoados e é possível bisbilhotar a vida alheia facilmente, principalmente se a nossa curiosidade é quase indomável e o vouyerismo nos deixa com as antenas ligadas e os olhos bem abertos, para movimentos suspeitos nas janelas dos apartamentos mais próximos. Bem, não só as janelas mais próximas, confesso que comprei um binóculo potente, o qual a muito tempo me proporciona momentos intensos de deleite visual e masturbasticamente deliciosos!
Claro, sou consciente e sei o que pode-se oferecer numa janela indiscreta, mas não...

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Amor... Come a minha bundinha!

por H. Thiesen

(Fuc, fuc, fuc, fuc...)
- Amor...
Fuc, fuc, fuc...
- Beto!

- O que?
- Come o meu cuzinho?
- Ãh?
- Vai, come o meu rabinho.
- Ah, não sei?
- Não sabe? Comer um cuzinho?
- Não, não é isso!
- O que é então?
- Você não está acostumada, pode doer!
- Quem disse? Só dói nas primeiras vezes!
- Epa... Quem disse o que?
- Que não estou acostumada?
- Você... Você nunca me disse isso?
- Você nunca perguntou...

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Cobiçada e Enrabada




porH. Thiesen

Gosto de tirar a roupa
E virar-me de costa
Te pedir sorrateira
Que me invada o traseiro
Gosto de tirar a roupa
Para me sentir cobiçada
Me deliciar na tua pica
E ser por ti enrabada
Gosto de ficar sentindo
O vai e vem gostoso
Nas minhas entranhas
Até chegar ao gozo
Gosto de sentir o leite
Quente e escorrido
Saindo pra fora
Do meu cu ardido


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Vem... e me come!

por H. Thiesen

Não sei mais o que sou, o certo é que sou tua.
Nem mesmo sei do que eu mais gosto, se desta boca molhada ou desta língua atrevida. 
Sei que gosto destas mãos ousadas, deste corpo sedutor e dessa vontade audaz.
Não sei mais o que sinto, se é loucura ou delírio, que me faz tudo e nada, me derrete e arrepia, me cega e emudece.
Sei que eu sou tua, sem limites e regras, sem preconceito e pudor, por isso fico louca, a fim de um corpo à corpo.
Não sei mais o que eu sou, quando você está por perto. 
Meu corpo inteiro estremece e viro uma confusão completa, entre tantos sentimentos e um tesão urgente.
E penso... 
Somente em sexo, em desejo e prazer. 
Perco todos os sentidos, viro a tua comida, a tua taça de mel e o teu copo de néctar. 
Com minha boca mato a tua sede, com meu corpo mato teus anseios, com meu sexo mato a tua fome.
Sou teu manjar!
Sou tua delícia!
Sou teu delírio!
Sou teu tesão!
Sim, sou tudo...
Sou teu gozo infinito!
Então... Vem logo e me come!

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Tesão à flor da pele!

por H. Thiesen 

Clitóris ardentes,
Turbilhão de desejos,
Pecados carnais,
Corpos lascivos
Da carne rompe um fogo
E arde na flor concupiscente
Colorindo de sangue vivo
Aonde derrama-se a libido
O tesão à flor da pele
Nos lábios mordentes,
Com arrimo da língua invasora
Convulsiona, torce e retorce
Aos sussurros, gemidos e gritos
O amor, a paixão, o anseio
A fome, a sede e a cobiça
Passam de uma à outra
A troca de líquidos
O mel e a saliva
Boca nervosa
À provar os sabores
Sexo inundado
À prover de néctares
Língua atrevida
Quase cruel, serpenteia
E a flor flamejante
Desabrocha e escorre tesura
Os seios singelos e duros
roçam na pele
Do corpo tomado de ímpeto
Fluem aromas
O sexo entre as duas
É um ópio, um vício
Uma loucura incessante
Do preâmbulo ao termo
E as duas em sopor
Deliciam exaustas
O orgasmo perene
Cessar e abrandar

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Ah! Como eu gozei!

por H. Thiesen 

Acordei banhada pelo suor, o cansaço e a preguiça tomavam conta de todo o meu corpo. Eu queimava, um desejo ardente e uma vontade latente, deixavam-me sedenta e com uma fome de sexo insuportável. 
Virei-me na cama de um lado para o outro, acompanhada apenas pela minha impaciência, pois acordara sozinha, um pouco enraivecida, se tivesse alguém do meu lado, seria capaz de dar tudo o que pedisse.
Cansei de lutar contra os meus pensamentos, contra a dor do desejo e o incêndio que me inflamava e me fazia arder e adormeci.
Sonhei... Sonhei com a caça e um caçador. No sonho, o meu faro de caça acuada, alertava-me de um cheiro perigoso. Meu olhar de caça assustada avistavam, entre névoas e brumas, um caçador a me perseguir.
Acuada e pávida, me senti perdida e dominada pela sua astúcia.
Era um dia, que não sei bem qual e nem mesmo sei, se esse dia virá. Não importa, era o dia da caça talvez!
Meu corpo estremeceu, os instintos eram fortes e o meu desejo avassalador. 
Era um jogo de astúcia, de esperteza e espreita. Um jogo da fera acuada, não querendo ser pega e ao mesmo tempo faminta, pronta para dar o bote e atirar-se a devora. O jogo de um caçador astuto e suas artimanhas, para dominar a fera e exibi-la como troféu.
A fera esperta usava da sua destreza para não sucumbir, queria de qualquer maneira colocar suas garras no caçador, mas este com sua experiência a acuava e finalmente ela tombou em seus braços.
A fera lutou, mas se entregou, ao gosto do beijo macio, com calor e com todo o seu ardor.
Ao toque das mãos do seu caçador, ela deixou-se abater por seu cio. Toques leves e preciso percorreram seu corpo. A fera de antes, foi  transformada em mulher dengosa, por mãos trêmulas e fortes, deliciosas e prazerosas do caçador, que tornou-se amante.
O calores dos seus corpos em instantes tornaram-se únicos, entre eles explodiu a paixão e o desejo de fêmea e de macho.
Vingou nos seus corpos uma fome de amor e a necessidade se fez, a necessidade de possuir e de ser possuída, de dominar e ser dominada, de amar e de ser amada.
Viu-se então um duelo de lábios e línguas, que tudo molhavam por onde passavam. Uma mistura de bocas e sexos, mel e saliva, gostos e cheiros. Ouviu-se sussurros e palavras suaves, frases ousadas, gemidos que externavam as sensações e gritos que demonstravam o prazer. E, o momento chegou, o minuto sensual da invasão. Dois sexos unidos, um deles entrando e o outro envolvendo, os dois se molhando e se lambuzando, fundidos em um só. Devagar, com cuidado, para dentro e para fora. A umidade escorre e a rigidez invade. As pernas em laço, quadris num compasso e ritmo de amor. A pele com a pele, os seios no peito, as bocas e as línguas, beijos, sugadas e lambidas. Os corpos incendeiam, aceleram-se os ritmos, o ardor da constância, o sensual na cadência. Vontade, desejos, sensações, sentimentos.
O fogo que queima e  a explosão de prazer.
A fera desperta e urra, o caçador grita a vitória.
O calor abrasante, a seiva escorre, ele despeja, jorra e ela recebe!
O orgasmo, o clímax!
Acordei novamente, suada e molhada, tonta para dizer a verdade e muito cansada.
Confusa e incrédula, procurei por alguém ao meu lado. Só então me dei conta, que havia sonhado, mas eu gozei e... como eu gozei!
Que loucura!

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Tributo à vagina molhada

por H. Thiesen 

Vem depressa
Abusar do meu corpo
Ganhar meus carinhos
Inflamar comigo
Nessa...

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Ser puta é uma arte!

por H. Thiesen 

Ser puta não é uma forma de vida depreciativa, é um dom! Nenhuma mulher é puta por acaso. Não! Definitivamente, se nasce puta ou se torna puta, a questão principal é, conceitualmente falando, ser apenas uma puta ou uma puta com todas as letras! Afinal, pensando bem, puta pode ser de tudo um pouco, prostituta, piranha, vadia, cadela, messalina, menina má, mulher liberada, profissional do sexo... opa, profissional do sexo? Nem tanto assim, porque algumas amadoras do sexo, conseguem superá-las de forma totalmente convincente e competente.
Puta existe desde o...

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Malícia

por H. Thiesen 

Te entrego meu corpo
Me abandono à lascívia

E aos pecados da carne
À gula, à luxúria e cobiça

Torno-me então impudica
Dispo-me de toda vergonha

Revelo meus desejos
Deixo vir à tona a minha verdade

Na minha desavergonhada nudez
Deixo à vista os meus segredos

Sou como uma iguaria quente
Para ser comida aos poucos

Sou como um vinho forte
Que enebria com sua volúpia

Sou como a água represada
Pronta à desaguar torrentes

E molhar teu corpo
Com toda a minha malícia!



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Pronta para o abate!

por H. Thiesen 

Quase sempre sou discreta e falo por entre-linhas, não gosto da linguagem aberta para falar de sexo e tesão, mas hoje é diferente e faço uma exceção. Estou com fogo, num completo tesão e não vou medir as palavras, chega de poética e metáforas, eu te quero agora, daquele jeito despudorado.
Hoje eu te quero e quero te dar,  do meu jeito puta de ser!
Vem, te quero na minha boca, invadindo-a com tua língua e chupando a minha, quero um beijo molhado, ardente e bem linguado. Me dá teu abraço, junta o meu corpo e esfrega no teu, enfia a tua coxa no meio das minhas pernas e com ela me ergue, pressionando-a contra a minha buceta, por que na tua coxa eu rebolo, roço e...

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Dedos




por H. Thiesen 

Os dedos exploram
A pele à mostra
Acariciando a carne
Por inteira exposta
Tateiam os dedos
Safados e atrevidos
Se ocupam dos seios
E bicosos entumescidos
Dedos que descem
Rumo aos anseios
E que levam prazer
Sem pudor e receios
Na ponta dos dedos
Vai o entusiasmo
Sensações entornadas
Em deleite e orgasmo
O orgasmo é um vicio
Que brota no adêma
O centro fogoso
Do corpo da fêmea!




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Amor de pica não envelhece!

por H. Thiesen 

Amélie deitou-se na cama e fechou os olhos. O sol ainda entrava pela janela, mas a noite estava quase chegando. A tarde fora quente e abafada, alguns minutos atrás, elas tomara um banho.  Chegara cansada da rua. No ônibus lotado, um homem se encostara a ela e a prensara contra o encosto de um dos assentos, de modo que ela sentira o pênis ereto seviciando-lhe a bunda. Manteve-se calma e calada, sabia que não adiantava falar, ninguém faria algo e no máximo ele se afastaria um pouco e logo depois voltaria a carga. Outro dia, mesmo sentada no ônibus, um homem vestindo um casaco comprido parara ao seu lado e com a mão escondida no bolso, bolinara seu seio. Ela estava acostumada a essas situações, nas primeiras vezes se incomodava, mas depois conformou-se, com o tempo passou a se excitar e chegar na sua casa explodindo de tesão. 
Naquele dia não foi diferente, depois do banho deitara-se na cama excitada e de olhos fechados tentava se apaziguar, mas o desejo era forte e ela começava a suar.
Por breve instante conseguiu dormir, mas logo acordou-se incomodada com o calor. Tomou consciência que estava nua, sua pele molhada escorria e molhava o lençol. Irritou-se, queria dormir mais um pouco, mas o abafamento do quarto não deixava. Virou-se de um lado para o outro, o suor que escorria deixava sua pele gelada e as coxas molhadas se esfregavam uma à outra. Em pouco tempo estava ofegante, segurando os seios nas mãos e apertando os mamilos entre os dedos.
Ela não mais suportava, seu desejo aumenta e o tesão incendiara de vez o seu corpo.
Lembrou-se do antigo namorado, o qual a havia desvirginado e como não lembrar também, do membro entrando e da dor que sentiu. Suas carnes suas escorregavam pelas suas mãos, que desesperadamente, acariciavam ao longo do seu corpo, Iam-se quase seis meses que ela transara com alguém, a sua necessidade por sexo, aquela altura era urgente. Depois que ele se fora, transou com outros caras, mas nunca sentiu a mesma volúpia e queria encontrá-lo outra vez, maldizia o dia que terminara com ele.
Ela sentia falta dele e sua vagina ardia e os dedos de Amélie o substituíram. De repente sentiu um dos dedos mais atrevidos, que passara do ponto de onde ela queria, atravessando o desfiladeiro de carne, introduziu-se no túnel úmido e logo depois introduziu-se mais um. 
Amélie suspirou e arrepiou-se, excitada como estava, seviciou-se com os dedos. Ela queria acalmar o tesão, mas não lhe bastavam os dedos, queria transar com urgencia. Não suportava mais a vontade de fazer amor. Ela queria mesmo, fazer sexo, ser penetrada e fodida por ele. Queria de novo segurar o seu membro, sentir duro nas mãos e leva-lo à boca e depois senti-lo invadir entre as suas pernas. 
Amélie queria trepar com o ex-namorado e amparada nos seus braços forte, deixar-se comer. Queria beija-lo de novo enquanto sentia dentro dela o entrar e sair.
Amélie se viu entre os espasmos, seus dedos molharam com o seu gozo, molhara o lençol com o líquido precioso, e as ondas de orgasmos, ainda atravessavam seu corpo. Ela nunca atingira sozinha um orgasmo assim, que somente alcançara com ele.
Amélie pulou da cama numa só vez, vestiu qualquer roupa e saiu. Na noite escura, sinalizou para o táxi e foi ao encontro do ex, ainda cheirando a sexo, suor e gozo.
Amélie o queria de volta, nem sabe se por amor ou por sexo, mas em todo caso...
- Amor de pica é o que fica, nunca envelhece e a gente nunca esquece!

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Loucura





por H. Thiesen

Deixe a tua língua
Aprofundar-me as entranhas
Faça-me gemer
Gritar como louca
Para que nessa loucura
Eu brinde meu gozo
Na tua boca!






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Escaldante



por H. Thiesen

Essa boca felina
que me prova no meio das pernas
e me faz ofegante
Esse olhar atrevido
que me fita no fundo dos olhos
dizendo que quer me comer
Me fazem engolir seco
incendiar totalmente
e querer ser possuída
para gozar como louca!





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Dar é bom, é bom demais!

por H. Thiesen

Dar é a coisa melhor que já inventaram, é vida, é amor, é paixão, é aventura, é brincadeira.
Existe algo melhor do que brincar um pouquinho? Claro que dar, é uma brincadeira deliciosa! Dar é sempre bom, de um jeito despreocupado, somente por prazer ou para o complemento de um amor que sentimos e até mesmo, por causa de uma paixão avassaladora.
Dar é muito bom, tanto que tem gente que faz a "meia":
- Eu te dou e depois você me dá!
Mas dar, pode ser traiçoeiro:
- Quem disse que depois eu iria te dar?
Dar é bom demais e se não der para dar, dá para quebrar o galho, com uma linguinha, um velcro, uma briga de aranha!
Dar é tão bom, que nas horas de aperto, a gente dá para nós mesmos, descasca um bem-te-vi, esfrega uma perereca, ou pede ajuda para os "universitários" de silicone e outros similares!
Dar é como viver uma aventura, nunca se sabe o que vai dar, as vezes dá atrás, outras vezes dá na frente.  Dar pode ser perigoso, pode chegar o...

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O Dentista: Uma nova consulta!

por H. Thiesen

Fazia anos que nos conhecíamos, a muito tempo ele era o meu dentista. Nos víamos de vez em quando, sempre durante as consultas, as vezes nos telefonávamos, coisas comuns, nenhum assunto específico. Tivemos uma aventura, mas não passou disso.
Ele quarentão, cabelo grisalho, olhos verdes brilhantes, alto, porte normal, nem atlético e nem passando do limite,lindo para os meus conceitos de beleza, sensual, mas tinha um problema, que muito tempo depois descobri, ele era casado.
Eu tinha vinte e pouco anos, com as preocupações de alguém da minha idade, faculdade, amigos, trabalho, não tinha muita responsabilidade, fazia o que vinha na minha cabeça, mas já morava sozinha e era dona da minha vida.
Eu sempre tive fantasias com ele, desde a primeira vez que fui ao consultório, acho que era ele o meu principal objetivo e os dentes ficavam em segundo plano. Todas as vezes que eu ia ao consultório, pensava em planos mirabolantes para seduzi-lo, mas sempre perdia a coragem e ia embora sem realizar minhas fantasias. Até que um dia, depois de uma consulta, convidei-o para ir a minha casa e tivemos uma noite maravilhosa.
Depois de ter beijado aquela boca carnuda e mergulhado naquele corpo delicioso, minhas fantasias afloraram mais ainda e elas se resumiam na possibilidade de fazer amor com ele, na cadeira de dentista. Eu ficava arrepiada e muito excitada somente em pensar.
Tomei coragem e marquei uma consulta. Quando entrei no consultório, depois de aguardar na sala de espera, vi seus olhos brilharem. Enquanto examinava os meus dentes, ele falava sobre nós, sobre o que havia acontecido e que gostaria de repetir. 
As minhas mãos suaram, um frio passou pela minha espinha e meu coração disparou. Ele pediu desculpas por ter falado daquela forma, perguntou se eu tinha me ofendido e se ele poderia sonhar com um novo momento entre nós.
Respondi que ele não havia me ofendido e que era o meu desejo também, mas queria que o momento fosse naquela hora, naquela cadeira.
Creio que ele não esperava por uma resposta tão urgente e ficou atônito, simplesmente parado a minha frente. A surpresa e o silêncio dele me excitaram,  fiquei louca de desejo, doida para que ele se jogasse sobre mim, me pegasse com força e me engolisse inteira. 
Diante da sua inércia, eu tomei a iniciativa, puxei-o pelo jaleco e o trouxe para mais perto, oferecendo a minha boca para ele beijar. Ele me olhou, segurou a minha mão, tirou-a do jaleco, levantou-se, foi até a porta do consultório e a chaveou.
Voltando para mim, jogou-se sobre meu corpo, beijou-me, subiu o meu vestido, arrancou a minha calcinha e fez sexo oral em mim. Depois baixou as suas calças e me penetrou, Foi um sexo rápido, a posição na cadeira não é muito confortável, mas muito satisfatório. Mesmo assim, tive um orgasmo maravilhoso.
Limpei-me com um guardanapo odontológico de papel, juntei a minha calcinha no chão, peguei a bolsa e fui até o banheiro do consultório. Fiz uma higiene um pouco melhor, coloquei a minha calcinha reserva e guardei a calcinha rasgada na bolsa, depois saí. Ele já havia se recomposto, beijei-o e acariciei seu rosto. Ele me acompanhou até a porta e abriu-a.
Na sala de espera, já haviam outras pessoas aguardando, a secretária sorriu para mim, eu correspondi do mesmo jeito e fui embora.
Alguns meses mais tarde, encontrei a secretária em uma festa. Ela veio ao meu encontro, conversamos um pouco e antes de ir me perguntou:
- O Doutor é bom de cama?
- Como assim?
- Não se preocupe, eu sei! Por que ele chavearia a porta do consultório?
- Bem...
- Esquece Helena, você não foi a primeira e nem a última!
Fiquei parada olhando para ela e pensei:
- Filha da puta, toda aquela vergonha e ética era só encenação!

LEIA TAMBÉM:
O DENTISTA: PRIMEIRA CONSULTA

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Objeto de prazer!

por H. Thiesen

Preste muita atenção, quando nos encontrarmos novamente, quero que nos amemos e nos entreguemos de corpo e alma. Com certeza, quero romper os teus preconceitos e por à terra todos os teus mitos. Vou quebrar a tua indiferença e abalar as tuas crenças, domar o teu orgulho e satisfazer as tuas vontades, mesmo que seja preciso tornar-me uma fera, bater na tua cara e te deixar muito louco, abafando a tua boca com todos os meus beijos. Vou te seduzir e apenas em um mergulho sobre as tuas carnes, me apossar do teu corpo e te fazer meu consumo.
Te quero nu, totalmente ao meu dispor, para somente te amar e de ti receber o meu prazer. Quero ouvir teus pedidos implorando por mais, rogando pelo meu corpo e suplicando pelo meu sexo sedento. 
Quero trocar meu fluidos, meu mel por tua saliva e depois dessa mistura, quando eu estiver satisfeita, quero receber na boca a tua virilidade, quente e desejosa, pelas caricias ousadas da minha língua. Te quero no fundo da minha garganta e meus dentes te arranhando na glande macia e vermelha.
Quero te tirar do marasmo, te dar todos os prazeres, usando meus orifícios, todos eles sem exceção. Na boca para te provar, no meio das pernas para te amar e pela parte de trás te dar o meu segredo.
Quero assumir os riscos, de sexo sem limite e juízo, mesmo que eu faço um estrago e te leve ao cansaço, depois de muitos orgasmos.
Preste muita atenção, se me quiser será assim: 
Quem manda sou eu! No teu corpo e no meu! 
Para mim você é apenas um objeto, de prazer e de muito sexo!

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Eu gosto de pegada!

por H. Thiesen

Eu gosto de pegada,
algo um pouco mais forte,
um puxão de cabelo,
uns tapas,
mordidas e arranhões.
Para falar a verdade,
eu gosto de ser muito bem comida,
por quem faz com vontade.
Gosto do sabor,
do cheiro
e do suor dessa hora!
Isso me excita,
me deixa em ponto de bala,
qual um vulcão em atividade,
esperando o momento da erupção!
Gosto de sexo pegado
de sexo bem feito
de todos os jeitos
Gosto sim, de ser fodida!
Se eu gozo?
Ah! Como eu gozo!

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Meu último reduto!

por H. Thiesen

Há algum tempo você conversava comigo, argumentava e tentava me convencer para por em prática teus desejos de me possuir por trás. Eu tinha medo da dor que poderia sentir e muitas vezes recusei a proposta. Você com delicadeza sempre me compreendeu e nunca tentou realizar o teu sonho, sem a minha concordância. Confesso, as vezes eu ficava receosa de fazer amor contigo na posição de cachorrinho ou deitada de costas para você. Meu medo era que você forçasse a entrada e me subjugasse. Nesse caso, ninguém mais do que você, saberia que a nossa relação teria terminado. Eu sempre tive curiosidade por coisas novas, para experimentar novos prazeres, mas este tipo de sexo me apavorava, pelo simples fato da dor, ainda assim eu desejava e aos poucos me preparava para este momento. Eu me negava, mas sempre te pedi paciência e que com ela você teria o teu desejo realizado.
Naquela noite eu te esperei de uma forma diferente, durante a semana eu havia pensado muito e resolvido que estava na hora e deveria deixar minha curiosidade sobrepujar o medo e entregar-me ao prazer. Eu, havia conversado com minhas amigas sobre o assunto e a grande maioria haviam confessado que gostavam e que a dor na primeira vez não é algo tão grandioso assim, mas o prazer sentido é capaz de anulá-la.
Refleti durante a tarde daquele dia, lembrei dos meus tempos de menina, das minhas primeiras vezes, a masturbação e o primeiro orgasmo, lembrei dos tempos da adolescência e do dia em que aniquilei sozinha o meu hímen, pelo meu pensamento passou os momentos que venci a vergonha, fiquei nua e pela primeira vez abri as pernas para ser penetrada por um garoto e depois disso, a vez primeira que senti uma glande lisa em minha boca e o gosto do sêmen na minha boca e lembrei da minha primeira relação com uma garota, minha doce Clarice e outros tantos tabus e dificuldade que eu ultrapassei, para de uma forma ou outra experimentar ou descobrir fontes de prazer. Não seria uma dor única e derradeira que me furtaria a vontade de sentir algo que me fizesse feliz.
Você chegou, eu já estava excitada com os pensamentos, joguei-me em seus braços e te beijei, sem demora já estávamos nus e em minha cama, fizemos sexo, daqueles que não se mede tempo e nem espaço, louco e voraz. Naquela noite eu era uma fêmea excitada e ciosa, sedenta por um membro rijo dentro de mim, varando minhas entranhas, entrando e saindo de mim. Eu não queria amor, eu queria sexo selvagem e mundano. O meu gozo veio rápido, um orgasmo intenso e voraz que deixou minhas marcas em tuas costas. Te afastei de mim e me virei de costas e postada de quatro,  te impedi que entrasse em minha vagina. Peguei o gel lubrificante que eu havia guardado sob o travesseiro e por entre as pernas lubrifiquei meu ânus e finalmente te pedi:
- Vem, é teu o que você sempre quis de mim!
Você surpreso perguntou-me se era o que eu queria:
- Quero, com cuidado e carinho, ele é teu!
Você me agarrou pela cintura, teu pênis tomou o caminho do meio das minhas nádegas, senti tua potência força a entrada das minha entranhas e um pouquinho de você dentro de mim. À primeira tentativa frustrada, seguiu-se a segunda e meu ânus cedeu, tua glande entrou e uma dor misturada com prazer tomou conta de mim.
Gritei de dor, mas sentindo um prazer imenso!
Você se assustou e parou! Pedi para que continuasse e não se importasse se gritasse novamente. Novamente senti o teu membro forçando e abrindo caminho, a dor era intensa, mas o prazer a tornava deliciosa. Mordi o travesseiro, apertei o colchão com as mãos e finalmente você entrou completamente em mim. Alcancei tuas nádegas com uma de minhas mãos e te segurei. Você entendeu, eu queria que você ficasse parado, até que eu me acostumasse um pouco. A dor diminuiu e deu lugar a uma ardência, enquanto eu te sentia duro e quente dentro de mim. Comecei a movimentar meus quadris e te soltei. Os nosso movimentos se sincronizaram e pouco depois o desconforto já havia se afastado de mim e deu ao lugar ao prazer. Os vai-e-vens se aceleraram, nossos gemidos se misturaram no quarto. O tesão tomou conta de nós. Você me possuía e eu me masturbava, juntos chegamos outra vez ao orgasmo. Teu leite jorrou quente dentro de mim e explodi de uma forma como nunca houvera alcançado! Foi assim, que você tomou posse do último reduto inexplorado em mim!

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O Banho

por H. Thiesen 

A tarde estava quente, abafada, acordei de repente, o corpo suado, os lençóis molhados. Sou assim, no verão quando durmo suo muito e encharco a roupa de cama. Meu primeiro pensamento foi tomar um banho demorado e relaxante. Não havia ninguém mais em casa, eu estava sozinha, tinha todo o tempo do mundo. Levantei, fui ao banheiro, abri o registro da água e deixei que ela ficasse enchendo a banheira e enquanto isso, sentei-me na borda e fiquei mexendo na água, pensando na vida. Entrei-e e deixei que a água me cobrisse aos poucos. Peguei o sabonete de ervas e com ele acariciei minha pele. Começando pelo rosto, descendo ao pescoço, pela barriga, as pernas e os pés, deixando por onde ele passava uma fina camada de espuma. Os meus movimentos e o movimento da água aumentaram a espuma e ela cobriu o meu corpo dentro da banheira. Continuei o meu ritual, passando minhas mãos em meu corpo, deliciando-me com o meu próprio toque, com o cheiro de ervas e brincando um pouco.
Confesso, tomar banho assim me excita e não consigo evitar a masturbação. A espuma na pele, a água quente, a pele lisa e lubrificada pelo sabonete, os bicos dos seios entumescidos e as minhas mãos passando por todas as curvas do meu corpo, são verdadeiros convites.
Meus seios são os primeiros a ganharem carinhos, seguro-os, apalpo-os, acaricio e aperto os mamilos, depois circulo-os com a ponta do dedo.
Fico mais excitada, um frio sobe-me pela espinha, minha pele arrepia, trazendo um contraste com a água morna. Sinto meu corpo fremindo em cada um dos meus toques, abraço-me e aperto meios seios entre os braços, minhas mãos introduzem-se entre as pernas. Não me aguento, meu tesão é intenso, aguarro com força a pele das minhas pernas, minhas unhas ferem a parte interna das minhas coxas, a palma das mãos pressionam meu púbis e alcançam a minha flor secreta.
Acaricio-me, exploro com os dedos os lábios, o clitóris. Um calor sobe pelo meu corpo. Quero mais! Invado-me com um dedo, faço movimentos frenéticos. Ainda não estou satisfeita, deixo mais um dedinho me invadir. O desejo é enorme, o prazer indescritível. Fricciono-me com as mãos. Sinto um misto de dor e prazer, de calor e de frio.
Abro as pernas, alcanço meu ânus e dou-lhe carinhos, primeiro ao redor, depois permito-me invadi-lo.
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Torno-me ofegante, meu coração dispara, minhas mãos não param. Uma toma conta da minha flor escondida, a outra passeia em meu corpo. A força é o melhor das carícias, em meus seios, em meu ventre, na minha vagina, que lateja e pede de novo por outra invasão. Invado-me novamente, com uma violência do tamanho do meu tesão. Meus dedos entram e saem. Meu clitóris recebe  atenção da minha outra mão e dele meus dedos abusam, circundam e dedilham.
O barulho da água me excita, as duchas são como carinhos em meu corpo.Eu mexo e remexo, me torço, contorço, me contraio, me estico. Tudo é tesão, é sensação, é prazer.
Não paro um segundo, perco a noção do tempo e do mundo. Naquele instante é só eu, ninguém mais, somente eu, minhas mãos e meus dedos. A água, a espuma, o barulho, meu corpo, minhas mãos, meus dedos, meu clitóris, são como uma simbiose perfeita e completa do meu tesão.
Não me aguento, eu gemo e grito, estremeço, as unhas eu me cravo, quero mais... reteso-me... falta-me o ar... e paro!
Gozei!

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Se eu quisesse... Você me comeria?

H. Thiesen 

Sempre gostei de me vestir bem e com roupas que valorizam o corpo. Não me preocupo muito com a moda, geralmente faço a minha e prefiro escolher roupas que, apesar da discrição, deixam as curvas em evidência.
Uma das minhas roupas preferida, são os corsets, além de deixarem a cintura menor acaba, eles ressaltam outros atributos, os seios por exemplo, aparentam maiores e alguns são capazes de sumir com qualquer sinal de barriguinha. Geralmente não os compro, mas mando fazer nas minhas medidas. 
Prevendo que eu deveria ir a uma feira de empresas aéreas, para duas semanas após e como todos os eventos desse tipo, sempre há muitas recepções, liguei para o costureiro. Ele foi muito atencioso, perdeu algum tempo no...

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Sob as ondas do mar!

por H. Thiesen 

Foi num dia de verão, eu e ele saboreávamos as ondas do mar, naquele dia pouco agitado, mas frio. Estávamos próximo às rebentações, onde quebram as ondas, eu mal podia tocar os pés na areia e segurava-me nele abraçando-lhe pelo pescoço e ele enlaçava-me pela cintura, hora segurava-me pela cintura, hora segurava-me pela bunda e às vezes, para manter à tona, encaixava a sua perna entra as minhas. Tudo isso, no meio de deliciosas carícias e beijos, aproveitando-nos que no local onde estávamos, não havia ninguém por perto. Subindo e descendo, nos embalando ao sabor das marés, minha pele deslizando na dela, meus seios roçando em seu peito, toques maliciosos e sutis.
Uma onda mais forte cobre a minha baixa estatura, agarro-me à ele e laço com as pernas a sua cintura. Ele segura e me prende a ele, me coloca no colo. Meus seios ficam de frente para ela, ao alcance dos olhos e sua boca gulosa os beija. Ele afasta o biquíni, coloca meus bicos para fora e os suga e lambe, neles provando o gosto de sal. Arrepio, sussurro desejos para ele e o beijo.
Ainda comigo no colo, beijando-o e com as pernas transadas a sua cintura, ele desce a mão, afasta a calcinha, me toca e eu recuso:
- Para!
- Por que?
- Alguém pode ver!
- Não, estamos longe da praia e ninguém por perto!
- Não! Agora não! Quero fazer xixi!
- Então faz!
- Me solta!
- Faz assim!
- Que nojo!
- O mar lava!
- Palhaço!  
Um breve silêncio, ele sorri e eu pergunto:
- O que foi!
- É quentinho
- Safado! Pronto, já fiz!
Ele me pegou pelas nádegas, abriu-as, ajeitou o biquíni para o lado e eu senti a invasão vagarosa, mas firme!
Transamos no embalo das ondas e gozamos, misturando nossos gozos à água salgada do mar!

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Encoxada no trem

por: H. Thiesen

Eu estava indo para o Centro de Porto Alegre, eram oito horas da manhã e o metrô estava completamente lotado, as pessoas se espremiam para embarcar e notei que um garoto, mais ou menos com uns vinte anos, atrás de mim. A cada balanço, a cada curva, eu sentia ele mais próximo. Como sempre eu estava com meu tipo de roupa predileta, sempre muito ousada e mostrem meus contornos, principalmente que deixem a bunda em evidência e ouse no decote. Eu sentia ele cada vez mais próximo, a ponto de sentir a sua respiração em minha nuca, Já havia sacado a sua intenção e resolvi deixar como estava para ver o que acontecia.
Comecei a me excitar com a proximidade e cooperava com a situação ficando em posição a qual ele pudesse se acomodar ao longo do meu corpo. O vagão lotado, nos espremia um contra o outro e o encaixe era obrigatório. Através da minha calça leg de malha branca, eu sentia o volume crescendo em suas calças. Me movimentava devagar e fazia a minha bunda esfregar naquele volume quente. As vezes me empinava e deixava que ele se encaixasse completamente. Ele me apertava cada vez mais, parecia querer me penetrar através da roupa.
Ousei um pouco mais, delicadamente e disfarçadamente para ninguém notar, levei minha mão de encontro ao seu pênis e comecei a acariciá-lo. Ele suspirava em minha nuca e eu o masturbava por cima da roupa. Minha mão passeava pelo seu pênis e por seu saco, eu o apertava com muito tesão e oferecia a minha nuca para que ele sorvesse o meu perfume.
Estava muito quente e eu estava muito excitada. Fui me virando devagar e me ajeitei para que ele pudesse perceber tudo por dentro do meu decote. A bolsa em um dos ombros era segurada pela minha outra mão e a posição dela, cruzando o braço por baixo dos seios, possibilitava que eu os levantasse e os exibisse melhor. O cenário era altamente erótico. Minha mão continuava em seu pênis, ele colado em minhas coxas, seus olhos mergulhavam entre meus seios e a nova posição nos deixavam de rostos completamente colados.
Foram 20 minutos mais ou menos neste esfrega, rala e enrola.
Eu sabia, quando desembarcasse, ele desembarcaria, seria normal. Não é sempre que um homem tem uma oportunidade assim.. Eu desembarcaria na Estação Terminal e tinha certeza que ele faria o mesmo, não me deixaria escapar.
A lotação do trem começou a diminuir, não poderíamos continuar e me afastei um pouco. Ele se ajeitou para que não deixasse aparecer a sua excitação através das suas calças jeans.
Resolvi desembarcar na penúltima estação, ele fez o mesmo. Caminhei ao lado do trem parado e ele sempre ao meu lado. A campainha característica de portas soou, as portas se fechariam e o trem partiria. Parei ao lado de uma das portas, no momento que ela começava a fechar, pulei para dentro. Olhei pelo vidro, ele me olhava, joguei um beijo e dei um tchauzinho!

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Meu grelo tem vida própria!

por H. Thiesen 

Não existe algo com mais sensibilidade num corpo feminino do que o grelo e com o passar dos anos ela muda. Os anos se encarregam de derrubar a aparência, com o tempo perdemos os rostinhos angelicais, se encarregam também de derrubar a bunda e os peitos e como nada é eterno, inclua-se nesta destruição lenta e gradual, a sensibilidade do grelo. Não, não! De maneira nenhuma quero dizer que o grelo perde o tesão, pelo contrário:
-Ele fica mais seletivo e exigente! 
Lembro-me de quando eu era apenas uma garotinha e descobri a felicidade tendo meu...

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Meu Cio

por H. Thiesen

O desejo intenso
Percorre o meu corpo
Estremeço e amoleço
Ao me descobrir a lascívia
Queimo nas entranhas
Sinto calores e também calafrio
Sensações estranhas
Tomam posse de mim
Pensamentos indecentes
Desejo intenso
Sentimentos impuros
Vontade devassa
Os mamilos enturgecem
O meio das pernas umedece
Fico inquieta
Deliro
A libido se exalta
Inunda meu ser
Eu me toco
Os seios e entre as coxas
Meus dedos vasculham
A gruta, o clitóris
Encharco e lambuzo
Nos dedos me provo
Minutos de transe
O corpo se agita
Me torço, retorço, contorço
Um transe me abate
Reteso
Estremeço
O êxtase e o gozo
Tomam o meu corpo
E eu quase morro
Satisfeita
Respiro e relaxo
O orgasmo é um júbilo!

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Uma Novata Surpreendente

por H. Thiesen

Atravessei a porta discretamente e tomei o rumo da escada, para ir ao escritório do departamento de contabilidade. Encontrei-a  no corredor, vindo na minha direção. Magra, tudo no lugar, um pouco mais alta do que eu, sobre um salto que a deixava exuberante. Ainda não a tinha visto, era uma novata, a pouco admitida na empresa. Olhei-a e acompanhei com os olhos o seu deslizar sobre o salto. Ela continuou vindo, perto de mim, sorriu, baixou os olhos e continuou o seu caminho.
Retomei o meu rumo, fui à contabilidade, entreguei o relatório e retornei ao meu escritório. Quando passei em frente a porta do marketing, resolvi entrar, estava curiosa com a novata. Parei sob a porta, procurei-a com o olhar e encontrei-a na mesa do canto. Fiquei ali, estática olhando para ela. Reparando o seu jeito, o modo de se vestir, o seu charme e a sua exuberância. Um terninho twig, blusa branca, cabelos negros caídos aos ombros, batom discreto, maquiagem em tons claros. Ela não tinha nada de especial, mas sabia se impor e isso é o mais importante para qualquer mulher. Ela me notou, olhou para mim, sorriu amareladamente, baixou os olhos e continuou o que estava fazendo. Quase perdi o fôlego, respirei fundo, dei às costas e fui para a minha sala.
O telefone tocou, era a secretária do diretor me chamando para uma reunião. Sai ligeiro pela porta, entrei pelo corredor, passando em frente à porta da minha curiosidade, diminuí o passo e olhei tentando enxergá-la, a mesa estava vazia, nem sinal dela.
Cheguei à diretoria, bati levemente na porta e entrei. Lá estava ela, sentada na poltrona e sentei na outra, ficando de frente para ela e para o diretor. Ele me cumprimentou, como sempre amável, apresentou-me a ela e, iniciou a reunião lendo um dos relatórios de publicidade. Pediu-nos para discutir a respeito dos resultados. Ele me olhava, sorria e seguidamente a encarava. Resolvi provocar, cruzei as pernas e fingindo descuido, deixei a calcinha minúscula aparecendo. Deu certo, ele continuava a encarando, mas quando me olhava, não resistia e baixava os olhos, diretamente para o alvo. Ela não esboçou nenhuma reação e deduzi que minha estratégia havia colado. A novata somente falava algo quando solicitada, as vezes me olhava e sorria.
A secretária entrou, falou com o diretor, ele levantou, pediu para que continuássemos, pois se ausentaria por alguns instantes. Decidi ficar na mesma posição, para disfarçar e não dar na vista que eu o estava provocando. Ficamos caladas por alguns minutos e então ela falou:
- Posso te dizer uma coisa?
- Pode!
- Linda calcinha!
Cacete - pensei - ela notou!
- Obrigada - respondi!
E de surpresa, ela deixou-me sem resposta:
- Quem vai tirá-la mais tarde? Eu ou o diretor?
Para deixar claro, eu nunca me relacionei com superiores hierárquicos! Presumivelmente, quanto à subordinadas...
Mas isso é uma outra história!

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