Um casal à beira do menáge!

por Lena Lopez 

- Beto?
- O quê?
- Já ouviu falar de menage?
- Já!
- E o que você acha disso?
- É putaria!
- Ah tá!
- Por que perguntou?
- É que a Lili e o namorado fazem!
- Que puta! E eu pensando que ela era santinha!
- Olha aqui, a minha amiga não é puta!
- Claro que é, dá pra outro e o namorado é corno manso!
- Seu ignorante!
- Ignorante não, eu tenho princípios!
- Tem porra nenhuma!
- Claro que tenho!
- Quais?
- Bem...
- Viu? Não tem!
- Tenho, mas não sei explicar!
- Sei!
- E você, por que essa conversa?
- Lembra do Tonho?
- Lembro!
- Então eu estive pensando...
- Não, não e não!
- Não... O quê?
- Não, você trepando com outro não!
- Eu não disse isso?
- Ah bom!
- Sabe a namorada dele?
- Sei.
- Pois é, ela me perguntou se eu já fiz?
- Aquela vagabunda!
- Vagabunda?
- Claro e ele também é corno!
- Por quê?
- Tá querendo te convidar pra trepar com eles?
- Não é nada disso!
- Então é o que?
- Conversando com ela, surgiu a idéia!
- Que idéia?
- Ora, sexo! Eu, você e ela!
- Eu, você e a Beth, aquela gostosa?
- Beto, você acha ela gostosa?
- Bem, quis dizer bonita?
- Não enrola, você disse gostosa!
- Foi força de expressão!
- Faz de conta que eu acredito! Então é não... Né?
- Bem, a gente pode conversar sobre o assunto!
- Peraí...
- Peraí, o que?
- Você disse que é putaria?
- Eu não disse isso!
- Disse sim, com todas as letras!
- Vamos mudar de assunto!
- Não senhor! Vai me explicar!
- Explicar o que?
- Você disse que não queria me ver trepando com outro!
- Claro que não, eu não sou corno!
- Se eu não posso, como é que você pode comer a mulher dos outros?
- Eu?
- Sim, você!
- Que mulher?
- A Beth...
- Eu não comi a Beth!
- Sim, mas quando soube que ela queria, você ficou entusiasmado!
- Eu... Entusiasmado? Com aquela piranha?
- Beto, você chamou ela de gostosa!
- Isso não vem ao caso e não muda nada, continua piranha?
- Machista!
- Sou e com orgulho!
- Beto, quer saber... Fui!
- Vai aonde?
- Encontrar a Beth?
- Não acredito no que estou ouvindo!
- Pode acreditar!
- Vai... Vai lá, aquela piranha ainda vai aprontar pra você!
- Tenho certeza disso! Vai aprontar direitinho!
- O queeeeeeeeeeeee? Depois não vem chorando...
- Claro que não! Ela disse que se você não quisesse, poderia ser só nós duas!
- Agora você virou lésbica também?
- Pensa o que você quiser!
- Grande bosta, colar velcro!
- Grosso!
- Sou bem grosso e você adora!
- Grosso e meia-boca... Mas, pelo menos eu tenho certeza que ela não brocha!
- Eu não brocho!
- Brocha sim... Broooooooooocha!
- Então prova!
- Todo dia, você dá uma rapidinha, vira pro canto, dorme e eu tenho que me virar sozinha! Fui!

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Insaciável, incontrolável, ninfomaníaca!

por H. Thiesen 

Iniciou-se no sexo como todas as demais, sozinha, na solidão do seu quarto ou na intimidade do banho, se masturbando. Nas primeiras vezes que se tocou, sentia enorme prazer e logo gozava. Com o tempo, buscou algumas variações, do simples toque externo, passou a invadir-se com os dedos e seus gozos tornavam-se cada vez mais deliciosos, por essa razão, avançava cada vez mais e fazia descobertas em si própria. Sentia uma enorme atração para masturbar-se e fazia-o duas, três, quatro vezes por dia, à procura de novas...

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Gaúcha no Cio

por H. Thiesen 

Minhas mãos sobre teu peito,
Como uma amazona agarrada ao pelo.
Seguro-me nos teus cabelos,
Como amparada à crina.
No meu galope te exijo tudo...


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A Primeira Vez de Maria Rita

por H. Thiesen 

Ela nunca havia pensado na possibilidade de sexo com outra garota. Aliás, sobre sexo, ela sabia muito pouco. Maria Rita era simples, criada com todo carinho e temente, nunca lhe falaram desse e quando falavam, diziam que era pecaminoso. Porém como toda menina curiosa, sem escapar à regra, de que o proibido que é o gostoso,  no máximo teve algo próximo à sexo, uns amassos com alguns garotos, uma mão mais ousada aqui e ali, bolinagem nos seios. Tudo escondido, algumas vezes atrás da escola, em outras no cinema, em uma das vezes foi numa pracinha atrás de uns arbustos. Na maioria das vezes eram apenas beijinhos e abraços bem apertados, mas teve uma vez que pegou no pênis de um deles e correu até em casa para lavar a mão e a lavou com sabão, a semana inteira, com medo de...

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Usa, abusa e me lambuza!

por H. Thiesen 

Toma-me em teus braços
Usando a tua força
Agarra-me e aperta-me
Com tuas mãos sedentas
Joga-me contra a parede
Arranca as minhas roupas
Me beija com fervor
Mostra-me as tuas ânsias
Chama-me de puta
De cadela ou vadia
Joga-me na cama
E faz amor comigo
Com toda a tua fúria
Quero a tua paixão
De forma desvairada
Para me levar ao delírio
Pois de desejo sou movida
Quero beijos ardentes
E mordidas dos teus dentes
Caricias violentas
A minha pele ferindo
Explora o meu corpo
Com boca, mãos e dedos
Deixa-me marcada
Segura-me pelos braços
Puxa-me para perto
Me dá esse tesão
Que eu quero sentir
Beija a minha boca
Procura a minha língua
Abusa dos meus seios
Deixa-os molhados
Não quero o meu amor
Nem mesmo o meu homem
Quero dessa vez
Um macho à desforra
Lambe a minha flor
Qual lobo faminto
Leva-me ao deleite
Extrai de mim o grito
Ponha-me de quatro
Invade-me a gruta
Puxa os meus cabelos
Faça-os de rédeas
Usa-me e abusa-me
Coma-me com vontade
Dá-me o prazer
E o gozo que eu quero
Retira-se de mim
Ponha-me ajoelhada
Soca em minha boca
Goza no meu corpo
Deixa-me lambuzada!

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A Diretora da Empresa

por H. Thiesen

Cheguei no empresa bem cedo, havia muito trabalho para aquela sexta-feira e a pouco eu tinha sido promovida. Aceitei a promoção, por que estava cansada da vida de comissária e dos vôos intermináveis, os bastidores das tripulações e de ficar com os pés acima da cabeça das outras pessoas, para me tornar instrutora, ou seja, eu resolvi colocar os pés no chão literalmente.  
A diretora do departamento era uma mulher linda, séria e de poucas palavras, creio que me via como uma ex-comissária de bordo e eu também não gostava muito dela. Achava-a ranzinza demais para o cargo, afinal, nós trabalhávamos diretamente com pessoas, que vinham dos cursos ou de outras empresas e passavam por nós para um período de adaptação, com o tempo as coisas mudaram um pouco, ela começou a ser mais simpática e a falar mais comigo, não só coisas de trabalho. Talvez o gelo tinha se quebrado entre nós.
Certo dia eu estava na copa tomando um café, quando ela entrou e veio falar comigo, diferente das outras vezes, notei certa insinuação, mas achei que era coisa da minha cabeça, aquele gelo inicial, não era coisa de uma mulher que se interessa por outras, a não ser que estivesse disfarçando ou que quisesse manter-se longe de comentários corriqueiros. Alguns dias depois, ela me convidou para sair, depois do expediente e tomar alguma coisa. Fiquei um pouco indecisa, mas aceitei o convite. 
Ao contrário do que pensei, não fomos a nenhum bar ou Área de alimentação de algum shopping, como de costume, íamos, eu e algumas colegas de trabalho. Ela me levou diretamente para a casa dela.
Entramos na casa e fiquei na sala, enquanto ela foia à cozinha e trouxe uma cerveja, bebemos algumas e conversamos um pouco, algum tempo depois ela logou o aparelho de CD. Logo depois ela me deixou sozinha e quando voltou, havia tomado um banho e vestia apenas um robe branco. Sentou-se ao meu lado e olhou-me e me disse:
- Eu te acho muito bonita!
Sorri para ela e agradeci o elogio. Apesar de já desconfiar das suas intenções, fiz um ar de desentendida e achei que a hora estava propícia para um joguinho de sedução. Claro, ela não desconfiava que eu já tinha transado inúmeras vezes com outras mulheres, preferi deixá-la acreditar que estava me seduzindo.
Ela era uma mulher de 48 anos, casada e tinha dois filhos, mas extremamente sensual, na empresa nunca havia demonstrado seu interesse por mulheres. Nas festas e recepções da empresa, sempre se apresentou como uma mulher distinta, as vezes se fazia acompanhada pelo marido, outras com um ou outro filho e tinha um olhar possessivo, de mulher mandona e se fazia parecer que estava acima das outras pessoas, pela importância do cargo que ocupava, porém tratava a todos com muito respeito e com a atenção devida. Desde o dia que conversamos na copa, passei a observa-la mais de perto e me interessar mais por ela, pois ela uma mulher que realmente chamava a atenção, por seu porte, sua maneira de agir e seu corpo exuberante, se impondo naturalmente.
Aproveitando-me do momento e me fazendo de sonsa, perguntei-:
- Maggie, não entendi por que me trouxe aqui? Esperava ir a algum bar...
Sem me deixar terminar, ela respondeu:
- Helena, entre duas mulheres, as relações não precisam ser apenas profissionais ou amizade!
Avaliei o clima que estava se fazendo entre nós e sem muitas delongas, respondi-lhe:
- E o que você está esperando?
Ela olhou firme dentro dos meus olhos, mas seu olhar demostrava estar repleto de tesão.
- Não estou esperando. Eu costumo não ter intimidades com as pessoas que trabalho, mas você me perturbou, desde que chegou ao departamento, tentei não ceder às minhas fantasias, sei que fui muito áspera com você de início, por que eu queria negar os meus desejos, mas se tornou impossível, por isso te fiz o convite e a trouxe para cá, como podes ver, estamos somente nós duas aqui! Agora você sabe, o que eu quero, a decisão está em tuas mãos, seja ela qual for, nossas relações profissionais continuarão iguais, sou consciente e sei separar muito bem as coisas.
- Maggie, tenho 29 anos, não é a primeira vez que uma mulher se interessa por mim, não sei até que ponto você sabe sobre mim, mas a verdade é que eu não escondo as minhas preferências e escolhas. Todos os nossos colegas sabem que já me relacionei com mulheres, talvez por tua posição, isso não tenha chegado aos teus ouvidos. O que acontecer ficará entre nós!
A esta altura, eu já estava fantasiando e querendo demais aquela mulher. Aproximei-me, acariciei seu rosto e a beijei, ela correspondeu loucamente. Sem deixar de beijá-la, ajudei-a a livrar-se do robe, deixando-a completamente nua e disponível aos meus carinhos. Minhas mãos passearam por sua pele macia e pelo seu corpo. Aos poucos fui me livrando das roupas, o lenço amarelo e vermelho do pescoço, o blazer e a saia azul marinho do uniforme, as blusa branca, as meias e os sapatos.
O clima esquentou entre nós, ela nua e eu vestida apenas com as peças da lingerie branca. Parei de beijá-la e disse que gostaria de tomar um banho. Ela levantou-se, estendeu-me a mão e levou-me ao seu quarto. Um  suite enorme, com uma cama king size ao centro, uma das portas leva a um closet, de onde pode-se chegar ao banheiro. Alcançou-me uma toalha limpa, abriu um sabonete novo, entregou-me e disse que me esperaria no quarto. Tomei um banho relaxante, enrolei-me na toalha e saí para o quarto. Vi que ela havia pego minhas roupas na sala, colocado em um cabide e as pendurado em um dos paga-mãos de um armário no quarto.
Maggie esperou-me deitada, sentei ao seu lado, ela ergueu-se e abraçou-me pelas costas. Senti seu hálito quente em minha nuca e livrou-me da toalha que cobria o meu corpo. Suas mãos acariciaram meus seus, para logo depois segurarem-nos com força, enquanto sua boca tomava conta dos meus ombros e pescoço.
Virei-me para ela, beijei-a e deixei que caíssemos deitadas. Nossas peles roçaram, nossos seios se encontram e nossas pernas se cruzaram. O beijo era voraz, nossas línguas pareciam duas serpentes em um duelo imenso. Trocamos gostos e salivas.
Desci pelo seu peito, beijei seus seios e suguei e lambi seus mamilos demoradamente. Depois desci devagar por sua pele e mergulhei sedenta entre as suas pernas. Deliciei-me por longos minutos, saboreando a intimidade de Maggie e deleitando-me com seus gemidos de prazer. Sua respiração ofegante, denunciava o vulcão que ela havia se transformado e o desejo incontido que havia dentro do seu ser. Ocupei-me dos seus lábios e do seu clítoris, invadi-a com minha língua, provando do seu gosto mais profundo.
Ela puxou-me pelos cabelos, levou-me a sua boca e lambeu os meus lábio, como se quisesse provar o seu gosto na minha boca. Deitou-me na cama e tomou os mesmo caminhos que antes eu havia tomado em seu corpo. Sua boca quente fez-me delirar de prazer, quando com ela explorou meus mais íntimos recônditos entre as coxas. Senti vontade de segurar-lhe pelos cabelos e esfregar seu rosto, para lambuzá-lo com minha umidade.
Erguendo-se com naturalidade, cruzou minhas pernas com as delas, levou um dos meus pés a sua boca e enquanto o beijava, nossos sexos se encontraram e misturamos alucinadamente nossos líquidos de prazer, segurei uma de suas pernas e estendi-lhe a outra mão, a fim de que tivéssemos maior apoio e para que nosso encontro se tornasse muito mais próximo. Unindo nossas forças, com os movimentos dos nossos quadris, roçamos e friccionamos como duas desvairadas. Gememos, gritamos e grunhimos de prazer.
Soltei-a, atirei-me sobre ela e entrei novamente por entre as suas coxas, virei-me e ofereci-me para que ela fizesse o mesmo em mim. Beijei-a, suguei-a e a lambi sofregamente, bebendo e deliciando-me com o seu néctar. Sua boca fazia o mesmo em mim e me dava um prazer indescritível. Nossos movimento se aceleraram , um ritmo e compasso perfeito entre bocas, línguas e quadris. Notei quando ela gozou em minha boca, soltando gritos alucinados de prazer e me soltei, deixando o gozo tomar conta do meu corpo, inundando a sua boca com o meu mel.
Ficamos descansamos por alguns minutos nos recuperando, depois nos beijamos, trocamos algumas carícias e deitamos uma ao lado da outra, enquanto eu olhava em seus olhos, ela acariciava os meus cabelos. Mais tarde repetimos tudo novamente.
Levantei da cama, fui ao banheiro, tomei uma nova ducha. Vesti minhas roupas. Ela me levou até minha casa.  Ainda no carro, dei-lhe mais um beijos de despedida, abri a porta, cruzei a calçada, abri a porta do prédio, antes de entrar, virei-me, levei minha mão aos lábios e joguei-lhe mais um beijo,  
No dia seguinte no trabalho, retomamos nossas tarefas como se nada tivesse acontecido, tivemos mais algumas aventuras e nunca alguém desconfiou da nossa relação. Apesar disso, sempre deixei claro que não queria ser beneficiada e que sexo é sexo, trabalho é trabalho.
Hoje ela está aposentada, deixou a empresa. Mas, posso dizer com certeza:
- Minha chefe era muito gostosa, ou será que ainda é? Bem, não sei, nunca mais a vi!

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O prazer que eu te dei!

por H. Thiesen 

Entrei no quarto e me deparei com você deitado na cama, teu corpo nu e o pau duro atravessado sobre a barriga. Você estava dormindo, me aproximei devagar para não te acordar. Acho que você estava sonhando,quem sabe, não eram sonhos molhados, não há outra explicação, para ficar daquele jeito.
Acariciei o teu pau levemente com a mão e depois segurei-o firmemente. Ouvi teu gemido e uma respiração breve e profunda. Continuei, não me importei que acordasses, eu faria o que estava pensando, do mesmo jeito.
Bem devagar, comecei a movimentar a minha mão para frente e para trás. Eu sentia a tu potencia e todo aquele volume rijo na palma da mão. Parei e dei-lhe carinho, senti as veias cheias de sangue, que desenhavam um mapa sensual em teu sexo.
Acariciei o saco e as tuas coxas, apertei os testículos com a mão, senti-os um a um e depois voltei ao teu membro ereto. Novamente deslizei minha mão em toda a extensão e dom a ponta do dedo acariciei tua glande, vermelha, lustrosa e repleta de sangue.
Senti vontade de beijá-la, cobri-la com minha boca e lambe-la, mas me contive. Deitei ao teu lado, beijei o teu peito e nele deitei minha cabeça. Enquanto ouvia teu coração pulsar, olhava para o que a minha mão te fazia.
Eu sabia que você estava acordado, seria impossível não estar e aos poucos da tua boca brotavam gemidos.
No início os meus movimentos eram lentos, mas eu mantinho a mão firme, depois acelerei-os aos poucos. Mantive um certo ritmo e notei teu coração disparar e tua respiração mais profunda.
Deixei a minha mão fazendo o serviço e dei mais atenção ao teu peito, beijando-o, mordendo-o e lambendo os mamilos.
Pressenti a tua hora, voltei a olhar minha mão, senti você latejar e apertei-o e diminui o ritmo, fazendo de vagar o para cima e para baixo, um vai e vem bem lento e apertado.
Você jorrou e jorrou forte. Urrou de prazer e teu gozo veio de encontro a minha cara, lambuzando meu rosto, com pingos em minha boca e em meus olhos.
Parei e fui buscar o teu beijo, minha recompensa pelo prazer que eu te dei!
Depois, que você refez as tuas forças, sentei-me sobre o teu corpo e te cavalguei com todo o meu tesão, até sentir o prazer esvaziar-se do meu corpo, com um orgasmo deliciosamente louco!

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Depravação

por H. Thiesen 

Deitada, ela esperava ele chegar, enquanto se tocava, pensava nas noites anteriores e nas vezes que fizeram amor. Não era a primeira vez que fazia, sempre que podia agia assim, para dar asas as suas fantasias e aguardá-lo já excitada e pronta.
Simulava com os dedos, que percorriam seu corpo, muitas situações. Entre elas, muitas eram ousadas, quentes e pervertidas. Perguntava a si, se ela era tarada, pois houvera alguém no passado que lhe dissera, ser ela uma depravada.
Acontece que, nunca teve coragem para por em prática, tudo o que pensava durante as incontáveis masturbações.
Com certeza, pensava ela, sou ninfomaníaca!
Mas ao repensar, preferia acreditar, que ela era apenas uma mulher sedenta com o corpo em chamas, que gostava de sexo muito mais do que qualquer outra:
Sou uma fêmea ardente! - repetia para si, enquanto bolinava o clitóris, já bem sensível.
E assim continuava, divagando idéias impudicas e pensamentos devassos, mas continuava investindo em seu corpo, explorando-se com os dedos libertinos. Gozaria pelo menos uma vez, antes que ele chegasse e esperá-lo melada e de pernas abertas, do jeito que ele gostava, que entrava no quarto e atirava-se, sem cerimônias, entre as suas coxas, para provar o sabor de orgasmo.
Suas mãos conspiravam à favor e não deixavam sem toque nenhuma das partes do seu corpo. Segurava os seios com força e apertava os mamilos entre os dedos. Corria a mão pelo ventre e arranhava o púbis. Acariciava as coxas, nas partes internas e na pele macia, ficavam as marcas de unhas. Circulava o clitóris com o dedo, as vezes o esfregava com força ou ainda, apertava-o entre o dedos, o médio e o indicador.
Fantasiava-se fazendo amor e o calor do momento, fazia-a pensar em foder. As vezes com seu amada e depois com ele e outro. Via-se no meio de uma orgia e membros eretos à rodeá-la, sonhava com um deles na boca e outros à seviciá-la nos outros buracos. Viajava errante com seus pensamentos, enquanto se masturbava com afinco. Invadiu-se com um dedo e achou pouco, juntou à ele um outro. O tesão aflorado à flor da pele, fazia seu corpo tremer, a sede por sexo aumentava e ela queria bem mais. Quase por instinto, sem muito pensar, somou mais um dedo aos outros e em um momento de alucinação, tentou invadir a vagina já encharcada com a totalidade da mão. A mão que ocupava-se dos seios, deixou-os solitários e tomou o caminho das nádegas, entrando pelo desfiladeiro de carnes, foi ao encontro do ânus rosado. Depois de circula-lo e tocá-lo, decidiu invadi-lo com o dedo escolhido, o médio, mais apropriado para chegar mais no fundo.
Uma loucura abrupta tomou conta dela e invadia-se na frente e atrás, com rapidez e intensidade. Ecoava no quarto seus muitos gemidos, palavras obscenas e gritos de puro tesão.
Os dedos faziam seu corpo arder e seus pensamentos faziam ela enlouquecer. O ar faltava para a sua respiração e no peito batia acelerado seu coração. O suor escorria na sua pele e no meio das pernas, o mel vertia-lhe como um riacho à correr. Não pensava em mais nada, seus dedos tornaram-se membros vorazes, que entrava e saiam velozes e repetia para si mesma:
Ah! Delícia... Quero gozar!
Seu corpo tremeu e ela se viu no meio de espasmos. Uma dor de prazer iniciou no interior de seu ventre e logo se espalhou pelo corpo inteiro. Retesou-se por inteira, contorceu-se na cama, suas pernas tremiam como varas verdes ao vento. A sua boca secou ao buscar pelo ar e ao mesmo tempo deixar escapar um grito estridente de gozo:
Aaaaaaaaaaahiin!
Ela ainda gozava e retorcia o corpo na cama, quando ele entrou pela porta. Segurou-a por trás dos joelhos, escancarou-lhe as pernas, expondo a vagina lambuzada e mergulhou na seu orgasmo. Enquanto ele bebia e lambia o gozo, abria a braguilha das calças. Tirou para fora o membro bem duro, rastejou sobre o corpo dela e sem lhe dar tempo algum ou despir-se para ela, comeu-a de um jeito violento.
Em cada estucada, ela gritava de tesão e prazer e sem muita demora, viu-se em pleno orgasmo outra vez. Vendo que ela gozara de novo, apressou-se à fazer seu gozo acontecer, bombou a vagina melada com toda a rapidez que podia. A velocidade extrema, com que entrava e saia, fê-lo jorrar e exaurido desabar sobre ela!

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Sensual e Inseparável


por H. Thiesen

Te desejo intensamente
Quero teus lábios para beijar
Teu seios para percorrer
Preciso desbravar-te por inteira
Afagar todos os recônditos do teu corpo
Cheirar o perfume que de ti exala
Perder-me em cada uma das tuas curvas
Deslizar pelo cetim macio da tua pele
Sentir em meu corpo o teu calor
Decifrar todos os teus segredos
E saborear a tua essência
Descobrindo o sabor da tua fruta
O gosto desse teu desejo
Saboroso e feminino
Te quero como uma fera
Um animal selvagem
Uma gata em pleno cio
Sedenta pelo teu sabor agridoce
Que é só tem e também é meu
Um manjar delicioso
Que de ti recebo como oferta
Minha saborosa recompensa
Pela tua explosão final!




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Como é um relacionamento lésbico?

por H. Thiesen 

Uma das dúvidas mais procuradas ou perguntas que são feitas nas páginas de pesquisas na Internet é: “Como é um relacionamento lésbico?”
Essa pergunta provoca curiosidade desde há muito tempo e hoje em dia, mesmo com as facilidades que a Rede Mundial oferece, não deixa de ser enorme pela grande maioria das pessoas.
Em primeiro lugar, é necessário dizer que o lesbianismo existe desde os primórdios da humanidade, existem relatos em documentos e achados arqueológicos nas civilizações mais antigas que se tem notícia, entre os hititas, fenícios, persas, babilônicos e com maior ênfase no povos Romanos, Egípcios e Gregos Antigos. Nestas civilizações é possível encontrar deuses e deusas, aos quais o relacionamento lésbico era tido como uma espécie de culto ou oferenda, tal como o culto as deusas Lilith, Astarte, Ísis, Ishtar, Vênus e Afrodite, de outra forma, havia nessas sociedades as sacerdotisas e virgens vestais, as quais não podiam ter relacionamento sexual com homens e a satisfação da líbido era largamente difundida entre elas. Há também, relatos mitológicos ou não, de civilizações ou comunidades nas quais a forma de sexo mais utilizado era o lesbianismo, como por exemplo a Ilha de Lesbo, na Antiga Grécia.
Em segundo lugar, necessário é dizer que um relacionamento lésbico não precisa obrigatoriamente da  bissexualidade, convém esclarecer por que há quem possua a fantasia da pratica do ménage à trois feminino, quando um homem relaciona-se com duas mulheres e elas entre si.
No lesbianismo, por se tratar de uma relação restrita entre mulheres, nem sempre a relação sexual é o principal elemento, na realidade e prioritariamente não é, a afetividade é objetivo mais importante.
Outro componente importante no lesbianismo é a aparência, não é por uma mulher ser lésbica, que ela se masculinizará, tanto nos seus hábitos, costumes, atitudes e vestimentas. A grande maioria das mulheres lésbicas, são totalmente femininas e passam despercebidas no dia a dia. O biótipo é uma opção pessoal, da mesma forma que para os homossexuais masculinos, alguns não abrem mão da sua masculinidade, outros preferem a transexualidade e isto é inerente ao estado psicológico de cada um.
Desta forma, lésbicas não são bissexuais, mas bissexuais podem optar por serem lésbicas, pois o lesbianismo lhes é inerente.
Mulheres possuem um método claro em cada relação, antes de tudo é a identificação pessoal, com o comportamento, se os laços se tornam mais fortes, podem derivar para a amizade ou para a paixão, a qual pode se tornar avassaladora ou um amor eterno. Para isso, não importa muito a aparência física, fica mais a questão da afinidade e deste modo, se o relacionamento é heterossexual, o pênis do homem é a última parte que uma mulher irá se preocupar, ou seja, o pênis no início do relacionamento tem a mesma importância do que o dedão do pé, isso, caso o relacionamento não se constituir em atração sexual pura e simples, ou tesão propriamente dito.
Quando uma mulher gosta de uma pessoa, os defeitos deixam de existir ou se minimizam e o entendimento passa a ser vital para o relacionamento ou o início dele, entender um ao outro é o mais relevante e fica muito mais fácil quando se ama. Assim, o pênis ganhará importância, a medi que aumentar a afetividade e cumplicidade na relação.
A convivência, o entendimento, a afeição, o carinho, o compartilhamento de idéias, os bens materiais e imateriais, não difere muito nos tipos de relações, sejam tradicionais ou homossexuais, neste ínterim, a relação sexual deve ser separada da sexualidade, sem que isso implique em ignorar a sua existência.
O relacionamento lésbico deve ser encarado como a relação de dois seres humanos, sendo eles iguais e semelhantes em aparência e sexualidade, nesse caso, são femininos que se atraem.
O lesbianismo é uma relação na qual duas mulheres trocam fortes emoções e afetos entre si. O contato sexual pode ser parte dessa relação em maior ou menor grau, ou pode estar inteiramente ausente. Para a lésbica o prazer sexual não é a finalidade única da relação. O objetivo não é tanto o sexo, senão a busca de níveis profundos de comunicação, esferas de ternura, carinho e delicadeza. A essência do amor lésbico é a pura sensibilidade, a relação sexual nasce de um sentimento profundo.
À esta altura abra-se um parenteses, não pode-se confundir lesbianismo com desejo sexual lésbico, o primeiro é uma relação profunda e afetiva, o segundo é estritamente sexual ou a satisfação de fantasias sexuais entre duas mulheres. Apesar de que, em ambos os casos, as relações sexuais são dotadas de maior afetividade e sensibilidade. A mulher lésbica vive diuturnamente o lesbianismo e a mulher que possui uma fantasia por lesbianismo, pode ou não vivê-la desta forma, bem como ter relacionamento bissexual, que a satisfaz plenamente, ser casada ou não com um homem, ao contrário da primeira, que não vê maiores interesses por homens, pelo menos no que tange ao objetivo sexual e busca de prazer.
A lésbica é um ser humano, que tem o desejo natural de viver com uma pessoa do mesmo sexo e se não o consegue sente-se frustrada. A mulher com desejo sexual lésbico, é um ser humano que possui fantasias de se relacionar sexualmente com pessoas do mesmo sexo e se não o conseguem, isto não lhe trará frustração, no máximo um adiamento no intento, uma eterna espera pela oportunidade ou como na maioria dos casos, a hora certa para criar coragem e fazê-lo.
Uma outra observação é importante, tanto o lesbianismo, como o bissexualismo, não são sinônimos de promiscuidade. O primeiro é o relacionamento afetivo entre duas mulheres. O segundo é a atração física e emocional por pessoas tanto do mesmo sexo quanto do oposto, com níveis variantes de interesse por cada um, podendo ser o relacionamento duradouro ou não. O terceiro é ter relações sexuais com vários (as) parceiros (as) indiscriminadamente sem envolvimento afetivo.
Um comportamento promíscuo independe da sexualidade, tanto uma mulher heterossexual pode ser vulgar e promíscua, quanto uma lésbica ou uma mulher bissexual. Sendo assim, promiscuidade é a variação quanto ao número, tipo e grau de relacionamentos e independe da opção sexual. Lésbica, mulheres bissexuais ou mulheres heterossexuais serão promíscuas conforme sejam as suas práticas sexuais, sem importar os devidos cuidados com a sua intimidade e individualidade.

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Uma poltrona para dois!

por H. Thiesen 
por H. Thiesen 

Era domingo, acordei bem tarde e já passava do meio-dia. A tarde estava fria e chovia muito, havia feito planos, mas desisti deles, estava entediada. Sozinha em casa, tomei um banho e resolvi vestir uma roupa leve e confortável. Regulei a temperatura do ar condicionado, sentei numa das poltronas da sala e fiquei olhando para a rua e a chuva que caia, pensando e lembrando da noite anterior.
Ele passou a noite comigo, jantamos, assistimos um filme pornô e depois fizemos amor. Não lembro dele ter ido embora, creio que eu dormi e não notei quando ele saiu. 
Decidi ligar a tevê e navegar pelos canais com o controle remoto, em busca de algum filme ou programa interessante. Logo que a tela exibiu as primeiras cenas, as cenas do canal erótico de ontem a noite apareceram na minha frente e minha atenção foi chamada à ela.
Na tela um ator, um daqueles que está presente em quase todos os filmes, transava com uma loira exuberante. Ele a penetrava sem nenhuma delicadeza e ela desempenhava a sua cena de prazer aos gritos e grunhidos. Apesar da cena ser um tanto artificial, senti um pouco de excitação e comecei a me masturbar, pa acariciando-me levemente sobre a minha calcinha. A regulagem da temperatura estava ótima e dentro do apartamento não fazia frio e nem calor, aliada ao ambiente chuvoso, deixara o dia gostoso e preguiçoso. Olhando o filme e me acariciando, aos poucos fui tirando as minhas roupas e somente notei, quando já estava completamente nua, que uma das minhas mãos acariciava meus seios e a outra ocupava-se no meio das minhas pernas.
Fiquei por alguns minutos assim, me masturbando e prestando a atenção no ator que ainda fazia sexo com a loira. O que os meus olhos viam e o que meu corpo sentia, formou um clima interessante e os meus pensamentos voaram longe, fazendo-me esquecer completamente a tevê.
Passei a me tocar com mais afinco e me perdi totalmente em mim, não tinha mais a sensação de tempo e espaço, meu corpo tornou-se meu universo reduzido. 
Tão concentrada estava no meu corpo, que não vi a porta da entrada se abrir, somente bem depois fui notar, que ele ficara parado, encostado à porta, se deliciando enquanto eu me masturbava. Assustei-me e quis parar, mas ele me disse para continuar. 
Virei-me de frente para ele e abria pernas e antes de recomeçar desliguei. Reclinei a poltrona para trás e voltei a me masturbar.
Ele resistiu por alguns minutos, mas logo mergulhou entre as minhas pernas e me brindou com o melhor oral que até então eu experimentara. Quanto mais eu gemia e me retorcia, mais ele se dedicava com a sua boca. As sensações tornaram-se insuportáveis e gozei maravilhosamente, sentindo o cheiro do meu sexo em meus dedos. O orgasmo foi tão intenso, que tremi todo o meu corpo e não consegui ficar sem gritar.
Ele ficou ajoelhado na minha frente, abriu e abaixou as suas calças, senti vontade de chupa-lo, mas ele não deixou e me penetrou. O tesão dele era desmedido, tão urgente que deixou-o apressado, os movimentos eram violentos e com muita velocidade. Mesmo assim ele me olhava nos olhos, o seu suor escorria da sua testa sobre o meu corpo, assim ele ficou, até jorrar dentro de mim, a sua seiva viscosa e quente.

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Monólogo de uma puta!

por H. Thiesen 

Se existe uma coisa que eu detesto, é ser chamada de vadia!
Olha aqui, pode parar, eu trabalho duro, ou se acharem melhor, trabalho no duro, mas suo a camiseta!
É verdade, puta não abre só as pernas, puta também é psicóloga, companhia, ouvidoria e balcão de reclamações.
Puta, as vezes não precisa fazer sexo. Vai para o quarto e fica conversando com o cliente. Pode ser qualquer assunto e até de putaria.
No quarto rola de tudo, cliente desabafando, cliente se vingando da mulher que colocou chifres nele, cliente desesperado por que foi abandonado, cliente com a foda atrasada à meses. Alguns riem, outros até...

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Usando e ABusando

por H. Thiesen 

Quero te sentir voraz,
Alucinado pelo meu desejo
Sem importar-se com o tempo
Nem mesmo com o meu ensejo

Quero tê-lo em meu domínio
Retido pelo meu preceito
Amarrado ao meu...

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Depilada e Careca

por H. Thiesen 

A minha buceta é lisinha
Bem peladinha e careca
Hoje em dia é graúda
Mas já se chamou pepeca

Cresceu com inocência
Não sabia o que era fuder
Mas gostava dos dedinhos
Que nela teimavam mexer

Quando ela era nova
Pentelhos ela não tinha
A bucetinha pelada
Era muito bonitinha

O tempo logo passou
Criou em volta alguns pelos
Na bucetinha com penugem
Também crescia o grelo

O grelo não incomodava
Mas engrossavam os pelos
Deixaram de ser penugens
Passaram a ser pentelhos

No meio do emaranhado
A xana cheirava mal
Ficava desconsolada
Do cheiro de bacalhau

Não era só esse o problema
Havia um mais urgente
Cada vez que era chupada
Ficava pentelho entre os dentes

A buceta preocupada
Pensou numa solução
Logo lhe veio a idéia
Fazer uma depilação

Na primeira depilada
ficou sem pelo algum
porém toda dolorida
de arrancar um por um

A buceta não gostou
tirar assim o topete
outro jeito arranjou
raspou tudo com gilete

E veio outro problema
Ficou toda embolotada
A coceira não parava
Ardia muito a coitada

Uma semana depois
Coisas aconteceram
Fico cravada de tocos
Pois os pentelhos cresceram

A buceta deseperada
Achou que não tinha jeito
Por sorte alguém lhe disse
- Com cera, é certo, tá feito!

E lá se foi a xereca
Com cera se lambuzava
Não sabia que era quente
Que doia quando puxava

E a buceta envergonhou
Se achando pentelhuda
Desistiu de depilar
Melhor é ficar peluda

Conversando com as amigas
Alguém lhe deu um palpite
Visitar uma depiladora
Que atende a elite

Lá se foi a bucetinha
Desembolsar uma grana
Queria ficar lisinha
Na depiladora de fama

Se abriu toda pra moça
Depilou até os anais
Ficou lisinha de novo
Com laser é bom demais!

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Nas minhas entranhas!

por H. Thiesen

Tuas mãos seguram minhas nádegas e elas se abrem ao teu olhar e desvendas meu o regato que guardo pra ti. Cospes e tua saliva escorre entre elas, a caminho do centro. Sinto o calor do teu membro ereto, acariciando a entrada e espalhando a umidade.
Seguras firme meus quadris, uma força sobrevém logo após. Minhas carnes resistem. Repetes novamente a investida, sinto-me sendo invadida. A carne teima e faz a entrada difícil. Mais outra cuspida...
Minhas entranhas se abrem, teu membro me invade. Dói e arde! Aguento. Respiro fundo, cerro os dentes, cravo as unhas na cama. O prazer é bem maior que a dor.
Entras aos poucos, com dificuldade abres espaço, sinto-me lacear e finalmente te atolas em mim.
Minhas carnes esgaçadas o volume latejante por dentro. A ardência acalma, a dor se transforma em prazer.
O meu anel mais precioso é todo teu, mas toda a tua ereção é somente minha.
Devagar me movimento em círculos, sinto o membro ereto tocar minhas bordas.
Reteso os meus músculos mais íntimos e te aperto, és só meu! Ouço os teus gemidos, tua respiração arfante.
Afundo na cama, abro as perna, me empino. Deixo-te livre para me provar, para me usar e abusar.
Teu vai-e-vem inicia, um frio sobe pela minha espinha, um calor incendeia meu ventre e enlouqueço.
Furtivamente por baixo minha mão encontra meu sexo, molhado com todo o meu tesão.
Toco-me, invado-me, enquanto sinto a tua carne rasgar-me.
Com o rosto enterrado na cama, vislumbro um imenso prazer.
Tu gemes, arfa e pinga o suor sobre as minhas costas.
Sou toda prazer, sou libido no melhor significado e recebo a tua explosão e junto com ela eu explodo!

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Eu, Anna e os outros

por H. Thiesen

- Alô!
- Oi Anna, como vai?
- Lena, tenho uma surpresa para você!
- Surpresa? Adoro surpresas!
- Estou no aeroporto...
- Vai viajar, que legal, para onde?
- Londres!
- Para cá? Por que não me avisou antes?
- Eu disse que era uma surpresa!
- É claro, qual a hora do vôo?
- Daqui a pouco, estou na frente da escada do avião!
- Jesus, você resolveu fazer uma surpresa mesmo!
- Ehehehehe!!!
- Vamos ver, são 23:05h no Brasil, onze horas de voo mais ou menos, mais quatro horas de fuso,  você vai chegar em Londres, aproximadamente às 15h! Ufaaa, tenho tempo!
- Tempo para que Lena?
- Para preparar tudo, você vem para a minha casa, não é? Aqui está uma bagunça!
- Claro, vou sim! Não se preocupe com isso, eu não reparo!
Eu conhecia Anna a muito tempo, ultimamente nossa amizade estava limitada pela internet e poucos telefonemas. Sempre falávamos que ela poderia me visitar, mas nunca chegamos a pensar concretamente sobre isso. Uma visita de Anna havia se tornado um sonho e finalmente ele seria realizado.
Levantei cedo, eu queria preparar tudo para a chegada de Anna, deixei Angela ainda dormindo, vesti uma roupa básica, tomei um café e desci até a garagem, peguei o carro e fui a um supermercado. Compras rápidas, alguns gêneros que estavam faltando. Fui ao caixa, paguei e rumei novamente para casa.
- Cacete, estou atrasada, já é duas e quinze da tarde!
Sai correndo para o aeroporto...
- Epa! Qual aeroporto? Esqueci de perguntar!
O sinal ficou vermelho, parei e pensei:
- Voo do Brasil, só pode ir para o Heathrow Airport! Vou arriscar, se não, dou um jeito!
Olhei no relógio de pulso, dezesseis horas e quatro minutos, um TAM pousou, deve ser esse.
Ela estava linda, os cabelos com nuance vermelhos escuros, olhos castanhos escuros emoldurados pela maquilagem, um vestidinho básico preto e um...

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Duas fêmeas e um macho

por H. Thiesen 

É esse cheiro de sexo que me deixa assim, embriagada e enlouquecida, repleta de malícia, tomada por um anseio imenso, uma luxúria sem fim. As beiras da cama são os limites do meu mundo de fantasias, onde não tenho regras e esqueço dos meus pudores. Beijos molhados e bocas salivando pelo desejo incontido. Línguas que bailam e dançam juntas e passeiam no corpo inteiro.
A suavidade, o dengo de duas fêmeas e os toques
que fervem o sangue do macho à margem do feminino. O olhar pelo qual se encanta, com o amar das fêmeas, com o pau duro na mão masturbando sua emoção, o macho espera a vez e pelo chamado delas.
Elas se beijam e se amam, no roçar dos seus seios, as mãos suaves passeiam, nervosas pelos seus corpos. A mão que ganha o seio, os dedos descobrem o sexos, invadem cheios de anseios, as desejadas bocetas. Elas se entregam e se lambem, línguas atrevidas nos seios, que descem pelos seus ventre e direção aos seus grelos.
O macho admira tudo, não perde um só momentos, ele as come com os olhos e não larga da punheta.
Viradas uma na outra e com as pernas abertas, elas sorvem seus néctares e devoram as bocetas.
No ar um cheiro de sexo e gemidos femininos, na cama duas fêmeas se amando, sob o olhar do macho indiscreto.
Elas se comem por inteiras e seus corpos incendeiam, saciam-se uma na outra, lambem mutuamente os grelos e as bocetas. Suas mãos são viajantes, não possuem paradeiro, transitam por todos os lados, em busca de prazer crescente, percorrem as peles suaves, os seios, os ventres e as coxas.
E assim as fêmeas se amam, sob os olhares do macho, que quer estar entre elas, mas contenta-se com a punheta, enquanto não é chamado, mas se deleita demais ao ver elas gozarem.
As fêmeas já saciadas, deitam-se de cada lado, com suas bocetas encharcadas, caras e bocas meladas. É hora de chamar o macho, dividir um pau potente, preencher as suas bocetas com carne quente e ereta. Então chamam o macho, para deitar entre elas, querem matar a fome e a sede com a vara dura e quente. Beijam e chupam à vontade, dão lhe prazer e tesão, fazem do pau um doce, que de uma boca à outra, levam o macho à redenção.
Do macho elas querem tudo, o pau, a boca e o corpo, uma se senta na boca e a outra no pau. Sobre ele, elas rebolam e o fazem de cela, uma boceta na cara e outra cavalgando a vara.
O macho debaixo delas, fica perdido e delira de tanto, não sabe o que é melhor, foder uma boceta quente ou chupar uma melada. Em cima dele, elas gemem, mexem, remexem e fodem. Elas se tocam e se beijam, se lambem e se deleitam e trocam. A que estava na pica, vai aproveitar a língua, a que estava na boca toma para si a pica.
O macho embaixo estremece, louco para explodir, mas sua ânsia não deixa o gozo aparecer. Elas continuam fodendo, mexendo no pau e na língua, fazem carinhos entre si e matam o macho à míngua. Um grito anuncia o gozo de uma fêmea saciada, e vem logo o gozo da outra que se dá por satisfeita.
As duas se dedicam ao macho, para arrancar-lhe o gozo, caem de boca no pau, entre chupadas e beijos. Revezam as chupadas, uma depois da outra, lambem com perfeição do saco até a cabeça. É uma mistura molhada de lábios, línguas e pau, enterrada na garganta e chupada colossal. O macho se entrega ao gozo e deixa escapar o leite, que jorra na boca das fêmeas, quente, branco e viscoso.

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Do elevador à cama!

por H. Thiesen

No elevador ela me apertou contra a parede e me beijo intensamente, dava a entender que queria ter o controle da situação e eu confesso, fiquei excitada e topei a brincadeira.
Logo depois de entrar no seu apartamento, ela repetiu a dose, fechou a porta, me agarrou e voltou a me beijar, desta vez, passando a sua mão por todo o meu corpo. Não me fiz de rogada e retribui da mesma forma, segurando as suas nádegas e enfiando a mão dentro da sua calça legging.
Arrancamos roupa por roupa e nuas, fomos até o quarto. Ela deixou-me deitar e jogou seu corpo sobre o meu, atacando novamente os meus lábios com sua boca sedenta e os meus seios com as suas mãos quentes. Novamente tentei apertar sua bunda, mas ela segurou as minhas...

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Gozo sem juízo!

por H. Thiesen 

Possua-me de um modo especial
Acaricie meus cabelos
Aperte-me a nuca
Beije-me a boca
Chupe-me a língua
Deslize pelo meu pescoço
Estacione em meus seios
Suga-me os mamilos
Aperte-os com os dedos
Desça pelo meu ventre
Circule pelo meu umbigo
Lambe-me as virilhas
Beije-me o púbis
Morda-me as coxas
Abre as minhas pernas
Encara o meu pudor
Abre-me com as mãos a vulva
Acaricie-me o clitóris
Abocanhe-me com tua boca quente
Invade-me com tua língua
Sugue-me a seiva doce
Lambe-me o ânus
Morda-me as nádegas
Torne-me à gruta
Deixe-me molhada
Deslize-se pelo meu corpo
Venha-me de novo à boca
Aloje-se entre as minhas pernas
Adentre em meus segredos
Deixe-se pesar sobre o meu corpo
Aperte-me contra o teu peito
Segure-me a nuca
Beije-me com volúpia
Apodere-se de mim
Inflija-me estocadas
Deixe-me deliciar
Até esgotar todas as forças
Finalmente, bem juntos
Unidos no coito
Deleitamos de prazer
Um gozo sem juízo!

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Doce Lambuzo

por H. Thiesen 

A boca desliza
Por atalhos e trilhas
Enquanto a língua passeia
Da boca às virilhas

Nos lábios molhados
A saliva entrementes
Junta-se ao mel
E escorrem ardentes

Lábios famintos
Saciam os desejos
No néctar de prazer
No ardor dos beijos

Lábios sedentos
Bebem sem cessar
E o lambuzo do gozo
É seu doce manjar!





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Vem... Me Comer!

por H. Thiesen 

Hoje eu estou direta
Sem nenhum lero-lero
Eu estou para a foda
Não quero fazer amor
É sexo o que eu quero!
Vem me comer
Quero ser comida
E por favor... Não demora!
Eu estou louca para dar
E mais doida para gozar
Quero ver esse pau roliço
De uma só vez
Entrando em mim
Me rasgando
Me partindo ao meio
Vem me foder seu cretino
Chupar a minha xana
Sugar o meu grelo
Segurar nos meus peitos
Mamar e morder os meus bicos
Vem, vem logo
Já estou toda molhada,
Com a xoxota babando
Depressa, eu quero tudo,
Quero você por trás,
Alargando o redondo
Quero gozar como louca
Com você lá no fundo
Vem e trás logo essa pica
E depois que você me comer
Depois que eu gozar
Quero mamar nessa vara
Quero te ver gozar como louco
Lambuzando a minha cara
Esporrando minha boca
Eu vou lamber tua vara
Engolir até a última gota
Eu estou incendiando
Vem logo, cretino
Vem me comer
Eu estou te esperando!

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Ana, a nerd do condomínio!

por H. Thiesen 

Aos dezenove anos eu decidi morar sozinha, aluguei um apartamento na Rua da Praia, em Porto Alegre e deixei a casa de minha mãe. Meu quarto ficava de frente para o outro bloco e era possível ver o quarto de uma menina chamada Ana. Ela tinha uns vinte anos, mais ou menos e apesar da idade próxima à minha, nunca nos falamos muito, pois ela era bastante reservada. fazia estilo cdf, usava óculos e não chamava atenção dos meninos. Certa vez porém, aconteceu algo que me deixou boquiaberta, visto que a menina fazia-se passar por santinha...

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Goza puta... Quero te ver gozar!

por H. Thiesen 

Sem deixar-me resistir, ele amarrou minhas mãos e, em seguida, os meus pés, com grande agilidade e com um sorriso nos lábios, deixando-me presa à cama. Seus olhos nunca se afastaram dos meus, enquanto ele se movia em torno de mim e em poucos instantes, eu me vi imobilizada pelos lençóis que lhe serviram de cordas.
Lentamente, ele arrastou um dedo pelo meu corpo. Apenas um, tortuosamente lento e passando por todas as dimensões da minha pele. Meus pensamentos, como se encobertos por uma neblina, davam-me apenas idéias difusas e o resto de mim, só reconhecia excitação.
Ele assistia ao colapso do meu corpo, que usava os poucos movimentos que tinha, para expressar o prazer que eu sentia e encarava-me o rosto, enquanto meus olhos tentavam focar-se aos seus.
Ele observava cada movimento e torturava-me com seu dedo, dando-me mais prazer.
O dedo pressionava firme contra o seu alvo e circulava lentamente meu...

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Bom de Cama

por H. Thiesen 

Não adianta decorar o kama sutra, fazer peripécias, se você não for seguro de si. Eu disse, seguro de si e isso não é se achar o bom de cama ou o último biscoito do pacote (aliás esse é sempre o mais quebradinho).
Homem bom de cama, gostoso é aquele que gosta de si mesmo, que explora o próprio corpo quando está sozinho e não se concentra numa punhetinha básica.
Homem bom de cama faz tudo o que sente vontade de fazer, sem pudores e sem vergonha. Sabe qual é a hora do carinho e da pegada mais...

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A última foda

por H. Thiesen

A noite era de um calor abafado. O suor escorria-lhe pelo corpo, ela estava nua e ainda entorpecida pelos efeitos do orgasmo. As pernas frouxas mal lhe sustentavam e pelas suas coxas, ainda escorria o último gozo. Mesmo assim, ela insistia em olhar para a janela entre-aberta, fingia indiferença e disfarçava o nó na garganta. Pelo menos daquela vez, ele fora carinhoso.
Deitado na cama, olhando para ela, ele adiava uma...

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Caralho... Que tentação!

por H. Thiesen 

O caralho orgulhoso e afoito mergulha fundo no meio das pernas, indeciso vai e depois vem, na dúvida não sabe se entra ou se sai. Alguma vezes se afunda com força, outras vezes entra de mansinho. 
É como uma sina, afoga-se por inteiro para voltar novamente à tona.
O caralho não pensa,  não sorri e não chora, mas baba e lambuza.
O coração do caralho fica na ponta sensível, na glande rosada, que o tesão torna vermelha e lustrosa.
O caralho tem os seus mistérios, é incitação, um fruto proibido e gostoso, um mundo de provocações. Mole e murcho, não tem muita graça, mas duro... Caralho! Que tentação!
Ao caralho, pouco importa, se é grande, médio ou pequeno, interessa é que não seja broxa. Há grandes que não são de nada, ficam à meio-pau, nem mole e nem duro. Há pequenos que são desastrados, ficam batendo cabeça na entrada e machucam as adjacências. Os melhores são os caralhos bem-duros, para eles... Haja buceta!
Caralho bom não rejeita buceta, faz questão do boquete e se facilitar, sem aviso nenhum... Entra no cu!
Caralho bom é assim, se é generoso, fode por completo, fode todos os buracos, até o umbigo e o sovaco!
Feliz é o homem, que tem um caralho em pé, se entrega ao coito e deixa ela exausta, com o corpo em frangalhos e a alma satisfeita. Esse, é o melhor da espécie!

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Durante o banho!

por H. Thiesen

Depois que transamos fomos ao banho. Ele fazia questão disso, dizia-me que adorava me banhar e acariciar meu corpo totalmente e não deixava, um milímetro dele sem receber os seus carinhos.
Na verdade, pensava eu, com a minha falta de humildade, que ele estava encantado comigo e queria aproveitar os nossos momentos juntos, de todas as maneiras possíveis.
Fomos para debaixo do chuveiro,  ele pegou o sabonete e friccionando entre as suas mão, fez uma boa quantidade de espuma, depois começou a me banhar, começando pelos ombros, descendo pelos meus seios e mamilos, já entumescidos e sensíveis pelo contato com a água fria. Corpo abaixo, espalhando a espuma em minha pele, desenhando carícias na minha barriga e finalmente, alcançou a minha fonte e com ela brincou por um bom tempo. Virando-me de costas, explorou as minhas nádegas, depois me abraçando e encostando-se ao meu corpo, introduziu seu membro entre as minhas pernas e ficou fazendo um delicioso vai-e-vem. Levei a minha mão e aproveitando os movimentos, apertei-o contra mim e deliciei-me com o roçar do membro ereto e ensaboado na entrada da minha gruta.
Suas mãos acariciavam a minha barriga, enquanto uma descia ao meu clitóris, a outra subia em direção aos meus seios. Afrouxei de tesão e desejei-o dentro de mim e ficaria horas e horas naquela posição.
Coloquei as mãos na parede e empinei a minha bunda. Ele entendeu a minha intenção e ajeitando o membro com uma das mãos, colocou-o entre as minhas nádegas. Descobrindo a entrada, forçou até ela se abrir e invadir o meu ânus. Gemi alto, senti um tesão monumental e pedi para ele mexer.
Enquanto ele mexia, suas mãos passeavam em meu corpo, acariciavam as costas, tomavam meus seios para elas e não se esqueciam do meu clitóris. Seus dedos me bolinavam com maestria e as vezes me invadiam, fazendo-me amolecer as pernas de prazer.
Ele ia e vinha e enterrava-se profundamente nas minhas carnes.
Eu não parava de gemer, quase gritava. O tesão era louco, insano, não aguentei e gozei!
Durante o meu gozo, ele estucou mais forte, aumento o seu ritmo. A sensação quase me fez desabar, mas me segurei e esperei o seu gozo, que não demorou, eu o apertei e ele jorrou!

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Um dia ruim, uma noite deliciosa!

por H. Thiesen

Acordei assustada, o sol estava alto. Olhei no relógio:
- Puta que pariu! Meio-dia e trinta! Hoje tem reunião! Ontem sai com a Angela, bebi demais, chegamos tarde. Tô um lixo!
Levantei, fui ao banheiro, uma chuveirada rápida. Voltei ao quarto, meu amor ainda dormindo.
Abri o closet, calcinha, calça de malha, camiseta regata, meias, tênis.
- Estou pronta!
A mochila, joguei dentro o uniforme, sapatos, necessaire!
- Vamo embora!
Beijei Angela no rosto, dei tchau, ela não me viu, nem me ouviu. Dormia como um anjo.
Abri a porta, elevador, demorou, desci as escadas correndo. Saí do prédio, cheguei na calçada correndo. Apenas 4km, é rápido! Cachorro! Tropecei, caí!
- Caralho! Rasguei minha calça de malha, que eu mais gosto!
Levantei, correndo de novo! Apenas algumas quadras! Cheguei na empresa. Depressa para o vestiário.
Outra ducha, sabonete, toalha, tudo bem rápido!
Uniforme, meia de nylon, sapatos...
- Merda, esqueci a blusa em casa!
A blusa de sexta está no armário. Salva! Putz, tá amassada!
- Foda-se, o blazer por cima, ninguém vai notar! O lenço ajuda a disfarçar!
Treze e vinte cinco, consegui, faltam vinte minutos.
Entrei na sala, dois diretores, três colegas, falta o filha da puta! Treze e quarenta e cinco, quatorze e dez, cadê ele? Se eu soubesse não correia tanto! Quatorze e vinte cinco, o sacana chegou, quase uma hora depois.
Reunião maçante, que saco! Papéis para assinar, anotações. Só o bunda-mole que fala. Somente esporro! Cadê o gerente, não vai falar? Covarde, pensei!
Só mais um mês pra aguentar! Depois, vida nova!
Terminou a reunião, dezessete e trinta, que fome!
Refeitório, suco de laranja, sanduíche natural. Matei quem estava me matando! Agora aguento firme até as dezenove.
- Tá na hora!
Vestiário, uniforme no cabide, sapato, meias na mochila. De novo, calça rasgada, regata, meias, tênis!
Mochila nas costas, correndo de novo, só 4 km para casa!
Abri a porta, entrei, tudo escuro. Angela não está, foi para a faculdade. Joguei a mochila de um lado, me atirei no sofá! Respirei fundo:
- Cacete... que dia estafante! Acho que acordei com o pé esquerdo e pisei no penico!
Ri alto!
Fui para o quarto, me despi, banheiro, mais um banho, mas bem demorado!
Peguei a toalha, me enxuguei... passei pelo quarto e fui para o closet.
Camisa branca, calcinha de algodão, boné cor-de-rosa! Estou em casa, do jeito que eu gosto!
- Estou sozinha, o que eu vou fazer! Chazinho, bom pra relaxar!
Liguei o computador, Blogger.
- Estou com a cabeça cheia ainda, não consigo escrever, já sei! Blog da Vero!
Digitei o endereço do blog da Veronika.
Ahahaha!!! Essa mulher é louca, começo a rir, diz cada uma, safada... êpa!!!
- Puta que pariu, ela fez cirurgia e na correria nem fiquei sabendo!
Li mais algumas postagens, foda, swing, siricica, boquete, chupada, mais foda, mais swing.
- Que mulher maluca, nem quando está doente, deixa a siririca de lado! Ri muito!
Ciclano é pauzudo, fulana é gostosa... festa no clube, é foda pra todos os lados nesse blog!
Fiquei com tesão, deixei minha mão entrar por baixo da calcinha...
- Tonha, já está melada menina!
Me joguei para trás na cadeira, minha mão entre as coxas e a outra nos seios, me masturbei.
O tesão aumentou, minha mão não parava, uma na mexia na flor e a outra passeava nos seios.
Não demorei muito e gozei, melei a calcinha, estava muito excitada!
- Pow, ainda fiquei com tesão!
Li mais um pouco o blog da Vero, deixei um comentário.
A porta abriu, Angela chegou! Corri ao seu encontro e a abracei, nos beijamos, ainda de porta aberta. Tomara que as enxeridas não tenham visto. Empurrei a porta com o pé, ela bateu e fechou.
Fiamos paradas e abraçadas por um tempo, depois deixei que ela entrasse. Foi ao quarto, tomou um banho e voltou para a sala.
Olhei para ela, vestia somente sutiã e calcinha, ela sabia que eu a queria. Nos abraçamos e nos beijamos de novo, deitamos no sofá e deixamos rolar. Passeei minha boca em seu corpo, minha língua em seus seio pequenos, minhas mão por toda a sua pele e dela eu recebi as mesma carícias. Beijos, carinhos, lambidas, mordidas e entramos uma por entre as pernas da outra. Senti a sua boca quente e a língua me deixando molhada, misturando saliva ao mel que saia de mim, enquanto eu prova o gosto do seu tesão e prazer. Nossas peles grudadas, os seios roçando em nossos corpos e as mãos acariciando-se mutuamente.
Estávamos tão excitadas, que não foi necessário muito tempo, para explodirmos o tesão em nossas bocas!

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Sexo depois do sexo!

por H. Thiesen 

Depois que fizeram sexo, ele levantou, deu a volta ao redor da cama, exibindo o membro ainda duro, lambuzado de gozo e latejando de tesão, beijou-a na boca e chamou-a para um banho.
Os dois caminharam juntos, de mãos dadas até o banheiro. Um banho para finalizar é perfeito! Pensou ele. Abriu a porta do box, agachou-se, estendendo o braço e com a pequena tampinha fechou a saída de aguá da banheira, abriu as torneiras, regulou-as numa temperatura agradável e deixando que enchesse. 
Entrou na banheira e segurando-a pela mão, ajudou que ela também entrasse. Nua e descalça ela ainda mais linda e aquela beleza fascinante, fazia-o encantado.
Deitaram lado a lado na banheira e tomaram um banho relaxante, com direito à hidromassagem. Enquanto banhavam-se,trocavam beijinhos, lambidas e muitas carícias. Ela delirava a cada carícia ou beijo e ele fascinava-se mais, quando tateava a sua pele molhada. Nenhum dos dois conseguiam disfarçar o tesão, que àquela altura, já havia tomado-lhes o corpo novamente. Durante os beijos, tocavam-se e masturbavam-se mutuamente.
Ele a ergueu e colocou-a sentada na beirada da banheira, abriu suas pernas e pousou sua boca entre elas. Ela gemeu e contorceu-se de prazer e de sobressalto, sem que ela imaginasse, parou, olhou nos seus olhos e pediu:
- Senta na minha cara!
Ela sorriu e acenou com a cabeça que sim. Ele saiu do box, estendeu uma toalha no piso gelado, deitou-se sobre e a esperou de olhos fechados. Ela saiu da banheira, colocou os dois pés ao lado dele e agachou-se, encaixando o sexo de uma forma certinha na boca quente e sedenta. Ele segurou-lhe as nádegas e abrindo-as começou a chupa-la com ímpeto.
Estremecida de tesão, ela fechou os olhos e não se furtou às delicias das carícias daquela língua. Ele provou e degustou, o sabor de prazer ainda misturado à água e sorveu-lhe os líquidos que dela escorriam. Ela gemia de tanto prazer, cravava as unhas no peito dele e mexia os quadris esfregando o sexo e pressionando-lhe o rosto, tentando aumentar as sensações que sentia. Abrindo os olhos, enxergou o sexo dele à sua frente e arqueando o corpo, segurou-o com força e depois envolveu-o com a boca.
Ajeitou-se sobre o corpo dele e saboreando o membro ereto, entregou-se ao sessenta e nove.
Ela enlouqueceu e pôs-se a sugar, engolir e lamber o falo com gana. 
Ele pensou em parar, erguê-la, pô-la de quatro e possuí-la, mas quando tentou, ela o impediu:
- Não! Não para... Me faz gozar!
Então e ele abocanhou-a novamente e pôs-se a chupá-la avidamente, deu atenção especial ao clitóris e passeou sua língua em todas as dobras, vez ou outra penetrava-a com a língua o mais profundo que conseguia.
Ela gemeu, seu corpo estremeceu e sentiu espasmos intensos, como choques elétricos, que começavam no sexo e subiam pelo corpo. Desesperada gozou e derramou-se na boca dele.
Aproveitando o momento de excitação dela e da falta de forças, ele saiu de baixo, colocou-a deitada, abriu suas pernas e penetrou-a, enterrando-se profundamente. Ela gritou de tesão. Segurando-a pelo queixo, obrigou-a olhar nos seus olhos e deu-lhe uma estocada vigorosa. Ela gritou novamente e ele repetiu com firmeza.
- O que você quer?
Ela hesitou por um momento.
Ele estucou-a outra vez.
- Quem é você?
Ainda tomada pelo tesão e pela surpresa que o momento oferecia, ela sentia-se perdida entre o tesão e a hesitação. Estava paralisada pelo que ele a fazia sentir
- Diz... De quem você é?
- Sou tua - gritou ela - me come!
Ele a segurou-a pelo pescoço e beijou-a ardentemente. Entre os gritos e os gemidos, entrava e saía rapidamente, até que não mais aguentando esvaziou-se dentro dela e ela sentindo o calor encharcar as suas entranhas, gozou novamente, cravando-lhe as unhas nas costas e deixando-o marcado com rastro vermelhos, como uma herança e lembrança do gozo!

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